Saúde a Toda Prova

 

Odonto Company


Odonto Company, a maior rede de

clínicas odontológicas do Brasil, abre

mais uma unidade no Jardim Paulista

em Campina Grande do Sul.

O empresário Ricardo Valentini, Dr.

Gustavo Cassilha, Dra. Débora Balcevicz

e o médico de São Paulo Fernando

Ghilardi receberam no último dia 22 de

setembro políticos, empresários, amigos

e clientes de Campina Grande do Sul,

Quatro Barras e Curitiba em um

coquetel de inauguração da nova

unidade odontológica.



#OdontoCompany


#OdontoCompany



.

Com mais de 800 clínicas abertas no

Brasil, a unidade de Campina Grande do

Sul faz implantes, facetas, próteses,

ortodontia, extração, restauração,

limpeza, canal, botox, harmonização

facial e também possui raio x

panorâmico. Temos a capacidade de

atender até 3 mil pacientes por mês

com qualidade e profissionais

especializados. O grupo estará abrindo

até o início de janeiro mais uma

unidade em Guaratuba. Agende já sua

avaliação!


Dia do Idoso: Autocuidado é ainda mais importante na terceira idade

Podóloga da Doctor Feet ensina rotina de cuidados com o pés, pernas e unhas, na melhor fase da vida

No dia 27 de setembro comemora-se o Dia Nacional do Idoso, criado pela Comissão de Educação do Senado Federal para refletir a respeito da situação dessa fatia da  população no País, seus direitos e dificuldades. E para celebrar esta data, Malú Pinheiro, coordenadora técnica da Doctor Feet, maior rede de serviços de podologia  do Brasil dá algumas dicas para ajudar no autocuidado na melhor idade, onde a pele tende a ficar mais fina e delicada, especialmente na região das pernas e pés. ”Se o idoso não puder realizar essa rotina de autocuidado sozinho, é essencial que a família colabore ou busque ajuda de um profissional da área”, explica a profissional. Confira abaixo:

 

Higienização e hidratação

Durante o banho, evite deixar a água muito quente, pois a temperatura elevada pode  prejudicar a proteção natural da pele e, após finalizá-lo é preciso secar bem os pés com toalha ou pano seco e finalizar com uma toalha de papel para remover toda a umidade entre os dedos, evitando assim frieiras e micoses. “Mantenha a hidratação das pernas e pés com cremes hidratantes específicos, mas evite aplicá-los entre os dedos. Use os produtos toda noite, após o banho”, orienta Malú.

 

Corte de unhas

O ideal é que o corte seja feito em um lugar especializado, evitando assim  ferimentos ou o encravamento da unha. “Caso haja dificuldade, apenas lixe as unhas até chegar a um tamanho confortável, que não incomode o idoso”, indica a especialista.

 

Hora de calçar

Para melhor absorção do suor e evitar odores e/ou lesões, prefira sapatos confortáveis e use meias de algodão e que não sejam apertadas e dê preferência a meias brancas que, em caso de algum ferimento é fácil detectar. “Não use calçados antigos, deformados ou rompidos pois eles não darão a correta sustentação durante o deslocamento e podem provocar acidentes dentro de casa. O ideal é que tenham solado firme, que ajudem na sustentação e alinhamento dos pés e, se possível, dê preferência para os que tenham fecho com velcros pela facilidade de abrir e fechar”, recomenda a Malú.

 

Exercício diário

Faça um exercício simples: movimente o pé para cima e para baixo e depois rotacione vagarosamente por aproximadamente 10 minutos, diariamente. E eleve os pés para assim ajudar no retorno venoso. A atividade facilita a circulação e ajuda a combater o inchaço.

 

Para os diabéticos

Nesse caso, é preciso atenção redobrada pois um simples machucado no pé de um diabético pode acabar se tornando um problema grave, explica a profissional. Isso porque, por não sentir dor, a pessoa não percebe o ferimento e pode acabar desenvolvendo calos de pressão e lesões na pele e nas articulações. “Em casos mais graves, a demora para cicatrização pode ocasionar lesões graves e infecções severas nos pés”, ressalta a coordenadora técnica. Recomenda-se ainda fazer visitas regulares ao médico vascular e endocrinologista e, pelo menos a cada 30 dias, ao podólogo.

Sobre a Doctor Feet

Pioneira no segmento, a Doctor Feet é a mais ampla rede de serviços de podologia e venda de produtos médicos/ortopédicos. Comemorando 22 anos de mercado, a marca conta com mais de 80 unidades, em 14 estados brasileiros. Informações: www.doctorfeet.com.br  - Instagram @doctor_feet - Facebook: doctorfeet.podologia

+Saúde
Como enquadrar a covid-19 como doença ocupacional
Rita Riff, advogada especializada em Direito Previdenciário. Diretora do Brazilian Prev Consultoria em Previdência no Brasil e exterior
Devido à revogação da portaria publicada em 01/09/2020 que previa a COVID-19 na lista de doenças ocupacionais, volta a valer o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF). Em abril, a Corte já havia definido que os casos de contaminação de trabalhadores pelo novo coronavírus poderiam ser enquadrados como doença ocupacional. No entanto, esse reconhecimento não é automático. O funcionário precisa passar por perícia no INSS e comprovar que adquiriu a doença no trabalho.
Se a portaria estivesse em vigor, ao pedir afastamento ao INSS, o médico poderia considerar que se tratava de doença do trabalho, sem necessidade de prova. E caberia, então, à empresa, provar o contrário.
Doença ocupacional é aquela adquirida ou desencadeada em função da realização de atividades cotidianas no trabalho. Entre as mais comuns, por exemplo, estão a Lesão Por Esforço Repetitivo (LER), lombalgias, hérnias, doenças de audição e visão e até psicológicas, como a depressão e a ansiedade.
O impacto causado no âmbito previdenciário ao não incluir a Covid-19 na lista de Doenças relacionadas ao trabalho, dificultará que o INSS, voluntariamente, conceda o benefício por auxílio-doença acidentário, salvo se houver decisão administrativa ou judicial em sentido contrário.
Portanto, no atual cenário, a Covid-19 não deve ser entendida, em regra geral, como doença do trabalho, salvo se houver a prova de que o coronavírus foi contraído por força do exercício da atividade laborativa.
No âmbito trabalhista a revogação da portaria ministerial não deve ser entendida como sinônimo de ausência de responsabilidade empresarial, em especial nos casos em que, efetivamente, ficar comprovado o nexo de causalidade pela contaminação do funcionário em seu ambiente de trabalho por culpa empresarial.
Contudo, atividades que envolvem os profissionais da área de saúde, em razão da exposição direta e de forma mais acentuada ao vírus, faz com que a Covid-19 se enquadre na lista de doenças ocupacionais, diante do nexo de causalidade.

Nexo causal
Para que uma doença seja considerada ocupacional, é necessário que ela seja adquirida ou desencadeada em função de condições especiais em que o trabalho é realizado e com ele se relacione diretamente, isto é, que haja um nexo causal entre a doença e o trabalho.
Como a Covid-19 é uma doença endêmica, em princípio, não seria considerada uma doença ocupacional, salvo se, na perícia do INSS, o médico perito entender que existe o nexo causal. Assim, o simples fato de um empregado ser diagnosticado com Covid-19 não implica automaticamente o reconhecimento de doença do trabalho. Mesmo que o INSS conceda o benefício acidentário, a empresa ainda pode recorrer da decisão, juntando contestação médica e documentação pertinente.
Quando um empregado é afastado por doença ocupacional, ele recebe um auxílio-doença acidentário e a empresa é obrigada a pagar o FGTS do período de afastamento, além de ter que dar estabilidade de 12 meses após a alta do INSS.

A pensão por morte decorrente da Covid-19, o que muda?
Pensão por Morte é devido aos dependentes do segurado falecido.
Com a Reforma da Previdência, houve uma mudança no cálculo deste benefício. Ficou assim:
·         os dependentes receberão 50% do valor que o falecido recebia de aposentadoria ou do valor que ele receberia caso fosse aposentado por invalidez; 
·         haverá um acréscimo de 10% para cada dependente do segurado falecido.
A novidade vem agora: caso o óbito do segurado tenha ocorrido em conta de acidente (acidente de trabalho, doença profissional ou doença do trabalho), o valor da Pensão por Morte será 100% do valor da aposentadoria ou do valor que ele receberia se aposentado por invalidez, independente de quantos dependentes hajam. 
Portanto, se a causa da morte foi a contaminação por Coronavírus, por exemplo, a família recebe 100% do valor da aposentadoria do segurado/falecido.
Atenção: essas regras da Reforma da Previdência são válidas para os óbitos ocorridos a partir do dia 13/11/2019.
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Grupo de cantoras se une ao Instituto Vencer o Câncer para lançar música em apoio ao projeto Sim Para Quimio Oral
Proposta de lei, em tramitação na Câmara dos Deputados, torna automática a cobertura pelos planos de saúde de tratamentos orais de câncer aprovados pela Anvisa
“O câncer não espera, precisamos tratar”. Este é um dos versos da canção “Sim Para a Quimio Oral”, que ganhou as vozes das cantoras Sandra de Sá, Elba Ramalho, Roberta Miranda, Wanessa Camargo, Lecy Brandão, As Marcianas, Carmen Monarcha, Lucyana Villar, As Galvão, Nilva Lima, Tania Alves, Ruama, Adriana Farias e Adryana Ribeiro. A união das artistas de diversas vertentes musicais defende uma causa importante para milhares de pacientes oncológicos usuários de planos de saúde: o acesso aos medicamentos orais contra o câncer.
A música é mais uma iniciativa para conscientizar a sociedade sobre o PL 6330, aprovado por unanimidade no Senado no início de junho, e que aguarda votação na Câmara dos Deputados. O projeto, iniciativa do Instituto Vencer o Câncer, dispensa a necessidade de esperar pela atualização do Rol de Procedimentos da ANS, que acontece a cada dois anos, prejudicando dezenas de milhares de pacientes e atrasando o acesso a tratamentos mais eficazes que já estejam disponíveis no mercado.
“O medicamento oral, como qualquer outro, é aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) antes da análise da ANS para incorporação. O projeto propõe, agora, uma mudança de indicação. O tratamento já está disponível nos planos de saúde, mas na forma endovenosa.  Essa é uma decisão técnica, que leva em conta a qualidade de vida do paciente e os beneícios da indicação”, afirma o oncologista Fernando Maluf, um dos fundadores do Instituto Vencer o Câncer.
Em vários casos, por não ter um substituto intravenoso, essas os quimioterápicos orais também apresentam maiores chances de cura, de sobrevida, de controle da doença e dos sintomas e melhora da qualidade de vida. Hoje os orais representam mais de 70% dos medicamentos oncológicos.
As cantoras gravaram a música “Sim Para a Quimio Oral”, remotamente, em suas casas ou em estúdios, canção de autoria de Nil Bernardes e Tatias. A produção contou com os arranjos do maestro Marco Pontes Caixote, direção de Nil Bernardes e coordenação de Alzira Scarabucci e Jo Mattos.
“Sinto enorme gratidão por nos proporcionar esta ilustre oportunidade de executar este projeto por uma causa tão nobre”, afirma Alzira Scarabucci, que teve a iniciativa de apoiar o projeto Sim Para a Quimio Oral ao reconhecer importância da proposta.
Além do apoio das cantoras, a campanha já conta com a manifestação de outros artistas e personalidades da TV e do entretenimento. Nomes como Ana Maria Braga, Roberto Carlos, Ana Furtado, Rodrigo Faro, Marcelo Tas já  aderiram à campanha.
O manifesto pela aprovação do Projeto de Lei já recolheu mais de 120 mil assinaturas. Uma carta aberta assinada por entidades médicas e de profissionais de saúde e diversas associações que representam pacientes oncológicos também reforça a relevância da iniciativa. Os documentos podem ser acessados no site https://www.simparaquimiooral.org.br/
+Saúde

