Com o aumento do uso das redes sociais, ler exige mais esforço — veja estratégias para manter o hábito mesmo com TDAH. |
No Dia Mundial do TDAH (celebrado em 13 de julho), o tema ganha destaque e chama atenção para estratégias que podem ajudar na criação de novos hábitos de leitura. Em um mundo cada vez mais barulhento, o simples ato de sentar para ler um livro tornou-se um desafio para muita gente. Para quem tem Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), esse cenário é ainda mais complexo. No Janeiro Branco, mês dedicado à conscientização sobre saúde mental, o tema ganha destaque e chama atenção para estratégias que podem ajudar na criação de novos hábitos de leitura. De acordo com a escritora, mediadora de leitura e curadora literária Thaís Campolina, a dificuldade atual em manter o foco para a leitura é um fenômeno coletivo. “Estamos desaprendendo a ler. Nossa vida hiperconectada tem afetado nossos neurônios, que se reorganizam a partir desse excesso de estímulos e do ritmo acelerado exigido pelo momento que estamos vivendo”, explica ela. |



Entre os problemas do cotidiano, quantas vezes já nos perguntamos: o Brasil não é para amadores? Às vezes, parece mesmo não ser. Em uma região marcada pela herança colonial, que resultou em profundas desigualdades sociais, a população precisa sempre arranjar um “jeitinho” de viver e ser feliz. É essa força em superar desafios com resiliência e teimosia que Marco Brito Mioni transmite em Os amadores do Brasil, um conjunto de contos que apresenta os retratos múltiplos dos conterrâneos tupiniquins. 
