Saúde a Toda Prova

ASBAI cria o Registro Brasileiro de Anafilaxia

- Notificação é lançada na Semana Mundial da Alergia

- O registro pode facilitar a produção da adrenalina autoinjetável no Brasil

- Semana Mundial da Alergia acontece de 13 a 19 de junho

 

Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI) anuncia a criação do Registro Brasileiro de Anafilaxia, que – a partir de agora – vai permitir rastrear as manifestações clínicas da doença na população, bem como a sua evolução, os principais agentes etiológicos e os tratamentos instituídos durante o atendimento de emergência, nas diferentes faixas etárias.

Desta forma, permitirá que propostas em nível de Saúde Pública possam ser implementadas, visando garantir melhor abordagem clínica e terapêutica dos pacientes com anafilaxia e, por consequência, proporcionar mais qualidade.

O Dr. Dirceu Solé, Diretor de Pesquisa da ASBAI, explica que à semelhança do que se tem observado com a maioria das doenças alérgicas, a prevalência da anafilaxia está aumentando. “Os dados nacionais são escassos e limitados a pequenos grupos populacionais específicos”, conta Dr. Solé.

O registro será preenchido pelo médico que atender o episódio de anafilaxia, sempre com a anuência do paciente. “Desta forma, mapeando os casos e apresentando as relevâncias inseridas no tema anafilaxia, queremos chamar atenção da indústria farmacêutica para que se interessem a produzir o autoaplicador de adrenalina, que hoje só pode ser adquirido pelo paciente via importação e a um custo muito elevado, tendo em vista a taxa cambial”, explica a Dra. Alexandra Sayuri Watanabe, Coordenadora do departamento Científico de Anafilaxia da ASBAI.

“Anafilaxia – Esteja Ciente, Esteja Preparado, Salve Vidas” é o tema da Semana Mundial da Alergia, que acontece de 13 a 19 de junho, organizada pela WAO – Organização Mundial da Alergia e replicada pelas sociedades médicas associadas em todo o mundo. No Brasil, a ASBAI é a responsável pela campanha.

Sintomas respiratórios, na pele e mucosas, cardiovasculares, gastrointestinais e neurológicos são característicos da anafilaxia, a reação alérgica mais grave e que pode levar ao óbito, caso a adrenalina não seja aplicada rapidamente.

A ASBAI estará com uma programação especial nas redes sociais, além de lives para pacientes e novos episódios no podcast.

 

Sobre a ASBAI

A Associação Brasileira de Alergia e Imunologia existe desde 1972. É uma associação sem finalidade lucrativa, de caráter científico, cuja missão é promover a educação médica continuada e a difusão de conhecimentos na área de Alergia e Imunologia, fortalecer o exercício profissional com excelência da especialidade de Alergia e Imunologia nas esferas pública e privada e divulgar para a sociedade a importância da prevenção e tratamento de doenças alérgicas e imunodeficiências. Atualmente, a ASBAI tem representações regionais em 21 estados brasileiros.

 

Serviço

Podcast: https://auv.short.gy/ASBAIpodcast

Facebook: https://www.facebook.com/asbai.alergia

Instagram: https://www.instagram.com/asbai_alergia/

Youtube: https://www.youtube.com/?gl=BR&hl=pt

Twitter: @asbai_alergia

Site: www.asbai.org.br





Procedimentos minimamente invasivos e seus benefícios



Nunca falou-se tanto em rejuvenescimento e em como usar técnicas minimamente invasivas a favor da beleza e do bem-estar. Tanto é verdade, que podemos arriscar dizer que os últimos anos foram marcados por esses tratamentos que “melhoram” de uma forma ou de outra o aspecto da nossa pele e cada vez mais buscamos.

 

A ideia ganha ainda mais força, sempre que temos bons exemplos por perto, ou seja, pessoas que utilizaram técnicas e preenchimentos e continuam com aspecto e beleza naturais. “preenchimento facial é uma técnica que injeta componentes modeladores e biocompatíveis que penetram na camada profunda da pele. O principal objetivo é preencher sulcos ou até mesmo aquelas áreas que acabaram perdendo muito volume conforme o avanço da idade, como as rugas, evidenciando o bonito e não alterando a aparência do paciente”, explica Dra. Patrícia Giacomelli (CRO PR 30042), cirurgiã dentista especializada em harmonização facial com mais de 15 anos de experiência na área.

 

Podemos dizer ainda que talvez o segredo do sucesso do preenchimento facial seja pela facilidade em  se resolver um problema com um menor impacto, desde que com um profissional capacitado. Afinal, estamos falando de um tratamento que vai além dos benefícios estéticos, por ter um alto impacto na saúde e na autoestima das pessoas. “Não buscamos mais a beleza como algo supérfluo, mas a melhor aparência sempre e isso muda muita coisa. Devemos lembrar que o ideal de um procedimento é ser único e buscar o que fica bom para aquela pessoa. Cada raça, cada indivíduo traz sua beleza, ela é única e é apenas isso que buscamos evidenciar em cada procedimento e assim trazer a confiança e a autoestima para cada paciente”, explica. 

 

Os procedimentos podem ser bem simples, como dar volume a lábios, melhorar contornos rasos, suavizar vincos e rugas faciaismelhorar a aparência de cicatrizes entalhadas, ou ainda alguns mais complexos como reconstruir possíveis deformidades de contorno da face, maxilar, olheiras, contorno de mandíbula, etc. “Muitas vezes julgamos como estético algo desnecessário, mas para muitas pessoas essa melhoria em algo tão simples e minimamente invasivo pode alterar toda uma expectativa e qualidade de vida”, comenta a especialista.

 

Poucos sabem, mas o ácido hialurônico é um ativo produzido naturalmente pelo corpo que possui propriedades hidratantes e estimulantes de colágeno. É encontrado no organismo, mas com o passar do tempo sua produção diminui, precisando ser reposto em formato de tratamento. Essa substância é a responsável por preencher os espaços entre as células e é bastante utilizada para redução de rugas e linhas de expressão. Além disso, é uma molécula capaz de reter alta quantidade de água, mantendo a pele hidratada, firme e lisa.

 

Bioestimuladores e preenchedores são propostas diferentes. O ácido hialurônico é utilizado para preenchimento de áreas onde houve perda de volume natural, porque ocorre reabsorção de tecido ósseo e gorduroso da face com o passar dos anos. Já os bioestimuladores têm como principal efeito estimular a produção de colágeno, trazendo mais firmeza para a pele do local, e assim, combatem a flacidez. Também com efeito preenchedor, mas são técnicas complementares e que devem ser acompanhadas com um profissional gabaritado.”

 

Importante dizer ainda, que a partir dos 25 anos ocorre a diminuição natural produzida pelo organismo e aí sim, podemos indicar os procedimentos “profiláticos”, ou seja, o cuidado em manter a pele sempre com aspecto natural. Após o início dessa perda natural, há a possibilidade de repor topicamente, por meio de dermocosméticos ou com preenchimento. Para quem optar pelo preenchimento facial, que é um procedimento não invasivo utilizado para dar volume à face, amenizar rugas ou corrigir o contorno de regiões específicas do rosto, bochechas, queixo e lábios com ácido hialurônico, deve buscar um profissional capacitado e de sua confiança para assim colher os melhores resultados.

 

“Cada vez mais vemos uma forte tendência de pessoas que querem manter os contornos naturais da própria fisionomia, não mais “esticar aqui e acolá” ou volumizar áreas a ponto de não reconhecer mais o reflexo no espelho. Não se trata mais de só preencher espaços com substâncias, mas estimular o organismo a se reprogramar e voltar ao melhor momento sempre com qualidade de vida, fornecendo assim uma infraestrutura de uma pele firme e jovem”, explica Dra Patrícia.

 

Procedimentos são indicados para harmonizar e amenizar os traços faciais, deixando assim o paciente com aspecto mais jovem, com uma pele mais macia e viçosa. A função do profissional é trazer para o paciente a melhor solução dentro do aspecto mais natural possível. Um bom exemplo, são as olheiras. Os olhos expressam emoções e sentimentos. Mas quando são marcados por olheiras, existe o aspecto constante “de um ar cansado e sem brilho” e essa perda de volume na região dos olhos, pode e é facilmente corrigido com o preenchimento. “Não podemos e nem devemos pensar no tratamento como uma fórmula mágica da juventude, talvez seja por isso que algumas pessoas apresentam resultados tão negativos após o procedimento. O ideal é seguir cada contorno e evidenciar o que já é bonito por natureza, afinal tudo que é em excesso não é bonito”, comenta a profissional.

Pouco sabemos de nosso futuro e como estaremos daqui a dez ou vinte anos. Mas algo é certo, o envelhecimento é algo natural e belo. “Por isso que profissionais como eu estudamos tanto e buscamos sempre nos aperfeiçoar, a ideia de buscar essa ajuda no ácido hialurônico e preenchedores é para atenuar, ou melhorar o contorno facial e aumentar o volume dos lábios. Hábitos que se respeitados e com o profissional capacitado trarão ótimos resultados e uma pele sempre saudável e lógico o aspecto mais jovem e a beleza que todos buscam”, complementa.

 

O ideal é uma reconsulta a cada 6 meses após a aplicação e reavaliar cada área,  uma vez que o procedimento com o ácido hialurônico dura em média oito meses. Ainda assim, segundo a especialista, pode não haver necessidade de nova aplicação antes dos oito meses. “Nada melhor do que um profissional de sua confiança fazer essa avaliação e juntos encontrarem o melhor tratamento. É muito importante estabelecer essa boa relação profissional-paciente e individualizar o tratamento de acordo com a queixa individual. Só assim, acredito em um resultado harmônico e natural e este é o que sempre deve ser sempre escolhido”, finaliza.

 

Lembramos que em tempos de restrições e pandemia, os consultórios são espaços completamente estéreis e por isso altamente seguros para esse tipo de procedimento.

 

Sobre a profissional:

 

Gaúcha, Patrícia Giacomelli começou sua carreira em 2006 quando se formou cirurgiã dentista, pela Faculdade de Odontologia ULBRA. Em 2013, inicia o primeiro curso de Harmonização Facial e desde então nunca mais parou. Apaixonada pela profissão, a profissional nunca para de estudar e sempre busca aperfeiçoamento e conhecimento sobre as mais diversas técnicas que envolvem o tema.         

 

Serviço:

 

Dra. Patrícia Giacomelli Harmonização Facial

Endereço: Rua Mário Tourinho, 1805 sala 705 - Edifício Lake Side Corporate (em frente ao terminal campina do Siqueira, próximo ao Park Shopping Barigui).

Facebook e Instagram: @drapatriciagiacomelli

https://www.drapatriciagiacomelli.com/






Médico é aprovado em primeiro lugar





 

O médico intensivista Rafael Deucher participou do Processo Seletivo para Professor Substituto da Carreira de Magistério Superior da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Setor de Ciências da Saúde, Departamento de Medicina Integrada, na área de Habilidades Clínicas e Treinamento e Simulação de Procedimentos Médicos, e foi aprovado em primeiro lugar. 

Dr. Rafael, que é coordenador das UTIs do Hospital VITA Batel, membro do Centro de Estudos e Pesquisas em Emergências Médicas e Terapia Intensiva (Cepeti) e atual presidente da Sociedade de Terapia Intensiva do Paraná (Sotipa), a partir de agora, incluirá no currículo a função de professor substituto da UFPR. 

“É uma conquista importante, uma responsabilidade e ao mesmo tempo uma oportunidade gratificante de participar na formação de novos médicos”, celebra Dr. Rafael



 28 de maio de 2021

 

Luto no Dia Internacional da Luta pela Saúde da Mulher e Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna

 

 

O Observatório Obstétrico Brasileiro COVID-19 (OOBr Covid-19) acaba de divulgar atualização do número de óbitos maternos pelo SARS-CoV-2 neste início de ano. Hoje, 28 de maio, Dia Internacional da Luta pela Saúde da Mulher e Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna, o País está de luto pela perda de 1.204 futuras ou mamães de primeiros dias.

 

Os dados foram fechados em 26 de maio, portanto nem completados os cinco primeiros meses. Até aqui, contabilizamos de 751 óbitos maternos, ou seja, 66% mais do que 2020 inteiro - 453.

 

 

Comparando os mesmos períodos, a chance de morte das gestantes e puérperas internadas com Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por COVID-19 em 2021 é 2,6 vezes a registrada em 2020.

 

 

Outro fato gravíssimo: desde o início da pandemia, uma a cada cinco gestantes e puérperas que faleceram por SARS-CoV-2 não teve acesso a unidades de terapia intensiva (UTI) e 33% não foram intubadas -o derradeiro recurso terapêutico que poderia salvá-las.

 

Assim, entre março de 2020 e 26 de maio de 2021, quando da mais recente atualização da base de dados SIVEP-Gripe do Ministério da Saúde, são 12.533 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave por Covid e, repetimos 1.204 óbitos (9,6%). Registrando que a base de dados SIVEP-Gripe tem atualização todas as quartas-feiras.

 

Isso sem contar outros 11.163 de registros de SRAG sem causa especificada com 279 mortes entre gestantes e puérperas, que, na avaliação dos pesquisadores, podem ser também episódios de SARS-Cov-2.

 

O Observatório Obstétrico Brasileiro COVID-19 (OOBr Covid-19) visa a dar visibilidade aos dados desse público específico e oferecer ferramentas para análise e fundamentação de políticas para atenção à saúde de gestantes e puérperas em relação ao novo coronavírus.

 

O OOBr Covid-19 foi criado e é mantido por Rossana Pulcineli Vieira Francisco (docente do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da Faculdade de Medicina da USP e presidente da SOGESP), Agatha Rodrigues (docente do Departamento de Estatística da UFES) e Lucas Lacerda (estudante de graduação em Estatística na UFES).

 

 Chegada do inverno e baixa imunidade

 
  
Imagens em alta para download
 
 
Por Dra Milena Cornacini*
 
Antes de relacionar a chegada do inverno à queda da imunidade, vamos entender como funciona o sistema imunológico. Ele é dividido em dois tipos de imunidade, com duas respostas: a imunidade inata e a adquirida. A imunidade inata é a primeira linha de defesa do organismo, desde o nascimento. É uma resposta rápida, não específica e limitada aos estímulos ao corpo. Já a imunidade adquirida é ativada pelo contato com agentes infecciosos e sua resposta à infecção aumenta em magnitude a cada exposição sucessiva ao mesmo invasor.
 
Muitos agentes infecciosos tem a capacidade de mudar sua estrutura, se apresentando de forma diferente a cada novo contato. Esse é o motivo pelo qual estamos sempre suscetíveis a infecções virais como gripes e resfriados. Alguns parasitas também são capazes de sofrer mutações para “enganar” nosso sistema imunológico. Cada alteração na aparência dos vírus ou parasitas desencadeia um novo ciclo de identificação e resposta imunológica.
 
É interessante entender que a imunidade pode ser reduzida nos dias mais frios. A queda de temperatura e a baixa umidade, predominantes na estação do inverno, estão associadas ao aumento significativo na frequência de infecções virais do sistema respiratório, como o resfriado comum e a gripe, pneumonia, e também atualmente a COVID-19.
 
Alguns motivos são responsáveis pelo aumento da frequência de infecções virais do sistema respiratório, tais como: aumento da circulação de vírus respiratórios, pois as baixas temperaturas aumentam a sobrevivência e a transmissibilidade destes; há redução dos mecanismos de defesa naturais do sistema respiratório, aumentando o risco de infecções e existe a tendência à aglomeração e a permanência em ambientes fechados, que facilitam a maior circulação e transmissão desses agentes, que podem ser transmitidos tanto pelo ar como pelo contato das mãos com superfícies contaminadas.
 
Importante salientar que o período de queda de temperatura e de baixa umidade faz com que os cílios da área traqueobrônquica trabalhem mais devagar e provoca um ressecamento das mucosas, o qual facilita a penetração de vírus ou bactéria. O ressecamento também aumenta o gasto de energia do corpo (para tentar manter as mucosas hidratadas), que já está alto por causa da adaptação do organismo à nova temperatura, deixando-o mais suscetível a doenças.
 
Como a alimentação saudável pode ajudar
A nutrição é um fator preponderante na manutenção do estado de saúde e bem-estar. Para que as diversas células do sistema imunológico funcionem de maneira adequada, é necessário que nutrientes apropriados (como carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas, minerais e fibras) sejam ingeridos na quantidade e qualidade corretas pelo indivíduo.
 
O contrário também é verdadeiro: a alimentação inadequada e deficiente em nutrientes pode contribuir para a queda do sistema imunológico. Quando se fala, em alimentação saudável e equilibrada, se pensa em uma variedade de alimentos que devem ser inseridos na rotina alimentar, como as fontes de fibras, vitaminas, minerais e fitoquímicos, encontrados em frutas, verduras e legumes; os carboidratos, tais como batata doce, mandioquinha, mandioca, arroz integral; as gorduras de boa qualidade, como as castanhas, sementes, abacate, azeite de oliva extra virgem; e as proteínas, com destaque para o ovo.
 
Os benefícios do ovo
O ovo possui uma excelente qualidade proteica (fornecendo todos os aminoácidos essenciais), fato que lhe permite ser um alimento substituto de outros com proteína de alto valor biológico (como carnes vermelhas e frangos), fornecendo vitaminas (riboflavina, vitamina E, vitamina B6, vitamina A, ácido fólico, colina, vitamina K, vitamina D e vitamina B12), minerais (zinco, cálcio, selênio, fósforo e ferro), ômega-3 e compostos ativos (luteína e zeaxantina), nutrientes que participam na manutenção do sistema imunológico. Dessa forma, o ovo, sem dúvida, deve estar entre um dos alimentos preferidos pela sua composição nutricional, em especial, os que são enriquecidos com vitamina E, selênio e ômega 3 e os orgânicos.
 
O ideal é que seja consumido com a clara e a gema, que se complementam nutricionalmente. Como opções saudáveis para o preparo dos ovos, usar azeite de oliva extra virgem, óleo de gergelim ou de abacate, são boas fontes de ácido graxo ômega 9, ricos em ácido graxo monoinsaturado.
 
O ovo reúne ainda outros atributos já conhecidos: proteína de preço acessível, pode ser usado em variadas preparações alimentares, é prático, naturalmente colorido e seguro sanitariamente. Diante de tantos benefícios, só não podemos esquecer que o ovo é um importante aliado para fortalecer o sistema imunológico, mas não é o único. Alimentação saudável, exercício físico, sono adequado, controle do estresse e hidratação não podem ser deixados de lado.
 
 
* Dra. Milena Cornacini, Nutricionista Clínica, Esportiva e Ortomolecular, Mestre e Doutora em Nutrição e Consultora Técnica da Katayama Alimentos.
__________________________________________________________________________________
 
 
Katayama Alimentos
Tel.: (18) 3606-9000
Canal “Ovo de Novo”  youtube.com/ovodenovo
 
News

No Dia Internacional da Enfermagem, entidades e Frente Parlamentar projetam  mensagens nas torres do Congresso Nacional 

Na próxima quarta-feira (12), Dia Internacional da Enfermagem, frases de apoio à categoria serão projetadas nas torres do Congresso Nacional. Prevista para ocorrer das 19h às 21h, a ação é uma iniciativa do deputado federal Célio Studart (PV), presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Enfermagem, Sindicato dos Enfermeiros do Estado de SP e Fórum Nacional da Enfermagem .

 
Devidamente autorizada pelas direções da Câmara e do Senado, a iniciativa visa sensibilizar o país sobre as lutas históricas da categoria, que soma cerca de 2,4 milhões de profissionais, entre enfermeiros, técnicos e auxiliares.  
A Enfermagem trava uma luta por melhores condições de trabalho, piso salarial nacional e redução de jornada para a categoria, que está na linha de frente do combate à COVID-19 e vem perdendo profissionais em decorrência do coronavírus. 
 
Ao todo, já foram reportados mais de 55 mil casos da doença entre os trabalhadores da enfermagem, com 779 óbitos em decorrência da COVID-19.Os dados são consolidados pelo Observatório da Enfermagem , mantido pelo Conselho Federal de Enfernagem (Cofen).
 
PROJETOS
Um dos projetos de lei mais importantes para a categoria em tramitação no Congresso é o PL 2295/2000, que estabelece a carga horária semanal de 30h. O texto passou pelo Senado e aguarda deliberação da Câmara há duas décadas.
 
Outra proposta em destaque está sendo analisada pelo Senado Federal:o que prevê um piso salarial para enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem, além de parteiras da rede pública e privada (PL 2.564/2020). 
Dentre outras demandas da categoria estão a obrigatoriedade de sala de repouso adequada e dimensionamento do número de pacientes por profissional.
 
SERVIÇO
Projeção de frases em alusão ao Dia Internacional da Enfermagem
Data: 12 de maio (quarta-feira)
Horário: das 19h às 21h
Local: Congresso Nacional, área externa 
Mais informações: Rayssa Tomaz (61) 9 9922-2908


 26 de abril é Dia Nacional de Prevenção e Combate a Hipertensão.



 

Médicos alertam em live sobre mitos e fake News

 

A hipertensão arterial é fator de risco para as doenças cardiovasculares, responsáveis pelas principais causas de morte em nosso país e no mundo,  como o infarto do miocárdio e o derrame cerebral. A agravante, hoje, é que indivíduos hipertensos, com a pressão arterial descontrolada, figuram entre aqueles que apresentam mais possibilidades de complicações decorrentes da infecção pelo novo coronavirus, ao lado de outros distúrbios, como obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares pré-existentes.


O controle da pressão arterial pela adoção de hábitos saudáveis e o uso correto da medicação, quando necessária, ;e eficaz como prevenção.

Recentes estudos confirmam que, no confinamento, muitas vezes, a alimentação inadequada e o sedentarismo viram válvula de escape, aumentando as chances de descontrole da pressão arterial.

Neste momento de grave crise da saúde mundial, mais do que nunca, a Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH) orienta os cidadãos a reforçar os cuidados com o controle da pressão arterial.

Nos meses de abril e maio, quando se comemoram o Dia Nacional de Prevenção e Combate a Hipertensão (26 de abril) e o Dia Mundial da Hipertensão (17 de maio), a SBH conclama a todos para cuidar da pressão arterial, periodicamente  e com o máximo de cuidado.

Aliás, no Dia Nacional de Prevenção e Combate a Hipertensão (26 de abril), a SBH realizará uma Live interativa com nutricionistas, enfermeiros, educadores físicos, médicos e psicólogos, para desvendar os Mitos e Verdades sobre os cuidados com a hipertensão arterial, por exemplo:

Se minha pressão estiver normal, posso parar de tomar remédio?

O café em excesso aumenta a pressão arterial?

Quem tem pressão alta pode fazer musculação?

A SBH ainda disponibilizará, no portal www.sbh.org.br, material informativo para ser compartilhado, além de podcasts de profissionais de Saúde com dicas indispensáveis para manter uma pressão normal.

por fim, a SBH reforça que, dentre as medidas para a prevenção de Covid-19, é salutar ter sempre a pressão sob controle. 



Para diminuir tempo de permanência em UTIs, cresce importância de técnicas cirúrgicas minimamente invasivas na pandemia.



Cirurgia para remoção do tumor de hipófise é realizada pelo SUS em hospital de Curitiba e envolve equipamentos de alta tecnologia

Com a escalada da demanda por UTIs na pandemia e do tempo de permanência dos pacientes nas unidades, procedimentos cirúrgicos minimamente invasivos têm se mostrado um apoio nesse momento em que todo o sistema de saúde está pressionado. Desde o início da pandemia, o tempo médio de internação dos pacientes com Covid-19 passou de 10 para 14 dias, segundo levantamento da Associação de Medicina Intensiva Brasileira. Nesse contexto, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) orientou recentemente que os procedimentos eletivos devem ser avaliados para que os leitos de UTI e internação sejam priorizados para os casos graves de coronavírus. Com isso, para a realização de outras intervenções, as cirurgias devem ser de menor impacto para facilitar a atuação dos profissionais e instituições de saúde. 


E é aí que procedimentos menos invasivos para casos de grande impacto para o paciente são uma importante saída por reduzirem o tempo de internação no pós-operatório. Um exemplo é a cirurgia para retirada de adenomas da glândula hipófise, um tipo de tumor cerebral que, por comprimir estruturas do cérebro, pode levar o paciente a problemas de visão e alterações hormonais. Um dos tipos de adenoma hipofisário é o secretor de hormônio do crescimento. Essa doença também é conhecida como acromegalia e pode acarretar aumento das extremidades, como mãos, pés, língua e enrijecimento das articulações. No Hospital Universitário Cajuru, que, por não ser referência em Covid-19 em Curitiba (PR), atende a maioria dos casos clínicos e de trauma da região, os pacientes costumam ficar apenas um dia na UTI após a realização da cirurgia. 

Segundo o neurocirurgião Carlos Alberto Mattozo, um procedimento de rápida recuperação faz com que a permanência na UTI seja reduzida, o que é um alívio no contexto de pandemia que pressiona o sistema de saúde como um todo, pela superlotação dos leitos. “Com a alta demanda por leitos na UTI, é importante investir em técnicas que evitam longos períodos de recuperação no hospital. Por meio dessa cirurgia, os pacientes podem ficar na UTI por apenas um dia, o que diminui a demanda por leitos e deixa à disposição novas unidades para o tratamento de pessoas diagnosticadas com Covid-19. No caso do Hospital Cajuru, as UTIs são destinadas para pacientes de trauma e casos clínicos que demandam um longo período de internação”, afirma o neurocirurgião. 

Procedimento minimamente invasivo 

Nessa cirurgia, o acesso ao tumor localizado no cérebro é feito pelo nariz utilizando um sistema de vídeo. É o que faz ela ser considerada minimamente invasiva, com um tempo menor de recuperação no pós-operatório. “O fato de não precisar fazer uma craniotomia, de não precisar abrir o crânio do paciente, que é um procedimento muito invasivo e traumático, e simplesmente conseguir retirar pela narina, traz muitos benefícios. E nós do Hospital Cajuru temos experiência na realização desse procedimento com o auxílio também de equipamentos que contribuem para uma cirurgia segura, precisa e de qualidade”, afirma Mattozo.

A cirurgia fez a diferença na vida da costureira Marilza Aparecida, que descobriu o tumor de hipófise ao fazer uma consulta de rotina com o otorrinolaringologista. “Por causa da produção excessiva do hormônio do crescimento, eu não conseguia nem mexer os dedos. Meu joelho e nariz ficavam muito inchados. Eu tinha até dificuldade para falar por causa do inchaço na minha língua e sentia muita dor”, conta. 

Após muitas tentativas e encaminhamentos para realizar a cirurgia, a moradora de Paranavaí (PR) viajou para Curitiba para realizar o procedimento no Hospital Universitário Cajuru. A neurocirurgia foi feita 100% pelo Sistema Único de Saúde (SUS). “Na minha cidade não tinha o equipamento necessário para realizar a cirurgia. Depois de muito tentar, consegui o encaminhamento para o Hospital Cajuru que, além de ter a equipe médica especializada, apresentava toda a estrutura necessária para realizar essa cirurgia. Eu me sinto muito sortuda e agradecida por ter conseguido essa cirurgia pelo SUS em um hospital tão qualificado. Não teria condições de pagar por esse procedimento no particular”, diz Marilza. 

A paciente também revela as principais mudanças após a cirurgia. “Hoje eu consigo me movimentar com mais facilidade e até a minha fala melhorou. Pequenas coisas, como colocar um sapato que eu gosto, são possíveis hoje, porque antes tudo era muito inchado, o que dificultava bastante”, afirma.

Rápida recuperação 

O médico perito judicial de Florianópolis (SC), Norberto Rauen, viajou até Curitiba para realizar o procedimento com a mesma equipe no Hospital Marcelino Champagnat e, nesse caso, o neurocirurgião diz que não foi necessário o paciente ficar na UTI. “Para evitar a permanência em uma unidade de terapia intensiva, ele ficou um pouco mais no centro cirúrgico, na sala de recuperação, e passou sua primeira noite no quarto. Para o paciente, foi uma experiência positiva porque pôde voltar mais rápido para a família”, afirma. 

Para Norberto, que conviveu com o tumor por 60 anos, a ansiedade em realizar o procedimento foi ainda maior, já que também é um profissional da área da saúde. “O médico é o pior paciente que pode existir para quem vai tratar, porque conhece as intercorrências e as complicações. Felizmente a minha cirurgia evoluiu sem intercorrências e sem complicações. No outro dia foi realizado um exame de imagem e tomografia que comprovou o sucesso na ressecção cirúrgica do tumor, sem afetar outras estruturas nobres daquela localização. Só tenho a agradecer à equipe médica”, conclui. 

 No Dia Mundial da Saúde, hospitais lançam campanha pela vida com mensagem em formato de poesia e rap

Um vídeo com chamamento para adoção dos protocolos de segurança à saúde, em formato de poesia com musicalidade de rap, é a campanha que o  SindHosp lança hoje para evitar mais mortes por Covid e diminuir a pressão sobre o sistema de saúde

Com um rap em formato de poesia, o SindHosp- Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo lança a campanha de utilidade pública intitulada CONSCIENTIZA SIM para alertar e conscientizar a população para que adote- urgentemente- os protocolos de segurança à saúde evitando que mais pessoas cheguem contaminadas pelo coronavírus nos hospitais.

