terça-feira, 14 de abril de 2026

 

MUNDO PETS

Í

Pets ganham papel central na vida dos brasileiros e reconfiguram afetos e relações; mostra digital reúne histórias de vida e Museu da Pessoa convida público a contar as suas

Mostra “A Vida que Compartilhamos”, do Museu da Pessoa e GoldeN, reúne 10 histórias de vínculos entre pessoas e seus cães e gatos; Museu convida o público a compartilhar seus próprios relatos, enquanto pesquisa inédita da marca mostra que 8 em cada 10 pets adotados no Brasil vêm de resgates de rua ou redes informais 



São Paulo, Abril de 2026 – Quando a gata Olga foi diagnosticada com uma doença renal crônica severa, sua tutora, Milena Klinke, precisou reorganizar a rotina e a própria forma de atravessar os dias. Mais do que companhia, Olga se tornou presença constante em uma vida marcada pelo cuidado, pela escuta e pela escolha de viver um dia de cada vez.


Histórias como essa integram “A Vida que Compartilhamos”, mostra digital do Museu da Pessoa e GoldeN lançada em 4 de abril, Dia Mundial do Animal de Rua. A exposição reúne dez relatos de pessoas e seus cães e gatos, marcados por relações que se constroem ao longo do tempo e atravessam diferentes momentos da vida. A mostra está disponível em: https://memo.museudapessoa.org/a-vida-que-compartilhamos/ 


Assista ao teaser da exposição. 

MUNDO PETS
 
 

Algumas das histórias começaram de maneira inesperada: em um ponto de ônibus, sob um carro em uma noite de garoa, dentro de uma caixa de sapatos abandonada na rua. Outras surgiram em meio a mudanças maiores, como viagens longas ou recomeços em outro país. Em cada uma delas existe um instante decisivo: aquele momento em que duas trajetórias se cruzam e passam a seguir juntas. A partir daí, o que se estabelece não é apenas companhia, mas uma forma de presença que reorganiza rotinas, atravessa mudanças e acompanha diferentes fases da vida.


.

Créditos: Ali Karakas 


A mostra dialoga com uma transformação já visível na sociedade brasileira: a presença cada vez mais central dos pets nas relações e nas dinâmicas familiares. Hoje, o setor movimenta cerca de R$ 75,4 bilhões no país, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet).


Essa mudança também se expressa em novos marcos simbólicos. Em fevereiro de 2026, o Governo de São Paulo sancionou uma lei que autoriza o sepultamento de cães e gatos em jazigos familiares, reconhecendo formalmente o vínculo afetivo entre tutores e seus animais.


Ao apresentar essas histórias, a mostra amplia o olhar sobre a presença dos pets no dia a dia e revela como esses laços ajudam a reconfigurar afetos, rotinas e sentidos de família. 


Além de acompanhar os relatos, o público é convidado a compartilhar suas próprias histórias com seus pets na plataforma da mostra: https://marketing.museudapessoa.org/conte-pets. A proposta é ampliar essa rede de narrativas e reconhecer que essas experiências, muitas vezes vividas no dia a dia, também dizem respeito à forma como nos relacionamos, cuidamos e construímos vínculos hoje.


“A mostra está alinhada à forma como o Museu da Pessoa compreende a escuta: como uma prática que inclui as relações que atravessam a vida, para além da experiência exclusivamente humana. Ao reunir histórias marcadas pela presença de cães e gatos, reafirma que viver é sempre uma experiência compartilhada. Essa perspectiva, que chamamos de biocêntrica, parte do entendimento de que toda forma de vida possui valor e integra um ecossistema de relações do qual fazemos parte, revelando formas de cuidado, pertencimento e relação que também ajudam a compreender quem somos como sociedade”, afirma Karen Worcman, fundadora do Museu da Pessoa. 


Pesquisa inédita ilumina cenário da adoção no país 

Em paralelo ao lançamento da exposição, GoldeN divulgou, em parceria com o Opinion Box, pesquisa inédita que mostra que 8 em cada 10 pets adotados no Brasil chegaram aos lares por resgates de rua ou redes informais. Segundo o levantamento, 34% dos animais foram resgatados diretamente das ruas e 46% vieram por meio de amigos ou conhecidos. Abrigos e ONGs aparecem com 9% das adoções cada.


