#Cultura

   Museus únicos no #DestinoTchéquia

Aqui vamos mostrar que arte não é aborrecida. Pelo menos na República Tcheca. Quando planejar sua próxima aventura neste que é um dos países com mais arte e cultura, divirta-se algum desses museus, ou todos!

Museu de Kampa
U Sovových mlýnů 2, 118 00 Malá Strana, Tchéquia
https://www.museumkampa.cz/en/

Festa para todos os sentidos: uma mostra de arte moderna europeia em um lugar cheio de romance e paisagens mágicas no coração de Praga. Na romântica ilha de Kampa, com uma vista única do Rio Moldava, do Castelo de Praga e da Ponte Carlos, está o Museu de Arte Moderna Europeia - Museu de Kampa.

Localizado no elegante edifício Sovovy Mlýny, ali estão extensas coleções de arte moderna da Europa Central incluindo uma das maiores coleções de obras do fundador da arte abstrata František Kupka.

Uma cadeira enorme, bebês sem rosto ou um desfile cintilante de pinguins? O que significa isto? Eles são apenas alguns dos objetos do museu expostos no exterior. Então, se você quer uma foto original do seu dia em Kampa, este é o lugar certo.

Essas coleções foram reunidas pela colecionadora de arte tcheca Meda Mládková, junto com seu marido Jan, e oferecidas à República Tcheca. A joia é uma vasta coleção de obras do pioneiro da arte abstrata František Kupka e esculturas cubistas de bronze do escultor Otto Gutfreund. Todos os anos, uma série de exposições temporárias de artistas locais e internacionais são realizadas aqui. Você também está convidado para um restaurante com cozinha tradicional tcheca.

 

Museu Kralovství času, o Reino do Tempo.
Purkyňova 255, 398 11 Protivín, Tchéquia
https://kralovstvicasu.cz/

Conheça este original museu dedicado aos relógios, sua importância histórica e como funcionam. Nas belas instalações da vila Art Nouveau de 1907, você encontrará uma sala de jogos para as crianças mais novas e um balanço original baseado no clássico relógio cuco. Também uma oficina para pequenos e grandes relojoeiros onde é possível construir suas próprias máquinas e aprender sobre a história e o funcionamento dos relógios.

Durante a primavera e o verão é possível visitar os jardins e desfrutar das atividades ao ar livre. Não perca a imensa coleção de relógios de todos os tipos no primeiro andar, descubra os primeiros despertadores e várias atrações que aumentam a cada ano. Desfrute também de um sabor doce na sua cafetaria que é reconhecida pelos bolos preparados para os seus visitantes.

 

Mendelianum: descubra o que é ser um cientista.
Muzejní 1, 602 00 Brno-střed, Tchéquia
http://www.mendelianum.cz/en

Venha descobrir a história de Mendel e trabalhar no contexto da genética moderna e outras disciplinas científicas. Seus modelos de DNA e expressão genética de vários metros de altura permitem que os visitantes entrem neles para entender melhor seu funcionamento e as implicações para o nosso corpo.

O museu também apresenta o laboratório original de Mendel ao lado de um laboratório molecular moderno, equipado com uma série de dispositivos e programas interativos. O Mendelianum fica nas antigas instalações da Hospodářská společnost (a Sociedade da Agricultura), onde Mendel trabalhou por mais de 30 anos. Aqui, ele encontrou apoio e inspiração para sua pesquisa mundialmente famosa.

Vista o jaleco branco e interaja com os dispositivos e sistemas para entender melhor todas as pesquisas e aplicações dentro da história de Mendel.

 

 Ligiana Costa dirige quatro mini documentários para o Theatro Municipal de São Paulo dentro da série Novos Modernistas

Mulher sorrindo com a mão no queixo

Descrição gerada automaticamente



Foto de Daniel Mascarenhas


A cantora e musicóloga Ligiana Costa foi convidada para dirigir quatro mini documentários com temas ligados a questões fundamentais da atualidade: presença de mulheres, negros e indígenas nas programações culturais, e ainda a dança e o modernismo. 

Ligiana, que já assina o podcast da casa, estreia como documentarista com codireção e edição de Diogo Hayashi. Em Cartas Líricas, Ligiana convida cantoras, encenadoras, compositoras e outras mulheres do mundo lírico para escreverem cartas para personagens femininas de óperas. Emicida, Marlui Miranda, Ellen Reid e Carla Cottini estão entre os convidados dos episódios. 



Datas de lançamento // pelo canal do Youtube do Theatro Municipal (https://www.youtube.com/user/theatromunicipalsp) 


29 de abril, 21h: Corpo sujeito atuante

30 de abril, 21h: Cartas líricas

1º de maio, 21h: Cantos dos povos do lugar

2 de maio, 21h: Palco terreiro aberto

Casa Museu Ema Klabin traz grandes nomes da música na Mostra Lei Aldir Blanc
 
Martha Galdos, Orquestra Mundana Refugi, Liv Moraes, Ricardo Baldacci Trio, Vanessa Moreno & Salomão Soares participam do evento
Liv Moraes, filha de Dominguinhos, que completaria este ano 80 anos, lança seu novo trabalho, Dedicado a Você, com a participação de Cainã Cavalcanti. Foto Lennon Fernandes.
 
A Casa Museu Ema Klabin realiza, de 23 a 27 de abril, a Mostra Lei Aldir Blanc, com cinco shows incríveis com grandes nomes da cena musical que se apresentam no Canal do YouTube da casa museu.
 
Será possível conferir o show Colores da cantora peruana Martha Galdos, com participação de Dante Ozzetti; o show “Dedicado a Você” com Liv Moraes (voz) e Cainã Cavalcanti (violão); prestigiar o primeiro de uma série de seis episódios do projeto ”Foxtrot e a Música Brasileira: 1920 a 1960”, interpretado por Ricardo Baldacci Trio; passear por diversas vertentes da música brasileira no Show Chão de Flutuar , com Vanessa Moreno (voz) e Salomão Soares (piano), além de conhecer mais da música do mundo com a  Orquestra Mundana Refugi, formada por músicos brasileiros, imigrantes e refugiados. Tudo isso, sem sair de casa.
 
Três shows foram gravados na Casa Museu Ema Klabin
 
Elogiada pela crítica, a cantora peruana Martha Galdos se apresenta com Dante Ozzetti. Foto: Mônica Bento e Jorge
 
Mostra Lei Aldir Blanc foi estruturada em apoio aos músicos contemplados por essa lei que procuraram a Casa Museu Ema Klabin para uma parceria. A iniciativa, regulamentada pelo Governo Federal, busca apoiar profissionais da área cultural que sofreram o impacto das medidas de distanciamento social por causa do coronavírus.
 
Ponto cultural já consolidado na área musical, com seu tradicional programa Tardes Musicais, a Casa Museu Ema Klabin foi o cenário escolhido tanto para a gravação de alguns dos shows como para a divulgação dos espetáculos em seu Canal do YouTube.
 
A cantora peruana Martha Galdos salientou que poder gravar na Casa Museu Ema Klabin foi muito especial. “A arte e a natureza sempre impactaram minha vida e o conceito do meu show se encaixou perfeitamente com esse espaço precioso”, disse. 
 
Também gravaram shows na Casa Museu Ema Klabin a cantora Liv Moraes e a Orquestra Mundana Refugi. As gravações no museu foram feitas seguindo os protocolos de biossegurança vigentes, tendo os grupos sido testados para covid-19 e com apoio da equipe da Casa Museu Ema Klabin.
 