Paciente digital promove revolução na saúde e empresas buscam impactar clientes pela digitalização da experiência
A principal forma de suprir as exigências do novo perfil de paciente é inovando, ao investir em tecnologia e entendendo as necessidades e expectativas dos consumidores
Prestes a completar 30 anos de Brasil, sem dúvida, a Internet mudou para sempre a história da humanidade. Com a sua popularização, milhares de coisas passaram por um processo positivo de evolução desde então, inclusive quando se fala em comportamento do consumidor.
Para entender de forma mais clara é preciso focar em um setor. Com a pandemia, o que mais tem demandado atenção é a área da saúde, que, por motivos óbvios, é tema de preocupação constante por se tratar da vida das pessoas.
O perfil dos pacientes mudou ao ser tornar digital, já que essas pessoas realizam pesquisas na Internet sobre temas relacionados à saúde e bem-estar, além de aproveitarem as informações disponíveis no ambiente online para comprarem itens de cuidados com a saúde, encontrarem especialistas e até marcarem consultas.
Se antes o médico era praticamente inquestionável, hoje o paciente vai à consulta preparado para argumentar no que diz respeito aos seus tratamentos e medicações. Esse empoderamento do paciente fez com que empresas do setor de saúde tivessem de repensar seu modelo de atendimento tradicional ou criassem algo novo para atender essas expectativas.
A exemplo desse comportamento, a Suprevida, plataforma on-line de compra de produtos de saúde com acesso à artigos, profissionais e clube colaborativo de fidelidade, realizou um levantamento e verificou que os três temas mais buscados pelos pacientes digitais dentro da sua plataforma nos últimos seis meses foram: feridas, diabetes e coronavírus. Outro ponto relevante é sobre a procura por profissionais da saúde, que, desde o início da pandemia, ganhou destaque especial na base da empresa, que conta com 400 profissionais disponíveis na plataforma. Esses dados apontam para o cenário, no qual as pessoas estão buscando mais informações relacionadas a saúde e bem-estar, ou seja, querem estar mais informadas.
No Brasil, o paciente digital é formado, majoritariamente, por mulheres que têm entre 25 e 34 anos e são residentes de grandes cidades - como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte- de acordo com um levantamento feito pela Doctoralia. Elas são profissionalmente ativas e buscam na rede uma maneira de cuidar da saúde de forma mais confortável, economizando tempo.
“A democratização da Internet, somada a pandemia, fez com que cada vez mais pacientes buscassem um atendimento online. Por isso, a questão da digitalização da experiência é tão importante dentro desse contexto, principalmente no setor de saúde. Quanto mais amigável for a ferramenta e mais humanizado, prático e seguro o atendimento das necessidades, mais chances teremos de fidelizar o consumidor digital. Quem compra ou busca um profissional da área de saúde na Internet e tem uma experiência confiável, vai voltar a utilizar o serviço”, comenta o CEO da Suprevida, Rodrigo Correia da Silva.
Os números da Suprevida apontam essa tendência. A empresa já conta com milhares de consumidores na sua base de dados e registrou um aumento de 54% no número de clientes, no período de fevereiro a março deste ano, um percentual considerado bastante relevante.    
A principal forma de suprir as exigências do novo perfil de paciente é inovando, principalmente, ao investir em tecnologia e colocando o cliente no centro do processo, de forma a entender suas dores, necessidades e expectativas. A partir daí, deve-se aplicar esse conhecimento na atuação da empresa para cada vez mais evoluir no que tange a experiência digital.
Sobre a Suprevida
Após um problema de saúde na família, no qual o pai teve dificuldades em encontrar itens de cuidados e produtos especiais, além de não conseguir contratar cuidados específicos em domicílio, o empreendedor Rodrigo Correia da Silva enxergou neste cenário, além de uma oportunidade de mercado, uma forma de ajudar as pessoas, e, assim, fundou a startup Suprevida, plataforma on-line de compra de produtos de saúde com acesso à artigos, profissionais e clube colaborativo de fidelidade.


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Psicologia: perdas e ganhos da pandemia
No ambiente hospitalar ou no acompanhamento de quem teme a doença, equipes de psicólogos vêm protagonizando mudanças
Com períodos de internamento mais longos e uma realidade de visitas restritas, a COVID-19 reforçou a necessidade de cuidados hospitalares que vão além do tratamento do corpo. A saúde mental é olhada com atenção pela Psicologia para garantir maior conforto emocional e melhorar a interação entre pacientes, equipes assistenciais e familiares.
Além do trabalho desenvolvido rotineiramente, que engloba a avaliação do estado emocional e da qualidade do sono do paciente, no Hospital Marcelino Champagnat, em Curitiba (PR), os psicólogos que integram a equipe multidisciplinar de atendimento desenvolveram mudanças significativas na comunicação durante a pandemia. Com a necessária restrição de acompanhantes e visitas, os psicólogos passaram a planejar reuniões virtuais entre pacientes, amigos e familiares. “Em uma visita virtual chegamos a reunir mais de 10 familiares e amigos ao mesmo tempo, fazendo com o paciente sinta-se amado e mais confortável. A tecnologia permite que mesmo aquele parente que tem uma rotina intensa de trabalho, consiga estar presente de alguma forma e prestar seu apoio”, revela a psicóloga e coordenadora do serviço de psicologia do hospital, Raquel Pusch. Se anteriormente o contato do paciente ficava restrito ao número de acompanhantes ou visitantes permitido e horários pré-determinados, o uso da tecnologia proporcionou a reunião de grandes grupos em um momento delicado. A psicóloga revela ainda que, antes do contato com o paciente, há um momento de preparo para que o encontro virtual seja o mais adequado e reconfortante possível. “É como uma breve terapia em grupo para trabalhar também os anseios da família e tornar o momento ainda mais acolhedor”, completa.
E após a pandemia, a comunicação entre pacientes e familiares voltará a ser a mesma? A psicóloga acredita que não: “Creio que essa necessidade de adaptação é um dos maiores legados da pandemia. Visitas pessoais e visitas virtuais não irão se contrapor e, sim, se completar para proporcionar bem-estar emocional tanto para pacientes como para seus entes queridos”.
Nesse período, o trabalho dos psicólogos não se restringe aos pacientes. Regularmente são realizadas dinâmicas entre os profissionais de saúde para orientá-los a lidar com as emoções e desafios impostos na rotina atual.
Saúde Mental 
Buscar apoio psicológico profissional não era hábito comum entre boa parte da população, no entanto, a saúde mental é tão relevante que os serviços de check-up prestados por instituições hospitalares incluem avaliação psicológica no diagnóstico integral do paciente. “A consulta avalia o grau de adaptação do indivíduo diante dos estímulos vivenciados na rotina de suas atividades e como o organismo responde a eles apresentando estresse, ansiedade, depressão e outros sintomas”, comenta a psicóloga do serviço de check-up do Hospital Marcelino Champagnat, Raphaela Ropelato. Uma herança positiva da pandemia certamente será a sensibilização das pessoas quanto à importância da saúde mental. “Ainda não é possível mensurar os prejuízos da pandemia no emocional da população, mas se conseguirmos manter a devida atenção à saúde psicológica e passarmos a atuar preventivamente contra o estresse e desequilíbrios emocionais, os ganhos para a saúde serão relevantes”, completa.
Sobre o Hospital Marcelino Champagnat
O Hospital Marcelino Champagnat faz parte do Grupo Marista e nasceu com o compromisso de atender seus pacientes de forma completa e com princípios médicos de qualidade e segurança. É referência em procedimentos cirúrgicos de média e alta complexidade. Nas especialidades destacam-se: cardiologia, neurocirurgia, ortopedia e cirurgia geral e bariátrica, além de serviços diferenciados de Check-up. Planejado para atender a todos os quesitos internacionais de qualidade assistencial, é o único do Paraná certificado pela Joint Commission International (JCI).




Projeto "Saúde 360º" aplica protocolo da medicina de estilo de vida em sessões online para o auto-cuidado.
"Saúde 360º" 

Desenvolvido pelos endocrinologistas Prof. Dr. Filippo Pedrinola e Dra. Ju Bicca, e pelo psiquiatra Prof. Dr. Marcus Zanetti, programa online utiliza linguagem inovadora na orientação do paciente em práticas para uma vida saudável com harmonia do físico, social, emocional e mental
A medicina de estilo de vida é uma das mais importantes e recentes tendências da área da saúde. Sustentada por evidências científicas, trata-se de um protocolo que trabalha um conceito ampliado de cura e promoção do bem-estar unindo a medicina tradicional a terapias complementares. Como uma evolução desse modelo, com o objetivo de criar uma linguagem fácil e de ser acessível ao maior número de pessoas, três médicos incentivadores da medicina de estilo de vida no Brasil criaram o projeto “Saúde 360º”.