 

                                                                                      Fábio Brazza, poeta e rapper brasileiro/ Foto: divulgação

 

A obra personalíssima da poesia é de autoria do rapper e poeta Fábio Brazza, que se diz honrado de ter a oportunidade de usar o rap e a poesia para mudar mentes, conscientizar e salvar vidas.

 

CONSCIENTIZA SIM é um chamamento público contra o Covid e pela vida. Trata-se de um spot em áudio para rádio e um filme para televisão, elevadores comerciais e transportes públicos. O SindHosp pede adesão e procura mais veículos de comunicação parceiros para divulgação maciça da campanha em todo país.

 

Gabriel Duarte, roteirista e diretor de arte do filme, disse que sabe o compromisso e a responsabilidade dessa campanha, que é a de salvar vidas. “Procurei trazer ao filme imagens e cenas que toquem realmente o coração e a consciência das pessoas”.

 

Segundo o médico Francisco Balestrin, presidente do SindHosp, a campanha pretende salvar vidas. “Os hospitais precisam de tempo para liberar leitos e repor estoques para poder atender mais pacientes. E a única saída é a lavagem das mãos, distanciamento social e uso de máscaras. Todos sabem, mas muitos não praticam. Então resolvemos nos utilizar da linguagem da arte, da música e, especialmente, do rap para levar essa mensagem à população prioritariamente aos mais jovens”, destaca.

 

Quem é Fábio Brazza


Neto do poeta concreto Ronaldo Azeredo e sobrinho neto do também poeta Augusto de Campos, o dom para escrita está no sangue. Ficou conhecido pelas rimas e batalhas de rap, lançou DVD acústico, clipes e livro. É cantor, compositor, rapper e poeta.  Em agosto lança o seu segundo livro infanto-juvenil, ”Anel de Giges”, versão ilustrada do clipe homônimo.

 

A campanha já está no ar na Rádio Jovem Pan e está sendo veiculada pelas Agências Rádio 2 e Rádio Web para rádios de todo país. Hoje entra nas redes sociais do SindHosp e no canal do YouTube.

 

Agradecimentos ao Jardim Botânico de São Paulo pela cessão do jardim para filmagens, à diretoria das Rádios Jovem Pan, Rádio 2 e Rádio Web.

 

Serviços

 

Compartilhe. Curta. Siga.

 

YouTube - https://youtu.be/beWIeUQ51V0

 

Instagram - @sindhospoficial

 

LinkedIn - /sindhospoficial

 

Facebook - /sindhospoficial

 

Site: www.sindhosp.org.br


#boraabraçaressacausa  #ConscientizaSim

 Nova técnica de cirurgia minimamente invasiva da coluna lombar é realizada pelo abdômen e acelera recuperação


Imagem1.png


Por Dr. Alynson Larocca Kulcheski*


O ALIF é uma cirurgia minimamente invasiva da coluna lombar realizada pela via anteriorEsta cirurgia ganha cada vez mais adeptos, com novas e modernas indicações. É uma técnica minimamente invasiva com grande tecnologia envolvida e que acelera a recuperação. 

A indicação da artrodese pela via anterior apresenta inúmeras vantagens. Ela é feita pela região abdominal, ou seja, pela parte da frente da coluna. Nas mulheres que tiveram parto tipo cesariana é geralmente utilizado o mesmo corte, com tamanho menor da cicatriz que a da cesariana.

Muitos pacientes se questionam como pode ser feita uma cirurgia pela frente e qual a vantagem em relação à técnica tradicional, que é realizada pelas costas?

Imagem2.jpg


A cirurgia do ALIF oferece a possibilidade de remover muito mais disco, fazendo com que se tenha grande área para que a fusão entre as vértebras aconteça, diminuindo a complicação de falha da cirurgia e agilizando o retorno às atividades que se deseja realizar. Por meio desta técnica é possível tratar os problemas de deformidade e desalinhamento da coluna e é capaz de descomprimir as estruturas nervosas pela remoção direta do disco, bem como através do aumento do espaço discal, causando o que é chamado de descompressão indireta.

O procedimento melhora a curva da coluna, possibilitando o ganho de lordose e melhorando o alinhamento da coluna. Ajuda assim a poupar o desgaste de outras áreas da coluna.

Pessoas que exercem trabalho que exige muita força da coluna ou que permanecem muito tempo sentadas aumentam a pressão dentro dos discos, em especial das últimas vértebras da coluna. Quando este desgaste está muito crítico e comprime as estruturas nervosas pode-se indicar a cirurgia para melhorar a condição desta coluna. Essa é uma das principais indicações para a cirurgia do ALIF. Além disso, pacientes que já realizaram cirurgia pelas costas e não tiveram sucesso, podem ser submetidos a esta cirurgia - chamada de revisão.


                                                                           Imagem3.png           Imagem4.jpg      Imagem5.jpg

 

Com o passar dos anos e avanços no conhecimento das estruturas, a técnica vem sendo aprimorada, minimizando os danos às estruturas que são importantes para a sustentação da coluna, principalmente por poupar e não lesar os músculos do abdômen e da parte posterior da coluna. Essas mudanças permitem uma recuperação mais rápida, já que a cirurgia minimamente invasiva do ALIF não envolve tanto sangramento, além de ser feita em menor tempo, o que diminui as chances de complicações tanto durante a cirurgia quanto no pós-operatório. O ALIF vem ganhando cada vez mais adeptos pelos bons resultados demonstrados e cada vez mais indicações para seu uso.

 


*Dr. Alynson Larocca Kulcheski, ortopedista da coluna do Hospital VITA. Membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), Membro da Sociedade Brasileira de Coluna (SBC) e Membro da Sociedade Brasileira de Coluna Minimamente Invasiva (SBC.MISS).

Dr. Alynson Larocca Kulcheski, ortopedista da coluna (divulgação).jpg



É possível viver bem com doença renal crônica

No Dia Mundial do Rim, o Hospital Pequeno Príncipe mobiliza sociedade em prol da qualidade de vida de crianças e adolescentes com problemas renais

 

“Tratamos nosso filho não como uma pessoa doente, mas como uma criança normal que possui cuidados especiais”, conta Cássia Caroline Silva Guerra, mãe do pequeno Miguel Guerra, de 3 anos, que desde o nascimento tem o diagnóstico de insuficiência renal crônica. A rotina de adultos, adolescentes e crianças que sofrem com insuficiência renal não é fácil. Para a maioria dos pacientes, incluindo os que dependem de diálise e os transplantados renais, o tratamento para controlar a doença pode ser desgastante.

A dieta restritiva que exige a exclusão de sal dos alimentos, o controle da sede e a ingestão de minerais como potássio, sódio e fósforo, por exemplo, faz parte do dia a dia dessas pessoas. O cotidiano, especialmente das crianças, também acaba sendo afetado por sintomas como fraqueza, coceira ou inchaços pelo corpo. No caso dos pacientes que realizam diálise peritoneal ou hemodiálise, há limitação de determinados tipos de atividades como ir à piscina ou entrar no mar, para evitar infecções por causa do uso do cateter. Já os transplantados devem evitar a prática de esportes de contato como o futebol.

 

Há mais de três décadas oferecendo o Serviço de Nefrologia, o Hospital Pequeno Príncipe aproveita o Dia Mundial do Rim, sempre celebrado na segunda quinta-feira do mês de março, para conscientizar e orientar pais e responsáveis sobre a possibilidade de melhorar a qualidade de vida dos filhos que sofrem com insuficiência renal. De acordo com a Sociedade Brasileira de Nefrologia, uma em cada dez pessoas tem algum tipo de comprometimento dos rins, por isso a campanha deste ano, “Vivendo bem com a doença renal”, pretende mostrar que, embora medidas eficazes de prevenção e progressão da doença renal sejam importantes, os pacientes devem sentir-se apoiados, junto aos seus familiares, especialmente durante a pandemia e outros períodos críticos.

“É um desafio muito grande que precisa ter o envolvimento das famílias. Quando a criança vai crescendo, é preciso estimular que ela não se acomode, não pare de estudar; ela precisa tentar viver uma vida normal. O Serviço de Nefrologia já tem mais de 30 anos, e desde o início nossa preocupação foi oferecer bem-estar para as crianças tratadas aqui”, explica a nefrologista pediátrica do Pequeno Príncipe Lucimary Silvestre.

Miguel é um dos exemplos de que, com alguns cuidados especiais, é possível manter uma qualidade de vida mesmo com as limitações de uma doença crônica. Logo nos primeiros dias de vida, ele começou a fazer diálise e alguns meses depois a família, que era de Londrina, mudou-se para Curitiba para realizar o tratamento no Pequeno Príncipe. “Foi a melhor decisão que tomamos para a qualidade de vida dele. Tratamos em uma instituição que é referência, e eu só tenho a agradecer por todo o cuidado. Hoje o Miguel brinca, corre e tem uma evolução diária, sempre nos surpreendendo”, relata Cássia.

De acordo com a nefrologista Lucimary Silvestre, é preciso adaptar-se à rotina do tratamento e controle. “Em relação à comida, podemos fazer substituições de temperos para garantir mais sabor. Para as crianças é importante ainda que, fora da pandemia, elas continuem brincando com os amiguinhos para estimular a interação. Elas também devem realizar atividades físicas como caminhada, que está dentro dos seus limites, e até mesmo participar de viagens curtas com a família. A gente fica muito feliz em saber que temos vários pacientes que hoje já são adultos, estão se formando em cursos universitários, têm sua vida profissional e constituíram suas famílias. Isso é muito bom, porque a gente vê que eles estão procurando também viver da melhor maneira possível mesmo tendo uma doença que seja crônica”, finaliza a médica.

Serviço

Criado em 1985, o Serviço de Nefrologia do Hospital Pequeno Príncipe é o único exclusivamente pediátrico do Paraná e também é considerado um dos mais completos do Brasil. A instituição oferece hemodiálise, diálise peritoneal, transplante renal, hemodiafiltração, plasmaferese e urodinâmica, além de ambulatório geral de Nefrologia e ambulatórios especializados para atender pacientes com doença renal crônica em tratamento conservador, litíase, tubulopatias, glomerulopatias, bexiga neurogênica e hipertensão arterial. Mesmo com a pandemia do coronavírus, a instituição manteve seus atendimentos com excelência técnica, cuidado e humanização. Em 2020, o maior hospital pediátrico do país realizou 13 transplantes de rim, 4.686 sessões de hemodiálise e atendeu 450 pacientes.

Sinais de alerta

Os rins são responsáveis por filtrar o sangue e pelo controle da pressão arterial, por isso são fundamentais para o pleno funcionamento do corpo. Para que as crianças e adolescentes não desenvolvam problemas renais na vida adulta é importante que se tenha cuidados com o estilo de vida. É importante que crianças a partir dos 3 anos tenham sua pressão aferida ao menos duas vezes por ano e sejam incentivadas a praticar exercícios físicos, beber água e não ingerir muito sal. A doença renal crônica – antes conhecida como insuficiência renal crônica – não apresenta sintomas durante sua fase inicial e, por esse motivo, seu diagnóstico, muitas vezes, ocorre tardiamente, quando a função dos rins já está prejudicada, por isso é importante ficar atento aos seguintes sinais:

 

– infecções de urina recorrentes;

– pressão alta;

– presença de sangue e/ou espuma na urina;

– alterações de cor e odor da urina;

– inchaço nos olhos, pés ou barriga;

– dor ao urinar;

– anemia constante;

– problemas no crescimento; e

– deformidades ósseas.


A importância da vacina contra o HPV.



  

Estamos em março lilás, mês da conscientização sobre o câncer do colo de útero.  Um movimento simples que visa alertar as pessoas sobre a importância dos exames preventivos e da vacina do HPV. 

E em tempos em que se fala diariamente sobre vacina, não podemos esquecer das que já temos disponíveis, como a do HPV. O papilomavírus humano, mais conhecido como HPV, possui mais de 100 tipos que podem infectar a pele e as mucosas de homens e mulheres, dos quais 40 estão relacionados às infecções genitais e anais. Importante dizer que a vacina contra o HPV protege contra o câncer de colo uterino, de vulva, vagina, anus, pênis, boca e garganta.


A clínica Prophylaxis disponibiliza a vacina contra o HPV, que tem a intenção de diminuir o contágio com o vírus, reduzindo assim a incidência do câncer que o HPV causa. Vale dizer sempre que quem não se vacina, ou a seus filhos, não coloca apenas a própria saúde em risco, mas também a de seus familiares e outras pessoas que mantêm contato. Vacinar-se, é sem dúvida alguma, a melhor maneira de se proteger de uma variedade de doenças graves e de suas complicações, que podem até levar à morte. “Com uma geração de meninas e meninos protegidos contra o HPV, teríamos o risco de lesões precursoras do câncer do colo do útero reduzido, assim como o número de mulheres com preventivos alterados. Lutamos diariamente para esse avanço como já existe em outros países”, explica Daniele Thais de Oliveira, responsável técnica da clínica em Curitiba - COREN 581559.

A vacina de HPV é indica para todas as mulheres e homens e deve ser preferencialmente realizada antes do início da vida sexual. Autorizadas no Brasil para uso em mulheres de 9 aos 45 anos de idade e em homens dos 9 aos 26 anos de idade – visando a proteção contra a infecção causada pelos 4 sorotipos do HPV contidos na vacina, responsável por causar: câncer de colo de útero, vulvar, vaginal, anal e peniano, lesões pré-cancerosas ou displásticas e verrugas genitais. Isso não significa que pessoas fora dessa faixa etária não possam ou até mesmo não devam tomar a vacina do HPV, nesses casos cabe uma avaliação médica.

 

São 3 doses da vacina, sendo a 2ª dose após 2 meses da 1ª e a 3ª e última dose após 6 meses do início do esquema vacinal. Esquema alternativo: para adolescentes de 09 até 14 anos são 2 doses da vacina com intervalo de 6 meses. No Brasil, o Programa Nacional de Imunização (PNI) disponibiliza somente a “vacina quadrivalente” contra o HPV até o presente momento, para adolescentes adotando um esquema de vacinação alternativo contendo 2 doses da vacina também com intervalo de 6 meses

 

No atual cenário, devido à pandemia de Covid-19, o serviço de vacinação em domicílio virou o carro-chefe da clínica aqui em Curitiba. A vantagem do cliente em optar pelo serviço de vacinação domiciliar é ter no conforto da sua residência, toda a segurança de uma clínica de vacinação. A empresa usa um rigoroso protocolo de segurança para esse deslocamento. “Ainda hoje, a vacinação muitas vezes está associada à dor e insegurança em relação aos imunobiológicos e possíveis reações adversas. E é justamente por isso que a clínica busca serviços diferenciados. A ideia é que o cliente possa sempre se sentir seguro por estar recebendo um produto de qualidade, aliado a um atendimento de excelência cada vez que olhar a nossa marca”, conta Naiara Vilhena proprietária da Prophylaxis em Curitiba.

 

A vacinação é realizada seguindo todas as regras de segurança exigidas pela vigilância sanitária com o transporte das vacinas dentro de caixas isotérmicas com controle de temperatura entre +2 e +8 graus de acordo com as normas do produtor. O serviço de vacinação em domicílio para Curitiba é gratuito. Para o agendamento da vacinação em domicílio, normalmente a clínica pede de um a dois dias de antecedência. Outra opção é a vacinação em grupos para atendimento em condomínio. Este serviço precisa ser agendado com um pouco mais de antecedência, para que seja possível montar toda a estrutura necessária dentro do espaço do condomínio ou ainda na opção drive-thru.

 

Em tempo: A vacina do HPV pode ser administrada simultaneamente com outras vacinas como Hepatite B, Difteria, Tétano, Coqueluche acelular (dTap), Poliomielite, Meningocócica ACWY conjugada entre outras. As vacinas contra o HPV não devem ser intercambiáveis, ou seja, o paciente deve terminar com o mesmo laboratório que iniciou o esquema de vacinação.

 

Sobre a clínica:

A Prophylaxis – maior rede de clínicas de vacinação do país – reforça seu compromisso em Curitiba e comemora seu primeiro ano desde a inauguração da clínica. À frente do empreendimento, a empresária Naiara Vilhena conta que escolheu a marca após um longo planejamento aliado à vontade de empreender. “Promover uma melhor qualidade de vida através da vacinação segura, responsável e eficaz é o que nos move diariamente”, conta orgulhosa a empresária.

Criada em 1992, a Prophylaxis é primeira clínica de vacinas que ofereceu o serviço de vacinação em domicílio do Brasil. Ao longo destes anos, a empresa se tornou referência quando o assunto é vacina particular e prevenção a doenças infecciosas, já tendo atendido mais de 1 milhão de clientes e aplicado mais de 2 milhões de doses de vacinas ao longo desses anos. Vale dizer ainda que a Prophylaxis é a maior rede de clínicas de vacinação do país, posição alcançada através do conhecimento específico e familiaridade com o processo de desenvolvimento, produção, transporte, manuseio e aplicação de vacinas.

Serviço

Prophylaxis - Unidade Curitiba

Endereço: Rua João Rodolfo Schkenker, Água Verde, Curitiba (Dentro do Hospital IPO)

Horário de funcionamento: De Segunda a Sexta, das 09h30 às 18h30; e Sábado das 08h às 12h

Telefone: (41) 3359-7502

Rede sociais: @redeprophylaxis

www.prophylaxis.com.br




 Andar de bicicleta requer cuidados para evitar fraturas e lesões



Dr. Vagner Messias*

 

Com a crescente prática esportiva sobre duas rodas, aumenta a preocupação com os cuidados que se deve ter antes, durante e após cada pedalada. Alguns pontos de vendas de ‘bike’ já têm dificuldades de entrega imediata de alguns modelos pela grande procura. Andar de bicicleta é um exercício excelente que combina resistência, força, respiração, condicionamento, enfim, muitas vantagens. Também é o principal meio de transporte em muitos lugares. O número de acidentes com quedas faz com que haja preocupação, pois frequentemente ocasionam fraturas.

Dentre as mais comuns, estão as dos membros superiores, seja em ombro, cotovelo ou punho e as da face, podendo ser mais graves com traumatismo cranioencefálico severo. Fraturas múltiplas são extremamente comuns, o que causa uma limitação diária, sendo muitas por período prolongado. Nos membros inferiores, vê-se com frequência crianças que prenderam o pé na roda, causando lesões em tornozelo e pé. As medidas de prevenção aqui também são fundamentais. Antes de sair de casa, verificar o funcionamento dos freios e se os pneus estão cheios, assim como acertar a altura do banco. Além disso, não se esquecer do uso de capacete, que deve estar ajustado e fixo. Para uma proteção maior, considerar uso de joelheiras e cotoveleiras.


Deve-se usar roupa que não fique larga ou comprida nas pernas e o calçado deve estar bem amarrado, para que não engate na correia ou no aro da roda. O uso de chinelo não é bem-vindo, pelo risco de se soltar ou prender na corrente. Durante o trajeto, cuidar com a iluminação. Se for para praticar essa atividade à noite, preferir sempre ruas mais claras e não se esquecer de iluminação e sinalização na bicicleta. Dar preferência por caminhos que já se conhece, regulares, cuidando com bueiros e buracos.


Ao andar com mais pessoas, deve-se manter distância segura, considerando que a outra pessoa pode ter que desviar de alguma coisa ou frear repentinamente. Andar de bicicleta é uma atividade frequente, mas não se deve esquecer que ela é um veículo de transporte que tem todos os seus cuidados e regras de coletividade.

 

 

*Dr. Vagner Messias é médico ortopedista do Hospital VITA (Curitiba-PR), especialista em ombro e cotovelo





Brasileiros querem cuidar mais da saúde em 2021.



Especialistas explicam como identificar sinais do corpo que não podem esperar a pandemia passar

De acordo com uma pesquisa divulgada pelo Google, cerca de 35% dos brasileiros têm como prioridade para 2021 cuidar mais da saúde. A meta fica na frente de todas as outras, como comprar uma casa (29%), emagrecer (26%), aprender outra língua (24%), investir dinheiro (23%) ou comprar um carro (19%). E é esse cuidado com a saúde que pode fazer a diferença nos números de mortes, não apenas pela Covid-19, mas também por outras doenças graves, que ficaram sem acompanhamento em 2020.

Durante o ano passado, a pandemia espantou muita gente dos consultórios médicos. O medo do contágio pelo coronavírus fez com que pessoas que necessitavam de acompanhamento contínuo deixassem de realizar exames Isso se refletiu no aumento de mortes por diversas outras doenças, na chamada terceira onda da pandemia. Só no Hospital Marcelino Champagnat, que é referência em cardiologia, neurologia e ortopedia em Curitiba, o número geral de exames caiu 40%, se comparado a 2019.

Com a possibilidade desse cenário se repetir em 2021, é importante ficar atento às indicações que o corpo dá, de que está na hora de procurar atendimento médico. O primeiro passo para evitar dores e complicações desnecessárias é entender os sinais. Dores no mesmo local por mais de três dias, falta de ar, dificuldade na fala, formigamento, sangue na urina, febre e vômitos são algumas características que não podem ser negligenciadas.  

Confira outros aspectos a serem observados em áreas importantes da saúde:

Neurologia -  Perda de força, fraqueza ou formigamento de um lado do corpo podem ser sinais de AVC

O médico Carlos Twardowschy, neurologista e coordenador do serviço de neurologia do Hospital Marcelino Champagnat, explica alguns sintomas que necessitam de atendimento imediato, em função de serem sinais indicativos de AVC, a segunda maior causa de morte no Brasil. Alteração da fala ou dificuldade em pronunciar as palavras, boca torta, alteração de visão podem ser sintomas de AVC e o serviço médico tem que ser procurado de forma imediata, de preferência em um local que tenha atendimento especializado em neurologia. Também não dá para ignorar características que surgem subitamente como: perda de força, fraqueza ou formigamento de um lado do corpo. “O AVC tem tratamento e quanto mais cedo for iniciado, maiores as chances de recuperação e menores as sequelas. A cada minuto perdido de tratamento, 2 milhões de neurônios morrem. Então o AVC é uma emergência, não pode esperar”, ressalta. 

Cardiologia - Falta de ar e dor no peito que irradia para os braços e o queixo exigem atendimento imediato

A médica cardiologista e coordenadora do serviço de cardiologia do Hospital Marcelino Champagnat, Lidia Zytynski Moura, possui na ponta da língua as principais características de problemas cardíacos que precisam de um atendimento especializado. “A piora da falta de ar, dor no peito, em especial, as dores que irradiam para os braços e para o queixo e, principalmente, desmaios”, explica. “É importante que diante desses sintomas você procure seu médico, seja por telefone  ou via telemedicina, principalmente em caso de piora”, recomenda. Ela também defende que pacientes que já possuem doenças cardíacas ou doenças crônicas precisam redobrar os cuidados nesse período. “É importante manter os seus tratamentos, manter-se atento à glicemia, se for diabético, manter-se atento aos níveis de pressão arterial se você for hipertenso e tomar a medicação exatamente conforme foi prescrita pelo médico”.

Cirurgia geral - Dor no lado direito da região abdominal pode ser caso cirúrgico

Para o médico Wagner Sobottka, cirurgião geral e coordenador do serviço de emergência do Hospital Marcelino Champagnat, qualquer pessoa com dor na região abdominal do lado direito deve procurar o pronto atendimento. “Quanto antes for feito o diagnóstico, antes será realizada a cirurgia, um tratamento cirúrgico mais eficiente e o paciente fica menos tempo internado, facilitando a recuperação no pós-operatório”, esclarece.

Segundo ele, uma infecção no colo, uma coleciste aguda, diagnosticada precocemente possui um tratamento cirúrgico muito efetivo com baixo índice de complicação. “É preciso sempre prestar atenção aos seguintes sintomas abdominais: náuseas, vômitos, dores abdominais, febre, diarreia, mudanças no funcionamento do intestino”, destaca. No caso de dores na parte superior do abdômen, a dor pode estar relacionada às pedras nas vesículas (pancreatite aguda). Já na região inferior direita do abdômen, se associado à febre, falta de apetite e mal-estar, o quadro pode ser de apendicite. “Apendicite aguda pode trazer complicações e um quadro infeccioso grave, que apresenta um risco de mortalidade se não for tratado adequadamente”, alerta.

Urologia - Forte dor na região lombar e aumento na frequência urinária associados à febre podem ser sinais de cálculo urinário 

O médico urologista Mark Neumaier explica que, além dos riscos para a saúde, negligenciar os sinais de problemas nessa região acarretam em um sofrimento desnecessário, em função da dor gerada.  Alguns sinais de alerta para doenças do sistema urinário são: sangue na urina, incontinência urinária, forte dor na região lombar e febre. “Dor nas costas, na altura das costelas, de forte intensidade e muitas vezes associada ao aumento da frequência urinária. Esse sintoma é muito comum e está relacionado ao cálculo urinário. Se não for reconhecido e tratado pode trazer consequências, inclusive, irreversíveis”, informa. O médico também faz um apelo sobre o aumento de pessoas trabalhando home office e o risco para a saúde. “Tenho notado que muitas pessoas deixam de se levantar, passam mais tempo sentadas, inclusive, deixam de se hidratar adequadamente, e isso favorece algumas doenças específicas como infecção urinária. A cada hora sentado, procure levantar, estipular metas de ingestão de líquidos. Pelo menos dois litros e meio de água por dia”, indica.

Ortopedia -  Uma dor que dura mais de três dias e não melhora deve ser atendida por um especialista

O ortopedista, especialista em cirurgia de coluna, Antônio Krieger, também vê com preocupação as consequências do isolamento social e do home office para a integridade da coluna vertebral. “Nem toda casa tem a ergonomia e o escritório perfeito para que se possa trabalhar durante seis, oito horas sentado. O desktop que permite uma visão na mesma altura do monitor foi trocado por um notebook que muitas vezes exige uma flexão do pescoço e com isso começaram a surgir sintomas de cervicalgia, dor no pescoço e dor lombar”, aponta.

Sobre a dúvida de quando ir ao hospital ele diz que os sintomas que o paciente precisa estar bastante atento são: uma dor que dura mais de três dias e não melhora. “Seja uma dor na cabeça ou nas costas, tomou um analgésico e melhorou, não é o caso de buscar o hospital. Agora uma dor que dura três dias, já está uma semana, uma dor limitante, que não lhe permite ficar longos períodos em pé ou sentado, perda de força nos membros, precisa”, compara.

O ortopedista Thiago Fuchs, que atua nas áreas de cirurgia de joelho e quadril, diz que as mudanças na vida, nos hábitos e rotinas, nessa época de pandemia, vão impactar em aumento nos problemas ortopédicos. Nas articulações de carga, como o joelho e o quadril, é importante procurar o médico em caso de dores articulares relacionadas aos movimentos ou de ficar muito tempo sentados. “Aquela dor que lhe incomoda todos os dias, aquela dificuldade de calçar os sapatos ou realizar atividades simples do dia a dia são sintomas e sinais clínicos que não devem ser deixados de lado e que, algumas vezes, quando se passa muito tempo daquele sinal ou sintoma, o tratamento fica muito mais difícil, complicado e, muitas vezes, necessita de uma cirurgia”, afirma.

Sobre o Hospital Marcelino Champagnat

O Hospital Marcelino Champagnat faz parte do Grupo Marista e nasceu com o compromisso de atender seus pacientes de forma completa e com princípios médicos de qualidade e segurança. É referência em procedimentos cirúrgicos de média e alta complexidade. Nas especialidades destacam-se: cardiologia, neurocirurgia, ortopedia e cirurgia geral e bariátrica, além de serviços diferenciados de Check-up. Planejado para atender a todos os quesitos internacionais de qualidade assistencial, é o único do Paraná certificado pela Joint Commission International (JCI).



Quem finge vacinar

 pode pejgar até 30 anos de cadeia.




Circulam pelas redes sociais vídeos em que auxiliares de enfermagem são flagrados fingindo aplicar a vacinação contra a Covid-19 em idosos, o grupo mais suscetível à doença. As prefeituras de Niterói e Petrópolis confirmaram os casos e a Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga os fatos. Em Niterói, uma profissional de saúde foi identificada e afastada das suas funções. Mais que perder o emprego, esses profissionais que enganam idosos e suas famílias podem responder por crimes como prevaricação, lesão corporal grave e até homicídio por omissão.

A jurista e mestre em Direito Penal pela PUC-SP, Jacqueline Valles, afirma que, caso a vítima morra em decorrência da ação do agente público, ele pode ser indiciado por homicídio e a pena pode chegar a 30 anos de prisão. “Mesmo que o ato não tenha consequências, o servidor responderá por crime contra a saúde pública e prevaricação (deixar de fazer aquilo que o seu ofício impõe). Caso esse idoso venha a falecer por não ter sido vacinado, o profissional pode responder por homicídio, pela omissão. A lei é muito clara: se você faz algo que contribua com o resultado final, você responderá por esse crime. E todos esses delitos são agravados em razão da idade da pessoa”, afirma.