Os dados ajudam a dimensionar a centralidade que cães e gatos vêm ganhando na vida cotidiana e nas relações afetivas. Também apontam desafios da posse responsável: entre os principais motivos que poderiam levar à devolução de um animal estão problemas financeiros, citados por 48% dos entrevistados, e questões de comportamento do pet, mencionadas por 39%.


“Nosso objetivo com esta pesquisa foi ir além dos números para entender a alma do processo de adoção no Brasil”, afirma Felipe Mascarenhas, Head de Marketing de GoldeN. “Os dados mostram uma nação apaixonada por animais, que se mobiliza de forma orgânica para dar lares a quem precisa. Mas também revelam desafios financeiros e comportamentais que levam ao abandono e à necessidade urgente de dar suporte a esses tutores.”


É nesse contexto que a mostra “A Vida que Compartilhamos” se insere. Ao reunir histórias reais de convivência, cuidado, travessia e afeto, a exposição amplia o debate sobre o lugar dos pets na vida contemporânea e dá dimensão humana a transformações que a pesquisa ajuda a evidenciar. 


Histórias 

Em comum, as dez histórias da mostra falam de amor, dedicação e responsabilidade. A exposição está organizada em três eixos. “Compromisso do Cuidado” reúne memórias de guardiões que assumiram a responsabilidade pelo bem-estar de seus companheiros de vida. “Caminhos de Convivência” reflete sobre o aprendizado do tempo e sobre outras formas de comunicação e carinho na coexistência entre tutores e pets. Já “Tempos de Travessia” apresenta relatos de pessoas que atravessaram momentos difíceis, términos, recomeços e mudanças profundas ao lado de seus animais. 


A mostra “A Vida que Compartilhamos” foi viabilizada pelo Programa Nacional de Apoio à Cultura (PRONAC 235372), por meio do Ministério da Cultura e do Governo do Brasil, com patrocínio de GoldeN, e realização do Museu da Pessoa. 


Conheça as histórias: 


Christiane Aguiar e a gata Carlota

Em meio a um período de mudanças, marcado por crises de pânico, Christiane encontrou em Carlota um ponto de apoio. A relação com a gata reorganizou sua rotina e a aproximou da causa da proteção animal. Hoje, ela também convive com outros gatos adotados e atua de forma voluntária na ONG Miados Urbanos. 


Acesse: https://memo.museudapessoa.org/a-vida-que-compartilhamos/historia-detalhe/69975/ 


Cintia Oliveira e a cadela Fênix

A escalada e o contato com a natureza fazem parte da vida de Cintia, que encontrou em Fênix uma parceira de aventuras. Adotada durante a pandemia, a cadela passou a acompanhá-la em trilhas e atividades ao ar livre, em uma rotina marcada por liberdade, movimento e parceria. 


Acesse: https://memo.museudapessoa.org/a-vida-que-compartilhamos/historia-detalhe/69968/ 


Daniel Garcia e os gatos Mia, Nina, Luke e Kizaru

Professor, Daniel compartilha sua trajetória marcada por perdas e transformações ao lado de seus gatos. Com Mia, que também enfrentou problemas de saúde, viveu a perda de seu pai e momentos decisivos de sua vida. Essa convivência se estende a Nina, Luke e Kizaru, que integram o cotidiano da família. 


Acesse: https://memo.museudapessoa.org/a-vida-que-compartilhamos/historia-detalhe/69976/ 


Dayana Gomes de Melo e o cão Bento

Durante a graduação em Psicologia, Dayana enfrentou um período de depressão e foi ao lado de Bento, que chegou ainda filhote e se tornou companhia nos dias mais difíceis. Com o tempo, o vínculo entre os dois atravessou a vida pessoal e passou a fazer parte também de sua rotina profissional, hoje realizada em casa, onde atende seus pacientes. 


Acesse: https://memo.museudapessoa.org/a-vida-que-compartilhamos/historia-detalhe/69970/ 


Marina Matsumoto e o cão Toddy

Médica endocrinopediatra, Marina atua com intervenções assistidas por animais ao lado de Toddy, um Welsh Corgi Pembroke. Juntos, realizam atendimentos em hospitais, casas de repouso e instituições de acolhimento por meio da ONG Terapia Cão Carinho, levando cuidado e acolhimento a diferentes públicos. 