Os endocrinologistas Prof. Dr. Filippo Pedrinola e Dra. Ju Bicca, e o psiquiatra Prof. Dr. Marcus Zanetti, são três profissionais que já incluíam o protocolo no atendimento aos seus pacientes. Com entendimentos semelhantes e linhas de trabalho que se complementavam, decidiram compartilhar esse conhecimento em uma parceria por meio de sessões online de orientação.
A “Saúde 360º” é um programa de vinte sessões, durante as quais o paciente recebe ensinamentos e recomendações que buscam uma vida saudável e minimizam os riscos das chamadas “doenças de estilo de vida”. Para isso, estimulam uma ação coordenada entre o físico, o social, o emocional e o mental.
"Para desenvolver o projeto ‘Saúde 360ª’, levamos em consideração atuar conectando todas as áreas que têm reflexo direto em nossa saúde e qualidade de vida. Incentivamos os pacientes em uma verdadeira intervenção dinâmica de auto-cuidado que transforma efetivamente a sua vida", explica Pedrinola, endocrinologista que possui certificação em medicina mente-corpo pelo Body-Mind Institute da Harvard Medical School, pela International Stress Management Association no Brasil (ISMA-BR) e pela University of Texas em Arlington (UTA).
Doenças de estilo de vida
Vivemos em uma época em que cada vez mais as pessoas sofrem de doenças de estilo de vida, que são responsáveis por grande parte das enfermidades da população mundial. Comportamentos comuns à vida contemporânea como o sedentarismo, estresse, alimentação inadequada, consumo de álcool, cigarro, etc, desencadeiam doenças crônicas que prejudicam a qualidade de vida e podem levar à morte.
“As doenças do estilo de vida não são uma novidade, há anos o Ministério da Saúde brasileiro alerta que elas têm disputado com os acidentes de trânsito a liderança das maiores causas de morte no país. De qualquer forma, essas doenças crônicas podem ser evitadas ou até mesmo revertidas com pequenas mudanças de rotina dentro dos quatro pilares da vida saudável. Ninguém fica doente de repente, ninguém engorda de repente, tudo é um resultado de nossas escolhas", alerta a endocrinologista Dra. Ju Bicca.
O psiquiatra Prof. Dr. Marcus Zanetti também alerta que o conceito do que é uma vida saudável não se resume apenas à ausência de doenças. “Em um sentido mais global, ser saudável envolve o bem-estar do ser humano. Esse estado é alcançado por meio da harmonia de todas as áreas de nossa vida, o que chamamos de medicina dos cinco ‘P’s: preditiva, preventiva, proativa, personalizada e parceira.”
Ciência em linguagem informal
Por meio de um bate papo descontraído entre os três doutores, o público em geral tem acesso a conceitos e as últimas descobertas científicas de forma simples e de fácil entendimento e aplicação em sua rotina.
Além disso, o conteúdo “Saúde 360º” traz ainda diversas recomendações em terapias complementares à medicina como hábito alimentar, atividades físicas, meditação e yoga com profissionais convidados, todos com grande notoriedade em suas áreas de atuação.
Prof. Dr. Filippo Pedrinola
O Dr. Filippo Pedrinola é médico formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) com residência médica em clínica e endocrinologia no Hospital das Clínicas de São Paulo.
Após período de um ano do Fellowship Program do Cedars Sinai Medical Center da University of California em Los Angeles (UCLA), concluiu doutorado em endocrinologia pela Faculdade de Medicida da USP.
É membro da The Endocrine Society dos Estados Unidos, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e da Associação Brasileira de Estudos sobre Obesidade (ABESO). Possui certificação em medicina mente-corpo pelo Body-Mind Institute da Harvard Medical School, pela International Stress Management Association no Brasil (ISMA-BR) e pela University of Texas em Arlington (UTA).
Além de estar à frente de suas clínicas médicas próprias, faz parte do corpo clínico do Hospital Albert Einsten e do Hospital BP Mirante, neste último é Coordenador do Núcleo de Bem-Estar e Terapias Integrativas.
Dra. Ju Bicca
Graduada em Medicina pela Universidade Federal de Santa Catarina, residência medica em Clinica Geral pela Universidade Federal de Santa Catarina, residência medica em Endocrinologia no Hospital Brigadeiro - SUS/SP, título de Especialista pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabolismo (SBEM). 
Pós0graduada em Nutrologia pela Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN) ano 2014, e cursou Fellow Research em Neuroendocrinologia pela Columbia University - Presbyterian Hospital, NYC.
Membro da Endocrine Society desde 2006, membro certificado da American Academy of Anti-Aging Medicine (A4M) desde 2013, e membro oficial da International Hormone Sociey (IHS) desde 2013.
Pós graduação em Nutrologia pela Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN) ano 2014.
Prof. Dr. Marcus Zanetti
Graduado pela Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), doutorado e Pós-doutorado em neuroimagem e pesquisa translacional em transtornos psicóticos e do humor pela FM-USP (Laboratório de Neuroimagem em Psiquiatria, LIM-21).
Colaborador no projeto ENIGMA, uma das maiores colaborações multicêntricas internacionais na busca por uma melhor compreensão do cérebro e dos transtornos neuropsiquiátricos.
Coordenador da pós-graduação de "Especialização em Saúde Mental" no Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio-Libanês, e Coordenador do Departamento de Neuropsicofarmacologia da Associação Brasileira de Neuro-Psiquiatria (ABNP).
Docente colaborador do Instituto Health Metrix, consultor Científico da Genomind Brasil e pesquisador visitante na University of Pennsylvania (UPenn) nos Departamentos de Radiologia e Psiquiatria de 2009 a 2016.

Saúde 360º
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Transformação digital e investimentos em tecnologia marcam novo momento de empresas do setor de Odontologia.

Grupo Straumann traz o italiano Andrea Iorio, especialista no tema, e outros grandes nomes do mercado da odontologia para evento totalmente online
Reinventar, adaptar e transformar. Nunca essas palavras fizeram tanto sentido e se fizeram tão necessárias como no momento atual. Se o mercado já pediu uma rápida transformação digital, agora, com a pandemia, passou a ser uma exigência. Por isso, o Grupo Straumann América Latina, detentor das marcas Neodent, Straumann, ClearCorrect e Yller, escolheu o tema “Nova era. Reinvente-se, adapte-se e transforme-se” para sua convenção anual que, neste ano, será virtual.
O evento acontece entre os dias 5 e 7 de agosto e deve reunir cerca de 1,5 mil colaboradores que atuam em 12 estados brasileiros e nos países da Argentina, Chile, Colômbia, México e Peru. A atração principal da convenção é o empreendedor, economista, palestrante e produtor de conteúdo, Andrea Iorio. Nascido em Gênova, na Itália, o palestrante conta com mais de 10 anos de experiência em multinacionais de tecnologia e ficou conhecido por ter lançado o Tinder no Brasil, que veio a se tornar o segundo maior mercado do aplicativo no mundo.
Segundo o palestrante, transformação digital não é um termo sobre tecnologia, mas sim sobre pessoas e este deve ser o tom da primeira convenção totalmente online do Grupo Straumann. “O objetivo do nosso evento é inspirar os colaboradores a explorarem seus potenciais, repensarem suas formas de trabalho e se reinventarem nesse novo cenário, que é desafiador, mas também abre portas para novas oportunidades”, destaca o CEO da Neodent e EVP do Grupo Straumann da América Latina, Matthias Schupp.
Os dentistas Daniel Neves, Luiz Otávio Camargo, Marcos Motta e Heloísa Fonseca Marão, grandes nomes do setor, participam da convenção, compondo a mesa redonda “Cultura: Novas Necessidades da Odontologia”. O evento vai abordar ainda temas como atendimento ao cliente, excelência operacional, apoio de marketing e educação aos clientes e estratégias futuras. O encerramento fica por conta da banda Santa Fé, com uma live exclusiva para os participantes convidados pelo Grupo Straumann.
Sobre o Grupo Straumann
O Group Straumann (SIX: STMN) é líder global em soluções odontológicas e de substituição de dentes que restauram sorrisos e confiança de pacientes ao redor do mundo. O Grupo une marcas internacionais que representam excelência, inovação e qualidade em odontologia substitutiva, corretiva e digital, incluindo Straumann®, Neodent®, Medentika, ClearCorrect™, Dental Wings, Yller® e outras empresas e parceiros de forma integral e parcial. Em colaboração com as principais clínicas, institutos e universidades, o Grupo pesquisa, desenvolve, fabrica e fornece implantes dentários, instrumentos, próteses CADCAM, biomateriais e soluções digitais para uso na substituição e restauração de dentes ou para prevenir a perda de dentes. Com sede em Basel, na Suíça, o Grupo tem atualmente mais de 6 mil colaboradores em todo o mundo e seus produtos, soluções e serviços estão disponíveis em mais de 100 países por meio de uma ampla rede de subsidiárias e parceiros de distribuição.
Neodent é uma marca registrada da JJGC Indústria e Comércio de Materiais Dentários S.A. Yller é uma marca registrada de Yller Biomateriais S.A e Straumann, ClearCorrect são marcas ou marcas registradas de Straumann Holding AG.