Vídeos mostrando falsa aplicação de vacina têm
circulado pelas redes (Imagem: Reprodução/TV Globo)

Caso a vítima desenvolva a doença e precise ser hospitalizada, o profissional que deixou de aplicar a vacina pode ser indiciado por lesão corporal grave, já que há perigo de vida. “A pena, nesse caso, é de 1 a 5 anos de prisão, aumentado em razão da vulnerabilidade da vítima”, completa a criminalista. As penas para os crimes contra a saúde pública e prevaricação são a detenção de 3 meses a 1 ano.

Além da repercussão criminal dos atos, as vítimas podem processar o Estado. “Um caso parecido e que resultou em indenizações vultosas aconteceu na década de 90, quando um fabricante colocou à venda pílulas anticoncepcionais feitas com farinha e muitas mulheres engravidaram. Neste caso da vacina contra a Covid-19, se as vítimas adoecerem em razão da falsa imunização, podem solicitar indenização ao Estado”, completa Jacqueline.


Jacqueline Valles, jurista e mestre em
Direito Penal pela PUC-SP








 Vacinação e valorização dos profissionais de limpeza.



Cássia Almeida*

A pandemia do novo coronavírus nos trouxe uma série de lições valiosas sobre reconhecimento e valorização de profissões que, muitas vezes, passam despercebidas no cotidiano das grandes cidades. E colocou em uma nova e merecida perspectiva a atuação de profissionais de limpeza.

Como é significativo ver essa nova perspectiva se espalhando pelo Brasil a cada vez que uma dose da vacina é aplicada em um trabalhador do setor de limpeza. Esses profissionais estão atuando incansavelmente desde o início da pandemia no combate à disseminação da Covid-19. Nos hospitais, são eles que proporcionam a higienização tão necessária para garantir as melhores condições sanitárias ao ambiente. Assim como seus colegas da saúde, eles encaram plantões que avançam por dias e noites em nome de uma missão.


Bons exemplos não faltam para acelerar esse processo de valorização e reconhecimento. É o caso da encarregada de limpeza Neura Cordeiro Barbosa, que atua no Hospital do Trabalhador, em Curitiba. Essa profissional, que trabalha há quase dois anos na instituição, foi uma das primeiras pessoas a receber a vacina no Paraná, assim que as primeiras doses foram disponibilizadas pela Secretaria de Saúde. Essa profissional, tal como inúmeros colegas, está atuando junto aos profissionais da saúde da linha de frente. Vaciná-la é um ato simbólico muito importante para que a sociedade compreenda o quanto os trabalhadores da limpeza, asseio e conservação são essenciais.

E isso não apenas durante uma pandemia e não apenas dentro dos hospitais e outras unidades de saúde. A limpeza e desinfecção correta dos ambientes é indispensável para todos nós. Todos somos beneficiados quando os espaços de convivência e circulação coletiva são corretamente higienizados e desinfetados. Ninguém nasce sabendo limpar, essa é uma crença ultrapassada. Para que os ambientes realmente fiquem livres de contaminação, é necessário aplicar técnicas específicas com os equipamentos adequados e os produtos corretos. Só quem pode realizar esse trabalho com excelência são os especialistas em limpeza, profissionais devidamente capacitados para essa função.

Não à toa o serviço prestado por esses profissionais foi, em 2020, reconhecido como serviço essencial no Brasil. A iniciativa de proteger a saúde dessas pessoas valorosas é louvável e precisa se expandir, no momento adequado, para os profissionais de limpeza que atuam fora do ambiente hospitalar. Esses trabalhadores também não pararam um só dia, garantindo nosso bem-estar e nos possibilitando estar em ambientes sempre saudáveis.

 

*Cássia Almeida é superintendente executiva da Fundação de Asseio e Conservação, Serviços Especializados e Facilities (Facop).







 

Dia Mundial do Câncer: tratamento contra a doença pode causar infertilidade; conheça alternativas

Certos tipos de quimio e radioterapia possuem impacto direto sobre o funcionamento das gônadas femininas e masculinas e, consequentemente, na fertilidade. Devido à dificuldade em prever tal impacto, métodos para preservação da fertilidade são alternativas para solucionar o problema.

infertilidade

São Paulo – 01/02/2021 - 4 de fevereiro comemora-se o Dia Mundial do Câncer, doença que é causa de muito medo e receio para grande parte da população, afinal, além de poder ser fatal, a condição é geralmente tratada por meio de quimio e radioterapia, métodos muito agressivos e que podem causar uma série de efeitos colaterais, como queda capilar, náuseas, fadiga, problemas emocionais, alterações renais e até mesmo infertilidade. “Uma das maiores complicações das terapias para tratamento do câncer, como a quimio e a radioterapia, é a perda da função das gônadas, como os ovários e os testículos, o que, consequentemente, causa infertilidade, seja ela permanente ou temporária. E, apesar de não ser um fator prioritário durante o tratamento oncológico, a fertilidade pode se tornar uma questão importante para o paciente após a cura da doença, principalmente para aqueles que ainda não possuem filhos”, afirma o Dr Rodrigo Rosa, especialista em reprodução humana e diretor clínico da clínica Mater Prime, em São Paulo.

É claro que o impacto do tratamento oncológico sobre a infertilidade vai depender de uma série de fatores, como a gravidade do câncer, o tipo de quimio ou radioterapia utilizada e a idade do paciente. Como resultado, torna-se muito difícil prever quais os riscos de infertilidade devido ao tratamento da doença. Logo, para pacientes que ainda desejam começar uma família, pode ser interessante optar por métodos que visem a preservação da fertilidade. Nos homens, por exemplo, a preservação da possibilidade de ter filhos é mais fácil do que nas mulheres, além de não atrasar o tratamento contra o câncer, podendo ser feita através da retirada de sêmen para congelamento dos espermatozoides. “Para a preservação do espermatozoide, é necessário apenas a masturbação (método não-invasivo), de preferência em várias amostras. Então, é feita a criopreservação (congelamento) do sêmen. Caso o homem não consiga ejacular, os espermatozoides podem também ser retirados diretamente dos testículos, com uma simples agulha ou uma pequena cirurgia”, destaca o especialista.

Já para as mulheres que ainda desejam engravidar, mas precisam ser submetidas ao tratamento oncológico, uma boa opção é o uso de substâncias capazes de induzir um estado de quiescência celular. “Essas substâncias impedem a proliferação das células, suprimindo assim a atividade ovariana, o que ajuda a proteger os ovários dos efeitos tóxicos produzidos pelos quimioterápicos”, afirma o médico. Outra alternativa é a coleta e, posteriormente, a criopreservação dos óvulos ou embriões, que consiste na conservação de células ou tecidos em nitrogênio líquido, o que permite, no caso dos óvulos ou embriões, que sejam utilizados posteriormente para a fertilização. “No entanto, para que os óvulos ou embriões sejam coletados para a criopreservação é necessário um período de estimulação farmacológica dos ovários, o que pode causar certa preocupação em mulheres com câncer devido à necessidade de adiamento do início do tratamento oncológico. Mas a boa notícia é que o tempo necessário para a estimulação ovariana é de apenas 10 a 15 dias, em média. Logo, quando a mulher é rapidamente encaminhada a um centro de reprodução humana, esse método de preservação de fertilidade não retarda significativamente o início do tratamento do câncer, sendo assim uma opção válida e segura que não possui grande impacto sobre as chances de cura da doença”, afirma o especialista em reprodução humana. No caso das mulheres, vale ainda ressaltar que o recomendado é que se espere cerca de dois anos após o tratamento do câncer antes de tentar engravidar para que se exclua o risco de recidivas da doença.

Por fim, lembre-se que, independentemente do sexo, o mais importante ao receber o diagnóstico de câncer é discutir profundamente com um oncologista e um especialista em reprodução sobre os métodos de preservação de fertilidade. “Juntos vocês serão capazes de chegar à conclusão sobre qual a melhor alternativa para o seu caso, levando em consideração fatores como idade, gravidade da doença e histórico de saúde”, finaliza o Dr Rodrigo Rosa.

FONTE: *DR. RODRIGO ROSA: Ginecologista obstetra especialista em Reprodução Humana e sócio-fundador e diretor clínico da clínica Mater Prime, em São Paulo. Membro da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA) e da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana (SBRH), o médico é graduado pela Escola Paulista de Medicina – Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP/EPM). Especialista em reprodução humana, o médico é colaborador do livro “Atlas de Reprodução Humana” da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana.

Imagens disponíveis para download ...
Alta  | Web 
infertilidade ()

infertilidade


8 fatos que demonstram como o avanço da última década no campo da Reprodução Humana mudou o mundo

Bebês que não poderiam nascer de outra forma podem vir ao mundo graças à técnica de Fertilização In Vitro. Veja por que o campo da Reprodução Humana acumula grandes avanços nos últimos anos

Fertilização

São Paulo – 19/01/2021 - Desde que o primeiro bebê nasceu por meio da Fertilização In Vitro em 1978 a capacidade aparentemente sobrenatural de unir espermatozoides e óvulos fora do corpo e implantar diretamente no útero foi anunciada como a conquista mais notável em fertilidade até hoje. “É permitido que milhões de bebês nasçam, sendo que de outra forma não teriam nascido; foi realmente revolucionário”, afirma o Dr Rodrigo Rosa, especialista em reprodução humana e diretor clínico da clínica Mater Prime, em São Paulo. Embora ainda estejamos muito longe de um futuro em que uma mulher pode analisar sua reserva de óvulos com o toque de um smartphone, ou em que um homem pode obter uma contagem contínua de esperma com o toque de um smartwatch, os últimos 10 anos demonstraram de forma admirável como os avanços no campo da Reprodução Humana mudaram o mundo. Abaixo, o especialista fala sobre os principais avanços:


  1. O congelamento de ovos não é mais considerado experimental

Os cientistas conseguiram congelar embriões e espermatozoides facilmente por décadas, mas foi somente em 2012 que o congelamento de óvulos passou de um procedimento experimental a uma apólice de seguro promissora para milhares de casais, incluindo pacientes com câncer, mulheres solteiras e quem quer ou precisa adiar ter filhos. “A capacidade de congelar óvulos com sucesso nos últimos 10 anos foi uma das maiores, senão a maior, conquista”, diz o Dr. Rodrigo da Rosa Filho. Isso se deve, segundo ele, em grande parte ao desenvolvimento de uma técnica de congelamento instantâneo chamada vitrificação. “Anteriormente, os ovos humanos - que são as maiores células do corpo humano e retêm muita água - eram difíceis de congelar porque os cristais de gelo se desenvolveriam e danificariam a célula. Mas com a vitrificação, os especialistas podem congelar as células tão rapidamente que os cristais de gelo não têm chance de se formar”, afirma o médico.

  1. É possível selecionar com mais segurança os melhores embriões

A fertilização permite que os provedores selecionem os melhores e mais competentes embriões no laboratório para implantar no útero. “Embora os especialistas tenham conseguido, por mais de 10 anos, escanear o material genético dessas células rudimentares em busca de sinais de que elas possam falhar na implantação ou resultar em aborto ou defeitos congênitos, o teste genético de embriões se tornou mais comum, acessível e confiável na última década”, afirma o Dr. Rodrigo. Outro avanço que permitiu aos provedores selecionar os embriões mais robustos para implantar é a capacidade de cultivá-los em laboratório até que atinjam o que se chama de estágio de blastocisto (que ocorre cinco ou seis dias após a fertilização). “Se um embrião é saudável o suficiente para sobreviver até esse estágio fora do corpo, pensa-se, ele tem uma chance maior de permanecer após a implantação. Esses avanços na seleção dos melhores embriões também permitiram que os provedores transferissem apenas um, em vez de vários, embriões para o útero de cada vez, reduzindo o risco de gêmeos ou mais”, afirma o médico. “Com o embrião certo, a maioria das mulheres terá uma chance muito alta de ter um filho com vida, e podemos diminuir o risco de múltiplos.”

  1. Os transplantes de útero se tornaram menos como ficção científica

Antes da década de 2010, as únicas opções parentais para mulheres que não tinham útero ou que não podiam engravidar eram adoção ou barriga de aluguel. Mas em 2013, os médicos suecos fizeram história depois que uma paciente de 35 anos, que teve o útero de uma mulher transplantada, deu à luz a um menino saudável. Em 2016, médicos brasileiros avançaram ainda mais a técnica, anunciando que uma mulher de 32 anos deu à luz com um útero transplantado de uma doadora falecida. “Embora esse procedimento seja revolucionário para o tipo certo de paciente, muito provavelmente não se tornará o padrão”, afirma o especialista.

  1. Homens que anteriormente eram considerados 'inférteis' têm mais opções

Uma das maiores conquistas da infertilidade masculina foi o tratamento de pessoas com doenças graves de infertilidade. “A ciência avançou especialmente para homens que produzem pouco ou nenhum esperma ou que já haviam ficado ‘estéreis’ por causa de tratamentos como a quimioterapia”, diz o médico. Uma técnica chamada micro-TESE envolve a identificação de áreas do testículo que têm a melhor produção de esperma e a remoção microcirúrgica desses espermatozoides para usar com tecnologias de reprodução assistida como Fertilização In Vitro. “Muitos desses homens agora são considerados tratáveis, enquanto antes, nossa compreensão de como e se você poderia tratá-los era bastante limitada”, afirma o Dr. Rodrigo.

  1. Somos melhores em congelar tecido ovariano para uso posterior

Para mulheres que não podem congelar seus óvulos, como meninas pré-púberes ou mulheres que repentinamente precisam de tratamento contra o câncer, o congelamento de tecido ovariano oferece uma chance de preservar seus ovários para reimplante e uso posterior. O procedimento está disponível há cerca de 20 anos, mas nos últimos 10 anos, houve vários avanços na técnica e mais nascidos vivos como resultado. “Como a maioria das pessoas que congelaram tecido ovariano ainda não precisou usá-lo, o procedimento ainda é considerado experimental”, diz o Dr. Rodrigo.

  1. Estamos entendendo melhor como o estilo de vida afeta a fertilidade

Talvez não seja surpreendente que a dieta, o sono e os exercícios tenham um papel importante na fertilidade. “Uma revisão de 2018 de cientistas da Universidade de Harvard, por exemplo, descobriu que ácido fólico, vitamina B-12, ácidos graxos ômega-3 e uma dieta mediterrânea foram associados a uma melhor fertilidade em mulheres, enquanto dietas "não saudáveis", como aquelas com alto teor de trans gorduras, carnes vermelhas e processadas, açúcares adicionados e bebidas adoçadas com açúcar, foram associados a pior fertilidade. Em homens, da mesma forma, os pesquisadores descobriram que aqueles que seguem dietas saudáveis tendem a ter melhor fertilidade, enquanto aqueles com dietas ricas em gorduras saturadas e trans estão em pior situação”, diz o médico. Também há evidências sobre como os exercícios e o sono afetam a virilidade nos homens. “O exercício moderado, por exemplo, parece ser benéfico, mas quando esses homens se exercitam mais vigorosamente - como pedalando por mais de cinco horas por semana, sua contagem de espermatozoides pode ser reduzida quase pela metade. Homens que dormem de seis a oito horas por noite tendem a ter melhor produção de esperma e fertilidade do que aqueles que dormem mais ou menos”, diz o médico. “Embora muitos desses estudos sejam promissores, a maioria é baseada em dados observacionais, então ainda não está claro quais mudanças na dieta, no sono e nos exercícios podem realmente alterar sua fertilidade”, pondera o especialista. “Mas de qualquer maneira, quando um paciente melhora seus hábitos de vida, incluindo largar o cigarro com o objetivo de ter um filho, ele está melhorando também sua própria saúde”, completa.

  1. Mais mulheres são incluídas nos ensaios clínicos

Durante a maior parte do século passado, mulheres férteis e grávidas foram excluídas da maioria dos ensaios clínicos por temor de possíveis danos à gravidez futura ou atual. Mas, como resultado, há uma enorme lacuna no conhecimento sobre o quão seguras e eficazes certas drogas são para as mulheres em geral (caso em questão, o desastre da talidomida nas décadas de 1950 e 1960). Mais recentemente, houve um grande impulso para uma melhor representação das mulheres na pesquisa médica. “Para a saúde da mulher em geral, acho que isso é um grande avanço. Quando olhamos para os estudos de cardiologia e outros tipos de estudos, muitas vezes há mais homens do que mulheres. Portanto, acho que focar os estudos nas mulheres na última década foi revolucionário para a saúde”, diz o especialista.

  1. Temos melhores cirurgias de preservação da fertilidade para pacientes com câncer

No passado, o diagnóstico de câncer cervical pode ter significado o fim de sua capacidade de engravidar, porque o tratamento padrão era remover todo ou parte do útero. “Mas os avanços recentes nas cirurgias conservadoras da fertilidade deram aos pacientes com câncer mais opções. Um procedimento chamado traquelectomia, por exemplo, que existe há décadas mas se tornou mais comumente usado nos últimos anos, permite que os médicos removam apenas o colo do útero em pacientes com câncer cervical. E, como resultado, ela é capaz de preservar o útero para uma gravidez futura”, diz o médico.

            Por fim, o médico ressalta que existem muitas técnicas de reprodução assistida, mas quem definirá o melhor método é o especialista, de acordo com análise do histórico clínico do casal. “Existem várias nuances que devem ser levadas em consideração, inclusive o insucesso em algum desses tratamentos, que pode indicar a tentativa com outro método”, finaliza o Dr. Rodrigo da Rosa Filho.

FONTE: *DR. RODRIGO ROSA: Ginecologista obstetra especialista em Reprodução Humana e sócio-fundador e diretor clínico da clínica Mater Prime, em São Paulo. Membro da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA) e da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana (SBRH), o médico é graduado pela Escola Paulista de Medicina – Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP/EPM). Especialista em reprodução humana, o médico é colaborador do livro “Atlas de Reprodução Humana” da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana.




 

Exames de COVID-19 serão realizados em unidade móvel
Parceria entre Pequeno Príncipe, Neodent e Club Athletico Paranaense vai garantir ampliação do número de coletas diárias

 

 

Os exames externos para diagnóstico do coronavírus (COVID-19) em crianças, adolescentes e adultos oferecidos pelo Hospital Pequeno Príncipe serão realizados em um novo endereço a partir desta terça-feira (12/1). A unidade móvel funcionará na Praça Afonso Botelho (em frente à entrada do Estádio Joaquim Américo) e contará com duas salas equipadas para coletar amostras para o teste RT-PCR (Pesquisa Qualitativa de SARS-CoV-2) e também o sorológico.

O novo espaço vai garantir um incremento de cerca de 30% no volume de exames realizados diariamente. Com a expectativa de coletar até 160 amostras por dia, o atendimento só será feito mediante agendamento para evitar filas e garantir mais segurança e comodidade aos pacientes. 

A disponibilização da unidade móvel foi possível graças à parceria envolvendo o Hospital, a Neodent e o Club Athletico Paranaense. A empresa odontológica cedeu a carreta do projeto Expedição Novos Sorrisos, que oferecia atendimento voluntário pelo país e que estava parada por causa da pandemia. Já o Athletico cedeu o espaço, além de água, energia elétrica e dados móveis de internet para o funcionamento do novo espaço.

Os exames para detecção da COVID-19 passaram a ser oferecidos em abril de 2020 pelo Pequeno Príncipe e estavam sendo realizados em unidade própria credenciada pelo Lacen. O serviço, disponibilizado nas modalidades convênio e particular, apoia as ações de assistência e filantropia do Pequeno Príncipe. “Nossos colaboradores, por exemplo, em sua maioria, são testados internamente”, explica o diretor corporativo do Complexo Pequeno Príncipe, José Álvaro Carneiro.

Ainda de acordo com ele, o Hospital tem investido significativamente em áreas diagnósticas nos últimos anos e por isso estava preparado com tecnologia, infraestrutura e equipe especializada em biologia molecular, o que permitiu implantar o processo de análise do RT-PCR rapidamente. “A parceria vai permitir não apenas a ampliação na disponibilidade de exames, mas também um ambiente adequado e confortável para os pacientes”, acrescenta o diretor.

“Contribuir com o Hospital Pequeno Príncipe em uma ação tão nobre e importante para a sociedade é motivo de orgulho e satisfação para nós do Athletico”, afirma Fernando Volpato, Diretor de Operações do Clube.

O Hospital oferece ainda a coleta pelo sistema drive-thru, em domicílio e empresarial. A sorologia, para detecção de anticorpos, é indicada para quem tem sintomas ou suspeita de contágio há pelo menos 14 dias. Já a análise do RT-PCR é recomendada para diagnóstico em fase aguda, e a coleta deve ser feita a partir do terceiro dia de sintomas. Os laudos com os resultados podem ser consultados pela internet, até uma hora depois para o exame sorológico e em até 48 horas após a coleta para o RT-PCR.

Para agendamento e informações sobre operadoras de saúde conveniadas, valores e formas de pagamento, o contato pode ser feito pelo telefone (41) 3310-1131 ou ainda pelo e-mail atendimentolab@hpp.org.br.

 





 Salatiel Araújo lança novos quadros no Doutor TV  .



Novo projeto prevê três formatos inéditos que abordarão assuntos como estilo de vida e alimentação  

O crescimento e o aumento da procura por serviços médicos abriram espaço e interesse por programações de saúde na televisão e na internet. Em busca de suprir a demanda crescente, o Doutor TV, programa criado pelo produtor e apresentador Salatiel Araújo, ganhará novos quadros para 2021.   


Em destaque, três formatos inéditos irão compor o projeto de Salatiel Araújo: Lifestyle, Receita Médica e Direct do Doutor.  “Todo conteúdo do Doutor TV está disponível gratuitamente no YouTube, portal Doutor TV e Doutor TV Podcasts na Anchor, Apple Podcasts, Google Podcasts e Spotify”, aponta o apresentador.   

Confira os novos quadros:  

Lifestyle — O quadro propõe um bate-papo com uma pessoa pública. A conversa não será para falar de carreira, mas para conhecer melhor o estilo de vida do convidado, falar sobre dieta, treino, procedimentos estéticos e cuidados com a saúde em geral, assim como consultas e exames de rotina.  

Receita Médica —  A ideia é falar sobre alimentação saudável. Durante a programação será possível cozinhar com um profissional de saúde, tirando dúvidas sobre os alimentos, modo de preparo e consumo consciente. "Um guia de receitas para quem precisa emagrecer ou ganhar massa muscular, sem esquecer da saúde", define Salatiel.  

O programa também é direcionado para portadores de doenças crônicas como hipertensão e diabetes, apresentando inúmeras opções de pratos light, diet, zero gordura, açúcar, lactose e sem glúten.  

Direct ao Doutor — Nesse formato os internautas podem participar pelo Instagram, enviando perguntas aos médicos e as respostas das questões consideradas pertinentes ficam disponíveis no canal no YouTube, além da própria rede social, fortalecendo a interação entre médicos e pacientes.  O conteúdo será meramente informativo, não substituindo uma consulta médica.







Quais lições a COVID-19 deixa para a Educação em 2021?


*Por Ana Regina Caminha Braga

 

A vida nos surpreende constantemente com dezenas de desafios, e neste ano não foi diferente. A pandemia da COVID19 virou o mundo de cabeça para baixo e colocou em xeque todas as concepções de ensino e aprendizagem existentes. Felizmente, provamos que é possível encontrar alternativas, principalmente em prol da educação de qualidade. Para 2021, nossas maiores lições serão o uso significativo da tecnologia e a valorização dos professores, pedagogos e gestores educacionais.

 

A educação à distância já era praticada há muitos anos pelo Ensino Superior, mas nunca de forma tão aprofundada como neste ano. Já a Educação Básica, essa sim teve de se reinventar. Diversas escolas ingressaram pela primeira vez no universo das plataformas online, correndo contra o tempo para se adaptar aos novos métodos e driblar as dificuldades pedagógicas. Afinal, não é somente dar aula frente as câmeras, mas sim levar dinamicidade e ludicidade aos alunos a partir de estratégias diferenciadas.

 

A valorização dos professores também se fez bastante presente. A pandemia provou a capacidade multifuncional e a importância desses profissionais na vida dos alunos. E não apenas de maneira fantasiosa, mas sim profissional e prática, mostrando que sem uma educação de qualidade é impossível formar qualquer outro profissional.

 

Agora, neste período de final de ano, as instituições de ensino devem passar por um momento de planejamento e avaliações internas. Não temos ainda números reais que reflitam como foi o aprendizado durante este ano atípico. Por isso, chegou a hora de verificar os resultados para podermos elaborar novas diretrizes e, em 2021, sermos capazes de utilizar a tecnologia a nosso favor a fim de entregar uma educação ainda mais eficaz a todos os níveis de ensino.

 

*Ana Regina Caminha Braga é psicopedagoga mestre em Educação e especialista em Gestão Escolar e Educação Inclusiva.

 


Laboratório indiano Bharat Biotech pede autorização para uso emergencial da vacina Covaxin

O laboratório indiano Bharat Biotech entrou com um pedido para uso emergencial da vacina Covaxin junto ao órgão regulador central de medicamentos da Índia. A empresa já é a terceira a solicitar esta aprovação, depois da americana Pfizer e do Serum Institute of India, que solicitou autorização para uso da vacina de Oxford.

A aprovação para uso emergencial de um medicamento pode ser concedida após haver evidências suficientes para sugerir que o produto médico é seguro e eficaz, e esta aprovação final é concedida somente após a conclusão dos ensaios e análise de todos os dados.  Atualmente, a vacina encontra-se na terceira fase de testes, que inclui 26 mil voluntários em 22 localidades da Índia, incluindo pessoas com idade avançada ou comorbidades.

autorização do uso emergencial da vacina permitirá que ela seja administrada a pessoas sob certas condições, por um período limitado de tempo ou em grupos específicos.

A vacina Covaxin utiliza a tecnologia de vírus inativo, que permite que seu acondicionamento seja realizado entre 2° a 8°C. A previsão é de que ela seja lançada no mercado em fevereiro de 2021.

A Bharat Biotech está desenvolvendo a vacina Covaxin em colaboração com o Conselho Indiano de Pesquisa Médica (ICMR). A empresa possui, em seu portfólio, 14 vacinas e 5 medicamentos biológicos e exporta seus produtos para mais de 118 países. Entre seus parceiros de pesquisa e desenvolvimento estão a Fundação Bill & Melinda Gates, a Organização Mundial da Saúde, a Universidade de Oxford e outras renomadas instituições.

A empresa iniciou a produção da vacina devido aos resultados promissores de segurança e eficácia obtidos nas fases I e II, e já foi realizado um contato inicial com a Anvisa para submissão contínua dos resultados da vacina, etapa necessária para o registro na agência reguladora brasileira.

























        Incidência de câncer de pele é maior em homens



        Dezembro Laranja chama atenção para cuidados de prevenção e da importância do check-up dermatológico para diagnóstico do câncer de pele

        O câncer de pele é o câncer com maior incidência no mundo. No Brasil, uma estimativa do Instituto Nacional do Câncer (INCA) aponta que, só em 2020, mais de 185 mil pessoas devem ser diagnosticadas com a doença, sendo mais de 8,4 mil com o tipo mais grave, que é o melanoma.

        Com rotina de acompanhamento dermatológico menos frequente, os homens representam maioria nos casos identificados da doença. São eles também que menos tomam cuidados de prevenção, como evitar a exposição ao sol entre 10h e 16h, usar protetor solar com FPS acima de 30 diariamente, assim como chapéu, óculos escuros e, quando possível, as roupas especiais que oferecem proteção ultravioleta.

        A dermatologista do Hospital Marcelino Champagnat, Eleolina Lara Kaled Neta, ressalta a importância de olharmos com atenção as manchas e pintas que surgem na pele ao longo dos anos. “Além dos cuidados com a exposição ao sol, nós devemos estar atentos aos sinais que o nosso organismo manda. Olhar se surgiram pintas novas na pele ou se elas mudaram de tamanho, cor ou se começaram a coçar. Dar atenção a feridinhas que não cicatrizam e sangram e, claro, ir ao dermatologista pelo menos uma vez ao ano são cuidados essenciais que todos devem ter”, explica.

        As regiões mais comuns para o surgimento do câncer de pele são as que ficam mais expostas ao sol como rosto, cabeça, pescoço, nariz, lábios e o dorso das mãos. São três tipos de câncer, o melanoma, carcinoma espinocelular e basocelular. O melanoma é o tipo mais agressivo da doença e que pode causar lesões estéticas quando não tratado precocemente, metástase e até mesmo a morte.

        Check-up

        A médica cardiologista e coordenadora do serviço de check-up do Hospital Marcelino Champagnat, Aline Moraes, explica que as consultas periódicas com médicos especialistas em cada área são fundamentais para uma avaliação global e detecção precoce de doenças, inclusive de pele. “Muitas vezes, a ida ao dermatologista está aliada com o lado estético e não poder ser vista assim. A maioria dos casos que acompanhamos aqui no check-up são de tumores não melanomas, mas o cuidado deve estar sempre presente ainda mais aqui na região Sul do país. A maioria da população é de descendência europeia e isso faz com que o câncer de pele seja mais comum que em outras regiões do país”.

        Sobre o Hospital Marcelino Champagnat

        O Hospital Marcelino Champagnat faz parte do Grupo Marista e nasceu com o compromisso de atender seus pacientes de forma completa e com princípios médicos de qualidade e segurança. É referência em procedimentos cirúrgicos de média e alta complexidade. Nas especialidades destacam-se: cardiologia, neurocirurgia, ortopedia e cirurgia geral e bariátrica, além de serviços diferenciados de Check-up. Planejado para atender a todos os quesitos internacionais de qualidade assistencial, é o único do Paraná certificado pela Joint Commission International (JCI).


        Central Press

        MAIS INFORMAÇÕES / AGENDAMENTO DE ENTREVISTAS
        + 55 41 3026-2610 | + 55 41 99273-8999 (WhatsApp) | + 44 7379-138858
        centralpress@centralpress.com.br
        www.centralpress.com.br

         


      Incidência de câncer de pele é maior em homens



      Dezembro Laranja chama atenção para cuidados de prevenção e da importância do check-up dermatológico para diagnóstico do câncer de pele

      O câncer de pele é o câncer com maior incidência no mundo. No Brasil, uma estimativa do Instituto Nacional do Câncer (INCA) aponta que, só em 2020, mais de 185 mil pessoas devem ser diagnosticadas com a doença, sendo mais de 8,4 mil com o tipo mais grave, que é o melanoma.

      Com rotina de acompanhamento dermatológico menos frequente, os homens representam maioria nos casos identificados da doença. São eles também que menos tomam cuidados de prevenção, como evitar a exposição ao sol entre 10h e 16h, usar protetor solar com FPS acima de 30 diariamente, assim como chapéu, óculos escuros e, quando possível, as roupas especiais que oferecem proteção ultravioleta.

      A dermatologista do Hospital Marcelino Champagnat, Eleolina Lara Kaled Neta, ressalta a importância de olharmos com atenção as manchas e pintas que surgem na pele ao longo dos anos. “Além dos cuidados com a exposição ao sol, nós devemos estar atentos aos sinais que o nosso organismo manda. Olhar se surgiram pintas novas na pele ou se elas mudaram de tamanho, cor ou se começaram a coçar. Dar atenção a feridinhas que não cicatrizam e sangram e, claro, ir ao dermatologista pelo menos uma vez ao ano são cuidados essenciais que todos devem ter”, explica.

      As regiões mais comuns para o surgimento do câncer de pele são as que ficam mais expostas ao sol como rosto, cabeça, pescoço, nariz, lábios e o dorso das mãos. São três tipos de câncer, o melanoma, carcinoma espinocelular e basocelular. O melanoma é o tipo mais agressivo da doença e que pode causar lesões estéticas quando não tratado precocemente, metástase e até mesmo a morte.

      Check-up

      A médica cardiologista e coordenadora do serviço de check-up do Hospital Marcelino Champagnat, Aline Moraes, explica que as consultas periódicas com médicos especialistas em cada área são fundamentais para uma avaliação global e detecção precoce de doenças, inclusive de pele. “Muitas vezes, a ida ao dermatologista está aliada com o lado estético e não poder ser vista assim. A maioria dos casos que acompanhamos aqui no check-up são de tumores não melanomas, mas o cuidado deve estar sempre presente ainda mais aqui na região Sul do país. A maioria da população é de descendência europeia e isso faz com que o câncer de pele seja mais comum que em outras regiões do país”.

      Sobre o Hospital Marcelino Champagnat

      O Hospital Marcelino Champagnat faz parte do Grupo Marista e nasceu com o compromisso de atender seus pacientes de forma completa e com princípios médicos de qualidade e segurança. É referência em procedimentos cirúrgicos de média e alta complexidade. Nas especialidades destacam-se: cardiologia, neurocirurgia, ortopedia e cirurgia geral e bariátrica, além de serviços diferenciados de Check-up. Planejado para atender a todos os quesitos internacionais de qualidade assistencial, é o único do Paraná certificado pela Joint Commission International (JCI).


      Central Press

      MAIS INFORMAÇÕES / AGENDAMENTO DE ENTREVISTAS
      + 55 41 3026-2610 | + 55 41 99273-8999 (WhatsApp) | + 44 7379-138858
      centralpress@centralpress.com.br
      www.centralpress.com.br

       



















            Incidência de câncer de pele é maior em homens



            Dezembro Laranja chama atenção para cuidados de prevenção e da importância do check-up dermatológico para diagnóstico do câncer de pele

            O câncer de pele é o câncer com maior incidência no mundo. No Brasil, uma estimativa do Instituto Nacional do Câncer (INCA) aponta que, só em 2020, mais de 185 mil pessoas devem ser diagnosticadas com a doença, sendo mais de 8,4 mil com o tipo mais grave, que é o melanoma.

            Com rotina de acompanhamento dermatológico menos frequente, os homens representam maioria nos casos identificados da doença. São eles também que menos tomam cuidados de prevenção, como evitar a exposição ao sol entre 10h e 16h, usar protetor solar com FPS acima de 30 diariamente, assim como chapéu, óculos escuros e, quando possível, as roupas especiais que oferecem proteção ultravioleta.

            A dermatologista do Hospital Marcelino Champagnat, Eleolina Lara Kaled Neta, ressalta a importância de olharmos com atenção as manchas e pintas que surgem na pele ao longo dos anos. “Além dos cuidados com a exposição ao sol, nós devemos estar atentos aos sinais que o nosso organismo manda. Olhar se surgiram pintas novas na pele ou se elas mudaram de tamanho, cor ou se começaram a coçar. Dar atenção a feridinhas que não cicatrizam e sangram e, claro, ir ao dermatologista pelo menos uma vez ao ano são cuidados essenciais que todos devem ter”, explica.

            As regiões mais comuns para o surgimento do câncer de pele são as que ficam mais expostas ao sol como rosto, cabeça, pescoço, nariz, lábios e o dorso das mãos. São três tipos de câncer, o melanoma, carcinoma espinocelular e basocelular. O melanoma é o tipo mais agressivo da doença e que pode causar lesões estéticas quando não tratado precocemente, metástase e até mesmo a morte.

            Check-up

            A médica cardiologista e coordenadora do serviço de check-up do Hospital Marcelino Champagnat, Aline Moraes, explica que as consultas periódicas com médicos especialistas em cada área são fundamentais para uma avaliação global e detecção precoce de doenças, inclusive de pele. “Muitas vezes, a ida ao dermatologista está aliada com o lado estético e não poder ser vista assim. A maioria dos casos que acompanhamos aqui no check-up são de tumores não melanomas, mas o cuidado deve estar sempre presente ainda mais aqui na região Sul do país. A maioria da população é de descendência europeia e isso faz com que o câncer de pele seja mais comum que em outras regiões do país”.

            Sobre o Hospital Marcelino Champagnat

            O Hospital Marcelino Champagnat faz parte do Grupo Marista e nasceu com o compromisso de atender seus pacientes de forma completa e com princípios médicos de qualidade e segurança. É referência em procedimentos cirúrgicos de média e alta complexidade. Nas especialidades destacam-se: cardiologia, neurocirurgia, ortopedia e cirurgia geral e bariátrica, além de serviços diferenciados de Check-up. Planejado para atender a todos os quesitos internacionais de qualidade assistencial, é o único do Paraná certificado pela Joint Commission International (JCI).


            Central Press

            MAIS INFORMAÇÕES / AGENDAMENTO DE ENTREVISTAS
            + 55 41 3026-2610 | + 55 41 99273-8999 (WhatsApp) | + 44 7379-138858
            centralpress@centralpress.com.br
            www.centralpress.com.br

             


          Incidência de câncer de pele é maior em homens



          Dezembro Laranja chama atenção para cuidados de prevenção e da importância do check-up dermatológico para diagnóstico do câncer de pele

          O câncer de pele é o câncer com maior incidência no mundo. No Brasil, uma estimativa do Instituto Nacional do Câncer (INCA) aponta que, só em 2020, mais de 185 mil pessoas devem ser diagnosticadas com a doença, sendo mais de 8,4 mil com o tipo mais grave, que é o melanoma.

          Com rotina de acompanhamento dermatológico menos frequente, os homens representam maioria nos casos identificados da doença. São eles também que menos tomam cuidados de prevenção, como evitar a exposição ao sol entre 10h e 16h, usar protetor solar com FPS acima de 30 diariamente, assim como chapéu, óculos escuros e, quando possível, as roupas especiais que oferecem proteção ultravioleta.

          A dermatologista do Hospital Marcelino Champagnat, Eleolina Lara Kaled Neta, ressalta a importância de olharmos com atenção as manchas e pintas que surgem na pele ao longo dos anos. “Além dos cuidados com a exposição ao sol, nós devemos estar atentos aos sinais que o nosso organismo manda. Olhar se surgiram pintas novas na pele ou se elas mudaram de tamanho, cor ou se começaram a coçar. Dar atenção a feridinhas que não cicatrizam e sangram e, claro, ir ao dermatologista pelo menos uma vez ao ano são cuidados essenciais que todos devem ter”, explica.

          As regiões mais comuns para o surgimento do câncer de pele são as que ficam mais expostas ao sol como rosto, cabeça, pescoço, nariz, lábios e o dorso das mãos. São três tipos de câncer, o melanoma, carcinoma espinocelular e basocelular. O melanoma é o tipo mais agressivo da doença e que pode causar lesões estéticas quando não tratado precocemente, metástase e até mesmo a morte.

          Check-up

          A médica cardiologista e coordenadora do serviço de check-up do Hospital Marcelino Champagnat, Aline Moraes, explica que as consultas periódicas com médicos especialistas em cada área são fundamentais para uma avaliação global e detecção precoce de doenças, inclusive de pele. “Muitas vezes, a ida ao dermatologista está aliada com o lado estético e não poder ser vista assim. A maioria dos casos que acompanhamos aqui no check-up são de tumores não melanomas, mas o cuidado deve estar sempre presente ainda mais aqui na região Sul do país. A maioria da população é de descendência europeia e isso faz com que o câncer de pele seja mais comum que em outras regiões do país”.

          Sobre o Hospital Marcelino Champagnat

          O Hospital Marcelino Champagnat faz parte do Grupo Marista e nasceu com o compromisso de atender seus pacientes de forma completa e com princípios médicos de qualidade e segurança. É referência em procedimentos cirúrgicos de média e alta complexidade. Nas especialidades destacam-se: cardiologia, neurocirurgia, ortopedia e cirurgia geral e bariátrica, além de serviços diferenciados de Check-up. Planejado para atender a todos os quesitos internacionais de qualidade assistencial, é o único do Paraná certificado pela Joint Commission International (JCI).


          Central Press

          MAIS INFORMAÇÕES / AGENDAMENTO DE ENTREVISTAS
          + 55 41 3026-2610 | + 55 41 99273-8999 (WhatsApp) | + 44 7379-138858
          centralpress@centralpress.com.br
          www.centralpress.com.br

           





        Incidência de câncer de pele é maior em homens



        Dezembro Laranja chama atenção para cuidados de prevenção e da importância do check-up dermatológico para diagnóstico do câncer de pele

        O câncer de pele é o câncer com maior incidência no mundo. No Brasil, uma estimativa do Instituto Nacional do Câncer (INCA) aponta que, só em 2020, mais de 185 mil pessoas devem ser diagnosticadas com a doença, sendo mais de 8,4 mil com o tipo mais grave, que é o melanoma.

        Com rotina de acompanhamento dermatológico menos frequente, os homens representam maioria nos casos identificados da doença. São eles também que menos tomam cuidados de prevenção, como evitar a exposição ao sol entre 10h e 16h, usar protetor solar com FPS acima de 30 diariamente, assim como chapéu, óculos escuros e, quando possível, as roupas especiais que oferecem proteção ultravioleta.

        A dermatologista do Hospital Marcelino Champagnat, Eleolina Lara Kaled Neta, ressalta a importância de olharmos com atenção as manchas e pintas que surgem na pele ao longo dos anos. “Além dos cuidados com a exposição ao sol, nós devemos estar atentos aos sinais que o nosso organismo manda. Olhar se surgiram pintas novas na pele ou se elas mudaram de tamanho, cor ou se começaram a coçar. Dar atenção a feridinhas que não cicatrizam e sangram e, claro, ir ao dermatologista pelo menos uma vez ao ano são cuidados essenciais que todos devem ter”, explica.

        As regiões mais comuns para o surgimento do câncer de pele são as que ficam mais expostas ao sol como rosto, cabeça, pescoço, nariz, lábios e o dorso das mãos. São três tipos de câncer, o melanoma, carcinoma espinocelular e basocelular. O melanoma é o tipo mais agressivo da doença e que pode causar lesões estéticas quando não tratado precocemente, metástase e até mesmo a morte.

        Check-up

        A médica cardiologista e coordenadora do serviço de check-up do Hospital Marcelino Champagnat, Aline Moraes, explica que as consultas periódicas com médicos especialistas em cada área são fundamentais para uma avaliação global e detecção precoce de doenças, inclusive de pele. “Muitas vezes, a ida ao dermatologista está aliada com o lado estético e não poder ser vista assim. A maioria dos casos que acompanhamos aqui no check-up são de tumores não melanomas, mas o cuidado deve estar sempre presente ainda mais aqui na região Sul do país. A maioria da população é de descendência europeia e isso faz com que o câncer de pele seja mais comum que em outras regiões do país”.

        Sobre o Hospital Marcelino Champagnat

        O Hospital Marcelino Champagnat faz parte do Grupo Marista e nasceu com o compromisso de atender seus pacientes de forma completa e com princípios médicos de qualidade e segurança. É referência em procedimentos cirúrgicos de média e alta complexidade. Nas especialidades destacam-se: cardiologia, neurocirurgia, ortopedia e cirurgia geral e bariátrica, além de serviços diferenciados de Check-up. Planejado para atender a todos os quesitos internacionais de qualidade assistencial, é o único do Paraná certificado pela Joint Commission International (JCI).


        Central Press

        MAIS INFORMAÇÕES / AGENDAMENTO DE ENTREVISTAS
        + 55 41 3026-2610 | + 55 41 99273-8999 (WhatsApp) | + 44 7379-138858
        centralpress@centralpress.com.br
        www.centralpress.com.br

         






    Incidência de câncer de pele é maior em homens



    Dezembro Laranja chama atenção para cuidados de prevenção e da importância do check-up dermatológico para diagnóstico do câncer de pele

    O câncer de pele é o câncer com maior incidência no mundo. No Brasil, uma estimativa do Instituto Nacional do Câncer (INCA) aponta que, só em 2020, mais de 185 mil pessoas devem ser diagnosticadas com a doença, sendo mais de 8,4 mil com o tipo mais grave, que é o melanoma.

    Com rotina de acompanhamento dermatológico menos frequente, os homens representam maioria nos casos identificados da doença. São eles também que menos tomam cuidados de prevenção, como evitar a exposição ao sol entre 10h e 16h, usar protetor solar com FPS acima de 30 diariamente, assim como chapéu, óculos escuros e, quando possível, as roupas especiais que oferecem proteção ultravioleta.

    A dermatologista do Hospital Marcelino Champagnat, Eleolina Lara Kaled Neta, ressalta a importância de olharmos com atenção as manchas e pintas que surgem na pele ao longo dos anos. “Além dos cuidados com a exposição ao sol, nós devemos estar atentos aos sinais que o nosso organismo manda. Olhar se surgiram pintas novas na pele ou se elas mudaram de tamanho, cor ou se começaram a coçar. Dar atenção a feridinhas que não cicatrizam e sangram e, claro, ir ao dermatologista pelo menos uma vez ao ano são cuidados essenciais que todos devem ter”, explica.

    As regiões mais comuns para o surgimento do câncer de pele são as que ficam mais expostas ao sol como rosto, cabeça, pescoço, nariz, lábios e o dorso das mãos. São três tipos de câncer, o melanoma, carcinoma espinocelular e basocelular. O melanoma é o tipo mais agressivo da doença e que pode causar lesões estéticas quando não tratado precocemente, metástase e até mesmo a morte.

    Check-up

    A médica cardiologista e coordenadora do serviço de check-up do Hospital Marcelino Champagnat, Aline Moraes, explica que as consultas periódicas com médicos especialistas em cada área são fundamentais para uma avaliação global e detecção precoce de doenças, inclusive de pele. “Muitas vezes, a ida ao dermatologista está aliada com o lado estético e não poder ser vista assim. A maioria dos casos que acompanhamos aqui no check-up são de tumores não melanomas, mas o cuidado deve estar sempre presente ainda mais aqui na região Sul do país. A maioria da população é de descendência europeia e isso faz com que o câncer de pele seja mais comum que em outras regiões do país”.

    Sobre o Hospital Marcelino Champagnat

    O Hospital Marcelino Champagnat faz parte do Grupo Marista e nasceu com o compromisso de atender seus pacientes de forma completa e com princípios médicos de qualidade e segurança. É referência em procedimentos cirúrgicos de média e alta complexidade. Nas especialidades destacam-se: cardiologia, neurocirurgia, ortopedia e cirurgia geral e bariátrica, além de serviços diferenciados de Check-up. Planejado para atender a todos os quesitos internacionais de qualidade assistencial, é o único do Paraná certificado pela Joint Commission International (JCI).


    Central Press

    MAIS INFORMAÇÕES / AGENDAMENTO DE ENTREVISTAS
    + 55 41 3026-2610 | + 55 41 99273-8999 (WhatsApp) | + 44 7379-138858
    centralpress@centralpress.com.br
    www.centralpress.com.br

     


Incidência de câncer de pele é maior em homens



Dezembro Laranja chama atenção para cuidados de prevenção e da importância do check-up dermatológico para diagnóstico do câncer de pele

O câncer de pele é o câncer com maior incidência no mundo. No Brasil, uma estimativa do Instituto Nacional do Câncer (INCA) aponta que, só em 2020, mais de 185 mil pessoas devem ser diagnosticadas com a doença, sendo mais de 8,4 mil com o tipo mais grave, que é o melanoma.

Com rotina de acompanhamento dermatológico menos frequente, os homens representam maioria nos casos identificados da doença. São eles também que menos tomam cuidados de prevenção, como evitar a exposição ao sol entre 10h e 16h, usar protetor solar com FPS acima de 30 diariamente, assim como chapéu, óculos escuros e, quando possível, as roupas especiais que oferecem proteção ultravioleta.

A dermatologista do Hospital Marcelino Champagnat, Eleolina Lara Kaled Neta, ressalta a importância de olharmos com atenção as manchas e pintas que surgem na pele ao longo dos anos. “Além dos cuidados com a exposição ao sol, nós devemos estar atentos aos sinais que o nosso organismo manda. Olhar se surgiram pintas novas na pele ou se elas mudaram de tamanho, cor ou se começaram a coçar. Dar atenção a feridinhas que não cicatrizam e sangram e, claro, ir ao dermatologista pelo menos uma vez ao ano são cuidados essenciais que todos devem ter”, explica.

As regiões mais comuns para o surgimento do câncer de pele são as que ficam mais expostas ao sol como rosto, cabeça, pescoço, nariz, lábios e o dorso das mãos. São três tipos de câncer, o melanoma, carcinoma espinocelular e basocelular. O melanoma é o tipo mais agressivo da doença e que pode causar lesões estéticas quando não tratado precocemente, metástase e até mesmo a morte.

Check-up

A médica cardiologista e coordenadora do serviço de check-up do Hospital Marcelino Champagnat, Aline Moraes, explica que as consultas periódicas com médicos especialistas em cada área são fundamentais para uma avaliação global e detecção precoce de doenças, inclusive de pele. “Muitas vezes, a ida ao dermatologista está aliada com o lado estético e não poder ser vista assim. A maioria dos casos que acompanhamos aqui no check-up são de tumores não melanomas, mas o cuidado deve estar sempre presente ainda mais aqui na região Sul do país. A maioria da população é de descendência europeia e isso faz com que o câncer de pele seja mais comum que em outras regiões do país”.

Sobre o Hospital Marcelino Champagnat

O Hospital Marcelino Champagnat faz parte do Grupo Marista e nasceu com o compromisso de atender seus pacientes de forma completa e com princípios médicos de qualidade e segurança. É referência em procedimentos cirúrgicos de média e alta complexidade. Nas especialidades destacam-se: cardiologia, neurocirurgia, ortopedia e cirurgia geral e bariátrica, além de serviços diferenciados de Check-up. Planejado para atender a todos os quesitos internacionais de qualidade assistencial, é o único do Paraná certificado pela Joint Commission International (JCI).


Central Press

MAIS INFORMAÇÕES / AGENDAMENTO DE ENTREVISTAS
+ 55 41 3026-2610 | + 55 41 99273-8999 (WhatsApp) | + 44 7379-138858
centralpress@centralpress.com.br
www.centralpress.com.br

 

"dores de cabeça"

Cirurgia de enxaqueca pode ser combinada com rinoplastia e procedimentos rejuvenescedores

Com o perdão do trocadilho, você pode tratar todas as suas "dores de cabeça" (fisiológica e estética), em uma mesma sala de cirurgia. É possível apostar na blefaroplastia, rinoplastia ou até em preenchimentos com gordura juntamente com a cirurgia de enxaqueca

cirurgia da enxaqueca

São Paulo /2020 - Há um procedimento cirúrgico que elimina ou ao menos diminui as crises constantes de enxaqueca, respaldado inclusive por estudos publicados na Plastic and Reconstructive Surgery Journal, maior revista científica de Cirurgia Plástica do mundo. A Cirurgia de Enxaqueca é hoje realizada por diversos grupos de cirurgiões plásticos ao redor do mundo e em mais de uma dezena das principais universidades americanas, como Harvard. Feito no Brasil pelo cirurgião plástico Dr. Paolo Rubez, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, especialista em Cirurgia de Enxaqueca pela Case Western University e membro da Sociedade de Cirurgia de Enxaqueca dos EUA, o procedimento pode ser feito conjuntamente a cirurgias estéticas, como a rinoplastia (cirurgia do nariz), blefaroplastia (que visa corrigir as imperfeições da região das pálpebras) e preenchimentos com gordura (para tratar rugas ou melhorar a harmonia facial). “Os resultados positivos e semelhantes das publicações dos diferentes grupos comprovam a eficácia e a reprodutibilidade do tratamento, que pode ser feito de maneira combinada a cirurgias estéticas. A associação das cirurgias é possível quando o tempo total de procedimento não fica muito longo (mais de 7 horas), para evitar complicações”, explica o Dr. Paolo Rubez, também especialista em Rinoplastia Estética e Reparadora pela Case Western University.

De acordo com o médico, a doença crônica Migrânea, conhecida popularmente como Enxaqueca, afeta cerca de 15% da população brasileira, sendo que a faixa etária dos 20 aos 45 anos é a mais acometida. “Nesse universo de pessoas, não é incomum encontrar pacientes que tenham indicação para a cirurgia da enxaqueca e ao mesmo tempo queiram tratar alguma alteração estética como rugas e flacidez, ou até mesmo melhorar a harmonia facial, com a cirurgia de rinoplastia”, afirma o médico. “Na verdade, sabemos que a cirurgia plástica está no cerne da cirurgia da enxaqueca. A primeira descrição da descompressão de nervos para melhorar a enxaqueca remete a uma observação feita após procedimentos de rejuvenescimento da testa”, afirma o Dr. Paolo.

A Cirurgia para Enxaqueca foi criada e desenvolvida, a partir de 2000, pelo cirurgião plástico Dr. Bahman Guyuron, em Cleveland nos EUA. O médico, inclusive, publicou o artigo Interface Between Cosmetic and Migraine Surgery, em 2017, em que deixa claro a possibilidade de associação com cirurgias estéticas. O autor sugere que os cirurgiões plásticos devem considerar a utilização desta interface para beneficiar os pacientes. “Pacientes que estão se submetendo a cirurgia estética seriam incentivados se eles percebessem que suas dores de cabeça podem ser eliminadas ou reduzidas, e os pacientes que estão passando por uma cirurgia de enxaqueca estariam mais ansiosos para submeter-se à cirurgia estética. Além disso, há um melhor aproveitamento do pós-operatório, já que o repouso é o mesmo”, afirma o Dr. Paolo.

Como a cirurgia age na melhora da enxaqueca – A cirurgia é pouco invasiva e tem o objetivo de descomprimir e liberar os ramos dos nervos trigêmeo e occipital envolvidos nos pontos de dor. “Os ramos periféricos destes nervos, responsáveis pela sensibilidade da face, pescoço e couro cabeludo, podem sofrer compressões das estruturas ao seu redor, como músculos, vasos, ossos e fáscias. Isto gera a liberação de substâncias (neurotoxinas) que desencadeiam uma cascata de eventos responsável pela inflamação dos nervos e membranas ao redor do cérebro, que irão causar os sintomas de dor intensa, náuseas, vômitos, sensibilidade à luz a ao som”, diz o médico. As Cirurgias para Migrânea podem ser de sete tipos principais nas seguintes regiões: Frontal, Rinogênico, Temporal e Occipital (nuca). Segundo o Dr. Paolo, para cada um dos tipos de dor existe um acesso diferente para tratar os ramos dos nervos, sendo todos nas áreas superficiais da face ou couro cabeludo, ou ainda na cavidade nasal. O médico explica que cada cirurgia foi desenvolvida para gerar a menor alteração possível na fisiologia local. “Em todos estes tipos, o princípio é o mesmo: descomprimir e liberar os ramos dos nervos trigêmeo ou occipital, que são irritados pelas estruturas adjacentes ao longo de seu trajeto”.

A cirurgia para enxaqueca pode ser feita em qualquer paciente que tenha diagnóstico de Migrânea (Enxaqueca) feito por um neurologista, e que sofra com duas ou mais crises severas de dor por mês que não consigam ser controladas por medicações; ou em pacientes que sofram com efeitos colaterais das medicações para dor ou que tenham intolerância a elas; ou ainda em pacientes que desejam realizar o procedimento devido ao grande comprometimento que as dores causam em sua vida pessoal e profissional.

Por fim, o Dr. Paolo Rubez enfatiza que as cirurgias de enxaqueca e estética são realizadas em ambiente hospitalar e sob anestesia geral.

FONTE: DR. PAOLO RUBEZ – Cirurgião plástico, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, da Sociedade Americana de Cirurgia Plástica (ASPS) e da Sociedade de Cirurgia de Enxaqueca, Dr. Paolo Rubez é Mestre em Cirurgia Plástica pela Escola Paulista de Medicina da UNIFESP. O médico é especialista em Cirurgia de Enxaqueca pela Case Western University, com o Dr Bahman Guyuron (em Cleveland – EUA) e em Rinoplastia Estética e Reparadora, pela mesma Universidade e pela Escola Paulista dePaulista de Medicina/UNIFESP. http://drpaolorubez.com.br/




Atividades físicas são indispensáveis para a imunidade durante a pandemia

O Educador Físico do Santa Mônica Clube de Campo, Gabriel Nappidá dicas importantes sobre os cuidados que devem ser tomados ao frequentar a academia 


A pandemia ainda afeta muito o cotidiano das pessoas e impõe uma série de cuidados para a realização de atividades físicas. Exercitar-se é fundamental para ter uma vida mais saudável, pois ajuda a aumentar a imunidade e a evitar aqueles quilos indesejados. Não praticar exercícios físicos pode ser um risco para o surgimento de doenças crônicas associadas ao sedentarismo, como problemas cardíacos e obesidade. E, essas condições tornam o indivíduo mais propenso aos efeitos do coronavírus, potencializando os riscos de casos graves e de morte.

Conforme mostra uma análise promovida pelo Banco Mundial e publicada no Obesity Reviews, a obesidade chega a aumentar cerca  50% o risco de fatalidade entre pacientes com Covid-19.De acordo com dados do IBGE, um em cada quatro adultos brasileiros está obeso. Essa proporção mais que dobrou em 17 anos. Em 2003, o índice era de 12,2%. Já, no levantamento de 2019, saltou para 26,8% de adultos obesos. Além disso, 61,7% da população de 20 anos ou mais estão acima do peso.

Para evitar que esse número seja ainda maior, já que esse levantamento não levou em conta o período da pandemia, as pessoas precisam adotar um estilo de vida mais saudável. E, o exercício físico é um dos mais importantes aliados nesse processo. “A atividade física melhora a saúde de várias formas: reduzindo o risco de doenças crônicas como hipertensão e diabetes e diminuindo a gordura corporal, além de combater o estresse, a ansiedade, melhorar a autoestima e, de quebra aumentar a imunidade”, comenta o professor de educação física do Santa Mônica Clube de Campo, Gabriel Nappi.