Duo formado pela cantora Vanessa Moreno e o pianista Salomão Soares. Foto Wanessa Luz
 
Todos os shows musicais foram realizados com apoio da Lei Aldir Blanc, Ministério do Turismo, Secretaria Especial de Cultura, Governo do Estado de São Paulo e Secretaria de Cultura e Economia Criativa.
 
Confira os espetáculos:
 
No dia 23 de abril, às 19h, a cantora peruana Martha Galdos apresenta seu show Colores em edição especial com participação de Dante Ozzetti. Com voz doce e forte presença de palco, a cantora e compositora peruana transita pela música latina contemporânea, com generosas pitadas de jazz, world music e, claro, música brasileira de raiz. Um repertório eclético que reúne músicas autorais e composições consagradas. No repertório: Duerme negrito, Alma canta, Samba da utopia, Mujer hilandera e Achou, entre outras.
 
O duo formado pela cantora e compositora paulista Vanessa Moreno e o pianista paraibano Salomão Soares apresenta no dia 24 de abril, às 16h30, Chão de Flutuar. Os instrumentos, voz e piano, podem ser ouvidos nesse projeto com brasilidade, nuances rítmicas e improvisação.  Passeando por diversas vertentes da música brasileira, o trabalho explora, entre outras, canções como Canção do Amanhecer de Edu Lobo e Vinícius de Moraes, Sanfona (Egberto Gismonti), Nada será como antes (Milton Nascimento/Ronaldo Bastos), Olha Maria (Tom Jobim/ Vinícius de Moraes / Chico Buarque) e Beiral (Djavan). 
 
Homenagem aos 80 anos de Dominguinhos
 
Filha do grande instrumentista, cantor e compositor Dominguinhos, Liv Moraes apresenta no dia 25 de abril, às 16h30, seu mais recente trabalho, "Dedicado a Você" que será lançado este mês. Com 20 anos de carreira, Liv Moraes se destaca como intérprete de Música Popular Brasileira, além de carregar o legado musical de seu pai no universo do forró. Já esteve no palco ao lado de Gilberto Gil, Elba Ramalho, Jane Duboc, Yamandu Costa, Fábio Júnior, Lenine, Fagner, Toninho Horta, Maestro Spok, entre outros. 
 
‘Dedicado a Você’, além de ser uma das canções compostas por Dominguinhos que integra esta apresentação, também é uma homenagem especial aos 80 anos de Dominguinhos (1942-2013).  No repertório, entre outras, estão Samba do grande amor (Chico Buarque), O amor que merece e Flor da Pele (Zeca Baleiro/Alice Ruiz), O ciúme (Caetano Veloso) Doce princípio (Dominguinhos/Climério), Paciência (Lenine/Dudu Falcão) e Vários caminhos (Liv Moraes/Dominguinhos).
 
Vamos de Foxtrot?
 
No dia 26 de abril, às 22h, Ricardo Baldacci Trio apresenta o primeiro de uma série de seis episódios do projeto “Foxtrot e a Música Brasileira: 1920 a 1960”. O trabalho “Foxtrot e a Música Brasileira: 1920 a 1960” é uma ação de retomada de um gênero que muitas vezes é lido como americanizado, mas teve importância e ocupou lugar de relevância na música brasileira. É trazer para o Brasil o entendimento de sua pluralidade. 
 
O precioso repertório conta com uma série de composições que se tornaram clássicas por todo o mundo e no Brasil foram muitas vezes esquecidas, mas fizeram sucesso com as interpretações de artistas como Francisco Alves, Orlando Silva, Carlos Galhardo, Nelson Gonçalves, entre outros. O primeiro episódio da série, “O Foxtrot de Francisco Alves”, traz Ricardo Baldacci acompanhado pelos músicos Billy Magno e Danilo Vianna. No repertório: Eu não posso dar-te mais que amor (McHugh/Fields/Freire Jr), Céu cor de rosa (Victor/Al Dubin/Haroldo Barbosa), Você só mente (Hélio Rosa/Noel Rosa) e Somente Amigos (John Klenner/Paulo Gustavo), entre outros.
 
Orquestra reúne músicos refugiados:
 
Orquestra Mundana Refugi encerra a Mostra, no dia 27 de abril, às 19h.
Formada por músicos brasileiros, imigrantes e refugiados de diversas partes do mundo, sob direção musical do multi-instrumentista Carlinhos Antunes, a orquestra convida o público para uma viagem por sonoridades da Palestina, Irã, Guiné, Congo e Brasil em arranjos inusitados, além de composições autorais. Vozes e instrumentos como o kanun, acordeão, piano, violino, cítara chinesa, bouzouki e tantos outros dão vida a várias culturas.
 
No repertório: Caravana /Deus lhe pague (Chico Buarque), Amêndoas verdes -tema palestino - inédito no repertório da OMRefugi, Mungu  (Lokua Kanza / Carlinhos Antunes), Ayachuco (tema tradicional Mexicano) e Rap Palestino (Orquestra Mundana Refugi / Yousef Saif), entre outros. 
 
Serviço:
 
Casa Museu Ema Klabin - #CasaMuseuEmCasa
Mostra Lei Aldir Blanc
23 de abril, às 19h, Martha Galdos - show Colores
24 de abril, às 16h30, Vanessa Moreno e Salomão Soares - show Chão de Flutuar
25 de abril, às 16h30, Liv Moraes - show “Dedicado a Você” (homenagem a Dominguinhos)
26 de abril, às 22h, Ricardo Baldacci Trio - show “O Foxtrot de Francisco Alves”
27 de abril, às 19h - Orquestra Mundana Refugi
 
Gratuito*
Classificação etária: 16 anos
 
Acesse nossas redes sociais:
 
Instagram: @emaklabin
 
Canal do YouTube:
 
*Como em todos os nossos eventos gratuitos, convidamos quem aprecia a Casa Museu Ema Klabin e pode contribuir para a manutenção das nossas atividades a nos apoiar com uma doação voluntária em nosso site.


O DANCEP - Grupo de Dança .



Contemporânea do Colégio Estadual do Paraná, é composto por estudantes de escolas públicas de Curitiba e regiões metropolitanas, e neste ano completa dez anos de existência, e vem contribuindo com a formação de plateia e de docentes da educação básica, com trabalhos artísticos que foram apresentados em várias regiões do Paraná, em outros estados brasileiros, bem como, na Espanha, Portugal e Argentina. Neste ano o DANCEP iniciou suas atividades com a Semana Interativa.


Agora as aulas regulares para a formação das turmas permanentes já estão abertas, são aulas de consciência, força e alongamento, balé, dança contemporânea, jazz e vídeodança.


As aulas estão disponíveis de modo online via Google Meet, link disponível no site oficial - www.dancep.com.br e demais informações pelo www.cep.pr.gov.br e @dancep_oficial.


As inscrições são gratuitas, não tem necessidade de ter experiência em dança e a idade mínima é de 12 anos. Escolha sua aula e aproveite!


Segue anexo informativo sobre as aulas.

www.cep.pr.gov.br

 



Venha dançar essa ideia com a gente!


Equipe DANCEP.

 +Cultura



Distanciamento em foco

Um Novo Olhar apresenta o vídeo “Arte em Confinamento”, com a exposição de 41 fotografias produzidas por alunos de curso em parceria com instituição portuguesa. Projetos fazem parte do programa Arte de Toda Gente, de Funarte e UFRJ.

