
Copa do Mundo 2026: o torcedor mudou — e as marcas que não perceberam já perderam o jogo.
Caroline Ferrari, da Octopus, aponta que novos dados de consumo revelam um torcedor mais jovem, saudável e conectado; marcas que ignorarem esse perfil vão errar o alvo
A Copa do Mundo de 2026 já começou muito antes do apito inicial — e não apenas nos campos dos Estados Unidos, Canadá e México. No Brasil, o torneio funciona como um dos maiores aceleradores de consumo do calendário, movimentando setores que vão do varejo alimentar ao entretenimento digital. Mas o que os dados desta edição revelam é que o torcedor brasileiro não é mais o mesmo. E quem ainda está comunicando para o perfil de 2018 está, na prática, falando com uma audiência que não existe mais.