MAIS INFORMAÇÕES / AGENDAMENTO DE ENTREVISTAS
41 3026-2610 | 41 99273-8999 (WhatsApp) centralpress@centralpress.com.br www.centralpress.com.br
   
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Pif Paf vacina colaboradores contra a gripe.
#PifPafVacina
Para preservar a saúde dos seus colaboradores, a Pif Paf Alimentos, em parceria com os Ministérios da Saúde e da Agricultura, e em conjunto com as Secretarias de Saúde dos municípios em que atua, disponibilizou, ao longo da última semana, vacinação contra a gripe para os funcionários das unidades de Visconde do Rio Branco, Viçosa, Leopoldina, Pará de Minas e Patrocínio. Para evitar aglomerações e manter a organização, as vacinas foram aplicadas nos ambulatórios das unidades da empresa. Foram necessários três dias para a imunização dos, aproximadamente, 4.500 colaboradores. 
Embora não tenha qualquer eficácia contra o coronavírus, a vacina contra a influenza tem um papel importante, pois protege o organismo contra doenças respiratórias, que podem prejudicar o sistema imunológico e favorecer o surgimento de outras infecções.
A Pif Paf mantém seu compromisso de continuar contribuindo para o abastecimento das famílias de todo o Brasil, com total responsabilidade e obedecendo aos protocolos dos órgãos regulamentadores. A atuação da companhia está apoiada em um Plano de Contingência contra a COVID-19, elaborado em conformidade com as melhores práticas para assegurar o bem-estar e a saúde de todos.
Sobre a Pif Paf Alimentos
Com sede corporativa em Belo Horizonte (MG), a Pif Paf Alimentos, maior indústria frigorífica mineira, atua nas cadeias de produção verticalizadas de aves e suínos há 52 anos. Possui 12 unidades industriais, dedicadas à produção, abate e processamento de frangos e suínos. Seu mix contempla cerca de 800 itens, entre carnes, pescados, embutidos, massas, pratos prontos, pães de queijo, salgados dentre outros. A empresa emprega, diretamente, cerca de 8,5 mil pessoas, possui mais de 90 mil clientes e atende mercados em mais de 20 países
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Novas terapias prometem aumentar expectativa
e qualidade de vida para pacientes com câncer de pulmão
A sociedade médica comemora avanços que combatem a neoplasia com maior taxa de mortalidade no mundo

Novas pesquisas comprovam a eficácia de medicamentos no pós-operatório em cenário metastático, impedindo a reincidência da doença em quase 80% pacientes. Outra grande descoberta é a associação da imunoterapia à quimioterapia, um tratamento que traz substancial aumento da sobrevida. As novidades foram apresentadas no Congresso Americano de Oncologia Clínica (ASCO) realizado no mês de maio, pela primeira vez de forma virtual.

Sobre esses feitos, consultamos o Dr. Bruno Batista, médico oncologista do Centro de Oncologia do Paraná que comenta de que forma as descobertas contribuem para o tratamento do câncer de pulmão. Esse é o tipo de neoplasia com a maior taxa de mortalidade em todo mundo, alcançando uma média anual de 1.76 milhões de mortes.

Para o médico, “todos os avanços e novas terapias são muito comemoradas”, mas ele destaca o estudo da ADAURA que apresenta o uso da osimertinib, uma medicação já conhecida e utilizada em pacientes com metástase, mas que ganha impacto no cenário pós-cirúrgico. “Para as pessoas com câncer de pulmão com mutação específica (EGFR), a adição de osimertinib diminuiu a chance da doença voltar em 79%. Com isso esperamos que mais pacientes com câncer de pulmão possam se curar após a cirurgia”, explicou.  Apenas cerca de 10% dos pacientes com câncer de pulmão tem essa mutação.

Outro avanço no tratamento de câncer de pulmão diz respeito às imunoterapias, que também já vinham sendo aplicadas, porém agora apresentam um resultado de resposta mais satisfatório com a indicação mais assertiva de medicamentos. O uso de nivolumab e ipilimumab associadas com quimioterapia aumenta a sobrevida de pacientes com doença metastática.

Ainda sobre a associação das duas terapias, um estudo KEYNOTE-604 apontou sucesso na combinação de pembrolizumab (imunoterapia) à quimioterapia para câncer de pulmão de pequenas células, os casos mais graves, diminuindo a chance de a doença progredir.

Sobre o uso da imunoterapia, o Dr. Bruno Batista explica: “Usa-se principalmente quando queremos diminuir o tamanho do tumor de maneira bem rápida, pois está comprimindo outro órgão ou algo parecido, mas é necessário ter alterações no tumor que permitam isso. Caso o tumor tenha poucos marcadores imunes (PD-L1), a melhor escolha é imunoterapia associada à quimioterapia”.

De maneira promissora, a ASCO 2020 ainda mostrou estudos com novos alvos de tratamento. Imunoterapias como anti-TIGIT e LAG-3 podem aumentar a resposta a imunoterapia em variados cenários. Outros medicamentos para mutações como RET, RAS e MET também foram abordados por vários resumos, com resultados empolgantes.

O estudo ARROW, por exemplo, testou a medicação pralsetinibe para mutações RET. 65% dos pacientes testados tiveram uma resposta rápida quanto à diminuição do tumor, registrando uma redução de até 95% a 100% na proporção do cancro, o que significa que para certa parcela o tumor desapareceu. A taxa de controle da doença (doença estável e respondedores) foi de 93%.

“Todas essas novas medicações precisam de mais dados para incorporação na prática clínica, mas o futuro promete”, declarou otimista o médico.

Entre as vantagens do tratamento com imunoterapia, o oncologista explica que a imunoterapia é muito melhor tolerada que a quimioterapia, aumentando a qualidade de vida. O impacto disso é não perder cabelo, não ter fraqueza, não vomitar, etc. Mas pondera: em uma pequena porcentagem dos pacientes podem ocorrer efeitos colaterais próprios da imunoterapia, por isso um acompanhamento médico próximo e bastante atento é essencial.

Causas do cancro de pulmão
O câncer de pulmão tem como principal causa o tabagismo, porém outros fatores podem contribuir com a formação do cancro. Pessoas que nunca fumaram não estão livres de sofrerem com a doença. Isso porque o fumo passivo, ou seja, conviver com a fumaça do cigarro de outra pessoa, também pode prejudicar a saúde, bem como a poluição do ar, especialmente pela emissão causada por motores a diesel, e a exposição a produtos químicos como o amianto. Além das causas externas, ainda são consideradas alterações genéticas hereditárias ou adquiridas.
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SUS: CMB pede apoio para aprovação de projeto que suspende metas do SUS por mais 90 dias
O deputado federal Pedro Westphalen (PP-RS) apresentou um novo Projeto de Lei pedindo a prorrogação, por mais 90 dias, da suspensão da exigência de metas quantitativas e qualitativas estabelecidas em contratos de prestadores de serviços relativos ao SUS (Sistema Único de Saúde). A votação depende da aprovação de um requerimento também protocolado pelo parlamentar, que pede o caráter de urgência aos líderes dos partidos na Câmara, para que a proposta seja levada ao plenário, o mais rápido possível. A CMB (Confederação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos) está mobilizando as Federações de Santas Casas e hospitais filantrópicos de todo o país, assim como os hospitais do setor, pedindo apoio para que reforcem junto aos deputados de seus estados a necessidade da aprovação do projeto. 
 “Os casos de Covid-19 têm crescido a cada dia, aumentando ainda mais a demanda dos hospitais filantrópicos, que continuam atendendo a todo tipo de enfermidades e situações. Não poderíamos imaginar que as medidas de contenção da epidemia do coronavírus não surtiriam os efeitos desejados e que os 120 dias propostos inicialmente não seriam suficientes para preservar a segurança financeira e a subsistência dos hospitais contratualizados com o SUS”, salienta o presidente da CMB, Mirocles Véras.  


#Saude



Qualicorp firma parceria com a Paraná Clínicas para comercializar planos de saúde na região Sul
Representantes da administradora de benefícios e da operadora de planos de saúde anunciaram em live os detalhes do acordo

A Qualicorp, administradora de planos de saúde coletivos, e a Paraná Clínicas, operadora de planos de saúde, anunciaram na tarde desta quarta-feira (1) parceria firmada para a comercialização de planos de saúde coletivos por adesão na região de Curitiba – acordo que marca a entrada da Paraná Clínicas no mercado com essa modalidade de produto.

Para noticiar os detalhes, Elton Carluci, vice-presidente Comercial, de Inovação e Novos Negócios da Qualicorp, Alessandro Courbassier, Superintendente Comercial da Qualicorp para o Estado do Rio de Janeiro e região Sul, Diego Carvalho, Coordenador da Qualicorp na região Sul, Dr. Carlos Mortean, Diretor da Paraná Clínicas, e Rodrigo Góes, Gerente Executivo Comercial da Paraná Clínicas, participaram de uma live no canal da Qualicorp destinado ao corretor no YouTube (youtube.com/TamoJuntoCorretor).

De acordo com Alessandro Courbassier, a parceria era um desejo da Companhia. “Esse acordo com a Paraná Clínicas é algo que almejávamos há muito tempo e pudemos sacramentar agora. A operadora certamente será uma grande parceira nossa na região Sul. Esse é o nosso novo jeito Quali de ser”, destacou o executivo. “A Qualicorp está focada na estratégia de expansão regional. É uma grande satisfação para a Companhia a oportunidade de parceria com a Paraná Clínicas, que é tão respeitada em sua região”, completou Elton Carluci.

A Qualicorp comercializará três diferentes produtos da Paraná Clínicas: CIM Mais Adesão e Standard Plus Adesão com as opções enfermaria e apartamento. Os preços partem de R$ 102,32 (CIM Mais Adesão com coparticipação, para a primeira faixa etária) com cobertura em Curitiba e Região Metropolitana. “Temos uma demanda potencial incrível para ser explorada e acreditamos muito no desejo do mercado consumidor em adquirir um produto da Paraná Clínicas. Por isso, é um marco, uma grande conquista, ter a Qualicorp como parceira nesse projeto. Selecionamos inicialmente nossos produtos com maior saída, mas queremos oferecer um portfólio cada vez mais completo no mercado de adesão”, indicou Rodrigo Góes. 

Focada em gestão de saúde integrada, a Paraná Clínicas mantém uma carteira de clientes que contempla desde pequenas empresas até companhias multinacionais. “Nosso diferencial está na qualidade do atendimento e na estrutura própria baseada nos Centros Integrados de Medicina, no Centro de Infusão e no Hospital Dia. Atuamos ainda com um sistema de prontuário eletrônico que nos permite transformar as informações de saúde em conhecimento sobre o perfil de nossos clientes e nos ajuda a construir produtos e soluções cada vez mais ajustados às necessidades do mercado”, completou Dr. Carlos Mortean.

Os planos de saúde coletivos por adesão estarão disponíveis para profissionais liberais, profissionais ligados a associações e conselhos regionais e também para estudantes. Além disso, a Qualicorp preparou uma campanha especial para os corretores que atuarem na comercialização deste produto.

Sobre o Grupo Qualicorp
O Grupo Qualicorp é líder brasileiro na comercialização e administração de planos de saúde coletivos. Fundado em 1997, atua em nível nacional, possui 1,9 mil colaboradores diretos e representa cerca de 2,5 milhões de beneficiários, considerando-se todos os seus segmentos de atuação. O Grupo Qualicorp abriu seu capital em 2011 e mantém na B3 o nível “Novo Mercado”. Para mais informações, acesse www.qualicorp.com.br.