Arte no Conifnamento Fotos, no sentido horário: Priscila Prudencio, Anaey Neves, Marcelo Pardinho e Louise D’Elia

Fotos, no sentido horário: Priscila Prudencio, Anaey Neves, Marcelo Pardinho e Louise D’Elia

Está no ar a exposição em vídeo “Arte em Confinamento”, que é composta pelos trabalhos finais do Curso de Fotografia realizado pelos projetos Um Novo Olhar e Bossa Criativa – Arte de Toda Gente em conjunto com o Instituto de Formação da Comunidade dos Países de Língua Oficial Portuguesa. Estão no vídeo 41 fotos de alunos que assistiram as aulas entre 2 e 17 de dezembro de 2020. A iniciativa faz parte do programa Arte de Toda Gente, parceria entre a Fundação Nacional de Artes – Funarte com a Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, com curadoria de sua Escola de Música.


Editadas em série, as imagens mostram um interessante – e poético – recorte do momento peculiar que estamos vivendo devido à pandemiaO vídeo se inicia com uma introdução dos professores do curso, Pedro Teixeira e Diogo Alves. Em seguida, ao longo de seus menos de seis minutos de duração, alternam-se cenas que, em sua maioria, revelam certa intimidade em quartos, salas e janelas, que transmitem um certo clima implícito de limitação, seja pelos espaços vazios, personagens ou elementos.

O vídeo está disponível no site do Um Novo Olhar – www.umnovoolhar.art.br e, também, no canal Arte de Toda Gente, no Youtube.

 

O projeto Um Novo Olhar

O objetivo do projeto Um Novo Olhar é promover a acessibilidade e a inclusão de crianças, jovens e adultos com algum tipo de deficiência, por meio das artes e da capacitação de professores e de regentes para coro. Com a exibição online de shows e oficinas, vídeo podcasts (vodcasts) e "lives" sobre arte e acessibilidade e uma série de publicações, a iniciativa tem também como alvo ampliar a percepção de toda a sociedade sobre as deficiências. O trabalho integra o programa Arte de Toda Gente, desenvolvido em conjunto pela Funarte e pela UFRJ, por meio da Escola de Música da Universidade.

Serviço:

Vídeo “Arte em Confinamento”, do projeto Um Novo Olhar

QuandoA partir de 15 de abril de 2021, às 18h, no site www.umnovoolhar.art.br e no canal Arte de Toda Gente, no Youtube

Realização
Fundação Nacional de Artes – Funarte | Secretaria Especial da Cultura | Ministério do Turismo
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

Curadoria: Escola de Música da UFRJ

Atividades e mais informações disponíveis no site do projeto.

Informações sobre esse e outros programas da Funarte
www.funarte.gov.br

#Cultura

Catálogo do fotógrafo Dico Kremer à venda na MON Loja

 

 
O Museu Oscar Niemeyer (MON) coloca à venda o catálogo da exposição “Gente no MON”, do fotógrafo Dico Kremer. A mostra, realizada pelo Museu, ficou em cartaz de outubro de 2020 a janeiro deste ano. O catálogo está disponível na MON Loja.
 
Com mais de 50 anos de fotografia, Dico Kremer é um observador nato de pessoas e, entre março de 2016 e novembro de 2019, fotografou anônimos no Museu.

 
Com curadoria do professor Fernando Bini, das mais de 5 mil imagens captadas, 84 foram selecionadas para serem exibidas no MON. As fotos revelam flagrantes de momentos especiais e únicos, como a impressão de alguém ao apreciar determinada obra de arte, que foram eternizados pela câmera de Kremer.
 
 
Sobre o MON
 
O Museu Oscar Niemeyer (MON) pertence ao Estado do Paraná. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além da mais significativa coleção asiática da América Latina. No total, o acervo conta com aproximadamente 7 mil peças, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina. Os principais patrocinadores da instituição, empresas que acreditam no papel transformador da arte e da cultura, são: Copel, Sanepar, Grupo Volvo América Latina e Moinho Anaconda.
 
 
Serviço
 
Catálogo da exposição “Gente no MON”

Museu da Energia com atividades on-line gratuitas

Com experimentos científicos, vídeos e muita informação, a instituição busca mostrar a importância da preservação da história e dos recursos naturais

Museus e outras instituições culturais seguem realizando atividades virtuais, para levar seus acervos a um público maior. Entre eles, o Museu da Energia, que tem unidades físicas em São Paulo, Itu e Salesópolis, mantém uma programação on-line intensa, para pessoas de todas as idades.

As redes sociais do Museu e o canal no YouTube - https://www.youtube.com/c/MuseudaEnergia - são constantemente atualizados, com atividades que vão desde tour virtuais pelas unidades, até peças teatrais, shows musicais e palestras. Todos os conteúdos envolvem os temas que a entidade trabalha: água, iluminação, saneamento e recursos naturais.


Em fevereiro, foi lançada a websérie "Quem foi Dona Ignácia?" no Facebook - https://www.facebook.com/museudaenergia - e no Instagram do Museu - @museudaenergia. Com vídeos curtos e de linguagem acessível, uma atriz interpreta Ignácia Joaquina Correia Pacheco, que foi uma das poucas mulheres empreendedoras no século XIX. O casarão em que ela morou, em Itu, hoje abriga a unidade do Museu da Energia na cidade e também é o cenário da websérie.

Outro serviço on-line disponibilizado pelo Museu é a consulta ao acervo virtual no site http://www.museudaenergia.org.br/. Aberto a pesquisadores e curiosos, traz clippings, documentos e outros materiais, que mostra como foi o desenvolvimento de São Paulo, desde a chegada da energia no estado.

"A história é fundamental para entender o presente e projetar o futuro. Por isso, investimos nas atividades on-line durante o período em que nossas unidades ficaram fechadas e vamos continuar levando conteúdo para esses canais, porque é mais um caminho para inspirar mais pessoas para o cuidado com a energia, com a água e com os recursos naturais", afirma Rita Martins, diretora executiva da Fundação Energia e Saneamento, mantenedora das unidades do Museu da Energia.

 

Canais On-line

Site: http://www.museudaenergia.org.br/

Facebook: https://www.facebook.com/museudaenergia

Instagram: @museudaenergia

YouTube: https://www.youtube.com/c/MuseudaEnergia.




Paraná

Artista visual paranaense com consagrada carreira ,Luiz Arthur Montes Ribeiro coloca no ar  dia 7 de abril, seu novo site de e-commerce, que ganhou diversas melhorias com foco na experiência do usuário. O artista anuncia também neste mês de abril o fechamento dos espaços físicos da Galeria de Arte e do Instituto Montes Ribeiro, que fazem transição 100% para o digital. Mais informações no texto abaixo. 




** Segue o link o site, com loja virtual e conteúdo sobre arte, literatura , memória e gastronomia: https://luizarthur.com.br 

















#Cultura



 MM Gerdau - Museu das Minas e do Metal anuncia intensa programação cultural em Abril

Dando sequência a programação digital diversa e gratuita, o Museu oferece uma ampla programação incluindo diferentes temáticas como restauro, cultura negra, importância da preservação da água, os desafios da cultura contemporânea, além de ações voltadas para o público 60+, com o programa Experimenta 60.

