Em "Paratyanas", a chef Ana Bueno traduz suas vivências e o sabor de Paraty em histórias que nascem ao pé do fogão e crescem em forma de identidade cultural
Entre o cheiro da lenha acesa e o som das panelas que contam passagens pela vida, Paraty se revela não apenas como cenário, mas como ingrediente essencial do Brasil. Em Paratyanas – crônicas escritas ao pé do fogão, a receita se transforma em afeto, a memória em tempero, e o vilarejo ganha caldo, sabor e alma. As páginas misturam uma jornada
O vento veio e falou comigo nasce do encontro entre arte, natureza e uma inquietação profunda sobre o que significa criar — ou, como propõe Daniel Mira, artista, pensador e coletor de imagens e sementes, “crear”: trazer essência à existência. A partir de uma trajetória marcada pela pesquisa, experimentação estética e escuta sensível do mundo, o escritor empreende uma jornada às margens da Floresta Amazônica, retratada na publicação da Hanoi Editora. 


Uma carta sem remetente atravessa as sombras de Turim, na Itália, no ano de 1848, e chega às mãos de Lilith Bianchini, uma jovem aristocrata avessa às convenções da época. Ela vê a mensagem como um desafio, pois o texto revela pistas sobre o local onde estão escondidos o Santo Graal e o Santo Sudário, relíquias sagradas protegidas por uma ordem secreta.