Sobre a Paraná Clínicas
Com 50 anos de atuação no mercado, a Paraná Clínicas é referência em planos de saúde empresariais. Tem a missão de cuidar da saúde, atendendo com excelência empresas e pessoas, oferecendo como diferencial os programas de saúde preventiva. Com uma infraestrutura moderna e planejada em uma rede interligada, a Paraná Clínicas conta com sete unidades próprias, chamadas de Centro Integrado de Medicina: CIM Água Verde; CIM Araucária; CIM CIC -24h; CIM Fazenda Rio Grande; CIM Rio Branco do Sul; CIM São José dos Pinhais; CIM Unidade Infantil - 24h (ao lado do Hospital Santa Cruz) e Hospital Dia (anexo ao CIM Água Verde), projetado para oferecer o que existe de mais moderno em procedimentos eletivos, permitindo  que os pacientes tenham alta no mesmo dia. Mais informações em www.paranaclinicas.com.br.




Falta de sedativos e anestésicos chega ao limite em hospitais filantrópicos
CMB faz apelo às autoridades para que atendimentos não sejam interrompidos
O problema da escassez de sedativos e anestésicos entrou em situação crítica em hospitais filantrópicos de todo o Brasil, informa a CMB (Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas). Os estoques das entidades estão no limite e, em muitas instituições, há medicamentos para menos de uma semana. O uso de anestésicos está sendo poupado para casos de urgência e/ou maior gravidade.
Em razão disso, alguns hospitais estão reduzindo os atendimentos, como exames e cirurgias eletivas, outros estão fechando temporariamente centros cirúrgicos e unidades específicas, como de atendimento à pacientes com queimaduras e de procedimentos de transplantes. Há instituições que não estão conseguindo mais receber pacientes por não terem como atendê-los sem o suporte dessas medicações.
A questão torna-se ainda mais delicada no atual momento da pandemia, uma vez que os medicamentos para sedação são utilizados no processo de intubação em pacientes com complicações decorrentes da Covid-19.
Os laboratórios responsáveis pela fabricação dos itens alegam falta de matéria-prima para a produção. Entre as razões para a dificuldade, justificadas pelas indústrias, estão a alta dos preços dos princípios ativos, geralmente importados, que subiu com a elevação do dólar e a crescente demanda mundial por esses tipos de medicamentos, em função da pandemia.
O presidente da CMB, Mirocles Véras, ressalta que a situação é de extrema preocupação e faz um apelo às autoridades. “A falta desses medicamentos é extremamente preocupante, pois está ocasionando a interrupção dos atendimentos em hospitais de todo o país. Precisamos urgentemente de uma solução e pedimos o apoio do Ministério da Saúde, Ministério Público Federal, Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), Conasems (Conselho Nacional de Secretários de Saúde), deputados estaduais e federais e governadores, para que juntos possamos encontrar rapidamente uma saída e agilizar a solução da compra e distribuição dos insumos que são imprescindíveis”, salienta Véras.



Laboratório do Rio Grande do Sul produz teste inédito altamente preciso para a COVID-19.

Tecnologia aplicada indica se a pessoa desenvolveu anticorpos contra a proteína S do Coronavírus e a quantidade de anticorpos produzida. Teste já está sendo produzido em grande escala e disponível em diversas cidades do país.  
O número de casos de COVID-19 segue crescendo no Brasil e a ampla testagem da população, especialmente nas empresas, é um dos caminhos apontados por especialistas para que a retomada das atividades seja mantida de forma segura. Porém, a maioria dos testes disponíveis no mercado até então identifica se a pessoa está infectada, mas não se já adquiriu imunidade à doença. No entanto, um teste inovador, desenvolvido por cientistas do Rio Grande do Sul, pode mudar o paradigma de enfrentamento à pandemia, uma vez que pode identificar indivíduos que apresentam imunidade e, portanto, poderiam retornar às suas atividades com mais segurança.

O teste laboratorial produzido pela empresa Imunobiotech, em parceria com a FK Biotec e o Laboratório de Engenharia de Cultivos Celulares da Coppe/UFRJ, é capaz identificar e quantificar a presença de anticorpos tipo IgG, contra a proteína S, que é responsável pela entrada do Coronavírus nas células. Este teste permite saber quem já esteve em contato com o vírus, e se desenvolveu imunidade ao mesmo. Estudos vêm apontando que pacientes que apresentam estes anticorpos, podem apresentar imunidade contra a doença, e desta forma os pacientes não desenvolveriam ou transmitiriam a mesma. O teste leva cerca de duas horas para ser realizado e o resultado fica pronto em até seis horas.

Conforme Alberto Stein, médico que colaborou no desenvolvimento do teste, a inovação já está disponível em diversas cidades do país, através de laboratórios parceiros. “É importante ressaltar que empresas podem realizar este exame em seus funcionários e parceiros para tentar identificar pessoas que tiveram contato como vírus e que desenvolveram imunidade ao mesmo. Desta forma, podendo criar um ambiente de maior segurança para o retorno das atividades”, explica Stein. Ele afirma que a rede de laboratórios parceiros está sendo ampliada, mas empresas interessadas podem contatar diretamente a Imunobiotech e se informar sobre os procedimentos.
Conforme a cientista Leda Castilho, chefe do Laboratório de Engenharia de Cultivos Celulares da Coppe/UFRJ e integrante da força-tarefa contra a Covid-19 da UFRJ, os testes sorológicos disponíveis chegam a dar 70% de resultados falsos negativos e o motivo é que não miram o alvo certo.

Como funciona o exame?
O teste é realizado a partir de uma amostra de sangue, analisada em laboratório, determinando e quantificando a presença destes anticorpos que reagem contra a proteína S. Este fator é extremamente importante, visto que a maioria dos testes imunológicos disponíveis hoje no mercado não quantificam o nível de anticorpos contra a proteína S (pois eles avaliam anticorpos contra a proteína N), e nem avaliam a possibilidade de imunidade contra o vírus. 
Qual é a diferença deste teste em relação aos testes rápidos?
Os testes rápidos produzem resultado a partir da identificação de anticorpos contra a proteína N, da COVID-19. Essa proteína encontra-se no interior do Coronavírus e sinaliza que a pessoa teve contato com o vírus, mas não dá informação sobre a imunidade contra ele, porque estes anticorpos contra a proteína N não são neutralizantes.
Já o teste inovador é capaz é identificar e quantificar a presença de anticorpos que reagem contra a proteína S da COVID-19, que é responsável pela entrada do Coronavírus nas células. Ou seja, este teste permite identificar e quantificar a imunidade de cada pessoa com relação à doença.

Alberto SteinMédico, doutor em Medicina pela UFRGS. Membro do grupo de pesquisa da FK-Biotec e  da Imunobiotech

Quase metade dos brasileiros desconhece a Doença Falciforme, tida como a doença hereditária de maior prevalência no país
Com baixa expectativa de vida e predominância entre negros, a condição é pouco conhecida no Brasil, revela pesquisa inédita

São Paulo, junho de 2020 – Em 19 de junho acontece o Dia Mundial de Conscientização da Doença Falciforme (DF), criado para ampliar o debate sobre a condição. Considerada a disfunção hereditária mais comum no Brasil, 47% da população afirma nunca ter ouvido falar sobre a DF, conforme levantamento inédito realizado pelo IBOPE Inteligência com dois mil brasileiros conectados[i].
Segundo dados do Ministério da Saúde, existem cerca de sete milhões de brasileiros portadores do traço falciforme[1] e são estimados, por ano, cerca de 3.500 novos casos da doença,[ii] com maior incidência em negros, mas devido à intensa miscigenação existente no Brasil, pode ser observada também em pessoas de outras etnias. Atualmente, esses pacientes encaram um desafio extra, dado que a infecção por Covid-19 pode apresentar diversas dificuldades e perigos específicos para esses indivíduos.
A DF é caracterizada pela alteração nos glóbulos vermelhos, que perdem a forma arredondada e elástica, tornam-se mais alongados, lembrando a forma de uma foice (daí o nome falciforme), o que dificulta a circulação[iii]. Esse processo pode desencadear uma das consequências mais graves da doença: as Crise Vaso-Oclusivas (CVOs), responsáveis por intensos episódios de dor aguda e altamente debilitantes.
“Essas crises de dor fazem com que muitos pacientes busquem por pronto-socorros e hospitais, possibilidade mais restrita nesse momento de pandemia, tanto em função da alta ocupação dos leitos quanto por fazerem parte do grupo de risco”, explica a Dra. Marimilia Pita, médica hematologista-pediátrica do Hospital Samaritano de São Paulo e fundadora do projeto Lua Vermelha, que busca trazer visibilidade à doença e à luta dos pacientes.
De acordo com a pesquisa “SWAY - Sickle Cell World Assessment Survey”, que avaliou o impacto da DF na vida de mais de dois mil pacientes em 16 países (incluindo brasileiros, como o quarto maior país), mais de 90% dos entrevistados tiveram pelo menos uma crise de dor nos últimos 12 meses e 39% tiveram cinco ou mais crises durante o mesmo período. Pesquisas indicam que o número de crises de dor também está relacionado à taxa de mortalidade (ou seja, quanto mais crises o paciente tem, maior seu risco de morte[iv]) – e menor a expectativa de vida,[v] que é reduzida em 20 anos quando comparada à população normal. Tal condição exige prevenção e tratamento adequado desses episódios.
Apesar de ser a principal queixa dos pacientes, sob o ponto de vista dos entrevistados do IBOPE que dizem conhecer a doença, 81% não consideram as crises de dor como o sintoma mais limitante. “Por isso que datas como o dia 19 de junho são tão importantes e merecem destaque, para que as pessoas saibam mais sobre a doença e os pacientes tenham melhor assistência”, ressalta a Dra. Marimilia.
Enquanto a pesquisa com pacientes evidencia uma lista de impactos dos mais diversos aspectos, em sua qualidade de vida, apenas 32% dos brasileiros entrevistados pelo IBOPE (entre aqueles que afirmaram conhecer a DF) reconhecem o alto impacto da doença. Nesse sentido, vale destacar os principais achados da SWAY:
  • Mais de quatro a cada dez pacientes declaram que a DF causa alto impacto na vida familiar ou social e 51% relataram que a doença também afetou negativamente seu desempenho escolar.[vi]
  • Em relação à carga emocional, os pacientes declaram ainda que: 58% sentem-se preocupados com a progressão e piora da sua doença, 48% sentem medo de morrer, 45% sentem-se deprimidos e 44% desamparados e frequentemente ansiosos e nervosos[vii].
  • Em média, os pacientes afirmam ter perdido mais de um dia de trabalho por semana (8,3 horas em 7 dias) como consequência de sua doença.
Todo esse quadro faz com que os pacientes falciformes tenham qualidade de vida inferior a dos indivíduos com câncer[viii]. “Devido a toda essa situação, entendemos que a Doença Falciforme merece atenção especial, para que esses pacientes sejam cuidados apropriadamente, além de respeitados, principalmente ao sofrerem as crises dolorosas, que são extenuantes", finaliza a médica.