Acesse: https://memo.museudapessoa.org/a-vida-que-compartilhamos/historia-detalhe/69973/ 


Milena Klinke e a gata Olga

Psicóloga e acompanhante terapêutica, Milena compartilha sua relação com Olga, marcada pelo cuidado contínuo diante de uma doença renal crônica severa. A convivência entre as duas é atravessada por escolhas conscientes sobre o tempo, a presença e o afeto, em uma experiência de cuidado pautada pela escuta e pela permanência. 


Acesse: https://memo.museudapessoa.org/a-vida-que-compartilhamos/historia-detalhe/69967/ 


Oriana Gonzalez e a cadela Marta

Veterinária, Oriana atravessou mudanças de país ao lado de Marta. A convivência com a cadela acompanha sua trajetória profissional e pessoal, marcada pelo cuidado com animais, pela atuação com outros cães no Brasil e pela adaptação a novos contextos de vida. 


Acesse: https://memo.museudapessoa.org/a-vida-que-compartilhamos/historia-detalhe/69974/ 


Rafaela Azevedo e a cadela Mel (“Mel Radical”)

Resgatada de maus-tratos, Mel se tornou companheira inseparável de Rafaela em uma rotina ativa que inclui esportes, pedaladas e até skate. Conhecida como “Mel Radical”, a cachorrinha passou a marcar presença em eventos de skate em São Paulo e região, em uma relação construída a partir do cuidado e da superação. 


Acesse: https://memo.museudapessoa.org/a-vida-que-compartilhamos/historia-detalhe/69972/ 


Raissa Ferreira e o gato Déjà Vu

Em meio a uma mudança de vida, que incluiu o fim de um relacionamento e a decisão de morar sozinha, Raissa encontrou Déjà Vu dentro de um carro. A partir desse encontro, decidiu adotá-lo e passou a compartilhar com ele sua rotina em casa, marcando um novo momento de autonomia e recomeço. 


Acesse: https://memo.museudapessoa.org/a-vida-que-compartilhamos/historia-detalhe/69971/ 


Sandra Melo e o cão Dean

Dean, um yorkshire, passou a acompanhar Sandra e sua família em viagens depois de adoecer ao ficar longe dela. A relação evidencia a intensidade do vínculo entre os dois e o papel do pet na dinâmica familiar construída ao lado do marido e dos filhos. 


Acesse: https://memo.museudapessoa.org/a-vida-que-compartilhamos/historia-detalhe/69969/ 



Sobre o Museu da Pessoa

O Museu da Pessoa é um museu virtual e colaborativo fundado em São Paulo, em 1991, com o objetivo de registrar, preservar e transformar histórias de vida em fonte de conhecimento, compreensão e conexão. A proposta é democratizar o acesso à memória social, valorizando as experiências de vida de qualquer pessoa como parte fundamental da construção da história coletiva. O acervo reúne mais de 18 mil depoimentos em vídeo, áudio e texto, além de cerca de 60 mil imagens e documentos digitalizados. Saiba mais: www.museudapessoa.org 



Sobre a PremieRpet® 

Desde 1995 a PremieRpet® existe para tornar a relação das pessoas com seus animais de estimação a mais próxima, prazerosa e longa possível. Uma empresa orgulhosamente brasileira, especialista em alimentos naturais de alta qualidade para cães e gatos, é detentora das marcas PremieR, GoldeN e Vitta Natural. Com uma trajetória pautada pela inovação constante e direcionada pelo consumo consciente em todos os níveis de atividade, a PremieRpet® prioriza a alta qualidade dos insumos e o bem-estar animal. É destaque no segmento super premium por oferecer a melhor nutrição para cães e gatos em todas as fases da vida. O portfólio da marca inclui alimentos secos, úmidos e cookies, com mais de 300 itens comercializados exclusivamente em pet shops e clínicas veterinárias. Mais informações no site www.premierpet.com.br e pelo PremieRpet® Responde: 0800 055 6666 (de segunda a sexta, das 8h30 às 17h30). 




.

Nenhum comentário: