A importância cultural do Carnaval brasileiro. Escola de samba de Florianópolis, unindo a Fé na Avenida. Carnaval em homenagem a literatura Rio de Janeiro 2026. |
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| Carnaval na passarela do Samba Florianópolis SC. |
Com 1600 componentes escola de samba de Florianopolis Jardim das Palmeiras apostou na fe levando para a avenida o desfile com o enredo “Fé nas Águas – Caminhos de Devoção, Celebração e Religiosidade”, transformando a passarela Nego Querido em um cortejo onde santos e orixás dividiram espaço, guiados pelas tradições religiosas ligadas aos rios e mares do Brasil ,Nossa Senhora de Navegantes juntamente com a Iemanja foi um dos pontos altos da escola no sambódromo da Capital Catarinense.
| Assunto Carnaval |
Rio de Janeiro. Unidos da Tijuca homenageia Carolina Maria de Jesus; veja autores que inspiraram escolas de samba |
Clássicos da literatura ganham vida nas passarelas dos sambódromos brasileiros |
Foto: Divulgação Unidos da Tijuca |
Os desfiles de escolas de samba, que tradicionalmente marcam o Neste ano, a carioca Unidos da Tijuca leva para a avenida o clássico Quarto de Despejo: Diário de uma favelada. O grupo, que se apresenta na madrugada da terça-feira (17), às 2h30, celebra a trajetória de Carolina Maria de Jesus. Símbolo de resistência negra, Carolina fez de suas palavras um instrumento contra a desigualdade social, denunciando em sua obra as violências, as contradições e a invisibilidade impostas à população marginalizada. No samba- |
Ana Paula Aguiar, autora de história do Sistema de Ensino pH, explica as origens, transformações e curiosidades que ajudam a compreender a importância cultural do Carnaval brasileiro | |
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Aquarela de Augustus Earle (c.1822) retratando o Entrudo no Rio de Janeiro – foliões jogando água. [Crédito: Wikimedia Commons] | |
Celebrado sempre nos dias que antecedem a Quarta-Feira de Cinzas, o Carnaval está diretamente ligado ao calendário cristão e marca o período anterior aos 40 dias da Quaresma. "O Carnaval surgiu como um rito de passagem que antecede a Quaresma cristã. A festa tornou-se uma espécie de “último suspiro” da carne e dos prazeres mundanos antes do recolhimento espiritual", explica Ana Paula Aguiar, autora de História do Sistema de Ensino pH. Segundo a historiadora, a própria origem do termo, possivelmente derivado do latim carnem levare, ou "retirar a carne", reforça o sentido simbólico da festa de despedida dos prazeres mundanos antes do período de jejum e penitência. Apesar de sua associação com o cristianismo, a festa tem raízes ainda mais antigas. Antes de integrar o calendário religioso, práticas semelhantes já estavam presentes em celebrações da Antiguidade, como as Saturnálias romanas e os rituais dedicados a Dionísio na Grécia, marcados por comida, bebida e música. "Ao mesmo tempo em que tudo parecia “permitido”, a festa também reforçava os limites: acabava sempre com o início da Quaresma, como quem diz: agora é hora de se recolher", observa Ana Paula, ao explicar como a Igreja optou por reorganizar, e não eliminar, essas tradições populares. No Brasil, o Carnaval chegou durante o período colonial, trazido pelos portugueses por meio do Entrudo, uma prática popular que consistia em sujar e molhar as pessoas nas ruas. "Embora fosse tolerado como uma válvula de escape em uma sociedade marcada por rigidez e desigualdade, o Entrudo também era alvo de repressão pelas autoridades, que o consideravam uma festa “grosseira” e tentavam proibi-lo a partir do século XIX ", contextualiza a autora de História. Com o tempo, a celebração foi se transformado e ganhando características próprias. O surgimento dos bailes de máscara, dos blocos de rua e, posteriormente, das escolas de samba estruturou o Carnaval como manifestação cultural organizada. A partir do século XX, o samba assumiu o papel central, e a festa passou a dialogar com temas sociais, históricos e políticos, sem perder seu caráter popular. Hoje, as diferentes formas de celebrar o Carnaval pelo país, dos desfiles do Sudeste aos trios elétricos do Nordeste e às manifestações como o frevo e o maracatu, refletem a diversidade cultural brasileira. Mais do que um momento de folia, a festa se afirma como um patrimônio cultural, preservando memórias, saberes populares e formas de resistência que atravessam gerações. Sobre o Sistema de Ensino pH (www.sistemadeensinoph.com. Há quase 10 anos no mercado, o Sistema de Ensino pH é reconhecido pelo elevado número de aprovações nos vestibulares das universidades mais concorridas do estado e pelos excelentes resultados no ENEM. O sistema atua da Educação Infantil ao Pré-vestibular e conta com uma série de escolas parceiras, oferecendo também orientação nas áreas de planejamento, ferramentas tecnológicas, projetos inovadores, integração de recursos e formação contínua dos profissionais. O Sistema de Ensino pH integra o portfólio de empresas da SOMOS Educação na última década |


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