Carlos Márcio lança “Racismo, Constante como o Tempo”, vencedor do Prêmio Resistência 2025, no dia 25 de maio, no Auditório Vivaldi Moreira, no Tribunal de Contas de Minas Gerais, em Belo Horizonte, e no dia 22, no Teatro Municipal de Sabará
A ideia de que o tempo, por si só, é capaz de curar todas as feridas encontra um contundente contraponto na literatura. Em “Racismo, Constante como o Tempo”, o escritor estreante e violoncelista mineiro Carlos Márcio (@carlosmarciocello) entrega uma obra que funciona ao mesmo tempo como um manifesto, um grito e um ato de amor. Vencedor do Prêmio Resistência 2025, da Editora Arte da Palavra, o livro percorre mais de quatrocentos anos de história para provar sua tese central: o racismo não é um resquício do passado, mas uma estrutura que se renova e se adapta, persistente e insidiosa.