Cuidados ao utilizar a academia na Pandemia

Muitas pessoas ainda têm receio de frequentar a academia. Segundo Gabriel Nappi, é possível realizar atividades para manter a saúde e boa forma, com todos os cuidados necessários para o momento. Na Academia do Santa Mônica, clube onde o profissional trabalha, os protocolos de segurança estão sendo respeitados à risca, para garantir o bem-estar e saúde dos frequentadores.

O profissional ressalta a importância dos cuidados que todos devem ter ao voltar a frequentar uma academia. "Fique atento à temperatura do seu corpo; Higienize as mãos e os calçados; Use máscaras; Lave sempre bem as mãos; Higienize os equipamentos; Mantenha distanciamento de 1,5 m; Evite o uso do celular enquanto se exercita; Use toalha individual no treino; Prenda os cabelos, se o seu for comprido ; Leve a sua própria garrafa de água; Não extrapole 60 minutos de atividade; Não utilize o chuveiro e evite ter contato das mãos com boca, olhos e nariz", diz. 


Gabriel comenta ainda que o
 Santa Mônica Clube de Campo segue os protocolos exigidos pela Secretaria de Saúde de Colombo, e que ainda não liberou as atividades coletivas, como pilates solo, ginástica, dança e alongamento.

______________________________



 

Uma epidemia silenciosa atinge as gestantes brasileiras.


A sífilis pode causar graves problemas neurológicos nas mães e nos bebês

Uma epidemia silenciosa e que cresce em ritmo alarmante atinge milhares de gestantes em todo o país, culminando em uma campanha de conscientização, a Outubro Verde, mês de combate a sífilis congênita. Segundo o último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, o Brasil teve mais de 158 mil casos de sífilis em 2019, um aumento de 28% em comparação ao ano anterior.

O crescimento dos casos é uma preocupação constante para os especialistas, principalmente pelo preconceito em torno da doença. “A sífilis é uma doença sexualmente transmissível (DST) o que para muitas pessoas é erroneamente motivo de vergonha. Isso dificulta o tratamento e torna a doença potencialmente mais perigosa, pois o estágio avançado da sífilis pode trazer complicações cardíacas e neurológicas”, explica a doutora Natália Piovani, ginecologista do Plunes Centro Médico, em Curitiba (PR).

Além da transmissão pelo contato sexual, a sífilis pode ser transmitida verticalmente para o feto durante a gestação, com complicações para a mãe e o bebê.  A maioria das pessoas com sífilis são assintomáticas, mas nas gestantes o exame de Sorologia não-Treponêmica (VDRL e RPR) realizado durante o primeiro, o segundo e o terceiro trimestre de gestação, pode identificar a doença.

“A infecção pode ocorrer em qualquer fase da gravidez e as consequências podem ser o aborto do feto, natimortalidade, nascimento prematuro e recém-nascidos com complicações da doença, apesar de aparentemente saudáveis”, conta Camilla Pereira, pediatra do Plunes Centro Médico. O tratamento é realizado por meio de doses de penicilina benzatina na mãe e no parceiro durante três semanas e, se necessário, o bebê pode receber penicilina benzatina ou cristalina, dependendo dos exames e tratamento da mãe durante a gestação.

“O Sistema Único de Saúde oferece o tratamento e os exames de diagnóstico. É extremamente importante que as gestantes procurem realizar todos os exames durante a gravidez e em caso de detecção da sífilis iniciem o quanto antes o tratamento. Do contrário, ela, o bebê e até mesmo o parceiro podem sofrer consequências para toda a vida”, alerta doutora Camilla.




Uma Visão Jurídica das Responsabilidades dos profissionais dentistas


A odontologia é uma ciência da saúde, portanto se dedica a estudar tudo que se relaciona com a saúde desse meio, a bucal. O profissional está exposto a riscos, mesmo que atue com todos os cuidados e dentro das normas. Na atual sociedade da informação, com um excesso de judicialização, o cirurgião dentista terá que estar preparado para lidar com reclamações injustas, e para isso necessário conhecer as principais espécies de responsabilidades jurídicas.

As responsabilidades jurídicas são de três espécies: responsabilidade civil, responsabilidade criminal e responsabilidade administrativa perante o órgão de classe.

A primeira hipótese de responsabilização é a civil. Ela ocorre quando o paciente entende, que sofreu um dano devido a uma intercorrência no tratamento. Pode ser por culpa, negligência, imprudência e imperícia, ou por dolo, quando o profissional desejou o resultado danoso (dificilmente ocorre). O cirurgião dentista será chamado a responder pela perda patrimonial, dano material e pelo dano moral, qualificado como todo o sofrimento tido pelo paciente. Em determinadas situações, que envolvem tratamentos estéticos, agrega-se uma variável, pois o dentista se obriga a um resultado e neste caso, se não atingido pode ser responsabilizado a ressarcir moral e materialmente. O trâmite desta ação é na justiça cível comum, incabíveis em juizados especiais, por envolver laudo pericial. é propiciado a ampla defesa, e são as partes particulares que disputam o resultado.

Quando ocorrem situações mais graves, como uma lesão corporal ou até uma morte em consultório, o caso pode ser levado para a justiça criminal. O paciente procura uma Delegacia de Polícia, faz um Boletim de Ocorrência e um inquérito é aberto. Dependendo da acusação, o processo corre perante o juizado especial criminal ou perante a justiça criminal comum. Nestes processos é analisado a culpa, negligência, imprudência ou imperícia, ou o dolo, vontade livre e consciente de realizar a conduta delitiva, nunca vi ocorrer. Na esfera criminal pode acontecer o dolo eventual, que seria a hipótese de o profissional assumir o risco num procedimento que não seja recomendável, já vi acontecer na hipótese de anestésicos. Na justiça criminal as consequências são diferentes da justiça cível, na criminal o profissional pode cumprir pena, que dependendo do grau leva à reclusão. Por isso dá importância da defesa especializada. Neste caso, quem acusa é o Ministério Público e é propiciado todos os meios de se defender, inclusive, pericialmente.

A responsabilidade administrativa é aquela perante o órgão de classe, que para os dentistas é o Conselho Regional de Odontologia. O profissional responde por uma infração ética definida no Código de Ética da profissão. Uma queixa é apresentada por um paciente, colega ou outro interessado e após o trâmite, com a apresentação de seus argumentos, realiza-se o julgamento pela Comissão de Ética. O pior que pode acontecer é o profissional perder a sua licença para exercer a profissão.

Em todas as responsabilidades, civil, criminal e administrativa, o problema mais enfrentado pelos defensores é a falta de documentação. Diante da correria do dia a dia, muitos dentistas acabam por não realizar os documentos mínimos exigidos para comprovar o seu trabalho e acabam se complicando. Assim deixo um conselho, tenham sempre a documentação preenchida.

Serviço: Dr. Marcelo Campelo

Advogado especialista em direito criminal

41 3053-8800

www.marcelocampelo.adv.br

Rua. Francisco Rocha, 62, Cj 1903, Batel, Curitiba


Outubro Rosa do Hospital São Vicente

 

A consultora de imagem e estilo Hellen Bigarelli e o maquiador Ivo Vilela dão novas cores ao mês rosa

 

O câncer de mama é o tipo mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do de pele não melanoma. O câncer de mama corresponde, atualmente, por cerca de 28% dos novos casos de câncer em mulheres e raramente acomete os homens, representando menos de 1% do total.

 

Vendo os números em um ano tão atípico como 2020, onde diagnósticos foram adiados por medo da pandemia, é que o Hospital São Vicente Curitiba, com ampla atuação na área da Oncologia, decidiu promover ações de conscientização no mês rosa e assim mostrar a real importância do diagnóstico precoce. “Nós, profissionais da área oncológica, temos como uma das grandes preocupações o adiamento dos exames diagnósticos e de controle por medo da COVID-19. O câncer é uma urgência e, por isso mesmo, não podemos perder tempo no tratamento”, explica Dra. Priscila Morosini, cirurgiã oncológica da equipe de mama do hospital (CRM PR 33154 / RQE 26799).

 

Essas ações quando ganham espaço na mídia para promover o mês rosa, são de grande importância, uma vez que chamam atenção de muitas pessoas para a prevenção e diagnóstico precoce. E foi pensando nesta urgência em diagnosticar precocemente que buscamos força nas cores, já que este ano, no Hospital São Vicente, haverá muito mais cores no Outubro Rosa.

 

Em parceria com profissionais de diversos segmentos, dentro e fora do hospital, o São Vicente traz para o Outubro Rosa a ideia de resgatar e redescobrir a beleza da paciente em tratamento oncológico. “Diferente de outras doenças, os pacientes oncológicos podem sofrer com dores, mutilações e principalmente com os efeitos colaterais decorrentes da quimioterapia e/ou radioterapia. Os mais comuns são a queda dos cabelos, ressecamento da pele, aparecimento de manchas pelo corpo, enfraquecimento das unhas, inchaço, emagrecimento, entre outros. É um direito de todo paciente ser informado pelos profissionais de saúde, sobre todos os possíveis efeitos colaterais que poderá enfrentar. E sabendo disso veio a nossa preocupação em manter a identidade e a autoestima durante esta fase, que pode ser muito positivo”, explica a médica.

 

Vivemos em um mundo onde a cultura da beleza, dos padrões estéticos, dos vídeos e fotos nas redes sociais estão presentes em nosso dia a dia. Quando uma pessoa recebe um diagnóstico oncológico positivo, uma nova fase dá início em sua vida. Inevitavelmente as questões relacionadas a autoestima vêm à tona e muitos pacientes começam a ter pensamentos negativos sobre a imagem e a autoestima é abalada. 

 

Vale dizer ainda que essa preocupação com autoestima – pode parecer fútil para muitos – é apontada por psicólogos e médicos como um dos pontos importantes durante o tratamento. “Com ações relativamente simples, muitos dos impactos das medicações e terapias utilizadas podem ser amenizados, reforçando a autoestima e trazendo benefícios à recuperação dos pacientes”, explica Rose Benedetti, psicóloga do Hospital São Vicente.

 

E justamente por se tratar de um mês em que a grande maioria das pessoas se veste com a cor rosa para criar essa união de alerta e prevenção que tivemos também a ajuda da consultora de imagem e estilo Hellen Bigarelli, que trouxe para as pacientes Thaís de Alencar Costa e Ana Izabel de Deus dos Reis a importância das cores nesse resgate da autoestima. Além do empresário e maquiador Ivo Vilela, da Casa Noventa, que gravou vídeos especiais com dicas exclusivas de maquiagem para pacientes em tratamento que buscam esse resgate da beleza. “Humanizar é sempre o que se deve fazer em ocasiões onde estamos fragilizados e foi exatamente o que buscamos com essas ações”, conclui Rose.

 

Simples ações, nesse resgate do essencial, podem ser o primeiro e mais importante passo para lidar com as mudanças físicas que ocorrem durante o tratamento. Além disso, temos que lembrar que é fundamental permanecer perto das pessoas queridas, família e amigos. “Mais do que companhia durante o processo, ter amor e palavras de incentivo por perto pode diminuir a sensação de medo e solidão e assim elevar a autoestima. È uma fase difícil, mas que passará, e atravessar esse caminho com amor e muitas cores pode ajudar e muito nesse processo”, finaliza a oncologista.

 

Prevenção e Diagnóstico - Apesar da alta incidência, a boa notícia é que, se diagnosticado e tratado precocemente, o câncer de mama tem um bom prognóstico. Segundo a oncologista clínica do Hospital São Vicente, Dra. Raquel Cristina Dalagnol, os sintomas incluem o surgimento de nódulos, alterações de coloração ou forma da pele, inversão do mamilo e dor. “Porém, é importante ressaltar que a maioria deles são assintomáticos, sendo detectados através do exame de mamografia, que é de fundamental importância ao diagnóstico.” Segundo ela, muitos fatores podem aumentar o risco de desenvolver câncer de mama, porém, ainda não se sabe exatamente como alguns podem tornar as células malignas: “Entre eles, destacam-se a obesidade, o sedentarismo e o tabagismo. Identificando esses fatores de risco, que chamamos de modificáveis, podemos ajudar a prevenir o câncer de mama com a mudança dos hábitos.”

 

Vale lembrar que o Hospital São Vicente recebe permanentemente doações de lenços, turbantes, bonés e gorros tanto para mulheres como para homens em tratamento do câncer.

 

*agradecimentos – a consultora de imagem e estilo Hellen Bigarelli, aos empresários Carlos Sacomori, Júlia B Munhoz e Ivo Vilela, sócios da Casa Noventa que abraçaram esta ideia.

 

Sobre o Hospital São Vicente-Funef

 

Fundado em 1939, o Hospital São Vicente tem ampla atuação no transplante de fígado e rim, e nas áreas de Oncologia e Cirurgia. De alta complexidade, atende diversas especialidades clínicas e cirúrgicas, sempre com foco na qualidade e no tratamento humanizado. Desde 2002, a instituição é gerida pela Fundação de Estudos das Doenças do Fígado Koutoulas Ribeiro (FUNEF).

Sua estrutura conta com Pronto Atendimento, Centro Médico, Centro Cirúrgico, Exames, UTI, Unidades de Internação e Centro de Especialidades. O programa de Residência Médica credenciado pelo MEC nas especialidades de Cirurgia Geral, Cirurgia Digestiva, Cancerologia Cirúrgica e Radiologia.

Mais informações: www.saovicentecuritiba.com.br

 

Acompanhe nossa página no Facebook: www.facebook.com/hospitalsaovicentecuritiba

Instagram: @saovicentecuritiba

Linkedin: hospital são vicente

 

Hospital São Vicente – Funef

Rua Vicente Machado, 401 – Centro – Curitiba/PR

(41) 3111-3000



Tumor colorretal é segundo tipo câncer mais comum em homens e mulheres

 

Dr. Esdras Camargo A. Zanoni*

 

O câncer colorretal (CCR) é o tumor maligno mais frequente do intestino grosso, que é formado pelo cólon e reto. A estimativa de casos novos de CCR no Brasil para o ano de 2020, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), é de 20.540 casos nos homens e 20.470 casos nas mulheres, sendo dessa forma, o segundo tipo de câncer mais comum entre homens e mulheres.

O risco acumulado de desenvolvimento do CCR ao longo da vida é de aproximadamente 6%. Sabe-se que a maioria dos casos de câncer do intestino grosso provém dos pólipos (adenomas) e, portanto, sua identificação e remoção, por meio da colonoscopia, possibilitam redução considerável no número de mortes relacionadas a esse tipo de câncer. 

Rastreamento (prevenção)

O rastreamento é definido com a investigação de pessoas assintomáticas (sem sintomas), a fim de classificá-las em alta ou baixa probabilidade de desenvolver uma doença. Verifica-se que o câncer colorretal é uma doença elegível para o rastreamento pois, tem alta prevalência, pode ser detectado em fase pré-maligna e é passível de ser curado. As taxas de sobrevida podem alcançar pelo menos 90% quando detectado precocemente.

O procedimento mais realizado e mais completo para o rastreamento do câncer colorretal é a colonoscopia, pois pode investigar toda a extensão do intestino grosso (cólon e reto), além de propiciar no mesmo momento a retirada de pólipos e outras lesões. 

Populações de risco para câncer colorretal

O risco é determinado por fatores genéticos e adquiridos ao longo da vida.  Estrategicamente, os indivíduos são divididos em duas populações:  as de risco médio e risco alto. A população de risco médio é composta por indivíduos sem sintomas, de ambos os sexos, com idade igual ou superior a 50 anos, sem outros fatores de risco.

Já a população de risco alto é subdivida em duas categorias: risco aumentado e alto risco propriamente dito. Os indivíduos de risco aumentado são aqueles que: 1) possuem antecedente de pólipos; 2) possuem antecedente de cirurgia curativa para tratamento do câncer colorretal; 3) possuem história familiar de câncer colorretal ou pólipos. Os indivíduos de alto risco são aqueles que: 1) encontram-se sob risco elevado em função do histórico pessoal de doença inflamatória intestinal (Retocolite Ulcerativa e Doença de Crohn) de longa duração, ou seja, com mais de oito anos; 2) encontram-se sob risco elevado em função da presença ou suspeita de síndromes hereditárias (Polipose Adenomatosa Familiar e Câncer Colorretal Hereditário Não-Polipose - do inglês, HNPCC – também conhecido como Síndrome de Lynch).

A importância de se estabelecer populações de risco é orientar a idade de início do rastreamento e definir os intervalos de tempo para a repetição do procedimento escolhido no rastreamento.

Quando iniciar o rastreamento para câncer colorretal?

De maneira geral, recomenda-se que o rastreamento por colonoscopia seja iniciado aos 50 anos, idade em que se atinge o risco médio para o desenvolvimento dessa neoplasia maligna. Entretanto, indivíduos com histórico familiar (parentes de 1° grau) de câncer colorretal, via de regra, devem rastrear aos 40 anos ou 10 anos antes do caso mais precoce (aquele diagnosticado com a menor idade). Em famílias consideradas portadoras da Síndrome de Lynch - cujos critérios consideram: três ou mais familiares diagnosticados com câncer de intestino; um dos quais é parente de primeiro grau dos outros dois; envolvimento de pelo menos duas gerações; um ou mais casos do diagnosticados antes dos 50 anos – o rastreamento deve se iniciar por volta dos 22 anos. 

Sintomas do CCR

Muitos tumores não causam sintomas e são descobertos durante exames de rotina ou por meio de um exame proctológico (toque retal). Os sintomas mais comuns são as alterações do hábito intestinal, como constipação ou diarreia, e sangue nas fezes. Nos tumores do reto as fezes podem também apresentar aspecto afilado. Podem estar presentes dor pélvica ou na parte mais baixa do abdome, perda de peso inexplicável ou sentimento de fraqueza contínuo. Frequentemente, dor abdominal e perda de peso indicam doença mais avançada.

Outros problemas do cólon e do reto também podem causar esses mesmos sintomas. As hemorroidas não causam câncer, mas podem produzir sintomas semelhantes. Qualquer pessoa com esses sintomas deve procurar um especialista em intestino para ter um diagnóstico e tratamento precoces.

 

Diagnóstico e avaliação do CCR

Para o câncer do reto, o exame proctológico (toque retal e retoscopia) é considerado fundamental tanto para o diagnóstico quanto para se estabelecer a estratégia de tratamento. O passo seguinte é a realização de colonoscopia com o objetivo de detectar pólipos ou outros tumores - que podem ocorrer sincronicamente no cólon ou no reto (3% dos casos de CCR) - e biopsiar a lesão suspeita que fora diagnosticada.

Para saber a extensão da doença, ou seja, se há comprometimento para fora do órgão ou à distância (metástase), são realizadas tomografias do abdome e da pelve, assim como do tórax. A coleta sanguínea de um marcador tumoral denominado Antígeno-carcinoembrionário (CEA) também é solicitada. Quando se trata de câncer do reto, a realização da ressonância magnética da pelve é inquestionável nos dias atuais, pois determina se o tumor deve ser tratado com radioterapia e quimioterapia antes da cirurgia. Com esses métodos de imagem se estabelece um estadiamento inicial para o CCR. Contudo, o estadiamento definitivo – que decide sobre a necessidade de algum tratamento pós-operatório (quimioterapia), e disponibiliza uma análise prognóstica da doença - é realizado somente após o tratamento cirúrgico que possibilita a auditoria detalhada do tumor com seus linfonodos pelo médico patologista.

Tratamento

Para se proporcionar a cura, o tratamento cirúrgico do CCR é quase sempre realizado. A cirurgia do CCR remove o segmento intestinal onde está localizado o tumor juntamente com seus linfonodos.

No caso de câncer do reto, dependendo da sua localização – de acordo com sua distância em relação ao ânus – e estadiamento, a cirurgia pode ser realizada através do pelo abdome (na maioria dos casos) ou, em casos selecionados, através do ânus. O câncer do reto também apresenta uma particularidade bem estabelecida sobre radioterapia e quimioterapia que na maioria das vezes acabam sendo consideradas antes do tratamento cirúrgico.

A criação de colostomia ou ileostomia (colocação do intestino aberto na parede abdominal dentro de uma bolsa) depende de alguns fatores que são discutidos com o paciente previamente à cirurgia, mas é um evento realizado em um número muito pequeno de casos. Cirurgiões colorretais ou Coloproctologistas são treinados em cirurgia minimamente invasiva ou laparoscópica e devem oferecer essa via de acesso aos pacientes que é passível de ser realizada na grande maioria dos casos.  Sabe-se, por meio de estudos consagrados na literatura médica, que a laparoscopia reproduz os mesmos resultados oncológicos da cirurgia convencional aberta, além de proporcionar uma recuperação mais rápida do paciente no pós-operatório com retorno precoce às suas atividades diárias. 

Fatores que influenciam o prognóstico

Sem dúvida, as melhores chances de sucesso e cura encontram-se nos pacientes que apresentam tumores confinados ao cólon ou ao reto. Essa é a única razão pela qual a detecção precoce é fundamental.

 

Acompanhamento após o tratamento

Mesmo quando o câncer parece ter sido completamente tratado e removido, existe a possibilidade de recorrência, que pode ser local ou à distância (metástases). Isso ocorre porque células malignas não detectadas permanecem em algum lugar do corpo após o tratamento. Para tanto, o paciente deve ser monitorado em intervalos de tempo pré-determinados por meio de avaliações que abrangem exame físico, exames de imagem e colonoscopia, durante um período aproximado de cinco anos.

 

*Dr. Esdras Camargo A. Zanoni, coloproctologista, cirurgião digestivo e oncológico colorretal do Hospital VITA (Curitiba – PR)






Sobre o Hospital VITA - A primeira unidade da Rede VITA no Paraná foi inaugurada em março de 1996, no Bairro Alto, e a segunda em dezembro de 2004, no Batel. O VITA foi o primeiro hospital brasileiro a conquistar, no início de 2008, a Acreditação Internacional Canadense CCHSA (Canadian Council on Health Services Accreditation). A certificação de serviços de saúde avalia a excelência em gestão e, principalmente, a assistência segura ao paciente. Além disso, o VITA é um dos hospitais multiplicadores do Programa Brasileiro de Segurança do Paciente (PBSP). Ele visa disseminar e criar melhorias inovadoras de qualidade e segurança do paciente. Integra também o grupo de hospitais da Associação Nacional de Hospitais Privados - ANAHP. O VITA oferece atendimento 24 horas e é referência nas áreas de cardiologia, cirurgia geral, neurologia, cirurgia bariátrica, medicina de urgência, urologia, terapia intensiva e traumato-ortopedia. Além disso, dispõe de um completo serviço de medicina esportiva, prestando atendimento a atletas de diversas modalidades; serviço de oncologia; Centro Médico e Centro de Diagnósticos. Para garantir um alto nível de qualidade nos serviços prestados aos pacientes, o VITA tem investido em ampliação da infraestrutura, tratamentos com equipes multidisciplinares, modernização dos equipamentos, humanização no atendimento, qualificação dos profissionais e segurança assistencial. www.hospitalvita.com.br




Quanto peso você realmente pode perder em 1 semana? O guia completo do emagrecimento saudável.


Essa definitivamente não é uma resposta fácil, mas é necessário ter em mente que mudar os hábitos a caminho de um estilo de vida mais saudável produzirá mais efeito do que perder peso demais em um curto espaço de tempo (e não conseguir manter)

Quantos kg posso perder em 1 semana?

São Paulo – /2020 - Vamos à dura realidade: perder peso leva tempo. E isso é completamente normal, para todos. “O processo de perder até mesmo um quilo pode depender de uma lista de variáveis, incluindo sua taxa metabólica basal, peso inicial, horário de sono e muito mais. Então, quando alguém pergunta ‘quanto peso posso perder em uma semana?’, não há realmente uma resposta dura e rápida”, diz a médica nutróloga Dra. Marcella Garcez, professora e diretora da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN). “O mais importante é afastar-se das dietas muito restritivas. Quando há muita restrição, você pode perder peso mais rápido, mas de uma forma não saudável, que pode afetar da imunidade à saúde e beleza da pele, dos cabelos, das unhas. Além disso, elas podem acentuar os episódios de compulsão alimentar depois que o paciente atinge o peso desejado”, acrescenta a médica.

          Em primeiro lugar, o que você pode perder e o que deve perder são duas coisas diferentes. “Se você deseja perder peso e mantê-lo, você deseja fazê-lo na faixa de um a dois quilos por semana”, diz a médica. No final das contas, isso vai ser mais sustentável - e mais fácil de manter o controle - do que tomar medidas extremas para perder mais peso em uma semana, apenas para vê-los voltar imediatamente.

          Mas, como mencionado, há muitas variáveis que podem afetar sua capacidade de perder peso rapidamente, de modo que esse número pode ser diferente dependendo delas. Existem sete fatores principais que influenciam a perda de peso, que a médica detalha mais abaixo:

  1. Peso da água

“Se você perder peso muito rapidamente, provavelmente não está vindo da gordura”, observa a Dra. Marcella. Provavelmente é apenas o peso da água. “A água pode ser diminuída muito rapidamente, mas volta com a mesma rapidez.” Portanto, se você está tentando perder peso, lembre-se de que só porque o número na balança está aumentando ou diminuindo rapidamente não significa que você está alcançando os resultados que deseja. "Mais devagar pode ser melhor e um sinal de que seu corpo está realmente perdendo gordura em vez de outros elementos cruciais como músculos ou água", diz a médica.

  1. Déficit de calorias

Se você realmente quer perder um peso considerável, vai se concentrar no déficit calórico. É importante que você realize uma análise de bioimpedância (BIA) para descobrir seu metabolismo basal e qual deve ser o seu déficit. “Este teste levará em consideração fatores como sua massa muscular e a quantidade de calorias que você queima em repouso (taxa metabólica basal). Em seguida, ele calculará quantas calorias você precisa consumir por dia para perder um a dois quilos por semana. Esse número, mais o quanto você perderá durante um treino, menos 500, determinará seu déficit geral”, afirma a médica. “Normalmente, você deseja comer 500 calorias a menos do que normalmente queima em um dia para perder cerca de um a dois quilos por semana”, diz. Então, digamos que você queime 1.300 calorias em repouso e 350 durante o treino, o que dá 1.650 calorias no total. Portanto, você deve ter um plano alimentar de 1.150 a 1.250 calorias por dia para perder um a um quilo por semana. (Geralmente, você não deve ficar abaixo de 1.200 calorias por dia sem a supervisão de um médico ou nutricionista.)

  1. Massa muscular

Se você está perdendo peso muito rapidamente, como ocorre com a água, pode estar perdendo músculos em vez de gordura. É por isso que é tão importante treinar a força enquanto tenta perder peso. “Os pesos irão ajudá-lo a ganhar mais massa muscular e queimar mais calorias. O estímulo muscular queima calorias. As pessoas podem até pensar que não querem ganhar músculos e ficar mais volumosas, mas a verdade é que a atividade física, principalmente musculação, ajuda a queimar mais gordura com mais eficiência", diz a médica.

  1. Sono

Cuidado com as corujas da noite. Seus hábitos de sono podem atrapalhar seus objetivos. “Sete horas de sono são cruciais para a perda de peso”, diz a médica. Muitas vezes, algumas pessoas que lutam para perder peso estão, na verdade, sofrendo de apneia do sono não diagnosticada. Esse distúrbio do sono, em particular, envolve seu corpo não recebendo a oxigenação adequada de que precisa à noite, levando a uma péssima qualidade do sono e cansaço. “E quando você está cansado, seu corpo anseia por carboidratos para obter energia. Isso provavelmente está atrapalhando seu plano de perda de peso”, afirma a médica.

  1. Estresse

Em tempos de estresse da vida, pode ser difícil perder peso. “Seu corpo sabe que está em uma posição estressada e não vai deixar você perder peso como faria se fosse uma restrição intencional. Tente eliminar o estresse em sua vida quando estiver em um novo plano de perda de peso”, diz a médica. Não há problema em se priorizar.

  1. Problemas de tireoide

Se você sofre de problemas de tireoide e está tentando perder peso, é importante enfatizar que essas coisas nem sempre andam de mãos dadas. “Quando sua tireoide está lenta, tudo desacelera. Isso inclui a taxa na qual você queima calorias e seu metabolismo, ambos fatores que podem impedir sua capacidade de diminuir os números da escala”, diz a médica. Portanto, convém consultar seu médico se você tem sido consistente com sua dieta e exercícios, mas ainda não está obtendo os resultados desejados: pode ser sua tireoide.

  1. Alimentação

Isso pode ser óbvio, mas não o torna menos importante. Sua dieta antes, durante e depois da perda de peso é extremamente crucial para a facilidade ou rapidez com que você será capaz de perder ou manter o peso baixo. “Um adulto médio deve consumir um mínimo de 0,8 grama de proteína para cada quilograma de peso corporal por dia. Se você quer construir músculos e perder gordura ao mesmo tempo, você terá que aumentar sua ingestão de proteínas”, afirma a médica. "Se você não está ingerindo proteína suficiente enquanto faz um treinamento com pesos pesados, você não vai se recuperar de seus treinos o suficiente para ter um bom desempenho, o que significa que você não vai ganhar tantos músculos ou queimar tanta gordura", explica. Cerca de 30% das suas calorias devem vir de proteínas, nesse caso.