Sobre Covid-19 e Doença Falciforme
A infecção por Covid-19 pode levar a hipóxia (diminuição do oxigênio) e desidratação, como consequência da infecção respiratória, sendo essas condições fatores potencialmente desencadeadores de uma crise de dor, o que pode incluir uma síndrome torácica aguda (dor no tórax).[ix] Essa síndrome está associada a um alto risco de mortalidade e morbidade, sendo uma complicação frequente em indivíduos com DF.[x]

Sobre a pesquisa do IBOPE Inteligência
O levantamento “Percepção dos brasileiros sobre a Doença Falciforme” entrevistou 2.000 brasileiros conectados, incluindo homens e mulheres, de 16 anos ou mais. A pesquisa foi realizada pelo IBOPE Inteligência em maio de 2020.

Sobre a SWAY - Sickle Cell World Assessment Survey
Pesquisa internacional que avaliou o impacto da doença falciforme (DF) na vida dos pacientes, em novembro de 2019. Este estudo foi realizado com 2.145 pacientes com doença falciforme em 16 países, incluindo 260 brasileiros.

Sobre a Novartis
A Novartis está reimaginando a medicina para melhorar e prolongar a vida das pessoas. Como empresa líder mundial em medicamentos, usamos ciência inovadora e tecnologias digitais para criar tratamentos transformadores em áreas de grande necessidade médica. Em nossa busca de encontrar novos medicamentos, estamos constantemente entre as principais empresas do mundo que investem em pesquisa e desenvolvimento. Os produtos Novartis atingem quase 800 milhões de pessoas em todo o mundo e estamos descobrindo maneiras inovadoras de expandir o acesso aos nossos tratamentos mais recentes. Cerca de 109.000 pessoas de mais de 145 nacionalidades trabalham na Novartis em todo o mundo. Saiba mais em https://www.novartis.com.

Informações à imprensa:
Leila Justo
leila.justo@edelman.com
(19) 9 9693-9374
[1] No traço falciforme, o indivíduo não desenvolve a doença, mas pode transmitir o gene para gerações futuras.[1]

Referências:
[i] Pesquisa “Percepção dos brasileiros sobre a Doença Falciforme”, realizada pelo IBOPE Inteligência com 2.000 brasileiros, em maio de 2020.
[ii] Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Anemia falciforme: um problema de saúde pública. Disponível em: https://santacasasp.org.br/portal/site/pub/12482/anemia-falciforme--um-problema-de-saude-publica. Acesso em maio de 2020.
[iii] Ministério da Saúde. Anemia falciforme. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/dicas-em-saude/437-anemia-falciforme. Acesso em junho de 2020.
[iv] Bailey M et al. ASH 2019 Poster 2167
[v] Lobo C. et al, Hematology, Transfusion and Cell Therapy. Volume 40,37-42, 2018
[vi] SWAY - Sickle Cell World Assessment Survey. Pesquisa realizada com mais 2.000 pacientes com Doença Falciforme de 16 países. Disponível em: https://ashpublications.org/blood/article/134/Supplement_1/2297/423076/Impact-of-Sickle-Cell-Disease-Symptoms-on-Patients.
[vii] SWAY - Sickle Cell World Assessment Survey. Pesquisa realizada com mais 2.000 pacientes com Doença Falciforme de 16 países. Disponível em: https://ashpublications.org/blood/article/134/Supplement_1/2297/423076/Impact-of-Sickle-Cell-Disease-Symptoms-on-Patients.
[viii] Kato GJ, Piel FB, Reid CD, Gaston MH, Ohene-Frempong K, Krishnamurti L, Smith WR, Panepinto JA, Weatherall DJ, Costa FF, Vichinsky EP. Nat Rev Dis Primers. 2018 Mar 15;4:18010
[ix] The COVID–19 pandemic and haemoglobin disorders. Accessed April 1, 2020. https://thalassaemia.org.cy/wp-content/uploads/2020/03/COVID-19-pandemic-and-haemoglobin-disorders_V2.pdf
[x] Jain, S, Bakshi, N, Krishnamurti, L. Pediatr Allergy Immunol Pulmonol.  Dec 1;30(4):191-20, 2017



Novozymes doa máscaras do projeto Contagiando Sorrisos para crianças e adolescentes nos hospitais Pequeno Príncipe e Erastinho

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Lide Multimídia - Nesta quarta-feira (17/06), os dois principais hospitais pediátricos de Curitiba, Pequeno Príncipe e Erastinho, receberão doações de máscaras de tecido em (tamanhos infantil e adulto), com sorrisos estampados, para seus pacientes. A ação será realizada pelo movimento Contagiando Sorrisos em parceria com a Novozymes, empresa multinacional da área de biotecnologia, com sede na Dinamarca e unidade fabril em Araucária e Quatro Barras (PR), que apoiou o projeto, viabilizando a confecção das 1.000 máscaras que serão doadas nesta data.

“As empresas têm um papel estratégico no desenvolvimento social, em especial em períodos de crise como o que vivemos. Ações como a proposta pelo Contagiando Sorrisos conectam organizações à um propósito maior, que é o de tornar a vida das pessoas melhor. Acredito que todas as empresas (sejam grandes ou pequenas) devem, em especial neste momento, lutar pelas suas comunidades e contribuir com elas da melhor maneira possível”, destaca Angela Fey, gerente de Sustentabilidade da Novozymes.

Contagiando Sorrisos é um movimento filantrópico que realiza distribuições de máscaras de proteção com sorrisos estampados, ilustrados por artistas visuais como Ziraldo, Laerte, Seiji Sato, André Mendes, Solda, Washington Silvera, Paixão, entre outros.

“Por meio das máscaras com sorrisos, pessoas podem se proteger do novo coronavírus passando uma mensagem de positividade, sem a sensação de tristeza, doença e medo que é associada ao uso de máscaras durante a pandemia”, comenta Conrado da Luz, um dos idealizadores do Contagiando Sorrisos.

O projeto iniciou com recursos próprios, doando mil máscaras, principalmente para unidades médicas, entidades de apoio, casas de repouso, comunidades carentes e a uma aldeia indígena, chegando a diversas cidades, tais como Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza, Brasília, entre outras. Na etapa atual, busca por empresas parceiras, como a Novozymes, para dar continuidade a esta iniciativa. Interessados em apoiar podem entrar em contato pelo telefone (41) 99994-5025 (WhatsApp) ou pelo e-mail contato@contagiandosorrisos.com.br.


46% dos brasileiros tabagistas relatam maior consumo na pandemia
Pesquisa, realizada pelos cursos de Fisioterapia e Medicina do campus de Guarujá, avaliou 128 fumantes de todo o Brasil
Foto: Arquivo
Estudo investiga o nível de conhecimento sobre os riscos do uso do tabaco e derivados associados a complicações da Covid-19

Em pouco mais de dois meses de quarentena no Brasil, uma pesquisa realizada pelo curso de Fisioterapia da Unoeste, em parceria com a Medicina Guarujá, revela que 46% dos brasileiros tabagistas relataram sentir mais vontade de fumar durante este período. Destes, 37,5% aumentaram de 1 a 10 cigarros ao dia e mais de 6% ultrapassaram os 10 cigarros por dia.
A pesquisa intitulada “Influência da pandemia da Covid-19 no nível de dependência a nicotina e nos hábitos de consumo de tabaco e derivados” avaliou 128 tabagistas de todo o Brasil através de questionários respondidos via Google Forms. De acordo com a Dra. Ana Paula Coelho Figueira Freire, uma das professoras que coordena o projeto, dentre as pessoas consultadas, além do cigarro convencional, incluem usuários de cigarrilha, charuto, narguilé e derivados. “O objetivo da pesquisa é fazer uma investigação para analisar o nível de conhecimento de tabagistas sobre os riscos do uso do tabaco e derivados associados a complicações da Covid-19, além de descobrir a influência da pandemia no hábito de consumo dessas pessoas”, explica.
Sobre essa influência, os primeiros dados do estudo apontam que 46% dos participantes relataram sentir mais vontade de fumar durante o período da pandemia e 56,2% deles disseram ter reduzido o consumo de cigarro e derivados na quarentena. Além dos 37,5% que aumentaram de 1 a 10 cigarros ao dia, e 6,2% aumentaram mais que 10 cigarros por dia no mesmo período. “Descobrimos também que 42% dos participantes relataram estar mais motivados para parar de fumar no período da pandemia. Em relação ao conhecimento dos tabagistas sobre as complicações do cigarro na Covid-19, os dados apontam que 77,3% deles sabem que o consumo de cigarro e derivados podem agravar os sintomas da doença e levar a maiores complicações”, conta a professora Ana Paula.
A docente complementa os dados analisando que as primeiras conclusões da pesquisa, que teve início há 30 dias, mostram que os tabagistas avaliados possuem um elevado conhecimento sobre a relação de complicações da Covid-19 e o hábito de fumar. Além disso, quase metade dos entrevistados aumentou o consumo de tabaco e derivados, o que serve de alerta sobre a importância de medidas de orientações e atendimento, mesmo que remoto, para esta população. “Um ponto interessante é que uma boa parcela dos fumantes está enxergando a pandemia como uma motivação para deixar o hábito de fumar, o que reforça que este é um oportuno momento para os profissionais de saúde intervir e orientar estes indivíduos sobre estratégias para deixar o cigarro e seus derivados de vez”, salienta.
Programa Multidisciplinar
A ideia da pesquisa, de acordo com professora, surgiu porque no campus da Unoeste em Presidente Prudente já existe há 5 anos um programa multidisciplinar especializado para tratamento de tabagistas, coordenado pelo curso de Fisioterapia. Os atendimentos tiveram que ser suspensos devido à pandemia, porém, houve continuidade nos atendimentos mesmo através de contato remoto com os participantes, “sendo que alguns deles comentaram o aumento da ansiedade e consumo do número de cigarro após início do período de isolamento social”, revela.
Próximos passos
As etapas seguintes da pesquisa ainda incluem mais um momento de avaliação. Após 30 dias da realização do primeiro questionário, todos os participantes serão convidados para responder novamente as mesmas perguntas.  “O objetivo é avaliar estas características também no período de afrouxamento das medidas da quarentena que estão ocorrendo especialmente no estado de São Paulo. Em seguida, os dados irão passar por procedimentos estatísticos mais refinados e serão enviados para eventos científicos e também para publicação em periódicos científicos”, finaliza a docente.
Além da Dra. Ana Paula, o estudo tem também como coordenadora a docente do curso de Fisioterapia Dra. Francis Lopes Pacagnelli, e envolveu a professora da Faculdade de Medicina de Guarujá, da Unoeste, Dra. Marceli Rocha Leite e acadêmicos dos cursos citados dos dois campi.




