Páginas

Páginas

Páginashttps://100fronteiras.com/homenagem/noticia/um-adeus-a-empresaria-elaine-caus/

quarta-feira, 17 de junho de 2026

Nacional

 

FUTURO FUTURO

FOTOS

Para interpretar K, personagem protagonista, o diretor escalou o potiguar Zé Maria, ator conhecido por seus trabalhos em filmes como “O Clube dos Canibais” (2018) e “Paloma” (2022), além da série “Maria e o Cangaço” (2025).

Zé Maria contracena com João Carlos Castanha, que batiza e protagoniza o primeiro filme do cineasta, além de Carlota Joaquina (“Seus Ossos e Seus Olhos”), Clara Choveaux (“Luz nos Trópicos”) e Higor Campagnaro (“O Animal Amarelo”). Olivia Torres, atriz de “Ainda Estou Aqui”, vencedor do Oscar de filme internacional, e protagonista de “Continente”, também empresta sua voz para o novo trabalho de Pretto.

"Ao imaginar um futuro marcado pela inteligência artificial e pelos impactos da tecnologia, o filme Futuro Futuro convida o público a refletir sobre os rumos do desenvolvimento tecnológico e seus efeitos na vida cotidiana. Patrocinador do longa, o BNDES acredita na força do audiovisual brasileiro para estimular o diálogo e a reflexão crítica sobre temas relevantes para sociedade, sem abrir mão da emoção e do engajamento com o público", pontua Marina Moreira, superintendente da Área de Relacionamento, Marketing e Cultura do BNDES.

A distribuição do filme é patrocinada pelo BNDES através do Patrocínio Cultural No 01/2025 – BNDES – Projetos Audiovisuais de Longa-Metragem.

 

SOBRE O FILME
Ficção científica nada convencional e de baixíssimo orçamento, FUTURO FUTURO foi rodado em apenas 16 dias em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. A produção teve suas filmagens interrompidas por meses devido à maior enchente da história do estado, em maio de 2024. Um filme distópico que se deparou com uma distopia real inimaginável. Depois que a enchente inundou locações que ainda fariam parte das filmagens, e diante de recursos escassos para concluir as diárias, Davi decidiu incorporar radicalmente imagens de inteligência artificial, tanto como o elemento distópico previsto na história, quanto como uma solução para terminar o filme.

O filme investiga de maneira provocativa o potencial poético na estupidez e absurdo da imageria IA, que gera intenso debate na indústria cinematográfica e no nosso cotidiano. FUTURO FUTURO reflete sobre os perigos cognitivos e políticos dos avanços da inteligência artificial, tecnologia que tem mudado o mundo do trabalho, das relações sociais e alterado a nossa percepção do que é real e o que não é. Ao mesmo tempo, se debruça sobre os desafios e limitações do próprio fazer cinema independente em um mundo transformado por catástrofes climáticas constantes e por imagens artificiais que redefinem radicalmente nosso olhar e nosso imaginário.

O DIRETOR
Davi Pretto (Porto Alegre, 1988) escreveu e dirigiu os longas “Castanha” (2014), estreado na mostra Forum do 64º Festival de Berlim e eleito Melhor Filme da mostra Novos Rumos no Festival do Rio, “Rifle” (2016) exibido na Forum do 67º Festival de Berlim e vencedor dos prêmios da Crítica e Roteiro no Festival de Brasília, “Continente” (2024) exibido na competição do 57º Festival de Sitges e eleito Melhor Direção na mostra Novos Rumos do Festival do Rio, e FUTURO FUTURO (2025) que teve sua estreia mundial no 59º Festival de Karlovy Vary, na mostra competitiva Proxima, e recebeu quatro prêmios no 58º Festival de Brasília, incluindo Melhor Filme.

SINOPSE
Em um futuro próximo, onde os avanços em inteligência artificial coexistem com o surgimento de uma nova síndrome neurológica, um homem sem memória de 40 anos chamado K é acolhido por um clickworker solitário de 60 anos na parte empobrecida de uma chuvosa cidade brasileira. Após usar um viciante dispositivo IA em um curso para pessoas com a estranha síndrome, K embarca em uma jornada trágica e absurda para tentar encontrar o seu lugar no mundo.

ELENCO
Zé Maria Pescador ………… K
João Carlos Castanha ………… Silvio
Carlota Joaquina ………… Joana 
Clara Choveaux ………… Antonieta 
Higor Campagnaro ………… Isaac
Olivia Torres ………… Voz IA 
E mais: Silvia Duarte, Ida Celina, Alex Pantera, Carlos Azevedo, Daniel Machado, Elaine Segura, Fabielly Klimberg, Gabriela Greco, Iluska Moura, Li Pereira, Luciano Abreu, Robson Duarte e Sandro Marques.