          Agora, se você precisa maximizar sua perda de peso em menos tempo, algumas dicas podem ser seguidas, a fim de não acabar com a sua saúde:

Não coma tarde da noite: o metabolismo dos alimentos consumidos é mais lento à medida que anoitece. Você não precisa usar o método 16:8 de jejum intermitente, mas comer entre um determinado período de tempo, por exemplo na manhã e à tarde, pode ser extremamente benéfico para a perda de peso. “À noite, prefira refeições mais leves”, diz a médica nutróloga.

Coma mais proteína: você pode aumentar o consumo de proteínas à base de plantas (proteínas de ervilha, do arroz ou do grão de bico) porque elas não estressam os rins. “Mas se você gosta de carne e peixe, o ideal é optar pelas carnes magras como frango. Outras grandes fontes de proteína incluem peixes selvagens, salmão e feijão. E se você quiser comer carne vermelha como a de boi, faça-o ocasionalmente para reduzir a ingestão de gordura”, diz a médica.

Pegue alguns pesos: lembre-se de que o treinamento de força é a chave para manter os músculos de que você precisa para abastecer seus treinos e queimar calorias. Três a quatro dias por semana de 45 minutos de exercícios de força e musculação (exercícios de máquina, pesos livres etc.) pode ajudar muito.

Trabalhe em algum treinamento HIIT: o famoso treino intervalado de alta intensidade é a forma mais eficiente de ativar seu metabolismo para queimar mais gordura. Uma sessão de 15 a 20 minutos intercalando alta e baixa intensidade, mas sempre na maior frequência que você aguentar, queimará tantas calorias quanto uma hora de corrida.

Hidrate-se frequentemente: "Nosso corpo é composto por dois terços de água", diz a Dra. Marcella Garcez. Precisamos disso para sobreviver. A contagem de calorias, levantamento de peso e refeições ricas em proteínas não significam nada se você não estiver hidratado. “Na verdade, a desidratação pode distorcer seus resultados, causando mais perda de peso com água do que gordura. E lembre-se, esse tipo de peso só voltará imediatamente”, lembra a médica.

Fique de olho no seu déficit de calorias: esses aplicativos para perda de peso podem ajudar os usuários a se manterem atualizados, contando as calorias para você e apontando outras maneiras de progredir no seu plano de perda de peso. É muito comum, por exemplo, as pessoas contarem as calorias do pão e deixarem fora da conta as calorias do requeijão, geleia, manteiga. E nisso os aplicativos podem ajudar.

Consulte um especialista: Se você achar que nada está funcionando, mesmo depois de fazer os ajustes necessários (por exemplo, sono, dieta, ingestão de calorias), o ideal é procurar um médico nutrólogo. Ele pode ajudá-lo a desenvolver um plano mais específico e adequado às necessidades do seu corpo.

            Em última análise, você deve ter em mente que perder peso é um processo totalmente individualizado. Sua jornada para perder peso não será como a de qualquer outra pessoa. “Tente não se concentrar no seu amigo ou no influencer que você segue no Instagram. As pessoas ficam frustradas quando chegam ao quinto dia de uma nova maneira de comer e não perdem 2,5 quilos. Comparar-se com os outros pode pôr tudo a perder", diz a médica. Tenha paciência! “A perda de peso leva tempo e consistência, e às vezes a velocidade com que você perde peso também está um pouco fora de seu controle”, finaliza a médica.

FONTE: *DRA. MARCELLA GARCEZ: Médica Nutróloga, Mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da ABRAN. A médica é Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo.

 

 #SaúdeAtodaProva


Metade das brasileiras gostariam de fazer um teste para covid, diz estudo.



Somente 12% puderam fazer o teste rápido de farmácia e 3% o teste CPR.

O Brasil já passou 4 milhões de casos de infecções por coronavírus, porém, sua taxa de recuperados é maior do que a taxa mundial, segundo a Universidade de Johns Hopkins. Porém, mesmo com a alta taxa de recuperação, a população continua assustada com o número de casos, e também com a impossibilidade de realizar um teste para Covid. Pois, os testes são reservados para as pessoas que apresentam sintomas. 



Trocando Fraldas em seu mais recente estudo, constatou que pelo menos metade das brasileiras gostariam de fazer um teste para covid. Porém, 74% delas não têm condições de pagar por ele. E por esse motivo, 82% das entrevistadas ainda não realizou um teste para coronavírus. Somente 12% fizeram o teste rápido, e 3% o teste CPR.

O estudo também constatou que o principal motivo que faz com que 74% das participantes queiram fazer o teste é a curiosidade de saber se já tiveram ou têm coronavírus. O segundo motivo é realmente pela suspeita de ter o vírus, com 14% das entrevistadas. 

Os dados estaduais demonstram que, Rio Grande do Norte e Pará são os estados com os maiores percentuais de pessoas que gostariam de fazer um teste, com 68% e 64% respectivamente. No Rio de Janeiro, 52% da população gostaria de poder fazer. Já em São Paulo pelo menos metade da população gostaria de realizar o teste. E o Mato Grosso é o estado com o menor percentual, mas mesmo assim, 41% da população gostaria de fazer um teste







Odonto Company


Odonto Company, a maior rede de

clínicas odontológicas do Brasil, abre

mais uma unidade no Jardim Paulista

em Campina Grande do Sul.

O empresário Ricardo Valentini, Dr.

Gustavo Cassilha, Dra. Débora Balcevicz

e o médico de São Paulo Fernando

Ghilardi receberam no último dia 22 de

setembro políticos, empresários, amigos

e clientes de Campina Grande do Sul,

Quatro Barras e Curitiba em um

coquetel de inauguração da nova

unidade odontológica.




#OdontoCompany


#OdontoCompany



.

Com mais de 800 clínicas abertas no

Brasil, a unidade de Campina Grande do

Sul faz implantes, facetas, próteses,

ortodontia, extração, restauração,

limpeza, canal, botox, harmonização

facial e também possui raio x

panorâmico. Temos a capacidade de

atender até 3 mil pacientes por mês

com qualidade e profissionais

especializados. O grupo estará abrindo

até o início de janeiro mais uma

unidade em Guaratuba. Agende já sua

avaliação!


Dia do Idoso: Autocuidado é ainda mais importante na terceira idade

Podóloga da Doctor Feet ensina rotina de cuidados com o pés, pernas e unhas, na melhor fase da vida

No dia 27 de setembro comemora-se o Dia Nacional do Idoso, criado pela Comissão de Educação do Senado Federal para refletir a respeito da situação dessa fatia da  população no País, seus direitos e dificuldades. E para celebrar esta data, Malú Pinheiro, coordenadora técnica da Doctor Feet, maior rede de serviços de podologia  do Brasil dá algumas dicas para ajudar no autocuidado na melhor idade, onde a pele tende a ficar mais fina e delicada, especialmente na região das pernas e pés. ”Se o idoso não puder realizar essa rotina de autocuidado sozinho, é essencial que a família colabore ou busque ajuda de um profissional da área”, explica a profissional. Confira abaixo:

 

Higienização e hidratação

Durante o banho, evite deixar a água muito quente, pois a temperatura elevada pode  prejudicar a proteção natural da pele e, após finalizá-lo é preciso secar bem os pés com toalha ou pano seco e finalizar com uma toalha de papel para remover toda a umidade entre os dedos, evitando assim frieiras e micoses. “Mantenha a hidratação das pernas e pés com cremes hidratantes específicos, mas evite aplicá-los entre os dedos. Use os produtos toda noite, após o banho”, orienta Malú.

 

Corte de unhas

O ideal é que o corte seja feito em um lugar especializado, evitando assim  ferimentos ou o encravamento da unha. “Caso haja dificuldade, apenas lixe as unhas até chegar a um tamanho confortável, que não incomode o idoso”, indica a especialista.

 

Hora de calçar

Para melhor absorção do suor e evitar odores e/ou lesões, prefira sapatos confortáveis e use meias de algodão e que não sejam apertadas e dê preferência a meias brancas que, em caso de algum ferimento é fácil detectar. “Não use calçados antigos, deformados ou rompidos pois eles não darão a correta sustentação durante o deslocamento e podem provocar acidentes dentro de casa. O ideal é que tenham solado firme, que ajudem na sustentação e alinhamento dos pés e, se possível, dê preferência para os que tenham fecho com velcros pela facilidade de abrir e fechar”, recomenda a Malú.

 

Exercício diário

Faça um exercício simples: movimente o pé para cima e para baixo e depois rotacione vagarosamente por aproximadamente 10 minutos, diariamente. E eleve os pés para assim ajudar no retorno venoso. A atividade facilita a circulação e ajuda a combater o inchaço.

 

Para os diabéticos

Nesse caso, é preciso atenção redobrada pois um simples machucado no pé de um diabético pode acabar se tornando um problema grave, explica a profissional. Isso porque, por não sentir dor, a pessoa não percebe o ferimento e pode acabar desenvolvendo calos de pressão e lesões na pele e nas articulações. “Em casos mais graves, a demora para cicatrização pode ocasionar lesões graves e infecções severas nos pés”, ressalta a coordenadora técnica. Recomenda-se ainda fazer visitas regulares ao médico vascular e endocrinologista e, pelo menos a cada 30 dias, ao podólogo.

Sobre a Doctor Feet

Pioneira no segmento, a Doctor Feet é a mais ampla rede de serviços de podologia e venda de produtos médicos/ortopédicos. Comemorando 22 anos de mercado, a marca conta com mais de 80 unidades, em 14 estados brasileiros. Informações: www.doctorfeet.com.br  - Instagram @doctor_feet - Facebook: doctorfeet.podologia





+Saúde
Como enquadrar a covid-19 como doença ocupacional
Rita Riff, advogada especializada em Direito Previdenciário. Diretora do Brazilian Prev Consultoria em Previdência no Brasil e exterior
Devido à revogação da portaria publicada em 01/09/2020 que previa a COVID-19 na lista de doenças ocupacionais, volta a valer o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF). Em abril, a Corte já havia definido que os casos de contaminação de trabalhadores pelo novo coronavírus poderiam ser enquadrados como doença ocupacional. No entanto, esse reconhecimento não é automático. O funcionário precisa passar por perícia no INSS e comprovar que adquiriu a doença no trabalho.
Se a portaria estivesse em vigor, ao pedir afastamento ao INSS, o médico poderia considerar que se tratava de doença do trabalho, sem necessidade de prova. E caberia, então, à empresa, provar o contrário.
Doença ocupacional é aquela adquirida ou desencadeada em função da realização de atividades cotidianas no trabalho. Entre as mais comuns, por exemplo, estão a Lesão Por Esforço Repetitivo (LER), lombalgias, hérnias, doenças de audição e visão e até psicológicas, como a depressão e a ansiedade.
O impacto causado no âmbito previdenciário ao não incluir a Covid-19 na lista de Doenças relacionadas ao trabalho, dificultará que o INSS, voluntariamente, conceda o benefício por auxílio-doença acidentário, salvo se houver decisão administrativa ou judicial em sentido contrário.
Portanto, no atual cenário, a Covid-19 não deve ser entendida, em regra geral, como doença do trabalho, salvo se houver a prova de que o coronavírus foi contraído por força do exercício da atividade laborativa.
No âmbito trabalhista a revogação da portaria ministerial não deve ser entendida como sinônimo de ausência de responsabilidade empresarial, em especial nos casos em que, efetivamente, ficar comprovado o nexo de causalidade pela contaminação do funcionário em seu ambiente de trabalho por culpa empresarial.
Contudo, atividades que envolvem os profissionais da área de saúde, em razão da exposição direta e de forma mais acentuada ao vírus, faz com que a Covid-19 se enquadre na lista de doenças ocupacionais, diante do nexo de causalidade.

Nexo causal
Para que uma doença seja considerada ocupacional, é necessário que ela seja adquirida ou desencadeada em função de condições especiais em que o trabalho é realizado e com ele se relacione diretamente, isto é, que haja um nexo causal entre a doença e o trabalho.
Como a Covid-19 é uma doença endêmica, em princípio, não seria considerada uma doença ocupacional, salvo se, na perícia do INSS, o médico perito entender que existe o nexo causal. Assim, o simples fato de um empregado ser diagnosticado com Covid-19 não implica automaticamente o reconhecimento de doença do trabalho. Mesmo que o INSS conceda o benefício acidentário, a empresa ainda pode recorrer da decisão, juntando contestação médica e documentação pertinente.
Quando um empregado é afastado por doença ocupacional, ele recebe um auxílio-doença acidentário e a empresa é obrigada a pagar o FGTS do período de afastamento, além de ter que dar estabilidade de 12 meses após a alta do INSS.

A pensão por morte decorrente da Covid-19, o que muda?
Pensão por Morte é devido aos dependentes do segurado falecido.
Com a Reforma da Previdência, houve uma mudança no cálculo deste benefício. Ficou assim:
·         os dependentes receberão 50% do valor que o falecido recebia de aposentadoria ou do valor que ele receberia caso fosse aposentado por invalidez; 
·         haverá um acréscimo de 10% para cada dependente do segurado falecido.
A novidade vem agora: caso o óbito do segurado tenha ocorrido em conta de acidente (acidente de trabalho, doença profissional ou doença do trabalho), o valor da Pensão por Morte será 100% do valor da aposentadoria ou do valor que ele receberia se aposentado por invalidez, independente de quantos dependentes hajam. 
Portanto, se a causa da morte foi a contaminação por Coronavírus, por exemplo, a família recebe 100% do valor da aposentadoria do segurado/falecido.
Atenção: essas regras da Reforma da Previdência são válidas para os óbitos ocorridos a partir do dia 13/11/2019.
________________________



Grupo de cantoras se une ao Instituto Vencer o Câncer para lançar música em apoio ao projeto Sim Para Quimio Oral
Proposta de lei, em tramitação na Câmara dos Deputados, torna automática a cobertura pelos planos de saúde de tratamentos orais de câncer aprovados pela Anvisa
“O câncer não espera, precisamos tratar”. Este é um dos versos da canção “Sim Para a Quimio Oral”, que ganhou as vozes das cantoras Sandra de Sá, Elba Ramalho, Roberta Miranda, Wanessa Camargo, Lecy Brandão, As Marcianas, Carmen Monarcha, Lucyana Villar, As Galvão, Nilva Lima, Tania Alves, Ruama, Adriana Farias e Adryana Ribeiro. A união das artistas de diversas vertentes musicais defende uma causa importante para milhares de pacientes oncológicos usuários de planos de saúde: o acesso aos medicamentos orais contra o câncer.
A música é mais uma iniciativa para conscientizar a sociedade sobre o PL 6330, aprovado por unanimidade no Senado no início de junho, e que aguarda votação na Câmara dos Deputados. O projeto, iniciativa do Instituto Vencer o Câncer, dispensa a necessidade de esperar pela atualização do Rol de Procedimentos da ANS, que acontece a cada dois anos, prejudicando dezenas de milhares de pacientes e atrasando o acesso a tratamentos mais eficazes que já estejam disponíveis no mercado.
“O medicamento oral, como qualquer outro, é aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) antes da análise da ANS para incorporação. O projeto propõe, agora, uma mudança de indicação. O tratamento já está disponível nos planos de saúde, mas na forma endovenosa.  Essa é uma decisão técnica, que leva em conta a qualidade de vida do paciente e os beneícios da indicação”, afirma o oncologista Fernando Maluf, um dos fundadores do Instituto Vencer o Câncer.
Em vários casos, por não ter um substituto intravenoso, essas os quimioterápicos orais também apresentam maiores chances de cura, de sobrevida, de controle da doença e dos sintomas e melhora da qualidade de vida. Hoje os orais representam mais de 70% dos medicamentos oncológicos.
As cantoras gravaram a música “Sim Para a Quimio Oral”, remotamente, em suas casas ou em estúdios, canção de autoria de Nil Bernardes e Tatias. A produção contou com os arranjos do maestro Marco Pontes Caixote, direção de Nil Bernardes e coordenação de Alzira Scarabucci e Jo Mattos.
“Sinto enorme gratidão por nos proporcionar esta ilustre oportunidade de executar este projeto por uma causa tão nobre”, afirma Alzira Scarabucci, que teve a iniciativa de apoiar o projeto Sim Para a Quimio Oral ao reconhecer importância da proposta.
Além do apoio das cantoras, a campanha já conta com a manifestação de outros artistas e personalidades da TV e do entretenimento. Nomes como Ana Maria Braga, Roberto Carlos, Ana Furtado, Rodrigo Faro, Marcelo Tas já  aderiram à campanha.
O manifesto pela aprovação do Projeto de Lei já recolheu mais de 120 mil assinaturas. Uma carta aberta assinada por entidades médicas e de profissionais de saúde e diversas associações que representam pacientes oncológicos também reforça a relevância da iniciativa. Os documentos podem ser acessados no site https://www.simparaquimiooral.org.br/
+Saúde

Paciente digital promove revolução na saúde e empresas buscam impactar clientes pela digitalização da experiência
A principal forma de suprir as exigências do novo perfil de paciente é inovando, ao investir em tecnologia e entendendo as necessidades e expectativas dos consumidores
Prestes a completar 30 anos de Brasil, sem dúvida, a Internet mudou para sempre a história da humanidade. Com a sua popularização, milhares de coisas passaram por um processo positivo de evolução desde então, inclusive quando se fala em comportamento do consumidor.
Para entender de forma mais clara é preciso focar em um setor. Com a pandemia, o que mais tem demandado atenção é a área da saúde, que, por motivos óbvios, é tema de preocupação constante por se tratar da vida das pessoas.
O perfil dos pacientes mudou ao ser tornar digital, já que essas pessoas realizam pesquisas na Internet sobre temas relacionados à saúde e bem-estar, além de aproveitarem as informações disponíveis no ambiente online para comprarem itens de cuidados com a saúde, encontrarem especialistas e até marcarem consultas.
Se antes o médico era praticamente inquestionável, hoje o paciente vai à consulta preparado para argumentar no que diz respeito aos seus tratamentos e medicações. Esse empoderamento do paciente fez com que empresas do setor de saúde tivessem de repensar seu modelo de atendimento tradicional ou criassem algo novo para atender essas expectativas.
A exemplo desse comportamento, a Suprevida, plataforma on-line de compra de produtos de saúde com acesso à artigos, profissionais e clube colaborativo de fidelidade, realizou um levantamento e verificou que os três temas mais buscados pelos pacientes digitais dentro da sua plataforma nos últimos seis meses foram: feridas, diabetes e coronavírus. Outro ponto relevante é sobre a procura por profissionais da saúde, que, desde o início da pandemia, ganhou destaque especial na base da empresa, que conta com 400 profissionais disponíveis na plataforma. Esses dados apontam para o cenário, no qual as pessoas estão buscando mais informações relacionadas a saúde e bem-estar, ou seja, querem estar mais informadas.
No Brasil, o paciente digital é formado, majoritariamente, por mulheres que têm entre 25 e 34 anos e são residentes de grandes cidades - como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte- de acordo com um levantamento feito pela Doctoralia. Elas são profissionalmente ativas e buscam na rede uma maneira de cuidar da saúde de forma mais confortável, economizando tempo.
“A democratização da Internet, somada a pandemia, fez com que cada vez mais pacientes buscassem um atendimento online. Por isso, a questão da digitalização da experiência é tão importante dentro desse contexto, principalmente no setor de saúde. Quanto mais amigável for a ferramenta e mais humanizado, prático e seguro o atendimento das necessidades, mais chances teremos de fidelizar o consumidor digital. Quem compra ou busca um profissional da área de saúde na Internet e tem uma experiência confiável, vai voltar a utilizar o serviço”, comenta o CEO da Suprevida, Rodrigo Correia da Silva.
Os números da Suprevida apontam essa tendência. A empresa já conta com milhares de consumidores na sua base de dados e registrou um aumento de 54% no número de clientes, no período de fevereiro a março deste ano, um percentual considerado bastante relevante.    
A principal forma de suprir as exigências do novo perfil de paciente é inovando, principalmente, ao investir em tecnologia e colocando o cliente no centro do processo, de forma a entender suas dores, necessidades e expectativas. A partir daí, deve-se aplicar esse conhecimento na atuação da empresa para cada vez mais evoluir no que tange a experiência digital.
Sobre a Suprevida
Após um problema de saúde na família, no qual o pai teve dificuldades em encontrar itens de cuidados e produtos especiais, além de não conseguir contratar cuidados específicos em domicílio, o empreendedor Rodrigo Correia da Silva enxergou neste cenário, além de uma oportunidade de mercado, uma forma de ajudar as pessoas, e, assim, fundou a startup Suprevida, plataforma on-line de compra de produtos de saúde com acesso à artigos, profissionais e clube colaborativo de fidelidade.


Use Máscara.
Compartilhe esta Idéia.




Psicologia: perdas e ganhos da pandemia
No ambiente hospitalar ou no acompanhamento de quem teme a doença, equipes de psicólogos vêm protagonizando mudanças
Com períodos de internamento mais longos e uma realidade de visitas restritas, a COVID-19 reforçou a necessidade de cuidados hospitalares que vão além do tratamento do corpo. A saúde mental é olhada com atenção pela Psicologia para garantir maior conforto emocional e melhorar a interação entre pacientes, equipes assistenciais e familiares.
Além do trabalho desenvolvido rotineiramente, que engloba a avaliação do estado emocional e da qualidade do sono do paciente, no Hospital Marcelino Champagnat, em Curitiba (PR), os psicólogos que integram a equipe multidisciplinar de atendimento desenvolveram mudanças significativas na comunicação durante a pandemia. Com a necessária restrição de acompanhantes e visitas, os psicólogos passaram a planejar reuniões virtuais entre pacientes, amigos e familiares. “Em uma visita virtual chegamos a reunir mais de 10 familiares e amigos ao mesmo tempo, fazendo com o paciente sinta-se amado e mais confortável. A tecnologia permite que mesmo aquele parente que tem uma rotina intensa de trabalho, consiga estar presente de alguma forma e prestar seu apoio”, revela a psicóloga e coordenadora do serviço de psicologia do hospital, Raquel Pusch. Se anteriormente o contato do paciente ficava restrito ao número de acompanhantes ou visitantes permitido e horários pré-determinados, o uso da tecnologia proporcionou a reunião de grandes grupos em um momento delicado. A psicóloga revela ainda que, antes do contato com o paciente, há um momento de preparo para que o encontro virtual seja o mais adequado e reconfortante possível. “É como uma breve terapia em grupo para trabalhar também os anseios da família e tornar o momento ainda mais acolhedor”, completa.
E após a pandemia, a comunicação entre pacientes e familiares voltará a ser a mesma? A psicóloga acredita que não: “Creio que essa necessidade de adaptação é um dos maiores legados da pandemia. Visitas pessoais e visitas virtuais não irão se contrapor e, sim, se completar para proporcionar bem-estar emocional tanto para pacientes como para seus entes queridos”.
Nesse período, o trabalho dos psicólogos não se restringe aos pacientes. Regularmente são realizadas dinâmicas entre os profissionais de saúde para orientá-los a lidar com as emoções e desafios impostos na rotina atual.
Saúde Mental 
Buscar apoio psicológico profissional não era hábito comum entre boa parte da população, no entanto, a saúde mental é tão relevante que os serviços de check-up prestados por instituições hospitalares incluem avaliação psicológica no diagnóstico integral do paciente. “A consulta avalia o grau de adaptação do indivíduo diante dos estímulos vivenciados na rotina de suas atividades e como o organismo responde a eles apresentando estresse, ansiedade, depressão e outros sintomas”, comenta a psicóloga do serviço de check-up do Hospital Marcelino Champagnat, Raphaela Ropelato. Uma herança positiva da pandemia certamente será a sensibilização das pessoas quanto à importância da saúde mental. “Ainda não é possível mensurar os prejuízos da pandemia no emocional da população, mas se conseguirmos manter a devida atenção à saúde psicológica e passarmos a atuar preventivamente contra o estresse e desequilíbrios emocionais, os ganhos para a saúde serão relevantes”, completa.
Sobre o Hospital Marcelino Champagnat
O Hospital Marcelino Champagnat faz parte do Grupo Marista e nasceu com o compromisso de atender seus pacientes de forma completa e com princípios médicos de qualidade e segurança. É referência em procedimentos cirúrgicos de média e alta complexidade. Nas especialidades destacam-se: cardiologia, neurocirurgia, ortopedia e cirurgia geral e bariátrica, além de serviços diferenciados de Check-up. Planejado para atender a todos os quesitos internacionais de qualidade assistencial, é o único do Paraná certificado pela Joint Commission International (JCI).




Projeto "Saúde 360º" aplica protocolo da medicina de estilo de vida em sessões online para o auto-cuidado.
"Saúde 360º" 

Desenvolvido pelos endocrinologistas Prof. Dr. Filippo Pedrinola e Dra. Ju Bicca, e pelo psiquiatra Prof. Dr. Marcus Zanetti, programa online utiliza linguagem inovadora na orientação do paciente em práticas para uma vida saudável com harmonia do físico, social, emocional e mental
A medicina de estilo de vida é uma das mais importantes e recentes tendências da área da saúde. Sustentada por evidências científicas, trata-se de um protocolo que trabalha um conceito ampliado de cura e promoção do bem-estar unindo a medicina tradicional a terapias complementares. Como uma evolução desse modelo, com o objetivo de criar uma linguagem fácil e de ser acessível ao maior número de pessoas, três médicos incentivadores da medicina de estilo de vida no Brasil criaram o projeto “Saúde 360º”.


Os endocrinologistas Prof. Dr. Filippo Pedrinola e Dra. Ju Bicca, e o psiquiatra Prof. Dr. Marcus Zanetti, são três profissionais que já incluíam o protocolo no atendimento aos seus pacientes. Com entendimentos semelhantes e linhas de trabalho que se complementavam, decidiram compartilhar esse conhecimento em uma parceria por meio de sessões online de orientação.
A “Saúde 360º” é um programa de vinte sessões, durante as quais o paciente recebe ensinamentos e recomendações que buscam uma vida saudável e minimizam os riscos das chamadas “doenças de estilo de vida”. Para isso, estimulam uma ação coordenada entre o físico, o social, o emocional e o mental.
"Para desenvolver o projeto ‘Saúde 360ª’, levamos em consideração atuar conectando todas as áreas que têm reflexo direto em nossa saúde e qualidade de vida. Incentivamos os pacientes em uma verdadeira intervenção dinâmica de auto-cuidado que transforma efetivamente a sua vida", explica Pedrinola, endocrinologista que possui certificação em medicina mente-corpo pelo Body-Mind Institute da Harvard Medical School, pela International Stress Management Association no Brasil (ISMA-BR) e pela University of Texas em Arlington (UTA).
Doenças de estilo de vida
Vivemos em uma época em que cada vez mais as pessoas sofrem de doenças de estilo de vida, que são responsáveis por grande parte das enfermidades da população mundial. Comportamentos comuns à vida contemporânea como o sedentarismo, estresse, alimentação inadequada, consumo de álcool, cigarro, etc, desencadeiam doenças crônicas que prejudicam a qualidade de vida e podem levar à morte.
“As doenças do estilo de vida não são uma novidade, há anos o Ministério da Saúde brasileiro alerta que elas têm disputado com os acidentes de trânsito a liderança das maiores causas de morte no país. De qualquer forma, essas doenças crônicas podem ser evitadas ou até mesmo revertidas com pequenas mudanças de rotina dentro dos quatro pilares da vida saudável. Ninguém fica doente de repente, ninguém engorda de repente, tudo é um resultado de nossas escolhas", alerta a endocrinologista Dra. Ju Bicca.
O psiquiatra Prof. Dr. Marcus Zanetti também alerta que o conceito do que é uma vida saudável não se resume apenas à ausência de doenças. “Em um sentido mais global, ser saudável envolve o bem-estar do ser humano. Esse estado é alcançado por meio da harmonia de todas as áreas de nossa vida, o que chamamos de medicina dos cinco ‘P’s: preditiva, preventiva, proativa, personalizada e parceira.”
Ciência em linguagem informal
Por meio de um bate papo descontraído entre os três doutores, o público em geral tem acesso a conceitos e as últimas descobertas científicas de forma simples e de fácil entendimento e aplicação em sua rotina.
Além disso, o conteúdo “Saúde 360º” traz ainda diversas recomendações em terapias complementares à medicina como hábito alimentar, atividades físicas, meditação e yoga com profissionais convidados, todos com grande notoriedade em suas áreas de atuação.
Prof. Dr. Filippo Pedrinola
O Dr. Filippo Pedrinola é médico formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) com residência médica em clínica e endocrinologia no Hospital das Clínicas de São Paulo.
Após período de um ano do Fellowship Program do Cedars Sinai Medical Center da University of California em Los Angeles (UCLA), concluiu doutorado em endocrinologia pela Faculdade de Medicida da USP.
É membro da The Endocrine Society dos Estados Unidos, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e da Associação Brasileira de Estudos sobre Obesidade (ABESO). Possui certificação em medicina mente-corpo pelo Body-Mind Institute da Harvard Medical School, pela International Stress Management Association no Brasil (ISMA-BR) e pela University of Texas em Arlington (UTA).
Além de estar à frente de suas clínicas médicas próprias, faz parte do corpo clínico do Hospital Albert Einsten e do Hospital BP Mirante, neste último é Coordenador do Núcleo de Bem-Estar e Terapias Integrativas.
Dra. Ju Bicca
Graduada em Medicina pela Universidade Federal de Santa Catarina, residência medica em Clinica Geral pela Universidade Federal de Santa Catarina, residência medica em Endocrinologia no Hospital Brigadeiro - SUS/SP, título de Especialista pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabolismo (SBEM). 
Pós0graduada em Nutrologia pela Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN) ano 2014, e cursou Fellow Research em Neuroendocrinologia pela Columbia University - Presbyterian Hospital, NYC.
Membro da Endocrine Society desde 2006, membro certificado da American Academy of Anti-Aging Medicine (A4M) desde 2013, e membro oficial da International Hormone Sociey (IHS) desde 2013.
Pós graduação em Nutrologia pela Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN) ano 2014.
Prof. Dr. Marcus Zanetti
Graduado pela Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), doutorado e Pós-doutorado em neuroimagem e pesquisa translacional em transtornos psicóticos e do humor pela FM-USP (Laboratório de Neuroimagem em Psiquiatria, LIM-21).
Colaborador no projeto ENIGMA, uma das maiores colaborações multicêntricas internacionais na busca por uma melhor compreensão do cérebro e dos transtornos neuropsiquiátricos.
Coordenador da pós-graduação de "Especialização em Saúde Mental" no Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio-Libanês, e Coordenador do Departamento de Neuropsicofarmacologia da Associação Brasileira de Neuro-Psiquiatria (ABNP).
Docente colaborador do Instituto Health Metrix, consultor Científico da Genomind Brasil e pesquisador visitante na University of Pennsylvania (UPenn) nos Departamentos de Radiologia e Psiquiatria de 2009 a 2016.

