Evento em São Paulo, no dia 10 de junho, sustenta iniciativas que já beneficiaram mais de 140 mil pessoas em comunidades no estado, além do Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Santa Catarina
O Cidades Invisíveis realiza, em 10 de junho de 2026, a oitava edição de seu leilão beneficente, no Hotel Rosewood, em São Paulo (SP). O evento reforça a consolidação da iniciativa que une arte e solidariedade para financiar projetos sociais do instituto em diferentes regiões do país, como o Vidigal, no Rio de Janeiro (RJ), Preventório, em Niterói (RJ), Vila Prudente, na capital paulista, além de São Sebastião (SP), Florianópolis (SC), Paraná e Canela (RS).
Criado em 2018 pelo fundador do instituto, Samuel dos Santos, em parceria com o galerista Luis Maluf e com a atriz Thaila Ayala, madrinha do projeto, o leilão teve início em Florianópolis (SC), com arrecadação de R$56 mil. Desde então, acompanhou o crescimento do Cidades Invisíveis e ganhou escala ao longo dos anos. Nos anos seguintes, o evento cresceu de forma consistente. As edições realizadas no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, em 2022 e 2023, ampliaram sua visibilidade. A mudança para o Hotel Rosewood, em São Paulo, a partir de 2024, marcou um novo momento, com estrutura mais robusta e maior capacidade de mobilização.
Os resultados acompanharam esse movimento. Em sua última edição, realizada em junho de 2025, o leilão atingiu sua maior arrecadação, de R$ 3 milhões. O dado, mais do que um recorde, indica a consolidação do evento como uma base estável de recursos para o projeto. É essa estabilidade que permite ao Cidades Invisíveis manter e expandir suas iniciativas. Os valores arrecadados financiam ações contínuas nas comunidades onde o instituto atua, com foco na geração de oportunidades e no fortalecimento de vínculos locais.
Em 2026, a prioridade está na manutenção e ampliação dos espaços Bonsai, que reúnem atividades como jiu-jitsu, yoga, boxe, informática, costura, arte e dança. As iniciativas ampliam o acesso à educação, cultura e esporte e dão escala a um trabalho que, ao longo do tempo, já impactou mais de 140 mil pessoas.
“Eu olho para trás e lembro de quando o Cidades Invisíveis era apenas um sonho, lá em 2012. Hoje, chegamos à 8ª edição do nosso Leilão com a certeza de que este é o momento mais importante do ano. Ele é o coração do Cidades; o motor que mantém pulsando nossos projetos pelo Brasil e que potencializa as conexões necessárias para realizarmos, juntos, ainda mais transformação social.", afirma Samuel dos Santos, o Samuka, fundador e CEO do Cidades Invisíveis.
O encontro que dá visibilidade à causa
Além de sua proposta solidária, o leilão se consolidou como ponto de encontro de lideranças empresariais, artistas e formadores de opinião. Ao longo das edições, passou a reunir nomes conhecidos do público e do mercado, ampliando sua relevância. Entre os participantes estão a madrinha do projeto, Thaila Ayala, além de Flávia Alessandra, Vitória Strada, Julia Faria, Jade Picon, Malvino Salvador, Kyra Gracie, Pocah e Renato Góes, o que reforça o caráter plural da iniciativa.
Essa presença também se reflete na programação do evento. Em edições anteriores, o palco do leilão recebeu apresentações de nomes como Toni Garrido, Preta Gil, Àvuà e Claudia Leitte, integrando cultura à proposta do projeto.
Em 2026, o evento abre espaço para apresentações que refletem diretamente os resultados das ações desenvolvidas pelo instituto. Estão previstas atividades com alunos dos projetos do Cidades Invisíveis, como desfile do curso de modelagem, corte e costura, apresentação de teatro do Bonsai Vidigal e números de ballet e dança, evidenciando o percurso formativo dos beneficiados ao longo do ano. Entre os destaques confirmados, o artista plástico Beto Gatti participa novamente do leilão. Em 2025, sua obra “Cabo de Guerra” (2022) foi arrematada por R$ 450 mil, o maior valor da noite, contribuindo para a maior arrecadação da história do evento.
Sobre o Cidades Invisíveis
Criado em 2012, em Florianópolis (SC), o Cidades Invisíveis é uma organização social que atua na transformação de realidades e na redução da pobreza e da desigualdade em suas múltiplas dimensões. Presente em diversas cidades do país, a iniciativa desenvolve projetos em parceria com artistas locais e nacionais, revertendo parte da renda arrecadada em ações de impacto social em comunidades de Florianópolis (SC), Rio de Janeiro (RJ), Niterói (RJ), São Paulo (SP), São Sebastião (SP) e Canela (RS). Ao longo dos mais de treze anos de atuação, o Cidades Invisíveis já destinou mais de R$ 8 milhões a projetos sociais, impactando mais de 140 mil vidas. A organização atua alinhada à Agenda 2030 da ONU e é signatária do Movimento Nacional dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável de Santa Catarina (ODS/SC), com o compromisso de combater a invisibilidade social nas periferias onde está presente.
Nenhum comentário:
Postar um comentário