Dando sequência a programação cultural diversa – totalmente virtual devido a pandemia do COVID-19 -, o MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal realizará uma intensa programação cultural no mês de Abril.

Dentro do recorte de ações culturais para abril, o MM Gerdau promoverá nas quintas-feiras (01, 08, 15, 22 e 29) uma série de atividades, dentre bate-papos e apresentações musicais, que aproximam temas relevantes do mundo contemporâneo ao recorte curatorial e museal do espaço.

O primeiro encontro virtual será “Histórias de Restauros”, com Rosângela Reis Costa (Grupo Oficina de Restauro), às 15h do dia 01º de Abril. O encontro recebe uma das fundadoras do Grupo Oficina de Restauro, que têm estado no Prédio Rosa em um processo de restauração da arte aplicada, para um debate virtual que vai contar a longa história do coletivo que tem contribuído para que muitos outros possam escavar e decifrar segredos, além de contar sobre a atual restauração no MM Gerdau e sobre o que as paredes do nosso Prédio Rosa, edifício de 1897, contam.

O segundo encontro, na quinta, dia 08 de abril, às 19h, ecoa o questionamento que o programador cultural António Pinto Ribeiro, escritor do livro "Questões Permanentes: ensaios escolhidos sobre cultura contemporânea", fez com a pergunta: “Programar em nome de quê? Ainda do Humano?”. Assim, o Museu promove o debate “Programação, ainda é possível?”, lançando um convite às diretoras, curadoras, gestoras e programadoras culturais de diversos espaços dentro e fora da cidade de Belo Horizonte, em uma conversa conjunta sobre programar. As janelas de transmissão serão abertas ao diálogo entre Clarisse Marinho (diretora de Extensão das Artes da Secretaria de Patrimônio Cultural e Turismo de Itabirito-MG), Karla Bittar Silveira (gerente de Cultura do SESI-Cultura), Keyna Eleison (diretora Artística do MAM - Museu de Arte Moderna-RJ) e Milena Lago (gerente de Programação da Fundação Clóvis Salgado - Palácio das Artes e Serraria Souza Pinto). A ação terá transmissão ao vivo no canal do Youtube do museu, com tradução em LIBRAS.

A terceira atividade será na quinta-feira, 15 de abril, às 19h, com “Sobre o Rio”, um bate-papo com a artista Isabela Prado e o geógrafo Alessandro Borsagli. A conversa dá sequência a um recorte temático proposto pelo Programa CoMciência do MM Gerdau, que atua para a divulgação científica, a descomplicação das ciências e contribui para um diálogo entre arte, ciência e tecnologia, reverberando a urgência de um debate assertivo a respeito da questão da água, climática e fluviais em Belo Horizonte. No encontro de 15 de abril, a artista e o geografo sobre o diálogo permanente que nutrem para a construção do projeto "Sobre o Rio” que olha para capital mineira e decifra seus rios canalizados a partir de intervenções no meio urbano, que ora se tornam diluídas no ir e vir, como a própria água, ora são pontos que acenam para os nossos sentidos críticos no incentivo à reflexão sobre a construção das cidades.

Na semana seguinte, no dia 22 de abril, também às 19h, o MM Gerdau convida Nath Grillo – pesquisadora das tradições negro-africanas – para o bate-papo “Balangandãs, Jóias de Crioula”. No encontro, a pesquisadora irá contar sobre as histórias no trânsito entre os conhecimentos das mulheres africanas sobre joias e as confecções que atualmente são identificadas como o início de uma referência do design da joia brasileira. “Joias de crioula afro-brasileiras” é um termo utilizado como referência aos adornos confeccionados no Brasil Colonial dos séculos XVIII e XIX para peças como colares, pulseiras, brincos, anéis, entre outras, de uso das mulheres africanas ou brasileiras em condição de escravizadas daquela época.

Fechando as atividades culturais virtuais no dia 29 de abril, às 19h, está a apresentação “Assimetrias – Jazz no Terraço”, um encontro que celebra a boa música e o Dia Internacional do Jazz (comemorado no dia 30 de abril). Transmitido diretamente do terraço do museu MM Gerdau, com vista deslumbrante para o Circuito Cultural da Praça da Liberdade, o projeto ecoa o tema da programação cultural de 2021, “as Criptografias”, tencionando cifrar e decifrar saberes, linguagens e estéticas. Entre as programações pensadas para a música no museu, está o Assimetrias - Jazz no Terraço, um convite para ouvir e olhar do alto de nosso terraço as assimetrias da própria cidade.

Em novembro de 2011, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) designou oficialmente o dia 30 de abril como o Dia Internacional do Jazz, a fim de destacar o jazz e seu papel diplomático de unir as pessoas em todos os cantos do globo. O Dia Internacional do Jazz é presidido e liderado pela Diretora Geral da UNESCO Audrey Azoulay e pelo lendário pianista e compositor de jazz Herbie Hancock, que atua como Embaixador da UNESCO para o Diálogo Intercultural e Presidente do Herbie Hancock Institute of Jazz. Fonte: @intljazzday.

EXPERIMENTA 60

Em abril o Museu dá sequência ao projeto EXPERIMENTA 60, retomado em fevereiro deste ano, e que é realizado por meio do Fundo Municipal do Idoso com o objetivo promover a saúde, o bem-estar e a socialização de pessoas idosas por meio da cultura.

Para abril, o “Experimenta 60” segue oferecendo uma expansão na oferta de atividades de intervenções culturais, artísticas e educativas para a população 60+ de Belo Horizonte por meio de novas oficinas, que agora abrangem também as temáticas do autoconhecimento, da dança, do desenha e da música. As oficinas completas são: CINE60, MÚSICA60, TEATRO60, CORPO60 e CANTO60, AUTOCONHECIMENTO60, DANÇA60 e CORAL60. Em caso de dúvidas, informações ou interesse de participar das atividades o público deve entrar em contato pelos telefones (31) 9 8516-8710 ou (31) 9 9131-9545.

Todas as atividades culturas e educativas do MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal são gratuitas. A programação completa está disponível no Instagram (@mmgerdau) e diversas atividades, assim como outros conteúdos educativos, estão disponíveis gratuitamente no canal do Youtube Oficial (https://www.youtube.com/watch?v=Qv9wh8j6hqM).

:: SOBRE O MM GERDAU O MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal ::

 |@mmgerdau |  

MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal, integrante do Circuito Liberdade desde 2010, é um museu de ciência e tecnologia que apresenta de forma lúdica e interativa a história da mineração e da metalurgia. Em 20 áreas expositivas, estão 44 exposições que apresentam, por meio de personagens históricos e fictícios, os minérios, os minerais e a diversidade do universo da Geociências.

O Prédio Rosa da Praça da Liberdade, sede do Museu, foi inaugurado em 1897, juntamente com Belo Horizonte. Tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (IEPHA), o edifício passou por meticuloso trabalho de restauro, que constatou que a decoração interna seguiu o gosto afrancesado da época, com vocabulário neoclássico e art nouveau.  O projeto arquitetônico para a nova finalidade do Prédio Rosa, que já foi Secretaria do Interior e da Educação, foi feito por Paulo Mendes da Rocha e a expografia, que usa a tecnologia como aliada da memória e da experiência, é de Marcello Dantas.

O Museu funciona de terça a domingo, das 12 às 18h, e na quinta, das 12 às 22h, entrada franca. Para além da exposição permanente, o MM Gerdau oferece uma programação diversa e para todas as idades. Todas as atividades são gratuitas.

O MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal é patrocinado pela Gerdau, via lei Federal de Incentivo à Cultura, com o apoio da Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM).

PROGRAMAÇÃO e INFORMAÇÕES COMPLETAS: @mmgerdau

Instagram: @mmgerdau

Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=Qv9wh8j6hqM

 

Programação MM Gerdau Abril 2021

Todas as atividades são gratuitas e oferecidas em formato virtual

 

01/04 - quinta-feira

Live Histórias de Restauros, com Rosângela Reis Costa - Grupo Oficina de Restauro

Horário: 15h

Transmissão ao vivo pelo YouTube - MM Gerdau

 

06/04 - terça-feira

Oficina livre Dança 60, com Iberon Brito, professor de dança com expertise no atendimento do público sênior - Programa Experimenta 60+

Horário: de 09h às 11h

Inscrições gratuitas pelo Sympla, pesquisando por Experimenta 60

Limitado a 30 pessoas. Ao se inscrever na plataforma, o participante receberá um link para participar da oficina

 

07/04 - quarta-feira

Oficina Teatro 60, com Rodolfo Costa, psicólogo, teatroterapeuta com formação para Teatro Playback e Carol Oliveira, atriz da Cia 5 Cabeças

Horário: 09h às 11h  

Inscrições gratuitas pelo Sympla, pesquisando por Experimenta 60

Limitado a 30 pessoas. Ao se inscrever na plataforma, o participante receberá um link para participar da oficina

 

08/04 - quinta-feira

Bate-papo “Programação, ainda é possível?”, com Clarisse Marinho (diretora de Extensão das Artes da Secretaria de Patrimônio Cultural e Turismo de Itabirito-MG), Karla Bittar Silveira (gerente de Cultura do SESI-Cultura), Keyna Eleison (diretora Artística do MAM - Museu de Arte Moderna-RJ) e Milena Lago (gerente de Programação da Fundação Clóvis Salgado - Palácio das Artes e Serraria Souza Pinto

Horário: 19h

Transmissão ao vivo pelo YouTube - MM Gerdau, incluindo tradução em libras

 

13/04 - terça-feira

Cinema 60, com o Professor Bernardo Nogueira, advogado mediador, escritor e poeta, cineasta amador e Silvia Salgado, embaixadora do Movimento LAB60+ SP, desenvolve o CineLAB60 e projetos de turismo 60+

Horário: 09h às 11h  

Inscrições gratuitas pelo Sympla, pesquisando por Experimenta 60

Limitado a 30 pessoas. Ao se inscrever na plataforma, o participante receberá um link para participar da oficina

 

14/04 - quarta-feira

Coral 60, com o Professor Bernardo Nogueira, advogado mediador, escritor e poeta, cineasta amador e Silvia Salgado, embaixadora do Movimento LAB60+ SP, desenvolve o CineLAB60 e projetos de turismo 60+

Horário: 09h às 11h  

Inscrições gratuitas pelo Sympla, pesquisando por Experimenta 60

Limitado a 30 pessoas. Ao se inscrever na plataforma, o participante receberá um link para participar da oficina

 

15/04 - quinta-feira

“Sobre o Rio”, bate-papo com a artista Isabela Prado e o geógrafo Alessandro Borsagli sobre os rios urbanos

Horário: 19h

Transmissão ao vivo pelo YouTube - MM Gerdau

 

20/04 - terça-feira

Corpo & Canto 60, com Liliane Alves, cantoterapeuta e coordenadora cultural do grupo de atrizes 60+ da Casa do Beco/BH MG.

Inscrições gratuitas pelo Sympla, pesquisando por Experimenta 60

Limitado a 30 pessoas. Ao se inscrever na plataforma, o participante receberá um link para participar da oficina

 

22/04 - quinta-feira

 “Balangandãs, Jóias de Crioula” - um bate-papo com Nath Grillo, pesquisadora das tradições negro-africanas

Horário: 19h

Transmissão pelo YouTube - MM Gerdau

 

27/04 - terça-feira

Autoconhecimento, com Roberta Zampetti, jornalista, escritora, Youtuber SOU60

Horário: 09h às 11h  

Inscrições gratuitas pelo Sympla, pesquisando por Experimenta 60

Limitado a 30 pessoas. Ao se inscrever na plataforma, o participante receberá um link para participar da oficina

 

28/04 - quarta-feira

Oficina Teatro 60, Guto Passarinho e Marina Flor, a dupla que forma o duo Coração Palpita(www.coracaopalpita.com.br)

Horário: 09h às 11h  

Inscrições gratuitas pelo Sympla, pesquisando por Experimenta 60

Limitado a 30 pessoas. Ao se inscrever na plataforma, o participante receberá um link para participar da oficina



#Cultu

 


 
 

VIOLEIROS DO BRASIL FESTIVAL ONLINE,

mestres da viola abrem caminho para a nova geração .



 Com direção musical de Myriam Taubkin e direção artística de Gabriel Fontes Paiva, programação reúne Ivan Vilela, Paulo Freire e Tavinho Moura, entre outros nomes consagrados da viola que recebem jovens instrumentistas para apresentações online e de graça entre 9 e 25 de abril.

 Fruto do Projeto Memória Brasileira, criado por Myriam Taubkin em 1987, com a proposta de realizar um mapeamento detalhado da música brasileira, o Violeiros do Brasil Festival Online reúne 14 violeiros em sete apresentações online. Em cada apresentação, um mestre violeiro fará seu show e, em seguida, tocará em duo com o convidado, que termina com sua performance. 

 

O lançamento oficial do festival acontecerá em parceria com o Museu da Casa Brasileira (MCB), instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, no dia 09 de abril, às 19h, pelo canal do YouTube do MCB. A roda de conversa virtual contará com a presença de Carmelita de Moraes (curadora do projeto Musica no MCB), Myriam Taubkin (criadora do Projeto Memória Brasileira, idealizadora e diretora musicaldo festival Violeiros do Brasil) e os artistas Roberto Corrêa, Pereira da Viola, Laís de Assis e Neymar Dias.

 

O festival será realizado dias 9, 10 e 11, sexta, sábado e domingo, e nos dois fins de semana seguintes - dias 17, 18 e 24 e 25 de abril, com trechos gravados e inserção de conteúdos do histórico do projeto, como shows e o DVD Violeiros do Brasil. A transmissão será gratuita pelo canal de Youtube https://www.youtube.com/taubkinmy

                                               

Tavinho Moura apresenta Fabrício Conde (9 de abril), Marco Vilalba - o Passoca faz as honras para Neymar Dias (10 de abril), Pereira da Viola vem com Ricardo Vignini (11 de abril), Adelmo Arcoverde abre caminho para Laís de Assis (17 de abril), Paulo Freire divide o palco com João Paulo Amaral (18 de abril), Ivan Vilela recebe Bruno Sanches (24 de abril), Roberto Correia convida Cacai Nunes (25 de abril). Os sete jovens violeiros foram escolhidos pelos artistas convidados em conjunto com a curadoria do projeto.

 

As apresentações incluem, além das músicas, “causos” e histórias sobre as canções, a viola e as tradições deste instrumento, assim como sobre a trajetória de cada violeiro. Cada apresentação terá duração de aproximadamente 50 minutos e sempre às 20 horas.

 

A ideia é mostrar os vários percursos do instrumento no Brasil, tocado e contado pelos seus mais significativos representantes e compositores atuais, atualizando o panorama da viola brasileira.

