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"O Véu das Noites Vermelhas", de Guilherme Cysne, é o primeiro volume da trilogia que mescla suspense, ação e dilemas morais
Uma história intensa e repleta de reviravoltas marca “O Véu das Noites Vermelhas”, o primeiro livro de "A Saga de Sol e Sangue", trilogia idealizada pelo escritor e músico Guilherme Cysne. No cerne da obra está o mito vampiro, uma simbologia clássica da literatura, agora, apresentada em um cenário contemporâneo frente a frente com problemas da sociedade atual.
Contos antirracistas para pensar uma sociedade mais igualitária
Du Prazeres une ficção científica, afrofuturismo, narrativas ancestrais e cultura popular em busca do combate ao preconceito por meio da educação
Professor universitário, cria da favela, formado em escolas públicas e homem preto, Du Prazeres vivenciou as lutas da comunidade negra e percebeu desde cedo que a educação é a única forma de combater o racismo. A estreia dele na literatura, com Antirracismo em contos leves, levanta debates sobre os preconceitos e a importância de buscar um mundo com mais igualdade social.
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CONHEÇA A HISTÓRIA QUE INSPIROU SING SING, DRAMA INDICADO A TRÊS PRÊMIOS NO OSCAR 2025Protagonizado por Colman Domingo, longa chega aos cinemas em 13 de fevereiro, com distribuição da Diamond Films |
São Paulo, fevereiro de 2025 - Indicado a três categorias do Oscar, SING SING chega aos cinemas de todo o Brasil em 13 de fevereiro, contando uma história real sobre o poder transformador da arte. Com distribuição da Diamond Films, o longa do diretor Greg Kwedar acompanha detentos que, dentro da penitenciária que dá nome ao filme, encontram acolhimento e propósito ao formar um grupo de teatro, no qual encenam grandes clássicos de Shakespeare e peças autorais. |
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A iniciativa retratada no filme, chamada Rehabilitation Through the Arts (RTA), existe de fato e tem efeitos positivos comprovados: enquanto a média nacional de reincidência nas prisões dos Estados Unidos é acima de 60%, entre os participantes do RTA é abaixo de 5%. Ainda assim, são poucos aqueles que são familiarizados com o programa. O próprio Kwedar conheceu o RTA por acaso, em 2016, quando foi ajudar um amigo que produzia um curta documental dentro de uma prisão de segurança máxima. |
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Trabalhar com arte no Brasil: ainda vale a pena?
*L. Domingos Dalabilia
Um fenômeno tem acontecido com mais recorrência no Brasil: pessoas acima de 60 anos estão escrevendo e estreando como autores. A velhice está em grande pauta nos dias de hoje, mas esse olhar é relativamente novo, pois há poucas décadas essas pessoas viviam no ostracismo, relegadas não apenas a uma aposentadoria profissional, mas sobretudo a uma aposentadoria de ideias, vivências e prazeres.
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| Divulgação / L. Domingos Dalabilia |