FICHA TÉCNICA
Direção e Roteiro:
Davi Pretto 
Produção: Paola Wink e Jessica Luz
Fotografia: Leonardo Feliciano 
Montagem: Bruno Carboni, EDT
Direção de Arte: Dayane Paz 
Figurino: Gabriela Güez
Caracterização: Juliane Senna
Música Original: Rita Zart e Carlos Ferreira
Desenho e Mixagem de Som: Tiago Bello
Som Direto: Tomaz Borges
Título original: Futuro Futuro
Título em inglês: Future Future
Gênero: Drama, Lo-fi, Sci-fi
Duração: 86 min
Ano e país de produção: Brasil, 2025
Duração: 86 minutos
Formato: DCP, 2K, 24FPS, FLAT 1.85, 5.1, Color
Locações de filmagem: Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Produção: Vulcana Cinema
Coprodução: Atelier W
Financiamento: FSA, BRDE, ANCINE, FAC RS
Patrocínio: BNDES
Distribuição: Atelier W e Cajuína Filmes
Laboratórios e Mercados: Festival Internacional de Cine de Cartagena de Indias - FICCI - WIP IBEROAMÉRICA

SOBRE A VULCANA CINEMA
Liderada por Jessica Luz e Paola Wink, a Vulcana Cinema já levou suas produções brasileiras autorais e coproduções internacionais para os maiores festivais de cinema do mundo. Entre os doze longas que tem no currículo, a empresa porto-alegrense produziu “Castanha” (2014) e “Rifle” (2017), ambos dirigidos por Davi Pretto e lançados na seção Forum da Berlinale; “Tinta Bruta” (2018), de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon, que ganhou o Teddy e o prêmio CICAE na Berlinale; e “O Empregado e o Patrão” (2021), de Manuel Nieto Zas, seleção oficial da Quinzena de Cineastas de Cannes.

A Vulcana Cinema tem reconhecimento dos principais fundos globais de fomento, como o Hubert Bals, Vision Sud Est, World Cinema Fund, IDFA Bertha Fund e NRW, e participação em labs de inovação como EAVE Puentes, Berlinale Co-production Market, Torino Film Lab, Tres Puertos Cine e Binger Film Lab. Entre suas novas produções, estão "The Black Snake” (2025), de Aurélien Vernhes-Lermusiaux, com estreia mundial na seção ACID do Festival de Cannes; “Continente” (2024), de Davi Pretto (Competição no Festival de Sitges e Melhor Direção no Festival do Rio); “Ato Noturno” (2025), de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon, com estreia mundial na seção Panorama da Berlinale e "Noviembre” (2025), de Tomás Corredor, uma coprodução entre Colômbia e México, exibido no Festival de Cinema de Toronto e na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. Atualmente, está envolvida na pós-produção dos longas “Talismã” de Thais Fujinaga e “Madre Pájaro” de Sofia Quirós, em coprodução com Costa Rica, Argentina, Brasil, França, Espanha e Noruega. 

SOBRE A CAJUÍNA AUDIOVISUAL
A Cajuína Audiovisual nasceu para contribuir com a diversidade e a pluralidade na distribuição do cinema brasileiro. Com sede em Salvador (BA), a empresa atua desde 2023 impulsionando a circulação de obras independentes por meio de estratégias de mobilização e difusão. A distribuidora trabalha com longas e curtas-metragens brasileiros e seus títulos marcam presença constante nos principais festivais nacionais e internacionais. Sua equipe reúne profissionais com ampla experiência no setor audiovisual, com atuação consolidada em distribuição, curadoria e programação.

SOBRE O BNDES
Ao longo de sua história, o BNDES tem sido um parceiro da Cultura e, em especial, do setor audiovisual brasileiro. De 1995 até 2017, o Banco apoiou mais de 400 obras audiovisuais via editais, com aportes da ordem de R$ 600 milhões, em valores atualizados. Em 2025, o BNDES retomou esse tipo de apoio ao setor, com um edital que contemplou 25 longas-metragens a serem lançadas em 2026, que contemplam um perfil variado de filmes, como documentários, obras voltadas a grandes públicos, animações, filmes que se destacam entre a crítica, e longas-metragens selecionados em festival.

PATROCÍNIO

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Assim que possível retornaremos sua mensagem
Atenciosamente
Equipe Blog Leite Quentee news