O litoral cearense se desdobra em roteiros complementares a partir dessa estruturação. Em Aracati, por exemplo, o centro histórico tombado pelo IPHAN, os casarões coloniais da Rua Grande e a convivência entre o Rio Jaguaribe e o oceano criam percursos que oferecem lazer e aprendizado, atraindo visitantes de diferentes gerações. Já na Taíba, antiga vila de pescadores, o ritmo mais tranquilo, os ventos constantes e a paisagem preservada transformam o destino em refúgio para famílias que desejam fugir dos grandes centros turísticos, sem abrir mão de infraestrutura e experiências autênticas, como passeios de buggy, esportes de vento, observação do pôr do sol e gastronomia local.
O impacto econômico acompanha esse movimento. De janeiro a maio de 2025, o turismo cearense movimentou R$ 5,5 bilhões, com ocupação hoteleira média de 73,8%, segundo dados do Portal IN. O desempenho supera a média nacional e reflete uma política ativa de promoção do destino, além de investimentos em conectividade aérea e diversificação da oferta turística.
Com sol praticamente garantido, ventos que amenizam as altas temperaturas e uma costa que alterna praias badaladas e refúgios ainda pouco explorados, o litoral cearense se firma como um destino onde o verão não termina. Para as famílias brasileiras, essa combinação significa mais liberdade de planejamento, viagens fora da alta temporada tradicional e experiências que atendem diferentes perfis — das crianças aos avós —, consolidando o Ceará como um dos destinos mais completos do turismo nacional.
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