Saúde 360º
______
Transformação digital e investimentos em tecnologia marcam novo momento de empresas do setor de Odontologia.

Grupo Straumann traz o italiano Andrea Iorio, especialista no tema, e outros grandes nomes do mercado da odontologia para evento totalmente online
Reinventar, adaptar e transformar. Nunca essas palavras fizeram tanto sentido e se fizeram tão necessárias como no momento atual. Se o mercado já pediu uma rápida transformação digital, agora, com a pandemia, passou a ser uma exigência. Por isso, o Grupo Straumann América Latina, detentor das marcas Neodent, Straumann, ClearCorrect e Yller, escolheu o tema “Nova era. Reinvente-se, adapte-se e transforme-se” para sua convenção anual que, neste ano, será virtual.
O evento acontece entre os dias 5 e 7 de agosto e deve reunir cerca de 1,5 mil colaboradores que atuam em 12 estados brasileiros e nos países da Argentina, Chile, Colômbia, México e Peru. A atração principal da convenção é o empreendedor, economista, palestrante e produtor de conteúdo, Andrea Iorio. Nascido em Gênova, na Itália, o palestrante conta com mais de 10 anos de experiência em multinacionais de tecnologia e ficou conhecido por ter lançado o Tinder no Brasil, que veio a se tornar o segundo maior mercado do aplicativo no mundo.
Segundo o palestrante, transformação digital não é um termo sobre tecnologia, mas sim sobre pessoas e este deve ser o tom da primeira convenção totalmente online do Grupo Straumann. “O objetivo do nosso evento é inspirar os colaboradores a explorarem seus potenciais, repensarem suas formas de trabalho e se reinventarem nesse novo cenário, que é desafiador, mas também abre portas para novas oportunidades”, destaca o CEO da Neodent e EVP do Grupo Straumann da América Latina, Matthias Schupp.
Os dentistas Daniel Neves, Luiz Otávio Camargo, Marcos Motta e Heloísa Fonseca Marão, grandes nomes do setor, participam da convenção, compondo a mesa redonda “Cultura: Novas Necessidades da Odontologia”. O evento vai abordar ainda temas como atendimento ao cliente, excelência operacional, apoio de marketing e educação aos clientes e estratégias futuras. O encerramento fica por conta da banda Santa Fé, com uma live exclusiva para os participantes convidados pelo Grupo Straumann.
Sobre o Grupo Straumann
O Group Straumann (SIX: STMN) é líder global em soluções odontológicas e de substituição de dentes que restauram sorrisos e confiança de pacientes ao redor do mundo. O Grupo une marcas internacionais que representam excelência, inovação e qualidade em odontologia substitutiva, corretiva e digital, incluindo Straumann®, Neodent®, Medentika, ClearCorrect™, Dental Wings, Yller® e outras empresas e parceiros de forma integral e parcial. Em colaboração com as principais clínicas, institutos e universidades, o Grupo pesquisa, desenvolve, fabrica e fornece implantes dentários, instrumentos, próteses CADCAM, biomateriais e soluções digitais para uso na substituição e restauração de dentes ou para prevenir a perda de dentes. Com sede em Basel, na Suíça, o Grupo tem atualmente mais de 6 mil colaboradores em todo o mundo e seus produtos, soluções e serviços estão disponíveis em mais de 100 países por meio de uma ampla rede de subsidiárias e parceiros de distribuição.
Neodent é uma marca registrada da JJGC Indústria e Comércio de Materiais Dentários S.A. Yller é uma marca registrada de Yller Biomateriais S.A e Straumann, ClearCorrect são marcas ou marcas registradas de Straumann Holding AG.

MAIS INFORMAÇÕES / AGENDAMENTO DE ENTREVISTAS
41 3026-2610 | 41 99273-8999 (WhatsApp) centralpress@centralpress.com.br www.centralpress.com.br
   
Imagens
___





Pif Paf vacina colaboradores contra a gripe.
#PifPafVacina
Para preservar a saúde dos seus colaboradores, a Pif Paf Alimentos, em parceria com os Ministérios da Saúde e da Agricultura, e em conjunto com as Secretarias de Saúde dos municípios em que atua, disponibilizou, ao longo da última semana, vacinação contra a gripe para os funcionários das unidades de Visconde do Rio Branco, Viçosa, Leopoldina, Pará de Minas e Patrocínio. Para evitar aglomerações e manter a organização, as vacinas foram aplicadas nos ambulatórios das unidades da empresa. Foram necessários três dias para a imunização dos, aproximadamente, 4.500 colaboradores. 
Embora não tenha qualquer eficácia contra o coronavírus, a vacina contra a influenza tem um papel importante, pois protege o organismo contra doenças respiratórias, que podem prejudicar o sistema imunológico e favorecer o surgimento de outras infecções.
A Pif Paf mantém seu compromisso de continuar contribuindo para o abastecimento das famílias de todo o Brasil, com total responsabilidade e obedecendo aos protocolos dos órgãos regulamentadores. A atuação da companhia está apoiada em um Plano de Contingência contra a COVID-19, elaborado em conformidade com as melhores práticas para assegurar o bem-estar e a saúde de todos.
Sobre a Pif Paf Alimentos
Com sede corporativa em Belo Horizonte (MG), a Pif Paf Alimentos, maior indústria frigorífica mineira, atua nas cadeias de produção verticalizadas de aves e suínos há 52 anos. Possui 12 unidades industriais, dedicadas à produção, abate e processamento de frangos e suínos. Seu mix contempla cerca de 800 itens, entre carnes, pescados, embutidos, massas, pratos prontos, pães de queijo, salgados dentre outros. A empresa emprega, diretamente, cerca de 8,5 mil pessoas, possui mais de 90 mil clientes e atende mercados em mais de 20 países
____________


Novas terapias prometem aumentar expectativa
e qualidade de vida para pacientes com câncer de pulmão
A sociedade médica comemora avanços que combatem a neoplasia com maior taxa de mortalidade no mundo

Novas pesquisas comprovam a eficácia de medicamentos no pós-operatório em cenário metastático, impedindo a reincidência da doença em quase 80% pacientes. Outra grande descoberta é a associação da imunoterapia à quimioterapia, um tratamento que traz substancial aumento da sobrevida. As novidades foram apresentadas no Congresso Americano de Oncologia Clínica (ASCO) realizado no mês de maio, pela primeira vez de forma virtual.

Sobre esses feitos, consultamos o Dr. Bruno Batista, médico oncologista do Centro de Oncologia do Paraná que comenta de que forma as descobertas contribuem para o tratamento do câncer de pulmão. Esse é o tipo de neoplasia com a maior taxa de mortalidade em todo mundo, alcançando uma média anual de 1.76 milhões de mortes.

Para o médico, “todos os avanços e novas terapias são muito comemoradas”, mas ele destaca o estudo da ADAURA que apresenta o uso da osimertinib, uma medicação já conhecida e utilizada em pacientes com metástase, mas que ganha impacto no cenário pós-cirúrgico. “Para as pessoas com câncer de pulmão com mutação específica (EGFR), a adição de osimertinib diminuiu a chance da doença voltar em 79%. Com isso esperamos que mais pacientes com câncer de pulmão possam se curar após a cirurgia”, explicou.  Apenas cerca de 10% dos pacientes com câncer de pulmão tem essa mutação.

Outro avanço no tratamento de câncer de pulmão diz respeito às imunoterapias, que também já vinham sendo aplicadas, porém agora apresentam um resultado de resposta mais satisfatório com a indicação mais assertiva de medicamentos. O uso de nivolumab e ipilimumab associadas com quimioterapia aumenta a sobrevida de pacientes com doença metastática.

Ainda sobre a associação das duas terapias, um estudo KEYNOTE-604 apontou sucesso na combinação de pembrolizumab (imunoterapia) à quimioterapia para câncer de pulmão de pequenas células, os casos mais graves, diminuindo a chance de a doença progredir.

Sobre o uso da imunoterapia, o Dr. Bruno Batista explica: “Usa-se principalmente quando queremos diminuir o tamanho do tumor de maneira bem rápida, pois está comprimindo outro órgão ou algo parecido, mas é necessário ter alterações no tumor que permitam isso. Caso o tumor tenha poucos marcadores imunes (PD-L1), a melhor escolha é imunoterapia associada à quimioterapia”.

De maneira promissora, a ASCO 2020 ainda mostrou estudos com novos alvos de tratamento. Imunoterapias como anti-TIGIT e LAG-3 podem aumentar a resposta a imunoterapia em variados cenários. Outros medicamentos para mutações como RET, RAS e MET também foram abordados por vários resumos, com resultados empolgantes.

O estudo ARROW, por exemplo, testou a medicação pralsetinibe para mutações RET. 65% dos pacientes testados tiveram uma resposta rápida quanto à diminuição do tumor, registrando uma redução de até 95% a 100% na proporção do cancro, o que significa que para certa parcela o tumor desapareceu. A taxa de controle da doença (doença estável e respondedores) foi de 93%.

“Todas essas novas medicações precisam de mais dados para incorporação na prática clínica, mas o futuro promete”, declarou otimista o médico.

Entre as vantagens do tratamento com imunoterapia, o oncologista explica que a imunoterapia é muito melhor tolerada que a quimioterapia, aumentando a qualidade de vida. O impacto disso é não perder cabelo, não ter fraqueza, não vomitar, etc. Mas pondera: em uma pequena porcentagem dos pacientes podem ocorrer efeitos colaterais próprios da imunoterapia, por isso um acompanhamento médico próximo e bastante atento é essencial.

Causas do cancro de pulmão
O câncer de pulmão tem como principal causa o tabagismo, porém outros fatores podem contribuir com a formação do cancro. Pessoas que nunca fumaram não estão livres de sofrerem com a doença. Isso porque o fumo passivo, ou seja, conviver com a fumaça do cigarro de outra pessoa, também pode prejudicar a saúde, bem como a poluição do ar, especialmente pela emissão causada por motores a diesel, e a exposição a produtos químicos como o amianto. Além das causas externas, ainda são consideradas alterações genéticas hereditárias ou adquiridas.
____________
SUS: CMB pede apoio para aprovação de projeto que suspende metas do SUS por mais 90 dias
O deputado federal Pedro Westphalen (PP-RS) apresentou um novo Projeto de Lei pedindo a prorrogação, por mais 90 dias, da suspensão da exigência de metas quantitativas e qualitativas estabelecidas em contratos de prestadores de serviços relativos ao SUS (Sistema Único de Saúde). A votação depende da aprovação de um requerimento também protocolado pelo parlamentar, que pede o caráter de urgência aos líderes dos partidos na Câmara, para que a proposta seja levada ao plenário, o mais rápido possível. A CMB (Confederação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos) está mobilizando as Federações de Santas Casas e hospitais filantrópicos de todo o país, assim como os hospitais do setor, pedindo apoio para que reforcem junto aos deputados de seus estados a necessidade da aprovação do projeto. 
 “Os casos de Covid-19 têm crescido a cada dia, aumentando ainda mais a demanda dos hospitais filantrópicos, que continuam atendendo a todo tipo de enfermidades e situações. Não poderíamos imaginar que as medidas de contenção da epidemia do coronavírus não surtiriam os efeitos desejados e que os 120 dias propostos inicialmente não seriam suficientes para preservar a segurança financeira e a subsistência dos hospitais contratualizados com o SUS”, salienta o presidente da CMB, Mirocles Véras.  


#Saude



Qualicorp firma parceria com a Paraná Clínicas para comercializar planos de saúde na região Sul
Representantes da administradora de benefícios e da operadora de planos de saúde anunciaram em live os detalhes do acordo

A Qualicorp, administradora de planos de saúde coletivos, e a Paraná Clínicas, operadora de planos de saúde, anunciaram na tarde desta quarta-feira (1) parceria firmada para a comercialização de planos de saúde coletivos por adesão na região de Curitiba – acordo que marca a entrada da Paraná Clínicas no mercado com essa modalidade de produto.

Para noticiar os detalhes, Elton Carluci, vice-presidente Comercial, de Inovação e Novos Negócios da Qualicorp, Alessandro Courbassier, Superintendente Comercial da Qualicorp para o Estado do Rio de Janeiro e região Sul, Diego Carvalho, Coordenador da Qualicorp na região Sul, Dr. Carlos Mortean, Diretor da Paraná Clínicas, e Rodrigo Góes, Gerente Executivo Comercial da Paraná Clínicas, participaram de uma live no canal da Qualicorp destinado ao corretor no YouTube (youtube.com/TamoJuntoCorretor).

De acordo com Alessandro Courbassier, a parceria era um desejo da Companhia. “Esse acordo com a Paraná Clínicas é algo que almejávamos há muito tempo e pudemos sacramentar agora. A operadora certamente será uma grande parceira nossa na região Sul. Esse é o nosso novo jeito Quali de ser”, destacou o executivo. “A Qualicorp está focada na estratégia de expansão regional. É uma grande satisfação para a Companhia a oportunidade de parceria com a Paraná Clínicas, que é tão respeitada em sua região”, completou Elton Carluci.

A Qualicorp comercializará três diferentes produtos da Paraná Clínicas: CIM Mais Adesão e Standard Plus Adesão com as opções enfermaria e apartamento. Os preços partem de R$ 102,32 (CIM Mais Adesão com coparticipação, para a primeira faixa etária) com cobertura em Curitiba e Região Metropolitana. “Temos uma demanda potencial incrível para ser explorada e acreditamos muito no desejo do mercado consumidor em adquirir um produto da Paraná Clínicas. Por isso, é um marco, uma grande conquista, ter a Qualicorp como parceira nesse projeto. Selecionamos inicialmente nossos produtos com maior saída, mas queremos oferecer um portfólio cada vez mais completo no mercado de adesão”, indicou Rodrigo Góes. 

Focada em gestão de saúde integrada, a Paraná Clínicas mantém uma carteira de clientes que contempla desde pequenas empresas até companhias multinacionais. “Nosso diferencial está na qualidade do atendimento e na estrutura própria baseada nos Centros Integrados de Medicina, no Centro de Infusão e no Hospital Dia. Atuamos ainda com um sistema de prontuário eletrônico que nos permite transformar as informações de saúde em conhecimento sobre o perfil de nossos clientes e nos ajuda a construir produtos e soluções cada vez mais ajustados às necessidades do mercado”, completou Dr. Carlos Mortean.

Os planos de saúde coletivos por adesão estarão disponíveis para profissionais liberais, profissionais ligados a associações e conselhos regionais e também para estudantes. Além disso, a Qualicorp preparou uma campanha especial para os corretores que atuarem na comercialização deste produto.

Sobre o Grupo Qualicorp
O Grupo Qualicorp é líder brasileiro na comercialização e administração de planos de saúde coletivos. Fundado em 1997, atua em nível nacional, possui 1,9 mil colaboradores diretos e representa cerca de 2,5 milhões de beneficiários, considerando-se todos os seus segmentos de atuação. O Grupo Qualicorp abriu seu capital em 2011 e mantém na B3 o nível “Novo Mercado”. Para mais informações, acesse www.qualicorp.com.br.

Sobre a Paraná Clínicas
Com 50 anos de atuação no mercado, a Paraná Clínicas é referência em planos de saúde empresariais. Tem a missão de cuidar da saúde, atendendo com excelência empresas e pessoas, oferecendo como diferencial os programas de saúde preventiva. Com uma infraestrutura moderna e planejada em uma rede interligada, a Paraná Clínicas conta com sete unidades próprias, chamadas de Centro Integrado de Medicina: CIM Água Verde; CIM Araucária; CIM CIC -24h; CIM Fazenda Rio Grande; CIM Rio Branco do Sul; CIM São José dos Pinhais; CIM Unidade Infantil - 24h (ao lado do Hospital Santa Cruz) e Hospital Dia (anexo ao CIM Água Verde), projetado para oferecer o que existe de mais moderno em procedimentos eletivos, permitindo  que os pacientes tenham alta no mesmo dia. Mais informações em www.paranaclinicas.com.br.




Falta de sedativos e anestésicos chega ao limite em hospitais filantrópicos
CMB faz apelo às autoridades para que atendimentos não sejam interrompidos
O problema da escassez de sedativos e anestésicos entrou em situação crítica em hospitais filantrópicos de todo o Brasil, informa a CMB (Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas). Os estoques das entidades estão no limite e, em muitas instituições, há medicamentos para menos de uma semana. O uso de anestésicos está sendo poupado para casos de urgência e/ou maior gravidade.
Em razão disso, alguns hospitais estão reduzindo os atendimentos, como exames e cirurgias eletivas, outros estão fechando temporariamente centros cirúrgicos e unidades específicas, como de atendimento à pacientes com queimaduras e de procedimentos de transplantes. Há instituições que não estão conseguindo mais receber pacientes por não terem como atendê-los sem o suporte dessas medicações.
A questão torna-se ainda mais delicada no atual momento da pandemia, uma vez que os medicamentos para sedação são utilizados no processo de intubação em pacientes com complicações decorrentes da Covid-19.
Os laboratórios responsáveis pela fabricação dos itens alegam falta de matéria-prima para a produção. Entre as razões para a dificuldade, justificadas pelas indústrias, estão a alta dos preços dos princípios ativos, geralmente importados, que subiu com a elevação do dólar e a crescente demanda mundial por esses tipos de medicamentos, em função da pandemia.
O presidente da CMB, Mirocles Véras, ressalta que a situação é de extrema preocupação e faz um apelo às autoridades. “A falta desses medicamentos é extremamente preocupante, pois está ocasionando a interrupção dos atendimentos em hospitais de todo o país. Precisamos urgentemente de uma solução e pedimos o apoio do Ministério da Saúde, Ministério Público Federal, Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), Conasems (Conselho Nacional de Secretários de Saúde), deputados estaduais e federais e governadores, para que juntos possamos encontrar rapidamente uma saída e agilizar a solução da compra e distribuição dos insumos que são imprescindíveis”, salienta Véras.



Laboratório do Rio Grande do Sul produz teste inédito altamente preciso para a COVID-19.

Tecnologia aplicada indica se a pessoa desenvolveu anticorpos contra a proteína S do Coronavírus e a quantidade de anticorpos produzida. Teste já está sendo produzido em grande escala e disponível em diversas cidades do país.  
O número de casos de COVID-19 segue crescendo no Brasil e a ampla testagem da população, especialmente nas empresas, é um dos caminhos apontados por especialistas para que a retomada das atividades seja mantida de forma segura. Porém, a maioria dos testes disponíveis no mercado até então identifica se a pessoa está infectada, mas não se já adquiriu imunidade à doença. No entanto, um teste inovador, desenvolvido por cientistas do Rio Grande do Sul, pode mudar o paradigma de enfrentamento à pandemia, uma vez que pode identificar indivíduos que apresentam imunidade e, portanto, poderiam retornar às suas atividades com mais segurança.

O teste laboratorial produzido pela empresa Imunobiotech, em parceria com a FK Biotec e o Laboratório de Engenharia de Cultivos Celulares da Coppe/UFRJ, é capaz identificar e quantificar a presença de anticorpos tipo IgG, contra a proteína S, que é responsável pela entrada do Coronavírus nas células. Este teste permite saber quem já esteve em contato com o vírus, e se desenvolveu imunidade ao mesmo. Estudos vêm apontando que pacientes que apresentam estes anticorpos, podem apresentar imunidade contra a doença, e desta forma os pacientes não desenvolveriam ou transmitiriam a mesma. O teste leva cerca de duas horas para ser realizado e o resultado fica pronto em até seis horas.

Conforme Alberto Stein, médico que colaborou no desenvolvimento do teste, a inovação já está disponível em diversas cidades do país, através de laboratórios parceiros. “É importante ressaltar que empresas podem realizar este exame em seus funcionários e parceiros para tentar identificar pessoas que tiveram contato como vírus e que desenvolveram imunidade ao mesmo. Desta forma, podendo criar um ambiente de maior segurança para o retorno das atividades”, explica Stein. Ele afirma que a rede de laboratórios parceiros está sendo ampliada, mas empresas interessadas podem contatar diretamente a Imunobiotech e se informar sobre os procedimentos.
Conforme a cientista Leda Castilho, chefe do Laboratório de Engenharia de Cultivos Celulares da Coppe/UFRJ e integrante da força-tarefa contra a Covid-19 da UFRJ, os testes sorológicos disponíveis chegam a dar 70% de resultados falsos negativos e o motivo é que não miram o alvo certo.

Como funciona o exame?
O teste é realizado a partir de uma amostra de sangue, analisada em laboratório, determinando e quantificando a presença destes anticorpos que reagem contra a proteína S. Este fator é extremamente importante, visto que a maioria dos testes imunológicos disponíveis hoje no mercado não quantificam o nível de anticorpos contra a proteína S (pois eles avaliam anticorpos contra a proteína N), e nem avaliam a possibilidade de imunidade contra o vírus. 
Qual é a diferença deste teste em relação aos testes rápidos?
Os testes rápidos produzem resultado a partir da identificação de anticorpos contra a proteína N, da COVID-19. Essa proteína encontra-se no interior do Coronavírus e sinaliza que a pessoa teve contato com o vírus, mas não dá informação sobre a imunidade contra ele, porque estes anticorpos contra a proteína N não são neutralizantes.
Já o teste inovador é capaz é identificar e quantificar a presença de anticorpos que reagem contra a proteína S da COVID-19, que é responsável pela entrada do Coronavírus nas células. Ou seja, este teste permite identificar e quantificar a imunidade de cada pessoa com relação à doença.

Alberto SteinMédico, doutor em Medicina pela UFRGS. Membro do grupo de pesquisa da FK-Biotec e  da Imunobiotech

Quase metade dos brasileiros desconhece a Doença Falciforme, tida como a doença hereditária de maior prevalência no país
Com baixa expectativa de vida e predominância entre negros, a condição é pouco conhecida no Brasil, revela pesquisa inédita

São Paulo, junho de 2020 – Em 19 de junho acontece o Dia Mundial de Conscientização da Doença Falciforme (DF), criado para ampliar o debate sobre a condição. Considerada a disfunção hereditária mais comum no Brasil, 47% da população afirma nunca ter ouvido falar sobre a DF, conforme levantamento inédito realizado pelo IBOPE Inteligência com dois mil brasileiros conectados[i].
Segundo dados do Ministério da Saúde, existem cerca de sete milhões de brasileiros portadores do traço falciforme[1] e são estimados, por ano, cerca de 3.500 novos casos da doença,[ii] com maior incidência em negros, mas devido à intensa miscigenação existente no Brasil, pode ser observada também em pessoas de outras etnias. Atualmente, esses pacientes encaram um desafio extra, dado que a infecção por Covid-19 pode apresentar diversas dificuldades e perigos específicos para esses indivíduos.
A DF é caracterizada pela alteração nos glóbulos vermelhos, que perdem a forma arredondada e elástica, tornam-se mais alongados, lembrando a forma de uma foice (daí o nome falciforme), o que dificulta a circulação[iii]. Esse processo pode desencadear uma das consequências mais graves da doença: as Crise Vaso-Oclusivas (CVOs), responsáveis por intensos episódios de dor aguda e altamente debilitantes.
“Essas crises de dor fazem com que muitos pacientes busquem por pronto-socorros e hospitais, possibilidade mais restrita nesse momento de pandemia, tanto em função da alta ocupação dos leitos quanto por fazerem parte do grupo de risco”, explica a Dra. Marimilia Pita, médica hematologista-pediátrica do Hospital Samaritano de São Paulo e fundadora do projeto Lua Vermelha, que busca trazer visibilidade à doença e à luta dos pacientes.
De acordo com a pesquisa “SWAY - Sickle Cell World Assessment Survey”, que avaliou o impacto da DF na vida de mais de dois mil pacientes em 16 países (incluindo brasileiros, como o quarto maior país), mais de 90% dos entrevistados tiveram pelo menos uma crise de dor nos últimos 12 meses e 39% tiveram cinco ou mais crises durante o mesmo período. Pesquisas indicam que o número de crises de dor também está relacionado à taxa de mortalidade (ou seja, quanto mais crises o paciente tem, maior seu risco de morte[iv]) – e menor a expectativa de vida,[v] que é reduzida em 20 anos quando comparada à população normal. Tal condição exige prevenção e tratamento adequado desses episódios.
Apesar de ser a principal queixa dos pacientes, sob o ponto de vista dos entrevistados do IBOPE que dizem conhecer a doença, 81% não consideram as crises de dor como o sintoma mais limitante. “Por isso que datas como o dia 19 de junho são tão importantes e merecem destaque, para que as pessoas saibam mais sobre a doença e os pacientes tenham melhor assistência”, ressalta a Dra. Marimilia.
Enquanto a pesquisa com pacientes evidencia uma lista de impactos dos mais diversos aspectos, em sua qualidade de vida, apenas 32% dos brasileiros entrevistados pelo IBOPE (entre aqueles que afirmaram conhecer a DF) reconhecem o alto impacto da doença. Nesse sentido, vale destacar os principais achados da SWAY:
  • Mais de quatro a cada dez pacientes declaram que a DF causa alto impacto na vida familiar ou social e 51% relataram que a doença também afetou negativamente seu desempenho escolar.[vi]
  • Em relação à carga emocional, os pacientes declaram ainda que: 58% sentem-se preocupados com a progressão e piora da sua doença, 48% sentem medo de morrer, 45% sentem-se deprimidos e 44% desamparados e frequentemente ansiosos e nervosos[vii].
  • Em média, os pacientes afirmam ter perdido mais de um dia de trabalho por semana (8,3 horas em 7 dias) como consequência de sua doença.
Todo esse quadro faz com que os pacientes falciformes tenham qualidade de vida inferior a dos indivíduos com câncer[viii]. “Devido a toda essa situação, entendemos que a Doença Falciforme merece atenção especial, para que esses pacientes sejam cuidados apropriadamente, além de respeitados, principalmente ao sofrerem as crises dolorosas, que são extenuantes", finaliza a médica.

Sobre Covid-19 e Doença Falciforme
A infecção por Covid-19 pode levar a hipóxia (diminuição do oxigênio) e desidratação, como consequência da infecção respiratória, sendo essas condições fatores potencialmente desencadeadores de uma crise de dor, o que pode incluir uma síndrome torácica aguda (dor no tórax).[ix] Essa síndrome está associada a um alto risco de mortalidade e morbidade, sendo uma complicação frequente em indivíduos com DF.[x]

Sobre a pesquisa do IBOPE Inteligência
O levantamento “Percepção dos brasileiros sobre a Doença Falciforme” entrevistou 2.000 brasileiros conectados, incluindo homens e mulheres, de 16 anos ou mais. A pesquisa foi realizada pelo IBOPE Inteligência em maio de 2020.

Sobre a SWAY - Sickle Cell World Assessment Survey
Pesquisa internacional que avaliou o impacto da doença falciforme (DF) na vida dos pacientes, em novembro de 2019. Este estudo foi realizado com 2.145 pacientes com doença falciforme em 16 países, incluindo 260 brasileiros.

