FUTURO FUTURO, FICÇÃO-CIENTÍFICA DISTÓPICA DIRIGIDA POR DAVI PRETTO, GANHA DATA DE ESTREIA NOS CINEMAS: 23 DE JULHO. |
Grande vencedor do último Festival de Brasília, longa produzido pela Vulcana Cinema será distribuído pela Atelier W e Cajuína Filmes e será exibido no Olhar Internacional de Cinema |
FUTURO FUTURO, novo filme do cineasta gaúcho Davi Pretto, estreia nos cinemas brasileiros em 23 de julho pela distribuidora Cajuína Filmes. Após passagem pelo Festival Internacional de Karlovy Vary, na República Tcheca, um dos mais antigos da Europa, o drama de ficção-científica FUTURO FUTURO, conquistou no último Festival de Cinema de Brasília o Troféu Candango de Melhor Longa-Metragem pelo Júri Oficial, além de Melhor Roteiro, Montagem e Menção Honrosa para o ator Zé Maria Pescador. Produzido pela Vulcana Cinema e rodado em Porto Alegre, o filme é o quarto longa de Davi Pretto que, depois de “Castanha” (2014), “Rifle” (2016) e de “Continente” (2024), transformou sua cidade natal em uma metrópole futurista. |
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Para interpretar K, personagem protagonista, o diretor escalou o potiguar Zé Maria, ator conhecido por seus trabalhos em filmes como “O Clube dos Canibais” (2018) e “Paloma” (2022), além da série “Maria e o Cangaço” (2025). Zé Maria contracena com João Carlos Castanha, que batiza e protagoniza o primeiro filme do cineasta, além de Carlota Joaquina (“Seus Ossos e Seus Olhos”), Clara Choveaux (“Luz nos Trópicos”) e Higor Campagnaro (“O Animal Amarelo”). Olivia Torres, atriz de “Ainda Estou Aqui”, vencedor do Oscar de filme internacional, e protagonista de “Continente”, também empresta sua voz para o novo trabalho de Pretto. "Ao imaginar um futuro marcado pela inteligência artificial e pelos impactos da tecnologia, o filme Futuro Futuro convida o público a refletir sobre os rumos do desenvolvimento tecnológico e seus efeitos na vida cotidiana. Patrocinador do longa, o BNDES acredita na força do audiovisual brasileiro para estimular o diálogo e a reflexão crítica sobre temas relevantes para sociedade, sem abrir mão da emoção e do engajamento com o público", pontua Marina Moreira, superintendente da Área de Relacionamento, Marketing e Cultura do BNDES. A distribuição do filme é patrocinada pelo BNDES através do Patrocínio Cultural No 01/2025 – BNDES – Projetos Audiovisuais de Longa-Metragem. |
SOBRE O FILME Ficção científica nada convencional e de baixíssimo orçamento, “FUTURO FUTURO” foi rodado em apenas 16 dias em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. A produção teve suas filmagens interrompidas por meses devido à maior enchente da história do estado, em maio de 2024. Um filme distópico que se deparou com uma distopia real inimaginável. Depois que a enchente inundou locações que ainda fariam parte das filmagens, e diante de recursos escassos para concluir as diárias, Davi decidiu incorporar radicalmente imagens de inteligência artificial, tanto como o elemento distópico previsto na história, quanto como uma solução para terminar o filme. O filme investiga de maneira provocativa o potencial poético na estupidez e absurdo da imageria IA, que gera intenso debate na indústria cinematográfica e no nosso cotidiano. FUTURO FUTURO reflete sobre os perigos cognitivos e políticos dos avanços da inteligência artificial, tecnologia que tem mudado o mundo do trabalho, das relações sociais e alterado a nossa percepção do que é real e o que não é. Ao mesmo tempo, se debruça sobre os desafios e limitações do próprio fazer cinema independente em um mundo transformado por catástrofes climáticas constantes e por imagens artificiais que redefinem radicalmente nosso olhar e nosso imaginário. |
O DIRETOR Davi Pretto (Porto Alegre, 1988) escreveu e dirigiu os longas “Castanha” (2014), estreado na mostra Forum do 64º Festival de Berlim e eleito Melhor Filme da mostra Novos Rumos no Festival do Rio, “Rifle” (2016) exibido na Forum do 67º Festival de Berlim e vencedor dos prêmios da Crítica e Roteiro no Festival de Brasília, “Continente” (2024) exibido na competição do 57º Festival de Sitges e eleito Melhor Direção na mostra Novos Rumos do Festival do Rio, e FUTURO FUTURO (2025) que teve sua estreia mundial no 59º Festival de Karlovy Vary, na mostra competitiva Proxima, e recebeu quatro prêmios no 58º Festival de Brasília, incluindo Melhor Filme. |
