Entre o sagrado e o oculto, romance explora dualidade humana.
Livro de Julio Medeiros acompanha trajetória de personagens marcados por conflitos de forças misteriosas e dilemas existenciais.
O que acontece quando polos opostos entram em combates do coração? Em Nátaly e Vitor, ficção do escritor Julio Medeiros, até mesmo as profecias estão sujeitas ao imprevisível quando atravessam sentimentos. Dois personagens de naturezas e missões distintas descobrem um vínculo que desafia as fronteiras entre o espiritual e o humano em narrativa que une romance, suspense e ação.
Vitor estava predestinado a ser um homem do bem desde o ventre materno. O batismo e a criação dentro da igreja pareceram traçar um destino devoto e vitorioso, cumprido até o início da juventude.
A morte de um dos integrantes de um grupo de amigos altera a rotina no Bar do Susso, onde eles se encontravam religiosamente. Como o falecido era português e não tinha parentes no Brasil, a turma decidiu organizar o velório e passar a madrugada no salão paroquial. O tempo frio e a escassez de piadas ao longo das horas fizeram com que alguém sugerisse uma bebida para esquentar a noite. No fim, acabaram todos no bar — inclusive o morto — envoltos por lembranças das histórias engraçadas, até que um soltou: Ninguém solta a alça do caixão de ninguém.

No dia 17 de maio (domingo), a partir das 15h, a mega Livraria da Vila, localizada na 


Inspirado em uma história real de afeto materno ao longo dos anos, entre trocas de carinhos e cuidados diários, nasce o livro infantil de estreia da autora Alessandra Pezarine: Um amor infinito,
Aos 30 anos, Samantha Holloway acredita ter organizado a própria vida com extrema precisão: um emprego estável como consultora de RH em Manhattan, um noivo confiável e um futuro cuidadosamente planejado. Tudo parece sob controle até que uma viagem à casa de praia da família, em Long Island, no estado de Nova Iorque, a obriga a encarar o passado que ela evitou por mais de uma década.
Ninguém é santo em uma Reunião de Condomínio, título que dá nome ao livro de Alexandre Lino. O morador do segundo andar, sempre que briga com alguém no grupo do prédio, deixa um “presente” na porta dessa pessoa. Já a idosa de outro apartamento chegou à assembleia para criticar seu vizinho que colocou um desenho na porta, e isso a incomodava por algum motivo. Sem falar do homem que faz festas até altas horas da noite, e não tem reclamação que resolva o problema.












A educação antirracista é o tema central de uma conversa potente que reúne as vivências e pesquisas da educadora Jussara Santos. No dia 7 de agosto, a partir das 18h30, ela lança o livro Democratização do colo: Educação antirracista para e com bebês e crianças pequenas, na Telaranha Livraria & Café, em Curitiba. 