 

“Violeiros do Brasil é um olhar sobre o instrumento. Cada artista convidado possui uma característica importante no cenário da viola brasileira. De Nordeste a Sudeste do Brasil, nas regiões onde o instrumento faz parte do cotidiano, os tocadores mostram a diversidade, a força, as tradições e a modernidade da viola dentro da nossa música”, observa a diretora musical Myriam Taubkin, ressaltando que “o universo da viola é extremamente relevante para a compreensão da música brasileira”.

 

De acordo com a diretora musical, o objetivo do projeto é manter acesa a chama da viola, que por ter sido transmitida pela oralidade através do tempo, com pouca história de escrita musical, tem lhe conferido inúmeras possibilidades de invenção. “A viola está aberta a qualquer desafio: é um instrumento solista e se impõe em qualquer formação, seja na música popular e seja na de orquestra. É esta diversidade que queremos mostrar, pelas mãos dos grandes violeiros e dos jovens instrumentistas. A viola, seus formatos, sua maneira de tocar e seu timbre são extremamente peculiares e autenticamente brasileiros.”

 

Sobre a história

 

A viola chegou ao Brasil com os colonizadores no século 16, e nunca perdeu sua vocação de festeira e de representante do gosto popular, mais precisamente no interior do país. Durante quase cinco séculos, a viola permaneceu um instrumento rústico, com formato semelhante ao original, fazendo parte da vida rural. Foi por volta de 1930 que a viola começou sua transformação, quando passou a ser produzida nas fábricas de violão e de outros instrumentos de cordas. As inovações no instrumento facilitaram a sua execução, e a viola ganhou diferentes maneiras de ser tocada.

 

“Ela chegou de mansinho, toda faceira, a portuguesinha, para conhecer nossos chocalhos, flautas e apitos. E foi gostando e foi ficando e percorreu o Brasil pendurada nos arreios das mulas dos peões, nos sertões, nas praias, nas estradas de terra, dentro de sacos encardidos… Mas quando abria a voz, tocada por mãos calosas, até os pássaros ficavam mudos. E foi ficando nossa para sempre, nas festas religiosas, nos desafios, nos mutirões, nos bailinhos, muito enfeitada de fitas coloridas no pescoço e com suas dez cordas muito afinadas. E nos apaixonamos por ela. Como dizia João Pacífico, “viola é feita de pinho, mas tem coração”. Acompanhando um cantador ou uma dupla, ou solando, abraçada sempre com carinho, são dois corações que pulsam juntos.” Inezita Barrosoprefácio do livro Violeiros do Brasil, de Myriam Taubkin e fotos Angélica Del Nery.

 

 “Violeiros do Brasil” teve seu início em 1997. Durante um mês, o Sesc Pompéia em São Paulo foi palco do instrumento através de concertos, oficinas, exposições e vídeos. Foi o primeiro grande encontro de artistas representativos da viola, de diferentes lugares do país, entre os quais Ivan Vilela, Roberto Correa, Almir Sater, Pena Branca, Renato Andrade, Zé Coco do Riachão, Tavinho Moura, Passoca, Pereira da Viola, Paulo Freire, entre outros. O projeto virou CD e série de programas da TV Cultura e foi referência no universo da viola.

 

Em 2007, o Projeto Memória Brasileira documentou - em livro, filme e espetáculos pelo Brasil, Inglaterra e Bélgica – estes mesmos artistas 10 anos depois, desta vez indo às suas moradas; o resultado é reconhecido como marco na história da viola.

 

Para roteiro

 

Violeiros do Brasil Festival Online

Sete apresentações online com 14 violeiros. Em cada apresentação, um mestre violeiro recebe um artista da nova geração. Dias 9, 10 e 11 de abril, sexta, sábado e domingo, e nos próximos dois fins de semana seguidos, dias 17, 18 e 24 e 25 de abril. Transmissão gratuita pelo canal https://www.youtube.com/taubkinmyDireção musical – Myriam Taubkin; Direção artística – Gabriel Fontes Paiva. Realização – Fontes Produções Artísticas.

 

Programação

 

1. Tavinho Moura e Fabrício Conde - 9 de abril

2. Passoca e Neymar Dias - 10 de abril

3. Pereira da Viola e Ricardo Vignini - 11 de abril

4. Adelmo Arcoverde e Laís de Assis - 17 de abril

5. Paulo Freire e João Paulo Amaral - 18 de abril

6. Ivan Vilela e Bruno Sanches - 24 de abril

7. Roberto Corrêa e Cacai Nunes - 25 de abril

 

 

Ficha técnica

 

Idealização: Myriam Taubkin e Gabriel Fontes Paiva. Direção musical: Myriam Taubkin. Direção de arte: Gabriel Fontes Paiva. Direção técnica: André Prado. Finalização de Vídeo: Luiz Duva. Produção: Gustavo Martins. Coordenação de projeto: Luana Gorayeb. Identidade visual e projeto gráfico: Teresa Maita. Assessoria de Imprensa – M. Fernanda Teixeira e Macida Joachim - ArtePlural Comunicação. Assistente administrativo: Rogério Prudêncio. Realização: Projeto Memória Brasileira. Apoio: Museu Da Casa Brasileira 


Cultura

 

#Musica

Tarso Brant lança carreira musical com 'Desapegada'

Ator e modelo transgênero, que ficou conhecido em todo o país por ser inspiração de um personagem da novela Força do Querer (Globo), apresenta ao público a mistura de funk e pop de 'Desapegada', canção que já está disponível nas plataformas digitais

O cenário musical brasileiro acaba de ganhar mais um artista. Após participações em novelas, peças de teatro, programas de TV e escrever um livro, o ator Tarso Brant se lança no mercado fonográfico como compositor e DJ. Este novo momento é fruto de uma parceria com o produtor musical Deco Loko, que compôs a canção ‘Desapegada’ e participou da gravação. O single já está disponível nas plataformas digitais.

A trajetória de Tarso Brant no mundo artístico começou graças a sua história de vida. Nascida Tereza Cristhina da Silva Borges, em Belo Horizonte, Tarso ficou nacionalmente conhecido após exibir sua transição de gênero abertamente nas redes sociais. Como na época o assunto ainda era um grande tabu na sociedade, ele participou de diversos programas de entretenimento e de debates para falar sobre o assunto. Em 2017, Tarso auxiliou a escritora Glória Perez na criação de uma personagem trans para a novela ‘A Força do Querer’, da Rede Globo.

A partir daí, se preparou para atuar e, inclusive, fez uma participação oficial na novela. Com isso, ainda em 2017, lançou o livro ‘Vida Trans’, para mostrar os desafios enfrentados em sua transição. E agora, o multiartista, que, além de ser influenciador digital, é também ator, escritor, agora, cantor, com um trabalho que promete ser hit.

E se depender da experiência do produtor musical Deco Loko, a carreira de Tarso Brant na música já é sucesso. Responsável pelo hit ‘Jogar Pra Tropa’, gravado por Pocah feat. Dennis DJ, e pelo sucesso “Vai dar PT”, na voz de MC Rahell, ele conquistou o mundo com mais de 600 milhões de streams e regravações por grandes artistas, como, Léo Santana, Wesley Safadão e vários outros. E além de produzir, toca violão, guitarra, bateria, teclado, piano, baixo, além de cantar, compor e ainda atuar como DJ e o empresário que está à frente da Oráculo Music.

De acordo com Tarso Brant, a música ‘Desapegada’ é um marco em sua história. “Estou muito satisfeito com o resultado que conquistamos e confiante neste novo momento na minha carreira. A composição conta a história de um cara arrependido de ter perdido uma mulher linda e incrível. Ela se cansou e resolveu curtir a vida, rebolar e ser feliz. Quando o Deco Loko me mostrou a letra, a situação de encaixou perfeitamente com o momento de vida que eu estava passando. Além de ter gostado muito da canção, fiquei ainda mais empolgado com essa coincidência”, conta.  

Além das novelas ‘A Força do Querer’ e ‘Verão 90’, Tarso Brant subiu aos palcos para participações nos espetáculos ‘A Casa da Mãe Joana’, ‘Uma Linda Kazue Mulher’ e ‘Mamãe Voltou’. Ele afirma que esse é o momento certo de se dedicar à carreira musical com a mesma intensidade que nos demais projetos artísticos que já participou. “A música sempre esteve nos meus passos e por isso, da mesma forma que tenho me dedicado para atuar nas peças, quanto nas novelas que tive a oportunidade de participar, vou me dedicar ao universo musical. Este é o meu primeiro passo, mas, com certeza, após essa primeira canção, trabalharei para trazer para o público, mais novidades. Esse é somente o primeiro passo de uma carreira que já começa com uma parceria de sucesso com o Deco Loko”, finaliza. 

Momento histórico

Além de estrear na música, Tarso Brant participará da segunda temporada do reality show “De Férias com o Ex: Celebs”. O programa terá 12 participantes e a sua passagem, antes mesmo de acontecer, já estará marcada na história, já que Tarso Brant será o primeiro participante trans de todas as temporadas. “Mais uma vez seguimos fazendo história. É gratificante ser reconhecido, não só pela minha luta e minha história, mas também pelo trabalho que venho desenvolvendo até aqui. Ser convidado para o ‘De Férias com o Ex: Celebs’ foi uma honra”, celebra o ator.

 

Ficha Técnica - Desapegada

Intérpretes: Deco Loko e Tarso Brant

Compositor: Deco Loko

Gravadora: Oráculo Music

Produtor fonográfico: Deco Loko 

Diretor Executivo: Juninho Ribeiro

Assessoria: Juninho Ribeiro

 

Ouça agora a música Desapegada: https://ps.onerpm.com/7146127330

  

Tarso Brant no Instagram: @tarsobrant https://www.instagram.com/tarsobrant



+ Música

 




Cultura

 

Álbum EruDito, de Marcelo Quintanilha está disponível nas plataformas digitais .


Projeto tem participações especiais de Pe. Fábio de Melo, Mônica Salmaso, Virginia Rodrigues e Daniela Mercury em quatro canções que foram lançadas entre outubro de 2020 e fevereiro de 2021.

 

Link para ouvir o álbum - https://smarturl.it/MarceloQuintanilha

 


 

Sabe aquela melodia maravilhosa, daquela canção erudita que todo mundo sabe assoviar ou cantarolar, mesmo sem ter certeza de quem seja o autor? Em seu novo trabalho, EruDito, o cantor e compositor Marcelo Quintanilha compôs onze letras para melodias de dez compositores clássicos (Bach, Vivaldi, Mozart, Beethoven, Schubert, Schumann, Chopin, Brahms, Tchaikovsky e Claude Debussy).


Com direção artística de Luca Raele e Camilo Carrara, quatro singles fá foram lançados: Nem País Nem Paz, a partir do Poco Allegretto da Terceira Sinfonia de Brahms, com participação de Padre Fábio de Melo; Três Sinais, a partir do Improviso Op. 90 n˚3de Schubert, com Mônica SalmasoBem Me Quera partir da Abertura Romeu & Julieta, de Tchaikovsky, com participação de Virginia Rodrigues; e  Carnaval de Viena, a partir do Intermezzo do Carnaval de Viena Op. 26de Schumann, com Daniela Mercury.  Agora, o álbum completo chega às plataformas digitais por meio do selo Yb Music, a partir de 19 de março.


Como o próprio nome do projeto indica, EruDito tem como conceito o “clássico versado” e reúne algumas melodias eruditas que já fazem parte da nossa memória afetiva e do nosso consciente coletivo – e outras não tão conhecidas, mas extremamente bonitas. As músicas têm como base um quarteto formado por Marcelo Quintanilha (voz e violões); Camilo Carrara (violões, bandolim e guitarra), Luca Raele (piano e clarinete) e Danilo Vianna (baixo acústico), além da participação de Peu Del Rey e Danilo Moura (percussão) e Edmilson Capelupi (violão 7 cordas) em duas faixas.


“Eu comecei a me inspirar ouvindo a Vânia Abreu [que é esposa do músico] cantar Céu de Santo Amaro, que Flávio Venturini compôs sobre o Arioso da Cantata n˚ 156de Bach. Outra inspiração importante foi Trenzinho do Caipira, de Villa Lobos, para a qual Ferreira Gullar fez a letra. Achei uma ideia tão interessante e fui pesquisar se outros artistas também tinham feito isso. Então, mostrei o que já tinha feito para o Luca Raele, que me ajudou a lapidar as canções. O Camilo Carrara se juntou depois ao time e dividiu com Luca a produção musical do projeto”, conta Quintanilha.


Toda a pesquisa, escolha de repertório, conceito musical e arranjos foram feitos a seis mãos, por Luca, Camilo e Quintanilha. Entre as peças clássicas escolhidas estão composições de Johann Sebastian Bach (1685-1750), Claude Debussy (1862-1918), Antonio Vivaldi (1678-1741), Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791), Ludwig van Beethoven (1770-1827), Franz Schubert (1797-1828), Frédéric Chopin (1810-1849), Johannes Brahms (1833-1897) e Piotr Ilitch Tchaikovski (1840-1893).


E para criar essa mistura entre o popular e o erudito, as canções ganharam versões bem brasileiras, passando pela bossa-nova, moda de viola, marcha-rancho, samba-choro e congado. Com versos inteligentes, sensíveis e atuais, as letras foram compostas com todo rigor e respeito às melodias originais, e tratam de temas variados, do social (como a questão dos refugiados), ao romântico e lírico.


“Tivemos um cuidado minucioso de quase não alterar a métrica original das melodias. O Luca foi muito importante no projeto, porque ele cortava palavras e versos que estivessem fora da prosódia, que é basicamente a combinação da sílaba tônica da melodia combina com a sílaba tônica da palavra. Foi um processo bem demorado, levou três meses para fazer todas as letras!”, revela Quintanilha.


Outro cuidado importante tomado por Quintanilha foi respeitar os temas evocados pelas próprias peças eruditas para criar as letras. Por exemplo, a faixa Noturno, a partir do Noturno Op. 9 n˚2 de Chopin, fala sobre a noite, os astros e o universo.


Para o compositor, muito feliz com o resultado, este foi o trabalho mais difícil de sua carreira, que chega agora ao seu décimo segundo álbum. E este projeto permite trazer aos ouvidos de uma nova geração o acesso e o interesse pela música erudita de uma maneira totalmente inovadora, quebrando as barreiras e criando uma ponte entre a música clássica e a canção popular.


Parcerias e lançamentos dos singles

Os quatro singles de EruDito foram lançados, de outubro de 2020 a fevereiro de 2021, em todas as plataformas digitais. O público ainda poderá conferir nas plataformas de Quintanilha e dos quatro artistas convidados uma playlist paralela com as versões originais de cada peça erudita.


