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| Arquitetura/ Tendência/ Designer. |
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Quando o piso aquece o morar. Hotfloor assina o conforto térmico do Edifício Euclides, no Champagnat.

Tecnologia invisível, arquitetura autoral e bem-estar cotidiano se encontram em um novo endereço que convida a viver Curitiba de dentro para fora
Em um dos bairros mais charmosos de Curitiba, o Edifício Euclides nasce com uma proposta clara: transformar o cotidiano em experiência. Localizado na Rua Euclides da Cunha, no Champagnat, o empreendimento combina arquitetura contemporânea, integração com a vida urbana e um cuidado especial com o conforto — aquele detalhe silencioso que muda completamente a sensação de estar em casa.
Assinado pelo escritório Arquea Arquitetos, com construção da Construção Cron e incorporação da L’Espace Incorporadora, o projeto aposta em linhas puras, estética marcante e uma atmosfera jovem e urbana. A poucos passos de cafés, restaurantes e serviços, o edifício dialoga com o ritmo do bairro e convida a viver a cidade a pé, com leveza e liberdade.
Mas é no interior dos apartamentos que o Euclides revela um de seus diferenciais mais sofisticados: o conforto térmico proporcionado pelo sistema de aquecimento de piso da Hotfloor. Com potência total instalada de 35.000 watts distribuídos em 60 ambientes, a tecnologia garante uma temperatura uniforme e agradável, sem interferir na estética dos ambientes.
“Pensar no conforto térmico desde o início do projeto é pensar na qualidade de vida das pessoas. O aquecimento de piso cria uma sensação de acolhimento contínuo, valoriza o projeto de interiores e transforma a casa em um verdadeiro refúgio”, afirma Scheyla Ciruelos, Head de Expansão e Performance Comercial da Hotfloor.
Diferente de soluções convencionais, o aquecimento de piso é invisível, silencioso e integrado à arquitetura. “Ele elimina equipamentos aparentes, mantém os espaços livres e contribui para uma estética mais limpa e sofisticada — além de proporcionar aquela sensação sutil de conforto ao caminhar descalço, especialmente nos dias frios curitibanos”, explica Scheyla.
Com plantas de duas suítes e opções de uma ou duas vagas de garagem, o Edifício Euclides foi pensado para um público que valoriza design, funcionalidade e experiências sensoriais. Um projeto que entende que morar bem vai além da metragem: está nos detalhes que não se veem, mas se sentem. No Euclides, o conforto começa pelo piso, e se espalha por toda a experiência de viver a cidade
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Euclides Ciruelos: o engenheiro que antecipa tendências e transforma inovação em legado
Da construção civil à automação residencial baseada em IA, o empreendedor antecipa tendências e consolida a SmartLy como referência em inovação, eficiência energética e experiência do usuário
À frente do seu tempo. É assim que o mercado descreve o empresário e engenheiro civil paranaense Euclides Ciruelos, cuja carreira se consolidou pela capacidade de prever tendências e transformá-las em negócios sustentáveis, altamente tecnológicos e orientados à experiência do usuário.
Ciruelos esteve envolvido em obras emblemáticas ao longo da carreira — entre elas, o Eurobusiness, referência pela imponência e pelo pioneirismo em soluções arquitetônicas com foco em sustentabilidade. Foi neste marco que uma inquietação começou a ganhar forma: “Conforto e responsabilidade ambiental não podem ser lados opostos da balança. Sempre acreditei que a construção civil precisava evoluir para entregar desempenho com menor impacto ao planeta”, relembra.
Anos mais tarde, à frente da Hotfloor, Ciruelos identificou que o futuro do aquecimento residencial dependeria de eficiência energética somada à inteligência. A visão o impulsionou para uma jornada de pesquisa aplicada, que incorporou ciência de dados, sensores e automação. “Percebi que não bastava aquecer ambientes; era necessário criar inteligência para consumir menos energia e gerar mais conforto”, afirma.
Foi nessa fase que o empresário adotou inteligência artificial — muito antes de o tema se tornar pauta dominante no mercado. “Quando ninguém sequer mencionava IA no setor, nós já testávamos aplicações no desenvolvimento de produto. Era a única forma de criar uma solução realmente autônoma e adaptada ao comportamento do usuário”, explica.
O resultado dessa estratégia foi o primeiro termostato inteligente com tecnologia própria, capaz de aprender padrões de uso, antecipar necessidades e otimizar o consumo energético de forma automática. A solução abriu terreno para um novo mercado — e também para um novo negócio.
Assim nasceu a SmartLy, startup fundada por Ciruelos para escalar a tecnologia desenvolvida. Hoje, além dos termostatos inteligentes e da automação residencial completa, a empresa possui um braço avançado dedicado exclusivamente a IA aplicada. “A SmartLy nasceu da convicção de que sustentabilidade só se torna real quando é acessível. Nossa tecnologia existe para simplificar a vida das pessoas, não para complicá-la”, afirma o executivo.
De acordo com ele, o futuro das residências não será medido apenas pela conectividade, mas pela capacidade dos sistemas de aprender, prever e agir: “A verdadeira inovação é aquela que o usuário nem percebe — ele apenas vive melhor”.
Com a mesma visão estratégica que guiou cada etapa de sua carreira — da construção civil às deeptechs — Ciruelos mantém uma regra inegociável: inovação com impacto. “A tecnologia deve servir à sociedade. Se ela não melhora a vida das pessoas e não reduz o impacto ambiental, ela é apenas mais um produto — e isso nunca me interessou”, afirma.
Enquanto grande parte do mercado apenas reage às mudanças, o empresário segue definindo rotas. E é justamente por essa frequência rara — estratégica, inquieta e incansavelmente orientada ao futuro, que Euclides Ciruelos permanece como referência entre executivos e empreendedores. Ele não apenas enxerga o futuro, ele o constrói.

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Testarossa: arquitetura que provoca os sentidos e redefine a experiência de bar em Curitiba.
Testarossa - créditos: Emy Tsutsumi
Arquitetura autoral, design sensorial e coquetelaria de excelência se encontram em um espaço pensado para ser vivido ao longo do dia
Curitiba acaba de ganhar um novo endereço que vai além da experiência gastronômica e da coquetelaria autoral. Inaugurado recentemente, o Testarossa surge como uma das grandes novidades entre bares e cafés da cidade, reunindo técnica, identidade e sensorialidade em um mesmo espaço.
Idealizado pelo empresário João Pedro Pennacchi em sociedade com o bartender Ariel Todeschini, campeão do Worldclass Brasil 2025 e um dos 20 melhores bartenders do mundo na etapa global realizada em Toronto, no Canadá, o bar tem sua essência traduzida arquitetonicamente por projeto assinado pelo escritório Artd3 Arquitetura e Interiores, comandado pela arquiteta Karina Kawano e pela designer de interiores Denise Maruishi.Testarossa - créditos: Emy Tsutsumi.
Reconhecido por criar espaços autorais, sensoriais e de personalidade, o escritório imprime no Testarossa um conceito hi-lo sofisticado e, ao mesmo tempo, acolhedor, que traduz com precisão a proposta do bar: um lugar onde técnica e emoção, memória e contemporaneidade, convivem em equilíbrio.
Um projeto que se revela na experiência
Desde a chegada, o Testarossa deixa claro que a arquitetura é protagonista. A fachada discreta, marcada pelo vermelho intenso e pela iluminação precisa, funciona como um convite singular. Ao atravessar a porta, o visitante é imediatamente envolvido por um ambiente que instiga os sentidos e convida à permanência.
Testarossa - créditos: Emy Tsutsumi.
O forro vermelho em alto brilho, elemento icônico do projeto, cria um impacto visual imediato e estabelece uma atmosfera vibrante, quase cenográfica. A escolha dialoga com a identidade ítalo-brasileira da marca e se equilibra com materiais de leitura mais crua e afetiva, como os revestimentos cimentícios, a madeira maciça e o couro presente nos estofados.
“O vermelho não entra como um excesso, mas como um manifesto. Ele provoca, aquece e cria identidade. Nosso cuidado foi fazer com que esse impacto visual fosse acolhedor, e não impositivo”, explica Karina Kawano.
Contrastes que constroem identidade
O projeto do Testarossa é idealizado a partir de contrastes bem orquestrados. O piso em ladrilho hidráulico preto e branco traz memória e ritmo visual, enquanto o mármore Napoleon Bordeaux, aplicado no balcão principal e na mesa coletiva, imprime sofisticação e presença. A madeira aparece como elemento de equilíbrio, adicionando conforto tátil e visual para o espaço.
Essa combinação de materiais cria uma narrativa clara: o Testarossa é um espaço de encontro, permanência e troca. Cada escolha reforça a proposta de um ambiente que transita com naturalidade entre o café do meio da tarde e a coquetelaria intimista da noite.
Testarossa - créditos: Emy Tsutsumi.
“Pensamos o projeto para acompanhar diferentes momentos do dia e diferentes estados de espírito. A arquitetura precisava ser flexível, viva, quase como um organismo que se adapta ao ritmo do bar”, destaca Denise Maruishi.
O espaço é organizado de forma fluida, com ambientes integrados que se conectam sem perder identidade. O balcão principal funciona como eixo do projeto, estimulando a interação direta com a coquetelaria. O espaço de estar, a mesa compartilhada e os lounges laterais ampliam as possibilidades de uso e reforçam a ideia de convivência.
A iluminação é outro aspecto de destaque: suave, pontual e estratégica, ela valoriza texturas, volumes e materiais, criando uma atmosfera envolvente sem perder funcionalidade. À noite, o projeto ganha ainda mais força, com um clima intimista que transforma o bar em um refúgio urbano para celebrações.
Arquitetura como narrativa
O projeto do Testarossa é um exemplo de como a arquitetura é capaz de contar e perpetuar histórias. Referências afetivas, elementos de memória e escolhas contemporâneas estão presentes para criar um espaço com alma, que dialoga diretamente com o conceito do bar e com a proposta dos seus criadores. O próprio nome carrega essa carga simbólica, uma memória afetiva.
“Nosso maior objetivo foi traduzir a essência do Testarossa em arquitetura. Um espaço que acolhe e cria lembranças. Quando o cliente se sente parte do ambiente, a experiência se completa”, resume Karina.
Fachada do Testarossa - créditos: Emy Tsutsumi.
Com esse projeto, o Testarossa se consolida como um case relevante de arquitetura aplicada à experiência, onde design, gastronomia e sensorialidade caminham juntos, deixando claro que cada detalhe carrega intenção, significado e identidade.
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Arquitetura impulsiona valorização imobiliária no Centro de Curitiba e reforça potencial de novas conexões urbanas
Projeto da Baggio Schiavon Arquitetura para o AYA Carlos de Carvalho propõe integração com o entorno e ativações no térreo, ampliando vitalidade e atratividade da região central
Curitiba, janeiro de 2026 — O Centro de Curitiba volta a ocupar um lugar estratégico no debate urbano e imobiliário. Com iniciativas recentes que reforçam a valorização das áreas centrais como territórios de convivência, mobilidade e negócios, cresce também o olhar do mercado para empreendimentos capazes de acompanhar esse movimento por meio de soluções arquitetônicas que ampliam o valor percebido, a performance comercial e a integração com a cidade.
Neste contexto, a valorização da região central passa também pela forma como os projetos se relacionam com a rua, por meio de gentilezas urbanas e da integração entre espaços públicos e privados. Ao estimular percursos mais convidativos, ampliar a sensação de acolhimento e incentivar o uso ativo do térreo, a arquitetura contribui para fortalecer uma lógica de valor agregado que transcende o imóvel em si a reforça a atratividade do Centro como território de permanência, encontros e novas dinâmicas de ocupação.
“A valorização do Centro passa por devolver ao território aquilo que faz uma cidade ser desejada: vida urbana, conexões e uso qualificado do espaço. A arquitetura tem um papel decisivo nesse processo porque influencia a forma como as pessoas circulam, habitam e se relacionam com o entorno. Quando o mercado imobiliário assume essa responsabilidade com inteligência e sensibilidade urbana, o resultado é um Centro mais ativo, seguro e sustentável, sem abrir mão da sua identidade”, declara o arquiteto Flavio Schiavon, sócio da Baggio Schiavon Arquitetura (BSA).
Na visão do escritório curitibano reconhecido nacionalmente pela atuação no segmento imobiliário, a arquitetura contemporânea deixou de ser apenas um recurso estético para se consolidar como um ativo decisivo no desempenho de um empreendimento. Ao combinar funcionalidade, leitura urbana e inteligência de implantação, o projeto se torna um elemento direto de valorização imobiliária, contribuindo para posicionamento, diferenciação e potencial de atratividade em regiões centrais.
Um exemplo dessa abordagem é o AYA Carlos de Carvalho, empreendimento residencial localizado em um dos eixos mais emblemáticos de Curitiba, conectando o Centro ao Batel. No projeto, a BSA explorou ao máximo o potencial de um terreno de 3.389 m² e as oportunidades de implantação em uma área de múltiplas frentes e fluxos urbanos. “Com três testadas voltadas para importantes ruas da região, nossa intenção foi valorizar cada detalhe para conceber uma torre imponente, de 70 metros de comprimento, voltada para a Rua Visconde de Nácar, na face leste”, afirma o arquiteto Ken Uehara.
A proposta reforça um atributo cada vez mais valorizado na produção imobiliária contemporânea, a capacidade de gerar impacto positivo no entorno imediato. No embasamento, o projeto prevê uma galeria comercial que conecta duas vias centrais, ampliando a circulação de pedestres e contribuindo para uma ocupação mais ativa do térreo, com efeitos diretos na dinâmica urbana. “Esse espaço proporciona mais vida, segurança e integração ao dia a dia, tanto para os moradores quanto para quem circula pelo entorno”, complementa Schiavon.
A fachada, por sua vez, é marcada pelo equilíbrio entre elementos verticais e horizontais e traduz a diversidade das tipologias residenciais, conectando identidade arquitetônica e leitura de produto. A soma dessas decisões reforça a estratégia de valorização do Centro não apenas como endereço, mas como experiência urbana completa, alinhada a uma agenda contemporânea de cidades mais conectadas e atrativas.
“O AYA será reconhecido como um marco de revitalização do centro da cidade, exemplo de como a arquitetura pode transformar espaços ao integrar funcionalidade, design e urbanidade”, conclui Flavio Schiavon.

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