Sobre a Novartis
A Novartis está reimaginando a medicina para melhorar e prolongar a vida das pessoas. Como empresa líder mundial em medicamentos, usamos ciência inovadora e tecnologias digitais para criar tratamentos transformadores em áreas de grande necessidade médica. Em nossa busca de encontrar novos medicamentos, estamos constantemente entre as principais empresas do mundo que investem em pesquisa e desenvolvimento. Os produtos Novartis atingem quase 800 milhões de pessoas em todo o mundo e estamos descobrindo maneiras inovadoras de expandir o acesso aos nossos tratamentos mais recentes. Cerca de 109.000 pessoas de mais de 145 nacionalidades trabalham na Novartis em todo o mundo. Saiba mais em https://www.novartis.com.

Informações à imprensa:
Leila Justo
leila.justo@edelman.com
(19) 9 9693-9374
[1] No traço falciforme, o indivíduo não desenvolve a doença, mas pode transmitir o gene para gerações futuras.[1]

Referências:
[i] Pesquisa “Percepção dos brasileiros sobre a Doença Falciforme”, realizada pelo IBOPE Inteligência com 2.000 brasileiros, em maio de 2020.
[ii] Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Anemia falciforme: um problema de saúde pública. Disponível em: https://santacasasp.org.br/portal/site/pub/12482/anemia-falciforme--um-problema-de-saude-publica. Acesso em maio de 2020.
[iii] Ministério da Saúde. Anemia falciforme. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/dicas-em-saude/437-anemia-falciforme. Acesso em junho de 2020.
[iv] Bailey M et al. ASH 2019 Poster 2167
[v] Lobo C. et al, Hematology, Transfusion and Cell Therapy. Volume 40,37-42, 2018
[vi] SWAY - Sickle Cell World Assessment Survey. Pesquisa realizada com mais 2.000 pacientes com Doença Falciforme de 16 países. Disponível em: https://ashpublications.org/blood/article/134/Supplement_1/2297/423076/Impact-of-Sickle-Cell-Disease-Symptoms-on-Patients.
[vii] SWAY - Sickle Cell World Assessment Survey. Pesquisa realizada com mais 2.000 pacientes com Doença Falciforme de 16 países. Disponível em: https://ashpublications.org/blood/article/134/Supplement_1/2297/423076/Impact-of-Sickle-Cell-Disease-Symptoms-on-Patients.
[viii] Kato GJ, Piel FB, Reid CD, Gaston MH, Ohene-Frempong K, Krishnamurti L, Smith WR, Panepinto JA, Weatherall DJ, Costa FF, Vichinsky EP. Nat Rev Dis Primers. 2018 Mar 15;4:18010
[ix] The COVID–19 pandemic and haemoglobin disorders. Accessed April 1, 2020. https://thalassaemia.org.cy/wp-content/uploads/2020/03/COVID-19-pandemic-and-haemoglobin-disorders_V2.pdf
[x] Jain, S, Bakshi, N, Krishnamurti, L. Pediatr Allergy Immunol Pulmonol.  Dec 1;30(4):191-20, 2017



Novozymes doa máscaras do projeto Contagiando Sorrisos para crianças e adolescentes nos hospitais Pequeno Príncipe e Erastinho

Contagiando Sorrisos - Imprensa - banner.jpg

Lide Multimídia - Nesta quarta-feira (17/06), os dois principais hospitais pediátricos de Curitiba, Pequeno Príncipe e Erastinho, receberão doações de máscaras de tecido em (tamanhos infantil e adulto), com sorrisos estampados, para seus pacientes. A ação será realizada pelo movimento Contagiando Sorrisos em parceria com a Novozymes, empresa multinacional da área de biotecnologia, com sede na Dinamarca e unidade fabril em Araucária e Quatro Barras (PR), que apoiou o projeto, viabilizando a confecção das 1.000 máscaras que serão doadas nesta data.

“As empresas têm um papel estratégico no desenvolvimento social, em especial em períodos de crise como o que vivemos. Ações como a proposta pelo Contagiando Sorrisos conectam organizações à um propósito maior, que é o de tornar a vida das pessoas melhor. Acredito que todas as empresas (sejam grandes ou pequenas) devem, em especial neste momento, lutar pelas suas comunidades e contribuir com elas da melhor maneira possível”, destaca Angela Fey, gerente de Sustentabilidade da Novozymes.

Contagiando Sorrisos é um movimento filantrópico que realiza distribuições de máscaras de proteção com sorrisos estampados, ilustrados por artistas visuais como Ziraldo, Laerte, Seiji Sato, André Mendes, Solda, Washington Silvera, Paixão, entre outros.

“Por meio das máscaras com sorrisos, pessoas podem se proteger do novo coronavírus passando uma mensagem de positividade, sem a sensação de tristeza, doença e medo que é associada ao uso de máscaras durante a pandemia”, comenta Conrado da Luz, um dos idealizadores do Contagiando Sorrisos.

O projeto iniciou com recursos próprios, doando mil máscaras, principalmente para unidades médicas, entidades de apoio, casas de repouso, comunidades carentes e a uma aldeia indígena, chegando a diversas cidades, tais como Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza, Brasília, entre outras. Na etapa atual, busca por empresas parceiras, como a Novozymes, para dar continuidade a esta iniciativa. Interessados em apoiar podem entrar em contato pelo telefone (41) 99994-5025 (WhatsApp) ou pelo e-mail contato@contagiandosorrisos.com.br.


46% dos brasileiros tabagistas relatam maior consumo na pandemia
Pesquisa, realizada pelos cursos de Fisioterapia e Medicina do campus de Guarujá, avaliou 128 fumantes de todo o Brasil
Foto: Arquivo
Estudo investiga o nível de conhecimento sobre os riscos do uso do tabaco e derivados associados a complicações da Covid-19

Em pouco mais de dois meses de quarentena no Brasil, uma pesquisa realizada pelo curso de Fisioterapia da Unoeste, em parceria com a Medicina Guarujá, revela que 46% dos brasileiros tabagistas relataram sentir mais vontade de fumar durante este período. Destes, 37,5% aumentaram de 1 a 10 cigarros ao dia e mais de 6% ultrapassaram os 10 cigarros por dia.
A pesquisa intitulada “Influência da pandemia da Covid-19 no nível de dependência a nicotina e nos hábitos de consumo de tabaco e derivados” avaliou 128 tabagistas de todo o Brasil através de questionários respondidos via Google Forms. De acordo com a Dra. Ana Paula Coelho Figueira Freire, uma das professoras que coordena o projeto, dentre as pessoas consultadas, além do cigarro convencional, incluem usuários de cigarrilha, charuto, narguilé e derivados. “O objetivo da pesquisa é fazer uma investigação para analisar o nível de conhecimento de tabagistas sobre os riscos do uso do tabaco e derivados associados a complicações da Covid-19, além de descobrir a influência da pandemia no hábito de consumo dessas pessoas”, explica.
Sobre essa influência, os primeiros dados do estudo apontam que 46% dos participantes relataram sentir mais vontade de fumar durante o período da pandemia e 56,2% deles disseram ter reduzido o consumo de cigarro e derivados na quarentena. Além dos 37,5% que aumentaram de 1 a 10 cigarros ao dia, e 6,2% aumentaram mais que 10 cigarros por dia no mesmo período. “Descobrimos também que 42% dos participantes relataram estar mais motivados para parar de fumar no período da pandemia. Em relação ao conhecimento dos tabagistas sobre as complicações do cigarro na Covid-19, os dados apontam que 77,3% deles sabem que o consumo de cigarro e derivados podem agravar os sintomas da doença e levar a maiores complicações”, conta a professora Ana Paula.
A docente complementa os dados analisando que as primeiras conclusões da pesquisa, que teve início há 30 dias, mostram que os tabagistas avaliados possuem um elevado conhecimento sobre a relação de complicações da Covid-19 e o hábito de fumar. Além disso, quase metade dos entrevistados aumentou o consumo de tabaco e derivados, o que serve de alerta sobre a importância de medidas de orientações e atendimento, mesmo que remoto, para esta população. “Um ponto interessante é que uma boa parcela dos fumantes está enxergando a pandemia como uma motivação para deixar o hábito de fumar, o que reforça que este é um oportuno momento para os profissionais de saúde intervir e orientar estes indivíduos sobre estratégias para deixar o cigarro e seus derivados de vez”, salienta.
Programa Multidisciplinar
A ideia da pesquisa, de acordo com professora, surgiu porque no campus da Unoeste em Presidente Prudente já existe há 5 anos um programa multidisciplinar especializado para tratamento de tabagistas, coordenado pelo curso de Fisioterapia. Os atendimentos tiveram que ser suspensos devido à pandemia, porém, houve continuidade nos atendimentos mesmo através de contato remoto com os participantes, “sendo que alguns deles comentaram o aumento da ansiedade e consumo do número de cigarro após início do período de isolamento social”, revela.
Próximos passos
As etapas seguintes da pesquisa ainda incluem mais um momento de avaliação. Após 30 dias da realização do primeiro questionário, todos os participantes serão convidados para responder novamente as mesmas perguntas.  “O objetivo é avaliar estas características também no período de afrouxamento das medidas da quarentena que estão ocorrendo especialmente no estado de São Paulo. Em seguida, os dados irão passar por procedimentos estatísticos mais refinados e serão enviados para eventos científicos e também para publicação em periódicos científicos”, finaliza a docente.
Além da Dra. Ana Paula, o estudo tem também como coordenadora a docente do curso de Fisioterapia Dra. Francis Lopes Pacagnelli, e envolveu a professora da Faculdade de Medicina de Guarujá, da Unoeste, Dra. Marceli Rocha Leite e acadêmicos dos cursos citados dos dois campi.




Sábado (6) é o Dia Nacional de Luta Contra Queimaduras
Olá, bom dia.
Sábado (06 de junho) é o Dia Nacional de Luta Contra Queimaduras. De acordo com a Sociedade Brasileira de Queimaduras, cerca de um milhão de pessoas sofrem queimaduras no Brasil a cada ano, 200 mil são atendidas em serviços de emergência e 40 mil demandam hospitalização. As lesões por queimaduras apresentam alto impacto no perfil de mortalidade da população brasileira. Infelizmente no Brasil ainda há baixo investimento financeiro em centros especializados, enquanto nos Estados Unidos aproximadamente 4 bilhões de dólares são gastos em tratamento e reabilitações. O Paraná é o estado do Sul do país com maior taxa de internação por queimaduras. A Souk coloca à disposição a especialista Cynthia Veiga, que por 10 anos foi responsável pelo Centro Cirúrgico de Queimados do Hospital Evangélico do Paraná, foi gestora do Banco de Pele e é Membro da SOBEST – Associação Brasileira de Estomaterapia. 



Sobre reconstrução e alongamento ósseo dos membros inferiores em tempos de pandemia.
#Saúde


Programação faz parte da edição on-line do Sulbrafix
Especialistas de renome nacional e internacional estarão reunidos na quinta-feira, 28 de maio, em live, para discutir sobre a reconstrução óssea x tempos de pandemia. A programação faz parte do Sulbrafix - Curso Sulbrasileiro de Planejamento Pré-Operatório para Correção de Deformidades Ósseas e Alongamento de Membros, promovido pelo Centro de Excelência em Reconstrução Óssea (Cero), localizado no Hospital VITA Curitiba, com coordenação do médico ortopedista Richard Luzzi, especialista no assunto.
A reconstrução e alongamento ósseo são utilizados para evitar amputações de membros inferiores e superiores.  A técnica é utilizada no tratamento de doenças congênitas (principalmente em crianças), infecciosas, metabólicas ou degenerativas, como a artrose. Segundo o médico, além de evitar amputações, o procedimento reduz gastos em longo prazo, já que o custo de manutenção de uma prótese é três vezes maior do que o tratamento. O método também contribui para a diminuição do custo social, pois pode reduzir o período de inatividade do paciente e até evitar a invalidez permanente. 
Dr. Richard explica que o uso da internet como ferramenta para disseminar conhecimento não é novidade no Sulbrafix, já que foi o primeiro curso na área totalmente transmitido ao vivo pela rede, no Brasil. “O curso teve início em 2007 e de lá para cá, entre participações presenciais e virtuais já treinou mais de mil profissionais de saúde entre médicos, fisioterapeutas, enfermeiros, médicos veterinários e engenheiros. O seminário é caracterizado pela informação direta, pela qualidade e quantidade de exercícios práticos”, destaca o médico.
Os convidados da edição on-line são: Dr. Selvadurai Nayagam (Inglaterra), Dr. Anil Bhave (EUA), Dr. John Herzenberg (EUA), Dr. Rodrigo Mota (Rio de Janeiro) e Dra. Paloma Yan Lam Wun (São Paulo).
O curso é destinado a médicos, fisioterapeutas e demais profissionais que atuam na área de reconstrução e alongamento ósseo. Para participar, basta realizar inscrições pelo número (41) 99698-0122 ou cerocuritiba.com.br. A contribuição mínima é de R$ 100 - a renda total será destinada às comunidades vulneráveis à pandemia da Covid-19.
A iniciativa conta com o apoio da Associação Brasileira de Reconstrução e Alongamento Ósseo (Asami Brasil).
SERVIÇO
Sulbrafix on-line
Quando: 28 de maio, quinta-feira
Horário: a partir das 19h
Contribuição mínima: R$ 100,00 – renda totalmente destinada às comunidades vulneráveis a pandemia
Informações e inscrições: 41 99698-0122 ou cerocuritiba.com.br
Mais sobre os palestrantes:
Dr. Selvadurai Nayagam, head do Limb Reconstruction Unit Rayal Liverpoll University e Royal Liverpool Children´s Hospital.
Dr. Anil Bhave, diretor clínico do Ortho Rehab and Wassermann Gait Lab e chefe do Strateg.
Dr. John Herzenberg, diretor do Pediatric Orthopedics no Sinai Hospital e do International Center of Limb Lengthening (ICLL) no Rubin Institute, localizados em Baltimore (EUA).
Dr. Rodrigo Mota, médico oficial do Hospital Central da Polícia Militar, professor da Universidade Federal Fluminense e médico do grupo de trauma do Américas (Barra), no Rio de Janeiro.
Dra. Paloma Yan Lam Wun, fisioterapeuta do Grupo Trauma-Ortopédico do Instituto de Assistência Médica do Servidor Público de São Paulo (Iamspe) e sócia-fundadora da via Pedes Fisioterapia.

Sobre o CERO do VITA Curitiba - Atuando desde 2011, o Centro de Excelência em Reconstrução Óssea do Hospital VITA Curitiba tem como finalidade treinar profissionais e desenvolver pesquisas e tecnologias relacionadas a cirurgias de reconstrução de membros e ao alongamento ósseo. Esses treinamentos são direcionados a profissionais da área da saúde, engenharia, biologia, entre outros. O CERO é coordenado pelo médico ortopedista Richard Luzzi e conta com uma equipe interdisciplinar, formada por enfermeiros, fisioterapeutas, médicos e psicólogos para orientar e dar todo o acompanhamento necessário ao paciente.


Sobre o Hospital VITA - A primeira unidade da Rede VITA no Paraná foi inaugurada em março de 1996, no Bairro Alto, e a segunda em dezembro de 2004, no Batel. O VITA foi o primeiro hospital brasileiro a conquistar, no início de 2008, a Acreditação Internacional Canadense CCHSA (Canadian Council on Health Services Accreditation). A certificação de serviços de saúde avalia a excelência em gestão e, principalmente, a assistência segura ao paciente. Além disso, o VITA é um dos hospitais multiplicadores do Programa Brasileiro de Segurança do Paciente (PBSP). Ele visa disseminar e criar melhorias inovadoras de qualidade e segurança do paciente. Integra também o grupo de hospitais da Associação Nacional de Hospitais Privados - ANAHP. O VITA oferece atendimento 24 horas e é referência nas áreas de cardiologia, cirurgia geral, neurologia, cirurgia bariátrica, medicina de urgência, urologia, terapia intensiva, traumato-ortopedia e pediatria. Além disso, dispõe de um completo serviço de medicina esportiva, prestando atendimento a atletas de diversas modalidades; serviço de oncologia; Centro Médico e Centro de Diagnósticos. Para garantir um alto nível de qualidade nos serviços prestados aos pacientes, o VITA tem investido em ampliação da infraestrutura, tratamentos com equipes multidisciplinares, modernização dos equipamentos, humanização no atendimento, qualificação dos profissionais e segurança assistencial. www.hospitalvita.com.br






Pesquisa brasileira será apresentada no maior congresso mundial de transplante de medula óssea com apoio do Instituto TMO
Estudo de 11 autores, desenvolvido no Hospital de Clínicas da UFPR, contribui para evitar a rejeição da medula óssea após o transplante, favorecendo para que o resultado seja o melhor possível

Alberto - STMO (3).jpeg
Lide Mutimídia - O Instituto TMO é uma instituição que há 31 anos apoia o transplante de medula óssea (também conhecido pela sigla TMO) em várias frentes, inclusive dando suporte a pesquisas que beneficiam inúmeros pacientes. Recentemente, a instituição viabilizou a apresentação de um estudo desenvolvido no Hospital de Clínicas da UFPR (em Curitiba, Paraná), que será apresentado no maior congresso de TMO do mundo, em Madri, Espanha.

A última edição do Congresso Anual da Sociedade Europeia de Transplante de Medula Óssea (EBMT) contou com mais de 5500 participantes de 94 países. 1068 trabalhos foram selecionados. Destes, somente 182 (17%) foram escolhidos para apresentação oral. A data da 46ª edição deste congresso está agendada para agosto deste ano (originalmente seria em março, mas foi transferida devido à pandemia de coronavírus). Após a apresentação no congresso, os trabalhos serão publicados na revista Bone Marrow Transplantation, que pertence ao conceituado grupo Nature Research.

O Instituto TMO viabilizou a inscrição no congresso e também a viagem a Madri de um dos pesquisadores para a apresentação oral. O bioquímico Alberto Cardoso Martins Lima ficará encarregado de apresentar o trabalho, que faz parte de sua tese de doutorado. Entre os 11 autores, estão incluídos médicos que fizeram ou ainda fazem parte do Serviço de Transplante de Medula Óssea do Complexo Hospital de Clínicas (STMO/CHC): Ricardo Pasquini (médico que integrou a equipe que realizou o primeiro transplante de medula óssea no Brasil, no HC/UFPR e foi orientador do estudo), Carmem Bonfim (coorientadora), Samir Kanaan Nabhan, Vaneuza Araújo Moreira Funke, Gisele Loth e Samantha Nichele.

Os demais autores incluem os bioquímicos Noemi Farah Pereira (coorientadora), Luciana Nasser Dornelles, Margareth Kleina Feitosa e Geovana Borsato do Amaral, que fazem parte do Laboratório de Imunogenética do CHC/UFPR. Este laboratório foi o primeiro do Brasil credenciado pela Sociedade Americana de Imunogenética, o que lhe confere um dos maiores padrões de qualidade do mundo.
Importância da participação brasileira
A seleção do estudo para o maior congresso de transplante de medula óssea do mundo vem a confirmar a importância do Hospital de Clinicas da UFPR na área, há muitos anos conhecido como referência mundial em TMO.  

A conquista conta com vários outros méritos, conforme cita o bioquímico Alberto Cardoso Martins Lima. “É muito difícil ser selecionado para os 17% que vão apresentar, entre tantos trabalhos inscritos mundo afora. O segundo ponto é que este congresso tem foco nos aspectos clínicos do TMO. Ter um trabalho de imunogenética aceito para apresentação oral é muito raro”, afirma.

Mesmo não sendo um trabalho 100% clínico, o estudo tem um grande impacto prático, pois contribui para evitar a rejeição da medula óssea após o transplante, favorecendo para que o resultado seja o melhor possível. Afinal, uma rejeição que é evitada contribui para: poupar tempo de recuperação do paciente, poupar mais trabalho da equipe médica e poupar recursos e insumos. Além disso, um paciente com rejeição tem maior probabilidade de ter complicações depois do transplante.

“É interessante citar que este é um trabalho feito na área de doenças não-malignas, que é muito carente de estudos sobre o HLA-DPB1 (há apenas um, com pacientes com doença Thalassemia) e feito com 106 pacientes com doenças não-malignas, atendidos no HC/UFPR entre 2008 a 2017”, cita Alberto. Mesmo sendo doenças não-malignas, o transplante é necessário.

Questões técnicas sobre o estudo
A pesquisa intitulada “A Alorreatividade contra HLA-DPB1 na direção HvG está associada com risco aumentado de falha de enxertia após transplante com doador não aparentado para doenças não-malignas" foi desenvolvida no Laboratório de Imunogenética em conjunto com o STMO/CHC.

Antes de um transplante ser feito, é necessário encontrar um doador. O mais adequado seria um doador da mesma família do paciente (aparentado HLA idêntico), mas como nem sempre isso é possível, uma opção é a busca por um doador não-aparentado, que geralmente são localizados no Redome (Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea) ou em Registros Internacionais.

Para saber se há compatibilidade, é feito em laboratório um trabalho de tipagem para identificar os genes HLA compatíveis. Este estudo tem como objetivo avaliar o papel da resposta imunológica contra os antígenos HLA-DPB1 incompatíveis no contexto do transplante de medula óssea com doadores não aparentados para doenças não-malignas.

Uma peculiaridade que se observa é que nos transplantes com doadores não aparentados, a grande maioria (80% a 85%) dos voluntários apresentam incompatibilidades HLA-DPB1. Além disso, essas incompatibilidades podem ser classificadas em permissíveis (mais adequadas para transplante) e não permissíveis (menos adequadas e com maior risco).

Uso de algoritmos para encontrar doador compatível
Uma pesquisadora da Alemanha desenvolveu um estudo com uso de algoritmos na busca de doadores e criou um website para classificar o risco dos vários doadores não aparentados. Essa ferramenta, chamada IMGT/T-Cell-Epitope 3 (TCE3), classifica as incompatibilidade HLA-DPB1 em permissíveis e não permissíveis, e os médicos do STMO/CHC usam essa informação para selecionar o doador com menor probabilidade de ter complicação. Clinicamente, as incompatibilidades HLA-DPB1 permissíveis são melhor toleradas e conferem menor risco de complicações. Já as incompatibilidades HLA-DPB1 não permissíveis estão associadas a desfechos deletérios após o transplante. Este tipo de incompatibilidade DPB1 podem ser divididas em duas: não permissíveis na direção do paciente contra o enxerto (HvG) e não permissíveis na direção do enxerto contra o paciente (GvH).

Vários estudos com doenças malignas mostraram a utilidade da ferramenta IMGT/TCE3 para selecionar o melhor doador não aparentado. No entanto, quase não existem estudos avaliando o uso desta ferramenta no contexto das doenças não malignas. Os resultados desta pesquisa indicam que as incompatibilidades DPB1 não permissíveis na direção do paciente contra o enxerto (HvG) estão associadas com risco aumentado de rejeição do enxerto e diminuição de sobrevida-livre de eventos. Desta forma, tais incompatibilidades deveriam ser evitadas com o objetivo de otimizar o prognóstico do TMO não aparentado.

Por fim, os achados desta pesquisa validam a importância da tipagem HLA-DPB1 e a estratégia pioneira de seleção de doadores não aparentados atualmente utilizada pelo Serviço de Transplante de Medula Óssea do HC/UFPR em conjunto com o Laboratório de Imunogenética.

#Saudecuidados

85% dos portadores da COVID-19 são assintomáticos
Especialista em bacteriologia explica os riscos da transmissão e a importância da utilização de máscaras

            Pesquisa divulgada pelo hematologista e pós-doutorando da Universidade de Paris, Ramy Rahmé, afirma que 85% dos contaminados pelo coronavírus são assintomáticos, ou apresentam sintomas moderados, como febre, cansaço, tosse seca, sem a necessidade de atendimento hospitalar. Estudos sugerem que é possível que esses indivíduos possam estar com a COVID-19 por até 14 dias antes de apresentar os sintomas, ou desenvolver imunidade a ele.
Cerca de 80% dos pacientes se recuperam da doença sem a necessidade de tratamentos especiais e, muitas vezes, sem sentir sintoma algum. “Depois de infectado, o indivíduo passa a multiplicar a carga viral dentro do organismo e, a partir do segundo dia de infecção, já está transmitindo o vírus para outras pessoas, mesmo que sem sintomas”, afirma o especialista em bacteriologia do LANAC, Marcos Kozlowski.
O uso de máscaras, mesmo as de tecido, estão sendo indicadas pelo órgãos de saúde para conter o vírus. “Elas criam uma barreira física que segura a emissão de gotículas enquanto a pessoa fala, tosse ou simplesmente respira. Assim, ajuda a reduzir a propagação viral de pessoas assintomáticas e auxilia na proteção de quem está ao seu redor”, afirma o especialista.
A chegada do inverno também ascende uma preocupação com as infecções, que aumentam consideravelmente nessa época, principalmente entre crianças e idosos. O LANAC – Laboratório de Análises Clínicas, registra aumento de 20% nos resultados positivos para infecções de vírus e bactérias nesse período.
Segundo Kozlowski, atitudes simples impedem as infecções, e essas são as mesmas disseminadas para evitar o contágio do coronavirus. “É importante lavar as mãos com frequência, evitar colocá-las em contato com boca, nariz, olhos e ouvidos quando estão sujas e manter o corpo descansado e bem alimentado – isso ajuda o sistema imunológico a se manter forte”, explica, lembrando que é importante manter o ambiente sempre ventilado, apesar do frio.

Sobre o LANAC:
Há 28 anos, o LANAC - Laboratórios de Análises Clínicas se diferencia por se manter, com orgulho, como empresa 100% paranaense. A empresa possui 45 unidades de atendimento em diversos bairros de Curitiba, além da Região Metropolitana, Litoral do Paraná, Ponta Grossa, Palmeira e Rio Branco do Sul. Hoje, o laboratório oferece mais de dois mil tipos de exames, além de coleta domiciliar e assessoria científica para médicos e conta com mais de 400 colaboradores. Recebe exames de 25 laboratórios, atuando como laboratório de apoio. A sede central, com 1.200 m², é o maior centro de análises clínicas de Curitiba. A empresa participa de testes de proficiência do Controle Nacional de Qualidade da Sociedade Brasileira de Análises Clínicas, com nota excelente desde 1992 e mantêm a certificação ISO 9001/2015 atualizada desde 2004.
Especialista em bacteriologia explica os riscos da transmissão e a importância da utilização de máscaras


            Pesquisa divulgada pelo hematologista e pós-doutorando da Universidade de Paris, Ramy Rahmé, afirma que 85% dos contaminados pelo coronavírus são assintomáticos, ou apresentam sintomas moderados, como febre, cansaço, tosse seca, sem a necessidade de atendimento hospitalar. Estudos sugerem que é possível que esses indivíduos possam estar com a COVID-19 por até 14 dias antes de apresentar os sintomas, ou desenvolver imunidade a ele.
Cerca de 80% dos pacientes se recuperam da doença sem a necessidade de tratamentos especiais e, muitas vezes, sem sentir sintoma algum. “Depois de infectado, o indivíduo passa a multiplicar a carga viral dentro do organismo e, a partir do segundo dia de infecção, já está transmitindo o vírus para outras pessoas, mesmo que sem sintomas”, afirma o especialista em bacteriologia do LANAC, Marcos Kozlowski.
O uso de máscaras, mesmo as de tecido, estão sendo indicadas pelo órgãos de saúde para conter o vírus. “Elas criam uma barreira física que segura a emissão de gotículas enquanto a pessoa fala, tosse ou simplesmente respira. Assim, ajuda a reduzir a propagação viral de pessoas assintomáticas e auxilia na proteção de quem está ao seu redor”, afirma o especialista.
A chegada do inverno também ascende uma preocupação com as infecções, que aumentam consideravelmente nessa época, principalmente entre crianças e idosos. O LANAC – Laboratório de Análises Clínicas, registra aumento de 20% nos resultados positivos para infecções de vírus e bactérias nesse período.
Segundo Kozlowski, atitudes simples impedem as infecções, e essas são as mesmas disseminadas para evitar o contágio do coronavirus. “É importante lavar as mãos com frequência, evitar colocá-las em contato com boca, nariz, olhos e ouvidos quando estão sujas e manter o corpo descansado e bem alimentado – isso ajuda o sistema imunológico a se manter forte”, explica, lembrando que é importante manter o ambiente sempre ventilado, apesar do frio.

Sobre o LANAC:
Há 28 anos, o LANAC - Laboratórios de Análises Clínicas se diferencia por se manter, com orgulho, como empresa 100% paranaense. A empresa possui 45 unidades de atendimento em diversos bairros de Curitiba, além da Região Metropolitana, Litoral do Paraná, Ponta Grossa, Palmeira e Rio Branco do Sul. Hoje, o laboratório oferece mais de dois mil tipos de exames, além de coleta domiciliar e assessoria científica para médicos e conta com mais de 400 colaboradores. Recebe exames de 25 laboratórios, atuando como laboratório de apoio. A sede central, com 1.200 m², é o maior centro de análises clínicas de Curitiba. A empresa participa de testes de proficiência do Controle Nacional de Qualidade da Sociedade Brasileira de Análises Clínicas, com nota excelente desde 1992 e mantêm a certificação ISO 9001/2015 atualizada desde 2004.

Nenhum comentário: