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FLIMO - Festa Literária de Morretes ocorre de 4 a 7 de junho
e homenageia a poeta paranaense Alice Ruiz
5ª edição da Flimo reúne ampla programação cultural e gratuita para todas as idades, com encontro entre literatura,
natureza, gastronomia e homenagem a um dos maiores nomes da poesia brasileira contemporânea
5ª edição da Flimo - Festa Literária de Morretes ocorre de 4 a 7 de junho
(Cred Gloriosa Produção Cultural)
De 4 a 7 de junho, a 5ª edição da Flimo - Festa Literária de Morretes promete tomar conta da cidade histórica do litoral paranaense. O evento, que se consolidou como um dos mais autênticos do calendário literário do estado, apresenta uma programação dedicada à conexão profunda entre leitores e autores em meio à uma paisagem que convida o público à pausa e à reflexão.
A exposição “Teia à Toa” poderá ser vista até domingo, 10 de maio, na Sala 3 do Museu Oscar Niemeyer. A mostra reúne aproximadamente 70 obras em cerâmicas multicoloridas, esculturas monocromáticas em resina e bronze, aquarelas e instalações. |
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Educação menstrual ganha destaque na literatura infantojuvenil
"O Diário de Adelaine", escrito pela fisioterapeuta especialista em saúde pélvica e sexualidade, Berenice V.S. Meurer, transforma a menarca em ponto de partida para conversas sobre corpo, consentimento e autonomia feminina
Como a forma que a mulher é vista na sociedade é influenciada pela forma que a menstruação é tratada na vida das meninas e mulheres? Falar sobre menstruação ainda é um desafio em muitas famílias e ambientes escolares. Cercado por tabus e desinformação, o tema costuma ser evitado justamente no momento em que meninas mais precisam de orientação. Segundo pesquisa da Johnson & Johnson Brasil, cerca de 57% das brasileiras se sentem sujas ao menstruar - o que reforça esse estigma. É nesse contexto que o livro infantojuvenil O Diário de Adelaine, escrito pela fisioterapeuta pélvica e especialista sexualidade humana e saúde da mulher, Berenice V.S. Meurer, surge como uma ferramenta de apoio para ampliar o diálogo sobre educação menstrual de forma acessível.
Mulheres no centro da ciência: um avanço contra a padronização androcêntrica
Karina Rodrigues*
Em 2026, um marco simbólico e científico expõe, mais uma vez, as lacunas históricas da produção de conhecimento: o clitóris feminino foi mapeado em três dimensões com precisão inédita, permitindo uma compreensão mais detalhada de sua estrutura, inervação e funcionalidade. O fato, comandando pela pesquisadora Ju Young Lee, da universidade UMC, por si só, não deveria soar surpreendente, mas soa. Isso porque estruturas análogas do corpo masculino, como o pênis, já haviam sido amplamente descritas e modeladas há décadas, evidenciando um desequilíbrio persistente na agenda científica.