Diretor com longa trajetória na comédia, Alexandre Reinecke assina uma encenação que abraça o teatro em sua forma mais “assumida”: a cena se constrói a partir de marcações precisas, ritmo, jogo corporal e soluções cênicas que fogem do naturalismo, uma escolha que potencializa a engrenagem cômica do texto de Juca de Oliveira, sem abrir mão da camada afetiva que atravessa a história:
“Estou imprimindo o meu jeito de fazer comédia: é uma proposta muito teatral, com marcações inspiradas nos grandes palhaços, do circo, do cinema e do teatro. A ideia é revisitar essas referências para dar uma cara nova à montagem, com liberdade para o exagero quando ele é necessário, mas mantendo a inteligência do texto e as emoções que ele carrega”, afirma Reinecke.
Para o diretor, voltar a um título consagrado também é uma maneira de reafirmar a força do gênero, além de testar a disciplina do riso ao vivo.
“Sou um entusiasta da comédia: acho que boas comédias precisam ser sempre revisitadas. Elas atravessam o tempo porque continuam dizendo algo sobre a gente. E, em comédia, o entrosamento é tudo. Desde o começo o elenco se mostrou muito disponível para essa proposta, comprou a ideia e se jogou. Quando existe essa sintonia, a peça ganha precisão, o timing aparece e o público sente”, completa.
A temporada marca ainda o retorno de Paulo Vilhena ao palco após seis anos afastado do teatro, reencontrando o gênero da comédia romântica em uma montagem que aposta no timing preciso e no jogo cênico dos atores em cena.
SINOPSE: Tati vê sua vida sentimental virar de cabeça para baixo quando é abandonada pelo namorado e acaba se envolvendo com um professor que tenta explicar o amor por meio de teorias científicas inspiradas no comportamento animal. Entre aulas absurdas, reencontros inesperados e muitas confusões, forma-se um triângulo amoroso cheio de humor e identificação.
FICHA TÉCNICA:
Texto: Juca De Oliveira
Direção: Alexandre Reinecke
Elenco: Paulo Vilhena, Duda Reis e Vittor Fernando
Cenário: Alexandre Reinecke
Iluminação: Alex Saldanha
Figurino: Marcos Valadão
Fotografia: Jofí Herrera
Diretora de produção: Miçairi Guimarães
Produção executiva: Amanda Santana
Produção: Magic Arts
Assessoria de imprensa: Prisma Colab
SERVIÇO:
Estreia: 6 de março de 2026
Temporada: de 6 de março de 2026 a 31 de maio de 2026
Horário: sexta e sábado às 20h; e domingo, às 18h
Local: Teatro das Artes
Endereço: Av. Rebouças, 3970 - Store 409 - Pinheiros, São Paulo/SP
Abertura dos portões: 45 minutos antes do evento
Faixa etária: 14 anos
Duração: 70 minutos
Ingressos: R$120 (inteira) e R$60 (meia) no balcão; R$140 (inteira) e R$70 (meia) na plateia lateral; e R$160 (inteira) e R$80 (meia) na plateia central
Antecipados: https://www.eventim.com.br/artist/teatro-das-artes/qualquer-gato-vira-lata-tem-uma-vida-sexual-mais-sadia-que-a-nossa-4081566
ASSESSORIA DE IMPRENSA:

Mario Camelo
Prisma Colab
mario@prismacolab.com.br
mariocamelo@gmail.com
+55 21 99992.3644
SOBRE ALEXANDRE REINECKE | Diretor
Alexandre Reinecke é um dos diretores mais atuantes do Brasil, com quase 60 peças dirigidas desde o ano 2000, quando consolidou sua carreira de diretor como assistente de direção de Paulo Autran. Desde então, dirigiu grandes nomes do teatro, como Beatriz Segall, Eva Wilma, Dan Stulbach, Fabio Assunção, Daniel Dantas, Nicete Bruno e Reynaldo Gianecchini. Dentre seus principais trabalhos, estão Quarta-feira, sem falta, lá em casa; TOC TOC; Os 39 Degraus; Adultérios; Os Sete Gatinhos; Volta ao Lar; e Oração para um pé-de-chinelo.
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