A arte como ponto de partida nos projetos de arquitetura de interiores.
Para a profissional Denise Barretto, a curadoria de obras de arte vai além da estética e se torna elemento central de ambientes com identidade, memória e significado
Em seu projeto para a Mostra Artefacto 2026, a arquiteta Denise Barretto selecionou as obras Lingam, do pintor pernambucano Montez Magno (1934-2023), e o par de quadros da artista visual Lidia Lisbôa para compor a biblioteca | Foto: Raphael Briest
A presença da arte nos projetos de interiores deixou de ser um complemento para assumir um papel protagonista. Mais do que integrar os interiores dos ambientes, obras de arte são capazes de conduzir narrativas, entregar histórias e orientar decisões de projeto desde o início.