O primeiro convidado, Padre Fábio de Melo gravou com Quintanilha a canção Nem Pais Nem Paz, a partir do Poco Allegretto da Terceira Sinfonia de Brahms. A faixa também ganhou um videoclipe exclusivo. “Quando fiz a letra para essa música de Brahms, a melodia, tão linda, me sugeriu algo ao mesmo tempo muito triste: a questão das imigrações e dos refugiados. Achei que ninguém melhor do que Padre Fábio, que já é meu amigo há bastante tempo, poderia cantar esse tema”, conta o compositor.


Mônica Salmaso gravou a canção Três Sinaisa partir do Improviso Op. 90 n˚3de Schubert. “Ter a Mônica conosco era um sonho, porque ela daria a chancela de qualidade artística para o projeto. Luca, que toca com ela, fez essa aproximação e ela escolheu essa música, que fala sobre a dualidade do artista no camarim e no palco, muito inspirada em A Valsa dos Clowns do Grande Circo Místico”, explica.


Já a faixa Bem Me Quera partir da Abertura Romeu & Julieta, de Tchaikovsky, conta com a participação de Virgínia Rodrigues. “Pensei que ela seria ideal para fazer uma aproximação do erudito com o popular. Ela canta maravilhosamente bem com aquele timbre e impostação característica dela, quase de maneira erudita mesmo, e eu achei que a voz dela casaria perfeitamente com esse projeto. Ela canta a única música que eu pensei como um dueto mesmo”, diz.


Para encerrar essa fase dos singles, Quintanilha lançou Carnaval de Viena, a partir do Intermezzo do Carnaval de Viena Op. 26de Schumann, com Daniela Mercury. “Fizemos juntos várias parcerias. Ela dirigiu, meu show mais recente, o Caju – Canções de Cazuza por Marcelo Quintanilha (2018), ela já gravou várias canções minhas, mas nunca cantamos juntos em um álbum. Então, decidi convidá-la para cantar essa canção em homenagem ao Carnaval, que tem tudo a ver com ela. Na letra, eu quis reviver aquela coisa do Pierrot e da Colombina quase como um quadro sobre a Commedia Dell’Arte”, acrescenta.


Confira abaixo todas as faixas do disco EruDito

 

1) BEM ME QUER (part. Virginia Rodrigues)

Pyotr Ilyich Tchaikovsky / Marcelo Quintanilha      

Sobre Abertura Romeu & Julieta


2) BOAS NOVAS

Johann Sebastian Bach / Marcelo Quintanilha

Sobre a Polonaise da Suite Francesa n˚ 6


3) CARNAVAL DE VIENA (part. Daniela Mercury)

Robert Schumann / Marcelo Quintanilha

Sobre o Intermezzo do Carnaval de Viena Op. 26

 

4) DOR E DÓ

Johann Sebastian Bach / Marcelo Quintanilha

Sobre a Aria da Suite n˚3 BWV 1068

 

5) NEM PAÍS NEM PAZ (part. Pe. Fábio de Melo)

Johannes Brahms / Marcelo Quintanilha

Sobre Poco Allegretto da Terceira Sinfonia

 

6) NOTURNO

Frédéric François Chopin / Marcelo Quintanilha

Sobre Noturno Op. 9 n˚2

 

7) RIMA IDEAL

Ludwig van Beethoven / Marcelo Quintanilha

Sobre Adagio Cantabile da Sonata n˚8 Op. 13


8) SENHOR E REI

Wolfgang Amadeus Mozart / Marcelo Quintanilha

Sobre Andante do Concerto n˚ 21 para Piano K.467

 

9) SONHOS

Achile-Claude Debussy / Marcelo Quintanilha

Sobre Rêverie

 

10) TRÊS SINAIS (part. Monica Salmaso)

Franz Peter Schubert / Marcelo Quintanilha

Sobre Improviso Op. 90 n˚3


11) INVERNO

Antonio Vivaldi / Marcelo Quintanilha

Sobre o Largo do Concerto Op. 8 n˚4 (Inverno)

 

Sobre Marcelo Quintanilha

Marcelo Quintanilha é paulistano e cresceu em um meio musical. Em 1992, aos 23 anos, Quinta, como se tornou conhecido, classificou-se como o “compositor mais jovem” entre os finalistas do Festival da Record com a canção Domingo Outra Vez, homenagem aos festivais dos anos 60.  


Ao longo de seus quase 30 anos de carreira, já lançou 12 discos, entre eles, CAJU – As Canções de Cazuza por Marcelo Quintanilha (2018), Eu Inteiro Só (2016), Cumulus Samba (2012), Quinto (2008), Pierrot & Colombina (2006), Mosaico (2005), Sala de Estar (2003), Quinta (1998) e Metamorfosicamente (1995).


Faz parte, com Jota Velloso e Thathi, do coletivo Os Marchistas, banda que desde o carnaval de 2013 vem se destacando na folia de Momo com seu show contagiante e irreverente. Em 2014, Os Marchistas lançaram seu primeiro CD, homônimo.


Além disso, é parceiro em muitas canções de Daniela Mercury, Carlos Careqa e Tenison Del Rey, e teve suas composições gravadas por artistas como Vania Abreu, Padre Fabio de Melo, Belô Veloso, Péri e Nando Reis.


Sobre Luca Reale

Clarinetista, pianista, arranjador e compositor nascido em São Paulo. Entre 1990 e 1995 integrou a Orquestra Sinfônica Municipal e a Jazz Sinfônica. A partir de 1987, participa do grupo Nouvelle Cuisine (prêmios Sharp e APCA), e desde 1991 do conjunto de clarinetas Sujeito a Guincho (Prêmio Eldorado de Música e Sharp).


Com o Sujeito a Guincho obteve reconhecimento internacional, principalmente através dos convites para apresentações no Clarinetfest (organizado nos EUA) em 1997, 1998, 2001; em Washington e Miami (Broward Center), com Mônica Salmaso, em 2006; e no Conservatório Tchaikovski em Moscou, em 2008. Em julho de 2004, integra o World Clarinet Quartet, com Claudio Puntin, Paulo Sérgio Santos e Gabriele Mirabassi, no Traumzeit Festival em Duisburg, Alemanha. Indicado ao Prêmio da Música Brasileira em 2015 como arranjador.


Em gravações ou concertos, atuou junto a artistas e grupos como o Quarteto Guarnieri, Quarteto de Cordas Municipal (SP), Orquestra Experimental de Repertório, Mônica Salmaso, Nelson Ayres, Paulinho da Viola, Egberto Gismonti, André Mehmari, Marisa Monte, Milton Nascimento e Antônio Nóbrega, entre outros.


Sobre Camilo Carrara

Camilo Carrara é diretor e produtor musical, violonista, multi-instrumentista, arranjador, compositor, professor e consultor de sound branding (Identidade Sonora das Marcas). É nacharel pelo Departamento de Música da ECA-USP e especialista em Gestão de Marketing Estratégico com MBA pela FEA-USP. É também professor de violão do Nacional Music Festival, em Maryland (EUA), do Departamento de Música da Faculdade Cantareira e da Pós Graduação da Faculdade Santa Marcelina, em São Paulo. Sua discografia consiste em mais de 80 CDs, entre colaborações e trabalhos solo.





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