SINOPSE Em um futuro próximo, onde os avanços em inteligência artificial coexistem com o surgimento de uma nova síndrome neurológica, um homem sem memória de 40 anos chamado K é acolhido por um clickworker solitário de 60 anos na parte empobrecida de uma chuvosa cidade brasileira. Após usar um viciante dispositivo IA em um curso para pessoas com a estranha síndrome, K embarca em uma jornada trágica e absurda para tentar encontrar o seu lugar no mundo. |
ELENCO Zé Maria Pescador ………… K João Carlos Castanha ………… Silvio Carlota Joaquina ………… Joana Clara Choveaux ………… Antonieta Higor Campagnaro ………… Isaac Olivia Torres ………… Voz IA E mais: Silvia Duarte, Ida Celina, Alex Pantera, Carlos Azevedo, Daniel Machado, Elaine Segura, Fabielly Klimberg, Gabriela Greco, Iluska Moura, Li Pereira, Luciano Abreu, Robson Duarte e Sandro Marques. |
FICHA TÉCNICA Direção e Roteiro: Davi Pretto Produção: Paola Wink e Jessica Luz Fotografia: Leonardo Feliciano Montagem: Bruno Carboni, EDT Direção de Arte: Dayane Paz Figurino: Gabriela Güez Caracterização: Juliane Senna Música Original: Rita Zart e Carlos Ferreira Desenho e Mixagem de Som: Tiago Bello Som Direto: Tomaz Borges Título original: Futuro Futuro Título em inglês: Future Future Gênero: Drama, Lo-fi, Sci-fi Duração: 86 min Ano e país de produção: Brasil, 2025 Duração: 86 minutos Formato: DCP, 2K, 24FPS, FLAT 1.85, 5.1, Color Locações de filmagem: Porto Alegre, Rio Grande do Sul Produção: Vulcana Cinema Coprodução: Atelier W Financiamento: FSA, BRDE, ANCINE, FAC RS Patrocínio: BNDES Distribuição: Atelier W e Cajuína Filmes Laboratórios e Mercados: Festival Internacional de Cine de Cartagena de Indias - FICCI - WIP IBEROAMÉRICA |
SOBRE A VULCANA CINEMA Liderada por Jessica Luz e Paola Wink, a Vulcana Cinema já levou suas produções brasileiras autorais e coproduções internacionais para os maiores festivais de cinema do mundo. Entre os doze longas que tem no currículo, a empresa porto-alegrense produziu “Castanha” (2014) e “Rifle” (2017), ambos dirigidos por Davi Pretto e lançados na seção Forum da Berlinale; “Tinta Bruta” (2018), de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon, que ganhou o Teddy e o prêmio CICAE na Berlinale; e “O Empregado e o Patrão” (2021), de Manuel Nieto Zas, seleção oficial da Quinzena de Cineastas de Cannes. A Vulcana Cinema tem reconhecimento dos principais fundos globais de fomento, como o Hubert Bals, Vision Sud Est, World Cinema Fund, IDFA Bertha Fund e NRW, e participação em labs de inovação como EAVE Puentes, Berlinale Co-production Market, Torino Film Lab, Tres Puertos Cine e Binger Film Lab. Entre suas novas produções, estão "The Black Snake” (2025), de Aurélien Vernhes-Lermusiaux, com estreia mundial na seção ACID do Festival de Cannes; “Continente” (2024), de Davi Pretto (Competição no Festival de Sitges e Melhor Direção no Festival do Rio); “Ato Noturno” (2025), de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon, com estreia mundial na seção Panorama da Berlinale e "Noviembre” (2025), de Tomás Corredor, uma coprodução entre Colômbia e México, exibido no Festival de Cinema de Toronto e na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. Atualmente, está envolvida na pós-produção dos longas “Talismã” de Thais Fujinaga e “Madre Pájaro” de Sofia Quirós, em coprodução com Costa Rica, Argentina, Brasil, França, Espanha e Noruega. |
SOBRE A CAJUÍNA AUDIOVISUAL A Cajuína Audiovisual nasceu para contribuir com a diversidade e a pluralidade na distribuição do cinema brasileiro. Com sede em Salvador (BA), a empresa atua desde 2023 impulsionando a circulação de obras independentes por meio de estratégias de mobilização e difusão. A distribuidora trabalha com longas e curtas-metragens brasileiros e seus títulos marcam presença constante nos principais festivais nacionais e internacionais. Sua equipe reúne profissionais com ampla experiência no setor audiovisual, com atuação consolidada em distribuição, curadoria e programação. |
SOBRE O BNDES Ao longo de sua história, o BNDES tem sido um parceiro da Cultura e, em especial, do setor audiovisual brasileiro. De 1995 até 2017, o Banco apoiou mais de 400 obras audiovisuais via editais, com aportes da ordem de R$ 600 milhões, em valores atualizados. Em 2025, o BNDES retomou esse tipo de apoio ao setor, com um edital que contemplou 25 longas-metragens a serem lançadas em 2026, que contemplam um perfil variado de filmes, como documentários, obras voltadas a grandes públicos, animações, filmes que se destacam entre a crítica, e longas-metragens selecionados em festival. |
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