Sábado (6) é o Dia Nacional de Luta Contra Queimaduras
Olá, bom dia.
Sábado (06 de junho) é o Dia Nacional de Luta Contra Queimaduras. De acordo com a Sociedade Brasileira de Queimaduras, cerca de um milhão de pessoas sofrem queimaduras no Brasil a cada ano, 200 mil são atendidas em serviços de emergência e 40 mil demandam hospitalização. As lesões por queimaduras apresentam alto impacto no perfil de mortalidade da população brasileira. Infelizmente no Brasil ainda há baixo investimento financeiro em centros especializados, enquanto nos Estados Unidos aproximadamente 4 bilhões de dólares são gastos em tratamento e reabilitações. O Paraná é o estado do Sul do país com maior taxa de internação por queimaduras. A Souk coloca à disposição a especialista Cynthia Veiga, que por 10 anos foi responsável pelo Centro Cirúrgico de Queimados do Hospital Evangélico do Paraná, foi gestora do Banco de Pele e é Membro da SOBEST – Associação Brasileira de Estomaterapia. 



Sobre reconstrução e alongamento ósseo dos membros inferiores em tempos de pandemia.
#Saúde


Programação faz parte da edição on-line do Sulbrafix
Especialistas de renome nacional e internacional estarão reunidos na quinta-feira, 28 de maio, em live, para discutir sobre a reconstrução óssea x tempos de pandemia. A programação faz parte do Sulbrafix - Curso Sulbrasileiro de Planejamento Pré-Operatório para Correção de Deformidades Ósseas e Alongamento de Membros, promovido pelo Centro de Excelência em Reconstrução Óssea (Cero), localizado no Hospital VITA Curitiba, com coordenação do médico ortopedista Richard Luzzi, especialista no assunto.
A reconstrução e alongamento ósseo são utilizados para evitar amputações de membros inferiores e superiores.  A técnica é utilizada no tratamento de doenças congênitas (principalmente em crianças), infecciosas, metabólicas ou degenerativas, como a artrose. Segundo o médico, além de evitar amputações, o procedimento reduz gastos em longo prazo, já que o custo de manutenção de uma prótese é três vezes maior do que o tratamento. O método também contribui para a diminuição do custo social, pois pode reduzir o período de inatividade do paciente e até evitar a invalidez permanente. 
Dr. Richard explica que o uso da internet como ferramenta para disseminar conhecimento não é novidade no Sulbrafix, já que foi o primeiro curso na área totalmente transmitido ao vivo pela rede, no Brasil. “O curso teve início em 2007 e de lá para cá, entre participações presenciais e virtuais já treinou mais de mil profissionais de saúde entre médicos, fisioterapeutas, enfermeiros, médicos veterinários e engenheiros. O seminário é caracterizado pela informação direta, pela qualidade e quantidade de exercícios práticos”, destaca o médico.
Os convidados da edição on-line são: Dr. Selvadurai Nayagam (Inglaterra), Dr. Anil Bhave (EUA), Dr. John Herzenberg (EUA), Dr. Rodrigo Mota (Rio de Janeiro) e Dra. Paloma Yan Lam Wun (São Paulo).
O curso é destinado a médicos, fisioterapeutas e demais profissionais que atuam na área de reconstrução e alongamento ósseo. Para participar, basta realizar inscrições pelo número (41) 99698-0122 ou cerocuritiba.com.br. A contribuição mínima é de R$ 100 - a renda total será destinada às comunidades vulneráveis à pandemia da Covid-19.
A iniciativa conta com o apoio da Associação Brasileira de Reconstrução e Alongamento Ósseo (Asami Brasil).
SERVIÇO
Sulbrafix on-line
Quando: 28 de maio, quinta-feira
Horário: a partir das 19h
Contribuição mínima: R$ 100,00 – renda totalmente destinada às comunidades vulneráveis a pandemia
Informações e inscrições: 41 99698-0122 ou cerocuritiba.com.br
Mais sobre os palestrantes:
Dr. Selvadurai Nayagam, head do Limb Reconstruction Unit Rayal Liverpoll University e Royal Liverpool Children´s Hospital.
Dr. Anil Bhave, diretor clínico do Ortho Rehab and Wassermann Gait Lab e chefe do Strateg.
Dr. John Herzenberg, diretor do Pediatric Orthopedics no Sinai Hospital e do International Center of Limb Lengthening (ICLL) no Rubin Institute, localizados em Baltimore (EUA).
Dr. Rodrigo Mota, médico oficial do Hospital Central da Polícia Militar, professor da Universidade Federal Fluminense e médico do grupo de trauma do Américas (Barra), no Rio de Janeiro.
Dra. Paloma Yan Lam Wun, fisioterapeuta do Grupo Trauma-Ortopédico do Instituto de Assistência Médica do Servidor Público de São Paulo (Iamspe) e sócia-fundadora da via Pedes Fisioterapia.

Sobre o CERO do VITA Curitiba - Atuando desde 2011, o Centro de Excelência em Reconstrução Óssea do Hospital VITA Curitiba tem como finalidade treinar profissionais e desenvolver pesquisas e tecnologias relacionadas a cirurgias de reconstrução de membros e ao alongamento ósseo. Esses treinamentos são direcionados a profissionais da área da saúde, engenharia, biologia, entre outros. O CERO é coordenado pelo médico ortopedista Richard Luzzi e conta com uma equipe interdisciplinar, formada por enfermeiros, fisioterapeutas, médicos e psicólogos para orientar e dar todo o acompanhamento necessário ao paciente.


Sobre o Hospital VITA - A primeira unidade da Rede VITA no Paraná foi inaugurada em março de 1996, no Bairro Alto, e a segunda em dezembro de 2004, no Batel. O VITA foi o primeiro hospital brasileiro a conquistar, no início de 2008, a Acreditação Internacional Canadense CCHSA (Canadian Council on Health Services Accreditation). A certificação de serviços de saúde avalia a excelência em gestão e, principalmente, a assistência segura ao paciente. Além disso, o VITA é um dos hospitais multiplicadores do Programa Brasileiro de Segurança do Paciente (PBSP). Ele visa disseminar e criar melhorias inovadoras de qualidade e segurança do paciente. Integra também o grupo de hospitais da Associação Nacional de Hospitais Privados - ANAHP. O VITA oferece atendimento 24 horas e é referência nas áreas de cardiologia, cirurgia geral, neurologia, cirurgia bariátrica, medicina de urgência, urologia, terapia intensiva, traumato-ortopedia e pediatria. Além disso, dispõe de um completo serviço de medicina esportiva, prestando atendimento a atletas de diversas modalidades; serviço de oncologia; Centro Médico e Centro de Diagnósticos. Para garantir um alto nível de qualidade nos serviços prestados aos pacientes, o VITA tem investido em ampliação da infraestrutura, tratamentos com equipes multidisciplinares, modernização dos equipamentos, humanização no atendimento, qualificação dos profissionais e segurança assistencial. www.hospitalvita.com.br






Pesquisa brasileira será apresentada no maior congresso mundial de transplante de medula óssea com apoio do Instituto TMO
Estudo de 11 autores, desenvolvido no Hospital de Clínicas da UFPR, contribui para evitar a rejeição da medula óssea após o transplante, favorecendo para que o resultado seja o melhor possível

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Lide Mutimídia - O Instituto TMO é uma instituição que há 31 anos apoia o transplante de medula óssea (também conhecido pela sigla TMO) em várias frentes, inclusive dando suporte a pesquisas que beneficiam inúmeros pacientes. Recentemente, a instituição viabilizou a apresentação de um estudo desenvolvido no Hospital de Clínicas da UFPR (em Curitiba, Paraná), que será apresentado no maior congresso de TMO do mundo, em Madri, Espanha.

A última edição do Congresso Anual da Sociedade Europeia de Transplante de Medula Óssea (EBMT) contou com mais de 5500 participantes de 94 países. 1068 trabalhos foram selecionados. Destes, somente 182 (17%) foram escolhidos para apresentação oral. A data da 46ª edição deste congresso está agendada para agosto deste ano (originalmente seria em março, mas foi transferida devido à pandemia de coronavírus). Após a apresentação no congresso, os trabalhos serão publicados na revista Bone Marrow Transplantation, que pertence ao conceituado grupo Nature Research.

O Instituto TMO viabilizou a inscrição no congresso e também a viagem a Madri de um dos pesquisadores para a apresentação oral. O bioquímico Alberto Cardoso Martins Lima ficará encarregado de apresentar o trabalho, que faz parte de sua tese de doutorado. Entre os 11 autores, estão incluídos médicos que fizeram ou ainda fazem parte do Serviço de Transplante de Medula Óssea do Complexo Hospital de Clínicas (STMO/CHC): Ricardo Pasquini (médico que integrou a equipe que realizou o primeiro transplante de medula óssea no Brasil, no HC/UFPR e foi orientador do estudo), Carmem Bonfim (coorientadora), Samir Kanaan Nabhan, Vaneuza Araújo Moreira Funke, Gisele Loth e Samantha Nichele.

Os demais autores incluem os bioquímicos Noemi Farah Pereira (coorientadora), Luciana Nasser Dornelles, Margareth Kleina Feitosa e Geovana Borsato do Amaral, que fazem parte do Laboratório de Imunogenética do CHC/UFPR. Este laboratório foi o primeiro do Brasil credenciado pela Sociedade Americana de Imunogenética, o que lhe confere um dos maiores padrões de qualidade do mundo.
Importância da participação brasileira
A seleção do estudo para o maior congresso de transplante de medula óssea do mundo vem a confirmar a importância do Hospital de Clinicas da UFPR na área, há muitos anos conhecido como referência mundial em TMO.  

A conquista conta com vários outros méritos, conforme cita o bioquímico Alberto Cardoso Martins Lima. “É muito difícil ser selecionado para os 17% que vão apresentar, entre tantos trabalhos inscritos mundo afora. O segundo ponto é que este congresso tem foco nos aspectos clínicos do TMO. Ter um trabalho de imunogenética aceito para apresentação oral é muito raro”, afirma.

Mesmo não sendo um trabalho 100% clínico, o estudo tem um grande impacto prático, pois contribui para evitar a rejeição da medula óssea após o transplante, favorecendo para que o resultado seja o melhor possível. Afinal, uma rejeição que é evitada contribui para: poupar tempo de recuperação do paciente, poupar mais trabalho da equipe médica e poupar recursos e insumos. Além disso, um paciente com rejeição tem maior probabilidade de ter complicações depois do transplante.

“É interessante citar que este é um trabalho feito na área de doenças não-malignas, que é muito carente de estudos sobre o HLA-DPB1 (há apenas um, com pacientes com doença Thalassemia) e feito com 106 pacientes com doenças não-malignas, atendidos no HC/UFPR entre 2008 a 2017”, cita Alberto. Mesmo sendo doenças não-malignas, o transplante é necessário.

Questões técnicas sobre o estudo
A pesquisa intitulada “A Alorreatividade contra HLA-DPB1 na direção HvG está associada com risco aumentado de falha de enxertia após transplante com doador não aparentado para doenças não-malignas" foi desenvolvida no Laboratório de Imunogenética em conjunto com o STMO/CHC.

Antes de um transplante ser feito, é necessário encontrar um doador. O mais adequado seria um doador da mesma família do paciente (aparentado HLA idêntico), mas como nem sempre isso é possível, uma opção é a busca por um doador não-aparentado, que geralmente são localizados no Redome (Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea) ou em Registros Internacionais.

Para saber se há compatibilidade, é feito em laboratório um trabalho de tipagem para identificar os genes HLA compatíveis. Este estudo tem como objetivo avaliar o papel da resposta imunológica contra os antígenos HLA-DPB1 incompatíveis no contexto do transplante de medula óssea com doadores não aparentados para doenças não-malignas.

Uma peculiaridade que se observa é que nos transplantes com doadores não aparentados, a grande maioria (80% a 85%) dos voluntários apresentam incompatibilidades HLA-DPB1. Além disso, essas incompatibilidades podem ser classificadas em permissíveis (mais adequadas para transplante) e não permissíveis (menos adequadas e com maior risco).

Uso de algoritmos para encontrar doador compatível
Uma pesquisadora da Alemanha desenvolveu um estudo com uso de algoritmos na busca de doadores e criou um website para classificar o risco dos vários doadores não aparentados. Essa ferramenta, chamada IMGT/T-Cell-Epitope 3 (TCE3), classifica as incompatibilidade HLA-DPB1 em permissíveis e não permissíveis, e os médicos do STMO/CHC usam essa informação para selecionar o doador com menor probabilidade de ter complicação. Clinicamente, as incompatibilidades HLA-DPB1 permissíveis são melhor toleradas e conferem menor risco de complicações. Já as incompatibilidades HLA-DPB1 não permissíveis estão associadas a desfechos deletérios após o transplante. Este tipo de incompatibilidade DPB1 podem ser divididas em duas: não permissíveis na direção do paciente contra o enxerto (HvG) e não permissíveis na direção do enxerto contra o paciente (GvH).

Vários estudos com doenças malignas mostraram a utilidade da ferramenta IMGT/TCE3 para selecionar o melhor doador não aparentado. No entanto, quase não existem estudos avaliando o uso desta ferramenta no contexto das doenças não malignas. Os resultados desta pesquisa indicam que as incompatibilidades DPB1 não permissíveis na direção do paciente contra o enxerto (HvG) estão associadas com risco aumentado de rejeição do enxerto e diminuição de sobrevida-livre de eventos. Desta forma, tais incompatibilidades deveriam ser evitadas com o objetivo de otimizar o prognóstico do TMO não aparentado.

Por fim, os achados desta pesquisa validam a importância da tipagem HLA-DPB1 e a estratégia pioneira de seleção de doadores não aparentados atualmente utilizada pelo Serviço de Transplante de Medula Óssea do HC/UFPR em conjunto com o Laboratório de Imunogenética.

#Saudecuidados

85% dos portadores da COVID-19 são assintomáticos
Especialista em bacteriologia explica os riscos da transmissão e a importância da utilização de máscaras

            Pesquisa divulgada pelo hematologista e pós-doutorando da Universidade de Paris, Ramy Rahmé, afirma que 85% dos contaminados pelo coronavírus são assintomáticos, ou apresentam sintomas moderados, como febre, cansaço, tosse seca, sem a necessidade de atendimento hospitalar. Estudos sugerem que é possível que esses indivíduos possam estar com a COVID-19 por até 14 dias antes de apresentar os sintomas, ou desenvolver imunidade a ele.
Cerca de 80% dos pacientes se recuperam da doença sem a necessidade de tratamentos especiais e, muitas vezes, sem sentir sintoma algum. “Depois de infectado, o indivíduo passa a multiplicar a carga viral dentro do organismo e, a partir do segundo dia de infecção, já está transmitindo o vírus para outras pessoas, mesmo que sem sintomas”, afirma o especialista em bacteriologia do LANAC, Marcos Kozlowski.
O uso de máscaras, mesmo as de tecido, estão sendo indicadas pelo órgãos de saúde para conter o vírus. “Elas criam uma barreira física que segura a emissão de gotículas enquanto a pessoa fala, tosse ou simplesmente respira. Assim, ajuda a reduzir a propagação viral de pessoas assintomáticas e auxilia na proteção de quem está ao seu redor”, afirma o especialista.
A chegada do inverno também ascende uma preocupação com as infecções, que aumentam consideravelmente nessa época, principalmente entre crianças e idosos. O LANAC – Laboratório de Análises Clínicas, registra aumento de 20% nos resultados positivos para infecções de vírus e bactérias nesse período.
Segundo Kozlowski, atitudes simples impedem as infecções, e essas são as mesmas disseminadas para evitar o contágio do coronavirus. “É importante lavar as mãos com frequência, evitar colocá-las em contato com boca, nariz, olhos e ouvidos quando estão sujas e manter o corpo descansado e bem alimentado – isso ajuda o sistema imunológico a se manter forte”, explica, lembrando que é importante manter o ambiente sempre ventilado, apesar do frio.

Sobre o LANAC:
Há 28 anos, o LANAC - Laboratórios de Análises Clínicas se diferencia por se manter, com orgulho, como empresa 100% paranaense. A empresa possui 45 unidades de atendimento em diversos bairros de Curitiba, além da Região Metropolitana, Litoral do Paraná, Ponta Grossa, Palmeira e Rio Branco do Sul. Hoje, o laboratório oferece mais de dois mil tipos de exames, além de coleta domiciliar e assessoria científica para médicos e conta com mais de 400 colaboradores. Recebe exames de 25 laboratórios, atuando como laboratório de apoio. A sede central, com 1.200 m², é o maior centro de análises clínicas de Curitiba. A empresa participa de testes de proficiência do Controle Nacional de Qualidade da Sociedade Brasileira de Análises Clínicas, com nota excelente desde 1992 e mantêm a certificação ISO 9001/2015 atualizada desde 2004.
Especialista em bacteriologia explica os riscos da transmissão e a importância da utilização de máscaras


            Pesquisa divulgada pelo hematologista e pós-doutorando da Universidade de Paris, Ramy Rahmé, afirma que 85% dos contaminados pelo coronavírus são assintomáticos, ou apresentam sintomas moderados, como febre, cansaço, tosse seca, sem a necessidade de atendimento hospitalar. Estudos sugerem que é possível que esses indivíduos possam estar com a COVID-19 por até 14 dias antes de apresentar os sintomas, ou desenvolver imunidade a ele.
Cerca de 80% dos pacientes se recuperam da doença sem a necessidade de tratamentos especiais e, muitas vezes, sem sentir sintoma algum. “Depois de infectado, o indivíduo passa a multiplicar a carga viral dentro do organismo e, a partir do segundo dia de infecção, já está transmitindo o vírus para outras pessoas, mesmo que sem sintomas”, afirma o especialista em bacteriologia do LANAC, Marcos Kozlowski.
O uso de máscaras, mesmo as de tecido, estão sendo indicadas pelo órgãos de saúde para conter o vírus. “Elas criam uma barreira física que segura a emissão de gotículas enquanto a pessoa fala, tosse ou simplesmente respira. Assim, ajuda a reduzir a propagação viral de pessoas assintomáticas e auxilia na proteção de quem está ao seu redor”, afirma o especialista.
A chegada do inverno também ascende uma preocupação com as infecções, que aumentam consideravelmente nessa época, principalmente entre crianças e idosos. O LANAC – Laboratório de Análises Clínicas, registra aumento de 20% nos resultados positivos para infecções de vírus e bactérias nesse período.
Segundo Kozlowski, atitudes simples impedem as infecções, e essas são as mesmas disseminadas para evitar o contágio do coronavirus. “É importante lavar as mãos com frequência, evitar colocá-las em contato com boca, nariz, olhos e ouvidos quando estão sujas e manter o corpo descansado e bem alimentado – isso ajuda o sistema imunológico a se manter forte”, explica, lembrando que é importante manter o ambiente sempre ventilado, apesar do frio.

Sobre o LANAC:
Há 28 anos, o LANAC - Laboratórios de Análises Clínicas se diferencia por se manter, com orgulho, como empresa 100% paranaense. A empresa possui 45 unidades de atendimento em diversos bairros de Curitiba, além da Região Metropolitana, Litoral do Paraná, Ponta Grossa, Palmeira e Rio Branco do Sul. Hoje, o laboratório oferece mais de dois mil tipos de exames, além de coleta domiciliar e assessoria científica para médicos e conta com mais de 400 colaboradores. Recebe exames de 25 laboratórios, atuando como laboratório de apoio. A sede central, com 1.200 m², é o maior centro de análises clínicas de Curitiba. A empresa participa de testes de proficiência do Controle Nacional de Qualidade da Sociedade Brasileira de Análises Clínicas, com nota excelente desde 1992 e mantêm a certificação ISO 9001/2015 atualizada desde 2004.

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